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    Preparem-se para tempos difíceis, adverte presidente chinês em meio a guerra comercial

    PEQUIM (Reuters) - A China tem que se preparar para tempos difíceis já que a situação internacional é cada vez mais complexa, disse o presidente chinês, Xi Jinping, em comentários divulgados pela mídia estatal nesta quarta-feira, no momento em que o país enfrenta aumentos de tarifas em uma guerra comercial com Washington.

    Os dois países estão elevando as tarifas comerciais sobre os produtos um do outro, depois que as negociações para resolver a disputa foram interrompidas.

    A disputa se intensificou desde a semana passada com Washington colocando a empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações Huawei Technologies [HWT.UL] em uma lista negra de comércio, um golpe potencialmente devastador para a empresa que agitou as cadeias de fornecimento de tecnologia e investidores.

    Durante uma viagem de três dias nesta semana para a província de Jiangxi, um dos berços da revolução comunista da China, Xi pediu às pessoas que aprendam as lições das dificuldades do passado.

    'Hoje...precisamos superar vários grandes riscos e desafios nacionais e estrangeiros e conquistar novas vitórias para o socialismo com características chinesas', afirmou Xi segundo a agência estatal de notícias Xinhua.

    'Nosso país ainda está em um período de importantes oportunidades estratégicas para o desenvolvimento, mas a situação internacional é cada vez mais complicada', acrescentou.

    'Devemos estar conscientes da natureza complexa e de longo prazo de vários fatores desfavoráveis em casa e no exterior, e nos preparar adequadamente para várias situações difíceis.'

    A publicação não detalhou essas dificuldades, nem mencionou diretamente a guerra comercial ou os Estados Unidos.

    Xi também falou sobre a importância da tecnologia e 'enfatizou que a inovação tecnológica é a força vital das empresas'.

    'Somente tendo propriedade intelectual e tecnologia de base é possível produzir produtos que possuam competitividade central, e só então uma posição invencível pode ser alcançada em meio à competição acirrada.'

    A China precisa dominar mais tecnologias essenciais e aproveitar o 'terreno elevado' no desenvolvimento industrial, acrescentou.

    (Por Stella Qiu, Michael Martina e Ben Blanchard)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a guerra comercial, presidente da China prega abertura e diz que nenhuma civilização é superior

    Em meio a guerra comercial, presidente da China prega abertura e diz que nenhuma civilização é superior

    Por Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China será mais aberta ao mundo, disse o presidente Xi Jinping nesta quarta-feira, classificando como 'estúpidos' aqueles que acreditam em uma superioridade cultural, em seu primeiro discurso público desde a intensificação das tensões comerciais com os Estados Unidos na semana passada.

    A China e os Estados Unidos estão envolvidos em uma crescente guerra comercial, que inclui a imposição de tarifas sobre as importações um do outro. Pouco antes de Xi falar, o governo anunciou um crescimento surpreendentemente mais fraco nas vendas no varejo e na produção industrial em abril.

    A China anunciou na segunda-feira que vai elevar as tarifas sobre 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos a partir de 1º de junho, em retaliação à decisão dos EUA de elevar as tarifas sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas.

    Xi fez os comentários em um fórum em Pequim organizado pelo Ministério da Propaganda, chamado Conferência sobre Diálogo de Civilizações Asiáticas. Ele não fez referência direta às tensões comerciais nem aos Estados Unidos, concentrando-se em apresentar a China como um país que não ameaça e aberto a todos.

    A civilização chinesa é um 'sistema aberto' que continuamente realiza trocas e aprende com outras culturas, incluindo o budismo, o marxismo e o islamismo, disse Xi ao fórum.

    'A China de hoje não é apenas a China. É a China da Ásia e a China do mundo. A China no futuro assumirá uma postura ainda mais aberta para abraçar o mundo', acrescentou.

    Nenhum país pode ficar sozinho, disse Xi, talvez dando um golpe indireto na agenda 'América Primeiro' do presidente norte-americano, Donald Trump.

    'As civilizações perderão a vitalidade se os países voltarem ao isolamento e se afastarem do resto do mundo', disse Xi.

    'Os povos dos países asiáticos esperam se distanciar do fechamento e esperam que todos os países adotem o espírito de abertura e promovam a comunicação, a conectividade e o comércio harmonioso'.

    A China se incomodou com os comentários divulgados na mídia norte-americana no mês passado de uma autoridade do Departamento de Estado que disse que os Estados Unidos estavam envolvidos em 'uma luta com uma civilização realmente diferente' quando se trata da China.

    'É estúpido acreditar que a raça e a civilização de alguém são superiores às outras, e é desastroso reformular deliberadamente ou mesmo substituir outras civilizações', disse Xi.

    O presidente chinês não ofereceu novas medidas concretas para abrir a China, além de propor um plano de promoção do turismo na Ásia, e mesmo assim ele não deu detalhes.

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    1 M

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    Trump diz que irá se reunir com presidente chinês para tentar fechar acordo comercial

    Por Jeff Mason e David Lawder

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que irá se reunir em breve com o presidente da China, Xi Jinping, para tentar firmar um abrangente acordo comercial, à medida que o principal negociador de comércio dos EUA relatou “progresso substancial” em dois dias de negociações de alto escalão.

    Em pronunciamento na Casa Branca durante reunião com o vice-premiê da China, Liu He, Trump disse estar otimista de que as duas maiores economias do mundo podem alcançar “o maior acordo já feito”.

    Nenhum plano específico para uma reunião com Xi foi anunciado, mas o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro,  Steven Mnuchin, liderarão um time de negociação dos EUA que irá a Pequim no início de fevereiro.

    Delegações chinesas e norte-americanas realizaram o segundo de dois dias de negociações na capital dos EUA.

    “Acho que nós fizemos um progresso tremendo. Isso não quer dizer que vocês vão ter um acordo”, acrescentou Trump, citando “um tremendo relacionamento e um sentimento caloroso”.

    Lighthizer disse que há muito trabalho a ser feito para chegar a um acordo, mas citou um “progresso substancial” alcançado nas conversas que focaram em questões como a proteção da propriedade intelectual norte-americana,

    transferências forçadas de tecnologia, agricultura e “aplicação da lei, aplicação da lei, aplicação da lei”.

    “Nesse momento, é impossível para mim predizer o sucesso. Mas, estamos em um ponto em que se as coisas derem certo, pode acontecer”, acrescentou Lighthizer.

    Trump disse que não acha que será necessário prorrogar o prazo de 1º de março, quando tarifas norte-americanas sobre bens chineses podem ser elevadas se um acordo não for firmado.

    “Eu acho que quando o presidente Xi e eu nos encontrarmos, todos os pontos serão acertados”, acrescentou Trump.

    O presidente norte-americano tem ameaçado elevar as tarifas impostas sobre 200 bilhões de bens chineses de 10 por cento para 25 por cento no dia 2 de março se um acordo não for alcançado, além de impor novas tarifas sobre o restante dos produtos chineses exportados para os Estados Unidos.

    “Isso não vai ser um acordo pequeno com a China. Isso vai ser um acordo muito grande, ou vai ser um acordo que nós simplesmente vamos adiar um pouco”, disse Trump, que tem se envolvido em uma série de disputas com diversos parceiros comerciais desde que assumiu a Presidência em 2017.

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    4 M

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    Xi deve manter China em alerta máximo para eventos extremos, diz Xinhua

    PEQUIM (Reuters) - A China deve manter alerta máximo para eventos que envolvem acontecimentos imprevistos com consequências extremas, conhecidos como 'black swan', disse o presidente do país, Xi Jinping, acrescentando que a economia enfrenta mudanças profundas e complicadas, informou a agência oficial de notícias Xinhua.

    O alerta de Xi veio depois de dados divulgados nesta segunda-feira que mostram que a economia chinesa registrou o menor crescimento em 28 anos no ano passado, prejudicada pela queda na demanda doméstica e por tarifas de importação dos Estados Unidos. [nL1N1ZL04K]

    Os governos locais e as organizações estatais devem encontrar um equilíbrio entre estabilizar o crescimento e evitar os riscos, controlando o ritmo e a intensidade de tais medidas econômicas, disse Xi em comentários durante uma reunião com autoridades provinciais e departamentais.

    As operações econômicas serão mantidas dentro de um intervalo razoável, disse Xi, acrescentando que as dificuldades de financiamento das pequenas empresas serão resolvidas de forma pragmática, enquanto as autoridades também aumentarão o apoio às empresas para estabilizar os empregos.

    As empresas com muitas dívidas serão dissolvidas adequadamente e a realocação de trabalhadores será atendida de acordo, acrescentou Xi.

    A China vai implementar mecanismos de longo prazo que apoiem o desenvolvimento estável e saudável do mercado imobiliário, fazendo uma avaliação completa do potencial impacto sobre os mercados financeiros durante a elaboração das medidas econômicas, de acordo com Xi, que não deu mais detalhes.

    Ele enfatizou que a segurança tecnológica é uma parte importante da segurança nacional e que o país vai acelerar a regulamentação para inteligência artificial, modificação genética, veículos autônomos e drones.

    Enfrentando um ambiente externo complicado e difícil, a China vai intensificar a proteção de seus interesses no exterior, enquanto se certifica de assegurar seu grandes projetos no exterior e seu pessoal.

    13

    4 M

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    Temer diz que presidente chinês vai analisar questão de sobretaxa de açúcar e frango

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira que tratou da questão da sobretaxa do açúcar e do frango brasileiros com o presidente da China, Xi Jinping, durante cúpula dos Brics na semana passada, na África do Sul, e afirmou que o líder chinês se comprometeu a analisar a questão.

    “Eu tive 40 minutos, 50 minutos de conversa com o presidente Xi Jinping e coloquei basicamente a questão da sobretaxa do açúcar e a sobretaxa do frango. Interessante, um fato curioso, que ele me disse que a questão se refere à produção do açúcar à produção do frango lá na China. O frango brasileiro chegava mais barato que o frango chinês, então eles tiveram que sobretaxar –vejam que há um certo protecionismo”, disse Temer em discurso a empresários antes de participar de almoço na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

    “Ele (Xi) ficou de examinar tanto no caso do açúcar quanto no caso do frango. De fora a parte, a circunstância de que também tratei da questão das exportações de carne bovina e carne suína, que nós temos muito interesse na China. A China é um grande importador desses produtos”, acrescentou.

    Temer também disse durante seu discurso que em conversa com o presidente do México, Enrique Peña Nieto, durante reunião da Aliança do Pacífico e do Mercosul, pediu a ampliação da cota de exportação do frango brasileiro àquele país.

    “Nós temos uma cota de 300 mil toneladas de frango por ano (para o México). O que eu fiz na conversa (com Peña Nieto) foi exata e precisamente pedir a ampliação desta cota, porque nós estamos, mais ou menos, chegando nas 290 mil toneladas. Então nós estamos pedindo a ampliação desta cota”, afirmou.

    Temer afirmou ainda que defendeu junto ao presidente mexicano uma aliança entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, afirmando que a parceria viria ao encontro da Constituição brasileira, que determina que se busque uma aliança com países da América Latina.

    Temer defendeu não fazer sentido que alguns países da região fiquem no Mercosul enquanto outros estão em outro grupo como a Aliança do Pacífico. Ele defendeu a ideia de uma união dos países dos dois blocos.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    10 M

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    Xi diz a secretário de Defesa dos EUA que China não cederá 'um centímetro' de seu território

    Por Phil Stewart e Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China está comprometida com a paz e não provocará caos no mundo, mas não pode ceder nem um centímetro do território deixado como legado pelos ancestrais do país, disse o presidente chinês, Xi Jinping, ao secretário de Defesa dos Estados Unidos, Jim Mattis, nesta quarta-feira.

    Mattis, general da reserva da Marinha, vem criticando intensamente a movimentação militar chinesa no disputado Mar do Sul da China. Os militares dos EUA até cancelaram um convite para a China participar de um exercício naval multinacional que começará durante a visita de Mattis, frustrando Pequim.

    A visita de Mattis terá como pano de fundo uma tensão crescente entre os dois países causada por disputas comerciais.

    A China também está profundamente desconfiada das intenções norte-americanas em relação a Taiwan, território democrático e autogovernado que recebe armas dos EUA, por ver a ilha como uma parte sagrada de seu próprio território.

    Xi recebeu Mattis no Grande Salão do Povo, em Pequim, e lhe disse que a China só tem intenções pacíficas e que não causará caos , noticiou a televisão estatal chinesa.

    Os interesses comuns dos dois países superam de longe suas diferenças, mas nas questões territoriais não pode haver concessões, acrescentou Xi, sem se referir a áreas específicas.

    Não podemos perder nem um centímetro do território deixado por nossos ancestrais. O que é de outros povos, não queremos em absoluto , disse Xi, segundo a TV estatal.

    Em comentários feitos diante dos repórteres, Mattis disse a Xi que as conversas foram muito, muito boas .

    Estou feliz por estar na China, e estamos atribuindo o mesmo alto grau de importância dos militares ao relacionamento militar , afirmou.

    Em um encontro ocorrido mais cedo, o ministro da Defesa chinês disse a Mattis que só com respeito mútuo e evitando um confronto seu país e os EUA podem se desenvolver juntos.

    A China postula o desenvolvimento pacífico, e os militares da China protegem invariavelmente a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento do país , disse o titular da Defesa, Wei Fenghe, de acordo com a pasta.

    Mattis disse a Wei que espera que todas as suas conversas na capital chinesa sejam caracterizadas por um diálogo aberto e honesto como o que teve com ele.

    (Reportagem adicional de Christian Shepherd e Michael Martina)

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    11 M

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    Líder da China elogia colega norte-coreano por cúpula com Trump e promete apoio

    Por Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - O presidente da China, Xi Jinping, cobriu de elogios o líder norte-coreano, Kim Jong Un, que visita o país nesta terça-feira, louvando o resultado positivo de sua cúpula histórica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e prometendo uma amizade inabalável.

    Ao receber Kim em sua terceira viagem à China neste ano, e uma semana depois da reunião com Trump em Cingapura, Xi disse que seu país está disposto a continuar desempenhando um papel positivo na promoção do processo de paz da península coreana.

    A visita de Kim foi o mais recente de uma série de contatos diplomáticos, e, diferentemente de suas duas visitas anteriores à China, o governo anunciou sua presença enquanto ele estava no país, ao invés de fazê-lo após sua partida.

    Xi disse a Kim estar muito feliz de ver o resultado positivo de sua reunião com Trump e com o consenso importante a que se chegou quanto à desnuclearização e à criação de um mecanismo de paz duradouro, segundo a mídia estatal chinesa.

    Independentemente das mudanças na situação internacional e regional, a posição resoluta do partido e do governo da China de se dedicar a consolidar e desenvolver as relações sino-coreanas não mudará , afirmou Xi, segundo a mídia.

    A amizade do povo chinês pelo povo norte-coreano não mudará, e o apoio da China à Coreia do Norte socialista não mudará , acrescentou.

    Kim disse a Xi que espera trabalhar com a China e outros parceiros para impulsionar o processo de paz, informou a televisão estatal chinesa.

    Embora não tenha sido anunciada como uma visita de Estado, a China ofereceu a Kim a maioria das formalidades de uma delas, como uma cerimônia de boas-vindas com uma guarda de honra no Grande Salão do Povo em Pequim.

    Xi cumprimentou Kim calorosamente, e as imagens foram exibidas na televisão estatal. Os dois estavam acompanhados de suas esposas.

    Xi se disse satisfeito com a decisão da Coreia do Norte de promover reformas econômicas, acrescentando que a reforma e o processo de abertura da própria China abriram os olhos do povo chinês ao mundo.

    Até o início da noite a mídia estatal norte-coreana ainda não havia mencionado a visita de Kim.

    Uma viagem de Kim à China para debater sua cúpula com Trump era algo já esperado em círculos diplomáticos. Pequim é a mais importante aliada diplomática e econômica da Coreia do Norte, mas demonstrou irritação com seus testes nucleares e de mísseis.

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