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Wall St se recupera com queda do petróleo apesar de tensões no Oriente Médio

Wall St se recupera com queda do petróleo apesar de tensões no Oriente Médio

Reuters

05/05/2026

Placeholder - loading - Operadores na bolsa de Nova York 17 de abril de 2026.  REUTERS/Brendan McDermid/File Photo/File Photo
Operadores na bolsa de Nova York 17 de abril de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/File Photo/File Photo

Por Niket Nishant e Utkarsh Hathi

5 ​Mai (Reuters) - Os principais índices de Wall Street se recuperavam nesta terça-feira com a queda dos preços do petróleo apesar das novas tensões no Oriente Médio que ameaçam acabar com uma frágil trégua.

Os mercados têm estado voláteis, presos entre o aumento das tensões geopolíticas e um forte cenário doméstico - o S&P 500 e o Nasdaq ⁠atingiram ⁠máximas recordes nas últimas sessões ​devido ‌aos balanços resilientes e ao impulso econômico - e as ações estão vulneráveis a reversões repentinas à medida que surgem novas notícias, às vezes conflitantes.

'Os ⁠balanços foram melhores do que o esperado, o ​que foi ótimo, considerando as avaliações. Você precisa dos ​balanços para sustentar a situação ‌em que se ​encontra', ⁠disse Joe Saluzzi, codiretor de negociação de ações da Themis Trading.

A rota de transporte de petróleo do Estreito de ​Ormuz continua interrompida. Os futuros do petróleo bruto tipo Brent perdiam 1,6%, mas ainda eram negociados acima de US$110 por barril.

O Dow Jones Industrial Average ​subia 0,51%, para 49.192,85 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,67%, a 7.248,73 pontos, e o Nasdaq Composite tinha alta de 0,83%, para 25.274,52 pontos.

Nove dos 11 principais setores do S&P tinham alta, com o setor de consumo discricionário do S&P 500 liderando os ganhos com ​um salto de 1,21%.

Como exportador de energia, os Estados Unidos ‌têm resistido melhor até ⁠agora do que várias outras economias. No entanto, analistas do BlackRock Investment Institute, liderados pelo estrategista-chefe global ⁠de investimentos Wei Li, disseram em ⁠nota que “nem mesmo as ⁠ações dos ⁠EUA ​ficarão imunes” se o Estreito de Ormuz não for reaberto.

Reuters

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