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Robert Mugabe, líder da libertação do Zimbábue que massacrou rivais, morre aos 95 anos

Placeholder - loading - Ex-presidente do Zimbábue Robert Mugabe  29/07/2018 REUTERS/Siphiwe Sibeko
Ex-presidente do Zimbábue Robert Mugabe 29/07/2018 REUTERS/Siphiwe Sibeko

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Por MacDonald Dzirutwe

HARARE (Reuters) - Robert Mugabe, líder da guerrilha que levou o Zimbábue à independência em 1980 e que esmagou inimigos durante quase quatro décadas no poder enquanto o país sucumbia à pobreza, à hiperinflação e aos tumultos, morreu nesta sexta-feira, aos 95 anos de idade.

Ele foi uma das figuras mais polarizadoras da história de seu continente, um gigante da luta de libertação da África do colonialismo, cujo comando acabou em desgraça quando ele foi deposto por seu próprio Exército.

'É com grande tristeza que anuncio o falecimento do camarada Robert Mugabe, fundador e ex-presidente do Zimbábue', informou uma publicação na conta oficial de Twitter do atual presidente do país, Emmerson Mnangagwa.

Muitos líderes africanos prestaram suas homenagens. O governo sul-africano enviou condolências pela morte de um 'libertador pan-africanista destemido'.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, lamentou a perda de um 'homem de coragem que nunca temeu lutar pelo que acreditava, mesmo quando não era popular'.

Em casa, até seus adversários prestaram homenagens.

'Ele foi um colosso na arena zimbabuana, e seu legado positivo duradouro será seu papel para acabar com o comando da minoria branca e a expansão de uma educação de qualidade para todos os zimbabuanos', tuitou David Coltart, senador de oposição e advogado de direitos humanos.

Mugabe morreu em Cingapura, onde recebeu tratamento médico com frequência nos últimos anos. Em novembro, Mnangagwa disse que Mugabe não conseguia mais andar ao ser internado em um hospital de Cingapura, sem explicar do que sofria.

Mugabe foi louvado como um instigador da reconciliação racial quando assumiu o governo de uma nação dividida por quase um século de controle colonial branco.

Quase quatro décadas mais tarde, muitas pessoas no Zimbábue e no exterior o denunciavam como um autocrata obcecado pelo poder disposto a acionar esquadrões da morte, fraudar eleições e destruir a economia em sua busca incansável por controle.

Quando foi deposto por suas próprias Forças Armadas, em novembro de 2017, sua renúncia desencadeou comemorações entusiasmadas no país de 13 milhões de habitantes. Para Mugabe, foi um ato de traição 'inconstitucional e humilhante' de seu partido e seu povo.

Confinado nos últimos anos de sua vida entre Cingapura e sua vasta mansão 'Teto Azul' de Harare, Mugabe morreu amargurado. No ano passado, na primeira eleição em que não concorreu, disse que votaria na oposição.

(Reportagem adicional de Nqobile Dludla, Olivia Kumwenda-Mtambo em Joanesburgo; Joe Brock em Hong Kong; Fathin Ungku e Aradhana Aravindan em Cingapura)

Escrito por Reuters

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A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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As 5 capas de álbum mais icônicas da história

Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

[music-item artistSlug=supertramp musicSlug=goodbye-stranger]

O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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