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    Tribunal do Zimbábue liberta opositores acusados de violência após eleição

    Por MacDonald Dzirutwe

    HARARE (Reuters) - Um tribunal do Zimbábue libertou sob fiança nesta terça-feira 27 apoiadores da oposição que foram presos na semana passada acusados de fomentaram a violência após a vitória eleitoral do presidente Emmerson Mnangagwa em uma disputa contra o candidato de oposição Nelson Chamisa.

    Seis pessoas morreram em uma ação repressiva do Exército na semana passada durante protestos contra o resultado da votação, em cenas que fizeram lembrar o longo governo de Robert Mugabe, deposto em novembro por um golpe militar e substituído por Mnangagwa.O magistrado Francis Vhitorini concedeu fianças de 50 dólares a cada um dos 27 membros do Movimento pela Mudança Democrática (MDC), os primeiros a serem presos por causa das manifestações violentas da semana passada.'A corte indicou que não considera nenhum deles como um fugitivo em potencial. O julgamento foi tão brilhante que ainda estamos tentando assimilá-lo', disse Denford Halimani, advogado do MDC.Chamisa e seus advogados devem anunciar ainda nesta terça-feira quando contestarão os resultados nos tribunais. Ele escreveu no Twitter que analisou indícios das zonas eleitorais que provam que ele venceu 'enfaticamente'.Ele afirmou que os números divulgados pela comissão eleitoral foram 'falsificados e inflados em favor do presidente em fim de mandato. Estamos prontos para a posse (e) formação do próximo (governo)'.O MDC disse que forças de segurança estão sequestrando seus membros em operações noturnas para intimidar o partido e impedi-lo de questionar a vitória de Mnangagwa na eleição presidencial.União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Suíça disseram em um comunicado conjunto que estão preocupados com os episódios de violência pós-eleição e com a intimidação de apoiadores da oposição.'Estas violações de direitos humanos não têm lugar em uma sociedade democrática e violam os princípios fundamentais dos padrões internacionais de direitos humanos', afirmou o comunicado.O ministro de Relações Exteriores do Zimbábue negou estas acusações, dizendo a diplomatas que, se houvesse qualquer prova, os militares investigariam os casos.O Departamento de Investigações Criminais disse em um comunicado que a polícia está procurando o ex-ministro das Finanças e opositor Tendai Biti, o presidente do MDC, Morgen Komichi, e o líder jovem Happymore Chidziva, também do MDC, por sua ligação com a violência da semana passada.

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    Mnangagwa pede união no Zimbábue após vitória eleitoral e adversário questiona resultado

    Por MacDonald Dzirutwe e Joe Brock

    HARARE (Reuters) - O presidente do Zimbábue, Emmerson Mnangagwa, pediu nesta sexta-feira que o país se una depois de ter sido declarado vencedor da eleição presidencial desta semana, mas o líder da oposição questionou a vitória e exigiu a divulgação de resultados 'corretos e verificados'.

    A eleição, a primeira desde que o Exército depôs Robert Mugabe, de 94 anos, em novembro, transcorreu com relativa tranquilidade, elevando a esperança do rompimento com um histórico de eleições violentas.

    Entretanto, a repressão do Exército a manifestantes de oposição, que deixou seis mortos, e as alegações de que a votação teria sido manipulada revelaram as profundas divisões que se desenvolveram na sociedade zimbabuana durante as quatro décadas de Mugabe no poder, quando as forças de segurança se tornaram sinônimo autoritarismo.

    Após três dias de indefinição, com ambos candidatos declarando vitória, Mnangagwa, ex-chefe de espionagem de 75 anos de Mugabe, foi confirmado como vencedor.

    Ele recebeu 2,46 milhões de votos, contra 2,15 milhões do líder da oposição, Nelson Chamisa, anunciou a Comissão Eleitoral do Zimbábue (ZEC) no início desta sexta-feira.

    'Este é um novo começo. Vamos nos dar as mãos, em paz, união e amor, e juntos construir um novo Zimbábue para todos', escreveu Mnangagwa no Twitter.

    Mas, seus esforços para reabilitar a imagem de um país que se tornou símbolo de repressão política e colapso econômico também foram minados por uma operação policial na sede do Movimento para a Mudança Democrática (MDC) de Chamisa.

    Mnangagwa recebeu 50,8 por cento dos votos, pouco mais que a marca de 50 por cento necessária para evitar um segundo turno. A demora para anunciar os resultados da eleição presidencial e a vitória por uma margem tão pequena alimentaram as acusações da oposição de fraude.

    Agora, Mnangagwa enfrenta o desafio de persuadir a comunidade internacional de que a repressão militar e as falhas no processo eleitoral não irão afetar sua promessa de reformas políticas e econômicas necessárias para recuperar uma economia moribunda.

    Na quarta-feira, observadores da União Europeia disseram que a eleição teve vários problemas, como uma mídia tendenciosa, intimidação de eleitores e a falta de confiança na comissão eleitoral.

    (Reportagem adicional de Olivia Kumwenda-Mtambo em Joanesburgo)

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    Soldados do Zimbábue entram em confronto com manifestantes após denúncia de fraude em eleição

    Por MacDonald Dzirutwe e Joe Brock

    HARARE (Reuters) - Soldados dispararam com armas automáticas na capital do Zimbábue nesta quarta-feira após serem chamados para dispersar manifestantes que entraram em confronto com a polícia depois que o principal líder de oposição acusou o partido governista de tentar manipular o resultado das eleições do país.

    Ao menos uma pessoa foi morta a tiros por soldados perto de um terminal de ônibus, disseram testemunhas a um fotógrafo da Reuters.

    Observadores da União Europeia também questionaram a condução da primeira votação no Zimbábue desde que Robert Mugabe foi forçado a renunciar na esteira de um golpe em novembro, depois de 40 anos no poder. Eles expressaram preocupação com os atrasos na divulgação dos resultados da disputa presidencial.

    O líder do Movimento pela Mudança Democrática, Nelson Chamisa, disse no Twitter que venceu o 'voto popular' na eleição parlamentar e presidencial de segunda-feira, na qual enfrentou o sucessor de Mugabe, Emmerson Mnangagwa, do partido governista Zanu-PF.

    Mnangagwa também recorreu ao Twitter, pedindo calma e paciência antes do anúncio dos resultados.

    Multidões queimaram pneus no centro da capital Harare, bloqueando algumas ruas e se envolvendo em batalhas contínuas com a polícia, que usou canhões de água para afastar os manifestantes.

    O observador-chefe da UE, Elmar Brok, disse que ainda não sabe se as falhas terão um efeito palpável no desfecho da eleição, e criticou a Comissão Eleitoral do Zimbábue (ZEC) por ser 'unilateral' às vezes.

    A avaliação da UE é essencial para determinar se o Zimbábue pode se livrar de seu status de pária, o que pode ajudar a atrair investidores e desencadear um ressurgimento econômico.

    A UE não entende por que a divulgação dos resultados da corrida presidencial está demorando tanto, disse.

    'Quanto mais demora para os resultados da eleição presidencial serem conhecidos, mais falta de credibilidade isso acarreta', afirmou Brok.

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    Eleitores do Zimbábue votam em primeira eleição pós-Mugabe; presidente diz que pleito será justo

    Por MacDonald Dzirutwe e Joe Brock

    HARARE (Reuters) - Os zimbabuanos votaram nesta segunda-feira na primeira eleição após a deposição do ex-presidente Robert Mugabe, um divisor de águas que esperam livrar o país de seu status de pária e fomentar a recuperação da enfraquecida economia.

    Na votação se enfrentam o presidente Emmerson Mnangagwa, de 75 anos e aliado de longa data de Mugabe, e Nelson Chamisa, advogado e pastor de 40 anos que almeja se tornar o chefe de Estado mais jovem do Zimbábue.

    Na véspera da eleição, Mugabe emergiu de oito meses de obscuridade desde que os militares o depuseram em um golpe sem violência para anunciar que votará na oposição, surpreendendo o ex-aliado Mnangagwa, que o acusou de fazer um acordo com Chamisa.

    Depois de votar na cidade central de Kwekwe, Mnangagwa foi indagado a respeito da afirmação de Mugabe de que o pleito não será livre por estar sendo organizado por um 'governo militar'.

    'Garanto a vocês que este país está desfrutando de um espaço democrático que nunca experimentou antes', disse Mnangagwa à televisão pública do lado de fora da cabine de votação.

    'Em qualquer espaço e país democrático, as pessoas têm liberdade para expressa sua opinião, negativa ou positiva'.

    As pesquisas de opinião dão ao ex-chefe de inteligência, que assumiu como presidente depois que o Exército afastou Mugabe, uma pequena vantagem sobre Chamisa. Haverá um segundo turno em 8 de setembro se nenhum candidato conquistar mais de metade dos votos.

    Apelidado de 'Crocodilo', um animal identificado pelo folclore da nação como sorrateiro e impiedoso, Mnangagwa, do partido União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF), prometeu ressuscitar a economia moribunda, atrair investimento estrangeiro e solucionar as divisões raciais e tribais.

    Para o Zimbábue se reintegrar à arena internacional, livrar-se de sanções prejudiciais e garantir a doação dos fundos que precisa para resolver a falta de dinheiro crônica, observadores têm que confirmar a credibilidade da eleição.

    Na era Mugabe as eleições muitas vezes eram ofuscadas por intimidações, fraudes e violência generalizada, mas o consenso é que os preparativos da atual votação foram melhores do que antes – embora Chamisa tenha acusado a Comissão Eleitoral do Zimbábue de ser tendenciosa.

    Mugabe ainda tem grande influência sobre a sociedade zimbabuana, e seu apoio à oposição pode afetar a primeira eleição sem seu nome nas cédulas desde a independência do Reino Unido em 1980.

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