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    Tears for Fears é o Artista da Semana

    Saiba mais sobre a dupla britânica de sucesso dos anos 80

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    A dupla britânica Tears for Fears foi formada em 1980, pelos amigos de infância Roland Orzabal e Curt Smith. O duo acabou sendo responsável por algumas das canções mais famosas daquela época. Os hits do gênero musical de New Wave apresentavam uma mistura de rock com elementos do pop, eletrônico experimental e disco.

    Quando jovem, Roland Orzabal fez um tratamento terapêutico com base no Grito Primal, do psicanalista Arthur Janov. O método traz à tona sentimentos que podem ter sido oprimidos no passado. As sessões afloraram a curiosidade do cantor em relação ao tema, inspirando tanto a criação de músicas quanto a escolha do nome da banda, Tears for Fears - que em português significa “Trocar Medos por Lágrimas”.

    Ao lado de Manny Elias como baterista e Ian Stanley como tecladista, Tears for Fears lançou o primeiro álbum em 1983, intitulado “The Hurting”. Roland Orzabal foi o principal compositor das canções.

    O disco de estreia da banda foi um estouro no Reino Unido, sendo mais direcionado ao synth pop. A compilação inclui três singles que chegaram às paradas do mundo todo: "Mad World", "Change" e "Pale Shelter". Contudo, o momento de maior sucesso na carreira da banda chegou com o disco “Songs from the Big Chair”, lançado em 1985.

    O segundo álbum de Tears for Fears é composto por músicas que são consideradas as mais marcantes dos anos 90 e levaram os artistas a uma longa turnê mundial, como "Everybody Wants to Rule the World", "Head Over Heels" e "Shout".

    Somente quatro anos depois do segundo disco, a banda conseguiu lançar um novo álbum, intitulado “The Seeds Of Love”. A compilação era mais pop e não apresentava as influências psicanalistas presentes nas outras.

    O disco trouxe as canções “Sowing the Seeds of Love”, "Advice for the Young at Heart", "Woman in Chains" - que atingiram as paradas de sucesso - e até hoje é considerado o melhor pelos fãs da banda.

    Em 1991, Curt Smith saiu de Tears for Fears devido a conflitos com Roland Orzabal e resolveu seguir carreira solo. Enquanto isso, Roland continuou com a banda e lançou dois discos que não obtiveram o mesmo sucesso dos outros.

    Em 2003, a dupla se reencontrou e iniciou alguns projetos que resultaram no álbum “Everybody Loves a Happy Ending”, lançado no ano seguinte.

    O grupo se destacou na história da música pela preocupação com detalhes e versatilidade dos temas utilizados em suas letras, acumulando vários discos de platina.

    Confira algumas canções de Tears For Fears selecionadas pela programação da Antena 1:

    Sowing the Seeds of Love

    A canção lançada em 1989 foi o primeiro single do álbum “The Seeds of Love” e tornou-se um sucesso mundial. “Sowing The Seeds Of Love” alcançou o primeiro lugar na parada canadense e ficou entre os cinco primeiros no Reino Unido, Irlanda, Itália e Nova Zelândia. Nos Estados Unidos, a faixa ocupou o segundo lugar na Billboard Hot 100.

    Uma curiosidade é que Orzabal inspirou-se para escrever o título da canção em um programa de rádio, que falava sobre um homem que fazia uma coleção de músicas folclóricas inglesas. As mais obscuras canções eram chamadas “The Seeds of Love”.

    Woman In Chains

    A letra representa uma crítica à violência contra a mulher, inspirada na mãe de Orzabal, que sofria agressões constantes de seu marido - pai do vocalista. Também lançada no álbum Seeds of Love, a canção se tornou uma das mais famosas da banda, atingindo o top 20 das paradas do Canadá, França e Holanda.

    Shout

    “Shout” foi lançada oficialmente em 1984, no Reino Unido, como faixa do segundo álbum de estúdio da banda, intitulado “The Big Chair”. A canção foi a sexta de Tears for Fears a emplacar um lugar na parada britânica. Ao ocupar a quarta posição em janeiro de 1985, tornou-se uma das canções de maior sucesso daquele ano – atingindo o top 10 em paradas de 25 países. Roland Orzabal revelou que a canção foi composta em um período de preocupação das pessoas com a Guerra Fria. Portanto, a letra se trata de um protesto político.

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    Bastille anuncia show no Brasil

    Uma das atrações de um dos maiores festivais de música do Brasil, Bastille anuncia uma apresentação única em São Paulo. O show acontecerá no dia 09 de setembro no Tokio Marine Hall, da turnê "Give Me The Future".

    A banda britânica, conhecida por hits, como "Pompeii", "Happier", "Good Grief", entre outros, traz o show de seu novo álbum, o quarto da carreira e que dá nome à turnê, além dos grandes sucessos.

    A pré-venda exclusiva acontece entre os dias 22 e 23 de maio (às 10h), já a venda para público geral começa no dia 24 de maio (às 10h), tanto as vendas físcas quanto as vendas online.

    Depois de criar um grande burburinho para sua chegada, o Bastille lançou seu tão aguardado novo álbum, “Give Me The Future”.

    A banda preparou a chegada do álbum com seu último single, “Shut Off The Lights”, que já acumula quase cinco milhões de streams globais no Spotify em poucas semanas. Clique aqui e assista ao vídeo oficial de “Shut Off The Lights”.

    Para celebrar o álbum, Bastille embarca na “Give Me The Future Tour” realizando shows pelo Reino Unido e Estados Unidos. Em setembro, a banda retorna ao Brasil para se apresentar no Rio de Janeiro e no dia 09 de setembro em São Paulo.

    Repleto de referências a filmes de ficção científica e literatura, videogames e VR, o novo álbum de Bastille, "Give Me The Future", explora um país das maravilhas futurista livre de restrições — cada canção traz uma diferente paisagem de sonhos, um lugar onde você pode viajar no tempo, para o passado e para o futuro, para ser qualquer pessoa, fazer qualquer coisa e abraçar uma nova onda de tecnologia, o que nos permite nos perder dentro de nossa imaginação.

    "Give Me The Future" é um registro que leva a ideia das possibilidades ilimitadas do futuro e viagens por toda parte, desde um passeio no edificante “Thelma + Louise” – uma homenagem ao icônico filme feminista em seu 20º aniversário – até a Nova York dos anos 80, com o artista Keith Haring no brilhante e magnifico “Club 57”, até uma cama de hospital na Austrália para o devastador, mas esperançoso, “No Bad Days”.

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