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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em transmissão, Bolsonaro faz apelo por 'voto útil' para vencer no 1º turno

    Em transmissão, Bolsonaro faz apelo por 'voto útil' para vencer no 1º turno

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, fez um apelo nesta quarta-feira para que seus simpatizantes tentem conquistar votos em favor dele, no que chamou de 'voto útil' para derrotar o PT e vencer a eleição já no primeiro turno.

    'Você tem como, até dentro da família, alguém que diga que vá anular o voto, que vá votar em branco, ou vá votar em outro candidato, que pratique o voto útil, vote na gente. Nós devemos resolver essa fatura no primeiro turno para não termos o desgaste no segundo turno', disse o candidato em transmissão ao vivo no Facebook.

    Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta mostrou Bolsonaro com 38 por cento dos votos válidos, que excluem votos brancos e nulos. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50 por cento dos votos válidos mais um.

    Bolsonaro, que recebeu alta hospitalar no sábado, 23 dias depois de ser esfaqueado em ato de campanha, tem feito nesta semana transmissões ao vivo de sua casa, no Rio de Janeiro. Ele não comparecerá ao debate da TV Globo na quinta-feira, o último antes da eleição, por recomendação médica.

    QUESTÃO IDEOLÓGICA

    Na transmissão, o presidenciável fez críticas ao PT e a governos de esquerda, citando Cuba e Venezuela.

    'Eu sempre digo: tem algo mais grave que a corrupção, é a questão ideológica. Se uma pessoa um dia rouba a sua carteira, você pode recuperar aquele valor lá na frente, mas se rouba a sua liberdade, sabe-se lá quando você restabelecerá a sua liberdade', disse.

    'Olha o que acontece com Cuba. Desde 59 (revolução cubana) o pobre povo cubano perdeu a sua liberdade... Na Venezuela eles vergaram as suas Forças Armadas, eles submeteram ao poder político central, por isso a Venezuela chegou onde está no momento, onde o ser humano come rato. Não se tem liberdade para nada', acrescentou.

    (Por Tatiana Ramil)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Alckmin diz que união de centro é difícil e que eleitor deve optar por voto útil na reta final

    Alckmin diz que união de centro é difícil e que eleitor deve optar por voto útil na reta final

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira que uma eventual união de candidatos de centro é difícil e que os eleitores devem optar pelo chamado voto útil na reta final para o primeiro turno do pleito, marcado para o dia 7 de outubro.

    'Eu acho difícil que alguém abra mão da sua candidatura, são aspirações legítimas, então acho difícil', afirmou o tucano a jornalistas após caminhada no bairro da Liberdade, zona sul de São Paulo.

    'Surgiram várias ideias, de vários partidos, dada a proximidade das eleições, de buscar um denominador, mas essas coisas não são fáceis. Quem vai acabar fazendo na prática é o eleitor. Acho que o eleitor nesses 10, 11 dias vai acabar fazendo aí o voto útil', apostou.

    O tucano também disse que, se eleito, buscará incentivar o turismo para aquecer a economia e falou em 'abrir os céus' do país, sinalizando que permitirá a entrada de companhias aéreas estrangeiras para operarem no mercado local.

    'Vamos abrir os céus do país para tornar as passagens mais baratas e divulgar o Brasil para atrair mais visitantes', disse Alckmin.

    “O Brasil tem tudo para ser o campeão do turismo. O país que tem as melhores praias do mundo, montanhas, clima, rios, pantanal, povo hospitaleiro. Infelizmente, nós recebemos menos turista no Brasil todo do que a Torre Eiffel, em Paris. Então, vamos promover o Brasil, promover o turismo brasileiro”, acrescentou.

    (Por Eduardo Simões)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Com discurso anti-PT, campanha de Bolsonaro prega voto útil para tentar ganhar no 1º turno

    Com discurso anti-PT, campanha de Bolsonaro prega voto útil para tentar ganhar no 1º turno

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Embalada pelas mais recentes pesquisas eleitorais que apontaram franca vantagem, a campanha do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, decidiu intensificar a pregação pelo voto útil a fim de tentar garantir uma vitória do presidenciável ainda no primeiro turno, de modo a evitar um provável confronto contra o adversário petista, Fernando Haddad, numa segunda rodada.

    A principal estratégia é defender que o eleitor vote já primeiro turno em Bolsonaro em vez de optar por candidatos da preferência pessoal --como Geraldo Alckmin (PSDB), Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo)-- e deixar para optar pelo nome do PSL somente na segunda rodada de votação.

    Contudo, a tarefa é difícil a 17 dias do primeiro turno. No Ibope divulgado na terça-feira, Bolsonaro tem 35 por cento dos votos válidos, que excluem os eleitores que anulariam ou votariam em branco. Para vencer no primeiro turno, o candidato tem de ter metade mais um dos votos válidos.

    O candidato do PSL também tem apresentado, nas pesquisas eleitorais, altos índices de rejeição, o que, em tese, dificulta um crescimento a ponto de vencer a corrida no primeiro turno.

    Nas eleições desde a redemocratização, apenas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu vencer disputas presidenciais no primeiro turno, em 1994 e 1998.

    A expectativa maior entre os aliados do candidato ouvidos pela Reuters nos últimos dias é que Bolsonaro vá para o segundo turno, ainda mais diante do fato de que o presidenciável está impossibilitado de fazer agendas de campanha na rua por estar se recuperando de cirurgias após o atentado à faca que sofreu duas semanas atrás.

    Ainda assim, o coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo, deputado Major Olimpio (PSL), afirmou que os aliados vão defender o voto útil como forma de liquidar a disputa presidencial, numa espécie do que consideram que será uma antecipação da derrota petista.

    'Para não ter o espectro, o medo da praga de que o PT vai voltar, tenho certeza que esse voto útil vai aumentar muito na urna', disse Olimpio.

    O coordenador afirmou que Bolsonaro, a quem visitou na véspera no hospital, deu a ordem de reforçar a campanha nessa reta final e evitar polêmicas.

    Do hospital, o candidato cobrou na quarta-feira explicações por telefone de seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, sobre a proposta de criação de um imposto nos moldes da CPMF. Recentes declarações do candidato a vice na chapa, general Hamilton Mourão (PRTB), também causaram desconforto dentro da campanha e a ordem é que ele não represente Bolsonaro em debates.

    'Não vamos inventar a roda, é fazer o feijão com o arroz', disse Olimpio.

    Reservadamente, aliados de Bolsonaro contam também com o chamado voto 'envergonhado' no presidenciável do PSL para impulsionar o apoio a ele na primeira etapa. Seriam pessoas que publicamente não dizem que votarão nele, mas, na votação secreta, vão apoiá-lo.

    Segundo interlocutores, se tiver autorização médica, Bolsonaro também deve fazer novas gravações ao vivo para pedir votos até o primeiro turno --no domingo passado ele já fez uma transmissão ao vivo do hospital.

    Outro caminho, já em ação, é divulgar novos vídeos com imagens antigas dele pelas redes sociais.

    O presidente licenciado do PSL, Luciano Bivar, disse ainda que a estratégia da campanha de Alckmin, que começou a divulgar vídeos em que defende voto útil no tucano para fazer frente a Bolsonaro e a Haddad, pode vir a beneficiar o candidato do PSL.

    'Tenho a impressão que o Alckmin arranjou um marqueteiro que rema contra ele', ironizou o presidente licenciado à Reuters na quarta-feira. Para ele, 'parte significativa' dos votos ao tucano deve ir para Bolsonaro.

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