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    WhatsApp bloqueia conta de Flávio Bolsonaro por 'comportamento de spam'

    Por Taís Haupt

    SÃO PAULO (Reuters) - O WhatsApp, controlado pelo Facebook, confirmou nesta sexta-feira que baniu a conta do deputado estadual pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, eleito senador e filho do presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, 'há alguns dias por comportamento de spam'.

    Flávio Bolsonaro declarou no Twitter nesta sexta-feira que teve sua conta bloqueada sem explicações do aplicativo. O parlamentar não informou quando a conta foi bloqueada. Posteriormente, o parlamentar voltou ao Twitter para afirmar que sua conta no aplicativo de mensagens foi desbloqueada.

    'A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma', escreveu o deputado.

    'Meu telefone, cujo WhatsApp foi bloqueado, é pessoal e nada tem a ver com uso por empresas. O próprio WhatsApp informou que o bloqueio foi há dias, antes da Fake News da Foice de SP. Agora já foi desbloqueado, mas ainda sem explicação clara sobre o porquê da censura', afirmou.

    O tuíte do filho de Bolsonaro veio um dia depois do jornal Folha de S.Paulo publicar que empresários ligados ao capitão reformado do Exército teriam financiado ilegalmente o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad. A campanha de Bolsonaro negou irregularidades.

    Procurado pela Reuters, o WhatsApp afirmou que o bloqueio não teve relação com as denúncias, já que ocorreu antes da notícia da Folha ser divulgada.

    'O WhatsApp confirma que a conta do Flávio Bolsonaro foi banida por comportamento de spam, mas isso aconteceu há alguns dias. Não está relacionado às denúncias de ontem. Outra conta 'pública' que foi banida por spam durante o período eleitoral foi o 'Dilmazap', da campanha da ex-presidenta', informou o aplicativo.

    O comportamento de spam é a prática de compartilhamento de mensagens com grande número de contatos no aplicativo.

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    Configurar crime de Bolsonaro em caso do WhatsApp é difícil, diz fonte do MP

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - É difícil configurar, até o momento, um eventual crime passível de impugnação da chapa encabeçada pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, no caso relatado pelo jornal Folha de S.Paulo de empresas comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp, disse à Reuters nesta quinta-feira uma fonte do Ministério Público com larga experiência em redes sociais.

    A fonte, que pediu para não ser identificada, disse que é preciso, além das provas de atuação das empresas em favor de um candidato, demonstrar a ligação direta de quem atuou dessa forma e a campanha beneficiada.

    Reportagem publicada na Folha nesta quinta relata que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por Whatsapp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma operação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    A fonte do MP afirmou que 'tecnicamente' não considera o repasse de informações por WhatsApp de impulsionamento de conteúdo. Para ele, a lógica é do envio de informações via marketing. Essa prática, disse, é mais comum com o uso do Facebook e o Twitter, redes sociais que influenciaram as eleições norte-americanas e o Brexit.

    Na avaliação da fonte, a crença em conteúdo repassado via WhatsApp ocorre apenas quando isso se dá por alguém dentro do círculo social da pessoa. A fonte também achou irreal o valor de 12 milhões de reais mencionado pela Folha para se impulsionar conteúdo via essa rede social.

    'Na minha percepção é bobinho, chega ser ingênuo a sociedade levantar a bola em cima disso aí. Não é impulsionamento de conteúdo, não tem efeito e, mesmo que seja uma fake news, fake news que um estranho mandou não tem efeito nenhum', disse.

    Mas especialistas ouvidos mais cedo pela Reuters avaliaram que, confirmadas as informações reveladas pela Folha, a campanha de Bolsonaro pode ser acusada de abuso de poder econômico, abuso do uso de meios de comunicação e omissão de doações de campanha, o que poderia levar à impugnação da chapa, mesmo que Bolsonaro não soubesse da ação de empresários a seu favor.

    A coligação encabeçada pelo petista Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro no segundo turno, entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido de investigação sobre o conteúdo da reportagem e, caso os fatos sejam comprovados, a inelegibilidade de Bolsonaro.

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    Haddad diz que Bolsonaro tentou fraudar eleição e que 2º turno deveria ser entre ele e Ciro

    Por Eduardo Simões e Pedro Belo

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, tentou fraudar a eleição usando recursos de caixa 2 para enviar mensagens contra ele no WhatsApp e que, por isso, o segundo turno da eleição presidencial deveria ser entre ele e o candidato do PDT, Ciro Gomes.

    Haddad citou uma testemunha, que teria sido mencionada pela revista Piauí, que teria afirmado que o ex-capitão do Exército pediu pessoalmente que empresários financiassem o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp para difamar e caluniar a candidatura petista na reta final do primeiro turno da disputa presidencial.

    'Eu acho que o segundo turno tem que se dar entre mim e o Ciro. É isso que a legislação prevê, porque ele fraudou, tentou fraudar a eleição. Felizmente não deu o primeiro turno, porque se dá no primeiro turno, ia tudo para debaixo do tapete', disse Haddad a jornalistas em São Paulo.

    Bolsonaro disse em sua conta no Twitter que 'apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita', e que o partido de seu adversário no segundo turno da eleição presidencial não está sendo prejudicado por 'fake news', mas pela verdade, uma vez que 'roubaram o dinheiro da população'.

    O presidenciável do PSL publicou os tuítes após Haddad afirmar que irá à Justiça Eleitoral para impedir o presidenciável do PSL de 'violentamente agredir a democracia', ao comentar a reportagem da Folha.

    No Twitter, Bolsonaro disse ainda que o PT sempre fez política 'comprando consciências', e acusou o partido de ter mergulhado o país no caos.

    Mais cedo, em entrevista coletiva, Haddad havia dito que testemunhas relataram que Bolsonaro havia pedido pessoalmente a empresários durante um jantar que eles financiassem o envio em massa de mensagens contra a candidatura petista pelo WhatsApp. Mais tarde, entretanto, ele esclareceu que a testemunha havia sido citada pela revista Piauí.

    'Ele estava no jantar pedindo recursos para o WhatsApp, todo mundo sabe disso, a Piauí sabe disso', disse Haddad. 'Saiu publicado pela imprensa, ou vocês desmentem a Piauí? Pode falar que eles mentiram. Agora, estou me baseando numa informação publicada numa revista que eu suponho que seja séria.'

    Na entrevista coletiva de mais cedo, Haddad disse que eventuais investigações podem chegar à quantia de 'centenas de milhões de reais despejados ilegalmente' na campanha de Bolsonaro e fez um alerta de que o PT rastreará empresários que eventualmente estejam envolvidos no caso para que sejam responsabilizados criminalmente.

    'Vamos mobilizar toda a legislação em vigor, nós entendemos isso como uma prática de crime continuado, portanto hoje esse crime está sendo cometido, talvez, venhamos a pedir prisões em flagrante ou preventivas para que tenhamos nos próximos dez dias alguma normalidade democrática depois da devastação que foi a última semana do primeiro turno', disse Haddad, visivelmente irritado, durante a entrevista.

    Na edição desta quinta-feira, o jornal Folha de S. Paulo revela que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Na entrevista pela tarde, o petista voltou a defender a prisão de empresários envolvidos no suposto esquema de envio de notícias falsas pela campanha de Bolsonaro.

    'O importante agora é prender os empresários que com caixa 2 financiaram o bolsonaro numa campanha de difamação, isso é o que vocês têm que cobrir hoje', disse Haddad aos jornalistas.

    Mais cedo, o petista disse que, independentemente do resultado do segundo turno da eleição, marcado para o dia 28 de outubro, irá 'até as últimas consequências' em busca de reparação para o que afirmou ser calúnia e difamação que sofreu e afirmou que a campanha do PT também irá recorrer à missão de observadores eleitorais da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    'Nós vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios, alguns que estão nos chegando agora de reuniões que ele... de viva voz pediu apoio via WhatsApp, ou seja, ele próprio em jantares com empresários fez um pedido para que a atuação fosse feita dessa maneira, de forma ilegal', disse o presidenciável petista.

    'Evidentemente, no que me diz respeito, a luta pela minha dignidade extrapola o 28 de outubro, porque eu vou buscar reparação dos ataques que ele me fez via internet, porque ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação e isso não tem prazo para acabar, eu vou buscar reparação até as últimas consequências.'

    O petista cobrou um posicionamento do WhatsApp e disse que, se a empresa, controlada pelo Facebook, tiver algum compromisso com valores, tomará providências.

    “O WhatsApp pode ajudar, se quiser. O WhatsApp pode fingir que não é com ele, mas pode ajudar, se quiser. Se tiver compromisso com valores, se essa empresa tiver algum compromisso com valores, vai tomar providências em relação a matéria de hoje, e vai procurar evitar o que aconteceu em relação à última semana do primeiro turno”, afirmou.

    Haddad também fez um alerta duro a empresários que eventualmente tenham financiado o envio em massa de mensagens ofensivas a ele pelo aplicativo.

    “Eu estou prevenindo esses empresários, eles vão ser rastreados, nós vamos rastreá-los e, independentemente do resultado eleitoral. Nós vamos chegar à autoria deste crime. É um alerta que fica: parem o crime, parem de cometer crime. Isso é crime.”

    O WhatsApp, por meio da assessoria de imprensa, informou que ainda não tem um posicionamento específico sobre esse caso.

    (Reportagem adicional de Taís Haupt)

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    Haddad diz que campanha de Bolsonaro pediu e recebeu 'dinheiro sujo' de empresários para mensagens no WhatsApp

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira que sua campanha sabia que havia 'dinheiro sujo' na campanha do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e que tem testemunhas que afirmam que o ex-capitão do Exército pediu pessoalmente que empresários financiassem o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp contra o petista.

    Em entrevista coletiva, Haddad disse que eventuais investigações podem chegar à quantia de 'centenas de milhões de reais despejados ilegalmente' na campanha de Bolsonaro e fez um alerta de que o PT rastreará empresários que eventualmente estejam envolvidos no caso para que sejam responsabilizados criminalmente.

    'Vamos mobilizar toda a legislação em vigor, nós entendemos isso como uma prática de crime continuado, portanto hoje esse crime está sendo cometido, talvez, venhamos a pedir prisões em flagrante ou preventivas para que tenhamos nos próximos dez dias alguma normalidade democrática depois da devastação que foi a última semana do primeiro turno', disse Haddad, visivelmente irritado, durante a entrevista.

    'Nós calculamos em centenas de milhares de mensagens encaminhadas para os eleitores falsas, todas falsas, nenhuma verdadeira, para orientar o voto na direção do adversário, em qualquer lugar do mundo isso seria um escândalo de proporções avassaladoras poderia se dar até em cassação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno', afirmou.

    Na edição desta quinta-feira, o jornal Folha de S. Paulo revela que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Haddad disse que, independentemente do resultado do segundo turno da eleição, marcado para o dia 28 de outubro, irá 'até as últimas consequências' em busca de reparação para o que afirmou ser calúnia e difamação que sofreu e afirmou que a campanha do PT também irá recorrer à missão de observadores eleitorais da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    'Nós vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios, alguns que estão nos chegando agora de reuniões que ele... de viva voz pediu apoio via WhatsApp, ou seja, ele próprio em jantares com empresários fez um pedido para que a atuação fosse feita dessa maneira, de forma ilegal', disse o presidenciável petista.

    'Evidentemente, no que me diz respeito, a luta pela minha dignidade extrapola o 28 de outubro, porque eu vou buscar reparação dos ataques que ele me fez via internet, porque ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação e isso não tem prazo para acabar, eu vou buscar reparação até as últimas consequências.'

    O petista cobrou um posicionamento do WhatsApp e disse que, se a empresa, controlada pelo Facebook, tiver algum compromisso com valores, tomará providências.

    “O WhatsApp pode ajudar, se quiser. O WhatsApp pode fingir que não é com ele, mas pode ajudar, se quiser. Se tiver compromisso com valores, se essa empresa tiver algum compromisso com valores, vai tomar providências em relação a matéria de hoje, e vai procurar evitar o que aconteceu em relação à última semana do primeiro turno”, afirmou.

    Haddad também fez um alerta duro a empresários que eventualmente tenham financiado o envio em massa de mensagens ofensivas a ele pelo aplicativo.

    “Eu estou prevenindo esses empresários, eles vão ser rastreados, nós vamos rastreá-los e, independentemente do resultado eleitoral. Nós vamos chegar à autoria deste crime. É um alerta que fica: parem o crime, parem de cometer crime. Isso é crime.”

    Em mensagem no Twitter na tarde desta quinta-feira, Bolsonaro afirmou que apoio voluntário é 'algo que o PT desconhece e não aceita'.

    'Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil', escreveu.

    O WhatsApp, por meio da assessoria de imprensa, informou que ainda não tem um posicionamento específico sobre esse caso.

    (Com reportagem de Pedro Belo, reportagem adicional de Taís Haupt)

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    PT quer investigação da campanha de Bolsonaro por práticas ilícitas no uso de redes sociais

    BRASÍLIA (Reuters) - O PT entrou com um pedido para que a Polícia Federal investigue a suspeita de práticas ilícitas no uso de redes sociais por parte da campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, incluindo denúncia de que empresas estariam pagando pelo envio de mensagens em defesa do candidato.

    Na sua edição desta quinta-feira, o jornal Folha de S. Paulo revela que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por Whatsapp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma operação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Segundo o jornal, cada pacote de disparos em massa custaria cerca de 12 milhões de reais, para o envio de centenas de milhões de mensagens. Ao menos quatro empresas podem ter usado essa prática, segundo o jornal.

    A prática pode ser considerada doação de empresas por meio de serviços, o que é proibido pela legislação eleitoral, e não declarada, o que configura caixa 2.

    Em entrevista à rádio Tupi nesta manhã, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que a campanha de Bolsonaro 'criou uma verdadeira organização criminosa com empresários que, mediante caixa 2, dinheiro sujo, estão patrocinando mensagens mentirosas no Whatsapp'.

    'Nós vamos pedir providências para a Justiça Eleitoral e para a Polícia Federal para que esses empresários corruptos sejam imediatamente presos para parar com essas mensagens de WhatsApp. Já tem nome de empresário, já tem nome de empresa, já tem contrato, o valor pago mediante caixa 2, o que é crime eleitoral', disse Haddad.

    'Nós vamos para a Justiça eleitoral impedir o deputado Bolsonaro de violentamente agredir a democracia como ele fez a vida inteira, nunca respeitou a democracia e não está respeitando nesse momento. Fazer conluio com dinheiro para violar a vontade popular é crime.'

    No pedido feito à PF na quarta-feira, o PT solicita a investigação em relação à utilização deliberada de notícias sabidamente falsas (as fake news), doação não declarada de verbas do exterior, propaganda eleitoral paga na internet e, por fim, a utilização indevida do WhatsApp. O pedido, no entanto, foi feito antes da revelação da Folha de S. Paulo. Agora, de acordo com a campanha petista, deve incluir a reportagem.

    'Os métodos criminosos do deputado Jair Bolsonaro são intoleráveis na democracia. As instituições brasileiras têm a obrigação de agir em defesa da lisura do processo eleitoral', disse o partido, em nota, nesta quinta-feira. 'O PT levará essas graves denúncias a todas as instâncias no Brasil e no mundo. Mais do que o resultado das eleições, o que está em jogo é a sobrevivência do processo democrático.'

    De acordo com o advogado Guilherme Salles Gonçalves, especialista em Direito Eleitoral e membro fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, a prática revelada pelo jornal pode ser enquadrada como um caso clássico de caixa 2 eleitoral, com agravantes e poderia levar à cassação da chapa de Bolsonaro.

    'É um caso clássico de caixa 2 duplamente qualificado. Primeiro é um caso de gasto a favor da candidatura vindo fora do orçamento da campanha. Depois, é feito por fonte vedada. A decisão do Supremo Tribunal Federal proibiu doação de empresa a partidos e candidatos em qualquer momento, sobretudo em campanha eleitoral', explicou. 'A punição não tem gradação. Ou caça ou não pune.'

    Mesmo que as doações fossem feitas como pessoa física, o advogado explica ainda que a doação de serviços só pode ser realizada por algo que a própria pessoa possa oferecer -seus serviços ou de sua própria empresa. A compra de serviço de terceiros é vedada. Além disso, explica, mesmo que Bolsonaro alega desconhecimento dos fatos, a responsabilização é objetiva e mede a influência que a ação pode ter no resultado da eleição.

    O advogado acrescenta ainda que o Whatsapp se enquadra nas regras de uso das redes sociais. Ou seja, eleitores não podem pagar por impulsionamento e nem fazer propaganda disfarçada de um candidato.

    'Avaliando bem tecnicamente, de fato essa circunstância coloca em risco a eleição do candidato. É um caldo perfeito para gerar problema', afirmou.

    A campanha de Bolsonaro não se manifestou de imediato, mas um dos filhos do presidenciável disse em mensagem no Twitter que o jornal e o PT contam meias-verdades ou mentiras descontextualizadas. 'Vão perder a boquinha que o partido mais corrupto do Brasil bancou ao longo de seu tempo no poder!', escreveu o vereador Carlos Bolsonaro.

    Bolsonaro lidera as intenções de votos para o segundo turno da disputa presidencial com 59 por cento dos votos válidos, de acordo com a mais recente pesquisa Ibope, enquanto Haddad aparece com 41 por cento.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu, Ricardo Brito em Brasília e Pedro Fonseca no Rio de Janeiro)

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