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    Dólar cai e ronda R$3,70 com busca por risco no exterior e vantagem de Bolsonaro

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda nesta terça-feira, em torno de 3,70 reais, influenciado pelo ambiente de maior busca pelo risco no exterior e após nova pesquisa eleitoral consolidar o cenário de ampla vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa à Presidência da República.

    Às 11:59, o dólar recuava 0,83 por cento, a 3,7031 reais na venda, depois de ter alcançado na mínima 3,6922 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,9 por cento.

    Na véspera, a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,18 por cento, a 3,7342 reais.

    'O Ibope deu praticamente como certa a eleição de Bolsonaro e agora o dólar testa o suporte de 3,70 reais', afirmou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara.

    'Passada a eleição, poderemos ver um fluxo de venda no dólar, mas com menor volume, já que os investidores começam a colocar nos preços a expectativa pelo plano do novo governo, principalmente reforma da Previdência', acrescentou.

    Na noite de segunda-feira, o levantamento do Ibope mostrou que Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, contra 41 por cento de Fernando Haddad (PT), repetindo o quadro apontado na véspera em pesquisa encomendada pelo BTG Pactual.

    A preferência do mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes, e a expectativa é de que eles imponham uma agenda de reformas, corte de gastos e ajuste fiscal.

    'Outra medição que vem chamando a atenção é a rejeição de Haddad, a qual tem superado a do candidato do PSL em praticamente todos os estudos para o segundo turno....(e) ajuda a alavancar apostas de que dificilmente o PT 'virará o jogo' até o dia 28', escreveu o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado, em relatório.

    'Com esse estudo consolidando – mas não fortalecendo – a leitura otimista de investidores, o mercado tende a manter a resiliência de ativos locais, mas sem deixar de observar o clima no exterior', acrescentou.

    No exterior, a terça-feira é marcada pela busca por ativos de maior risco, o que faz o dólar perder força ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    A moeda tinha ainda leve baixa ante a cesta de moedas, permanecendo perto das mínimas de 3 semanas, após dados fracos dos Estados Unidos aliviarem a pressão sobre um banco central norte-americano mais hawkish na política de aumento dos juros.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,235 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe ante real com correção por noticiário eleitoral e à espera de Datafolha

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta quarta-feira, em um movimento de correção após as quedas recentes alimentado pela inquietação com declarações do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) sobre a Previdência e à espera da pesquisa Datafolha de intenção de votos para o segundo turno da eleição.

    Às 12:03, o dólar avançava 0,98 por cento, a 3,7472 reais na venda, depois de terminar a véspera em queda de 1,47 por cento, a 3,7107 reais, acumulando em outubro baixa de 8,09 por cento. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1 por cento.

    Na véspera, Bolsonaro falou a jornalistas sobre a reforma da Previdência, afirmando que a atual proposta do presidente Michel Temer dificilmente será aprovada.

    'Eu, chegando lá, vou procurar o governo para aprovar uma reforma da Previdência que tenha aceitação do Parlamento e a população entenda como sendo justa e necessária', disse Bolsonaro, aventando a possibilidade de aumentar o tempo de serviço do serviço público.

    Na avaliação do mercado, as declarações do candidato do PSL vão na contramão da visão de seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes. A preferência do mercado por Bolsonaro é justamente apoiada em Guedes, com a expectativa de que eles imponham uma agenda de reformas, corte de gastos e ajuste fiscal.

    'Desta forma, ele se coloca numa posição de antagonismo à de seu assessor econômico, que é mais agressivo (no que se refere à reforma da Previdência)', explicou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    O deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para assumir o Ministério da Casa Civil em um futuro governo Bolsonaro, já havia dito que, se eleito, Bolsonaro tratará da Previdência a partir de 1º de janeiro de 2019.

    Desta forma, também pesava nos negócios a notícia da Folha de S.Paulo de que Guedes está sendo investigado pelo Ministério Público Federal em Brasília por suspeita de associar-se a executivos ligados a PT e MDB para praticar fraudes em negócios com fundos de pensão de estatais.

    'Tudo ainda é muito incipiente. Se o mercado estivesse mais estressado, o dólar estaria muito mais pressionado', completou Gomes da Silva, para quem 'o viés segue sendo de baixa para o dólar porque o mercado ainda crê na vitória de Bolsonaro no segundo turno'.

    Bolsonaro não vai participar do debate nesta semana contra Fernando Haddad. A junta médica que o atende após uma facada durante campanha em primeiro turno não o liberou para atividades de campanha eleitoral. Ele será reavaliado novamente na próxima quinta-feira e deve ser liberado, segundo a junta médica.

    Sob a influência do noticiário eleitoral, o mercado aguarda ainda a divulgação, às 19h, de pesquisa Datafolha, a primeira após o primeiro turno da eleição presidencial.

    No exterior, o dólar também subia ante as divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano. Ante a cesta de moedas, o dólar caía.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 3,080 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar recua e vai abaixo de R$3,75 ainda com otimismo eleitoral

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava nesta terça-feira e operava abaixo de 3,75 reais, com os investidores ainda ecoando os resultados do primeiro turno das eleições, no domingo, que deram força às apostas de um presidente mais comprometido com as reformas.

    Às 11:53, o dólar recuava 0,64 por cento, a 3,7420 reais na venda, depois de chegar a abrir em alta. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 1 por cento.

    Na véspera, a moeda terminou em baixa de 2,35 por cento, a 3,7662 reais, acumulando no mês até a segunda-feira queda de 6,71 por cento.

    'O otimismo doméstico está se sobrepondo ao exterior. É muito recente o resultado de domingo', disse o operador da H.Commcor Corretora Cleber Alessie Machado, acrescentando que o fato de o dólar ter fechado longe das mínimas na véspera favorece o movimento nesta sessão.

    No domingo, o primeiro turno das eleições terminou com Jair Bolsonaro (PSL) com cerca de 46 por cento dos votos e Fernando Haddad (PT), que vai disputar com ele o segundo turno, com pouco mais de 29 por cento. Além disso, o partido de Bolsonaro terminou com a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados.

    A preferência do mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes, e a expectativa é de que eles imponham uma agenda de reformas, entre elas a da Previdência, corte de gastos e ajuste fiscal.

    'Embora Bolsonaro tenha uma realidade que o coloca muito próximo de ser o vitorioso no próximo dia 28, o mercado deve reagir a quaisquer sinalizações de um segundo turno 'dividido', o que acaba por alimentar expectativas com o Datafolha de amanhã', acrescentou Alessie Machado, citando a primeira pesquisa após o primeiro turno.

    No exterior, o dólar sobe ante a cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes, como o peso chileno.

    Os investidores estão preocupados com o orçamento italiano e ainda repercutem o corte das previsões de crescimento global feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), inclusive para o Brasil, em 2018 e 2019.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,695 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem forte queda e vai a R$3,75 com investidores animados por desempenho de Bolsonaro no 1º turno

    Dólar tem forte queda e vai a R$3,75 com investidores animados por desempenho de Bolsonaro no 1º turno

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha forte queda e chegou a encostar em 3,70 reais nesta segunda-feira, com os investidores animados diante da votação expressiva de Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno da eleição presidencial, já que enxergam nele um perfil mais reformista.

    Às 11:57, o dólar recuava 2,67 por cento, a 3,7541 reais na venda, depois de ter batido na mínima da sessão 3,7094 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 2,2 por cento.

    Na sexta-feira, a moeda terminou com recuo de 1 por cento, a 3,8570 reais, tendo encerrado a semana com queda acumulada de 4,46 por cento, o maior recuo semanal desde março de 2016.

    'O desempenho de Bolsonaro no primeiro turno o mantém como favorito na disputa, seja pela votação recebida --muito próxima dos 50 por cento-- seja pelo quadro das disputas nos Estados ou ainda pela equiparação de armas na campanha de segundo turno', escreveu a corretora XP investimentos.

    Com 99,99 por cento das seções eleitorais apuradas, Bolsonaro recebeu 46,03 por cento dos votos válidos enquanto o petista Fernando Haddad, que vai disputar com ele o segundo turno, ficou com 29,28 por cento do total.

    Bolsonaro conseguiu transformar seu partido, o até então nanico PSL, em uma potência parlamentar, provocando uma mudança sísmica. O PSL deve ficar com 51 cadeiras na Câmara dos Deputados, de 513 assentos, de acordo com projeção da XP Investimentos, ficando atrás apenas do PT, de Haddad, que deve ter 57 vagas.

    'Parte da animação do mercado advém na renovação do Congresso. Essa renovação, independentemente da sigla partidária, dá esperança ao povo', disse o diretor de operações da Mirae, Pablo Syper, para quem, no entanto, a volatilidade deve continuar alta até o desfecho das eleições, com as pesquisas ainda ditando o humor do mercado.

    A preferência no mercado financeiro por Bolsonaro é apoiada no seu coordenador econômico, o economista liberal Paulo Guedes. Em entrevista à rádio Jovem Pan nesta manhã, o candidato disse que a ideia é que ambos andem juntos.

    O mercado doméstico, assim, operava na contramão do exterior, onde o dólar subia ante a cesta de moedas e ante as divisas de países emergentes.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,310 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Urnas fecham na maior parte do país, resultados começam a sair às 19h

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O primeiro turno terminou na maior parte do país às 17h (horário de Brasília), e os primeiros números da apuração começarão a ser divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h, quando termina a votação no Acre, Estado que tem fuso-horário diferente do restante do país.

    Desde a manhã deste domingo, eleitores foram às urnas de todo o país em um pleito que transcorreu sem grandes tumultos, em contraste com a campanha para presidente da República, que foi marcada por turbulências.

    A disputa teve incidentes que variaram das incertezas em torno da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ataque a faca contra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, sob a expectativa de saber se o pleito terá ou não um segundo turno marcado por um duelo entre petismo e antipetismo.

    Líder das pesquisas, Bolsonaro disse confiar em uma vitória ainda no primeiro turno ao votar logo cedo em uma vila militar do Rio de Janeiro, enquanto os adversários Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) afirmaram ter confiança de que vão enfrentar o capitão reformado do Exército na votação definitiva.

    'Se Deus quiser a gente liquida hoje', disse o candidato do PSL ao chegar à sua seção eleitoral cercado por apoiadores que gritavam seu nome. 'Estamos numa crescente e confiante que pessoas de bem do Brasil querem se afastar do socialismo... querem economia liberal e defender valores familiares. Não queremos amanhã ser o que a Venezuela é hoje.'

    Levantamento do Datafolha divulgado no sábado mostrou Bolsonaro com 40 por cento dos votos válidos, seguido por Haddad com 25 por cento. Sondagem do Ibope, também divulgada na véspera do pleito, colocou o candidato do PSL com 41 por cento dos votos válidos, enquanto o petista somou os mesmos 25 por cento apontados pelo Datafolha.

    Mais atrás, Ciro Gomes, do PDT, teve 15 por cento no Datafolha e 13 por cento no Ibope, enquanto o tucano Geraldo Alckmin somou 8 por cento dos votos válidos em ambos institutos.

    O Ibope deve divulgar uma pesquisa boca de urna às 19h, quando as seções de votação tiverem fechado em todo o país.

    Após votar em São Paulo, Haddad afirmou ter 'muita fé' de que o pleito terá uma segunda rodada, e defendeu que a continuidade da campanha eleitoral dará mais tempo aos brasileiros para comparar projetos e analisar propostas.

    'São projetos tão diferentes que vai ficar mais fácil para o cidadão optar no segundo turno', disse o candidato do PT. 'Tem gente que não quer que tenha segundo turno para que não haja comparação, é mais fácil ganhar eleição sem se expor.'

    Em terceiro lugar e tentando se consolidar como opção ao centro, Ciro Gomes (PDT) pediu uma chance para unir o Brasil, dizendo ainda acreditar num embate no segundo turno contra Bolsonaro, a quem criticou pela crença em faturar o pleito já neste domingo.

    'Os arrogantes e despreparados sempre se revelam nas horas de maior emoção. E quando uma pessoa no dia da eleição já se afirma vitorioso é porque dispensa o voto das pessoas', disse o presidenciável em Fortaleza, no Ceará.

    Mais de 147 milhões de eleitores estavam aptos a votar nos 5.570 municípios do país e devem dar a Bolsonaro a maior votação entre os postulantes ao Palácio do Planalto, seguido por Haddad, que substituiu Lula após o ex-presidente ter a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, de acordo com as pesquisas de intenção de voto.

    PLEBISCITO

    'A gente está em um mato sem cachorro. Eu tenho 42 anos, nunca passei por uma eleição que tivesse tanta dificuldade de escolher um candidato. E isso demonstra nossa realidade, em que a gente espera que exista um super-herói e eles só estão nos quadrinhos', afirmou a contadora Veronica Mazzaro, de 42 anos, no Rio de Janeiro, sem revelar seu voto.

    Confirmado o cenário apontado pelos institutos de pesquisa, Bolsonaro e Haddad deverão fazer um segundo turno plebiscitário, na avaliação de analistas. De um lado o petismo manifesto na figura de Lula e representado pelo ex-prefeito de São Paulo Haddad. De outro, o antipetismo, até 2014 encarnado pelo PSDB, mas que agora tem no ex-capitão do Exército Bolsonaro seu maior expoente.

    'A principal mudança de 2018 é a alteração no antipetismo. O antipetismo que se chamou PSDB de 1994 a 2014 passou a se chamar Jair Bolsonaro', disse o analista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.

    O antagonismo ao PT, partido que venceu as quatro últimas eleições presidenciais, tem sido um dos eixos centrais do discurso de Bolsonaro.

    Mas não só de antipetismo vive o caldo de cultura que ajuda a explicar a ascensão de Bolsonaro. Na visão de analistas, o 'divórcio' entre a classe política e a esmagadora maioria da sociedade e um governo mal avaliado também colaboraram para o crescimento do candidato do PSL, que tem incentivado o voto útil dos contrários ao PT para tentar conseguir eleger-se já neste domingo.

    Haddad, por sua vez, entrou tardiamente na campanha, somente em 11 de setembro, após Lula ter sua candidatura barrada. Desde então, viu sua intenção de voto dar um salto nas pesquisas, movimento que foi acompanhado pela alta da sua rejeição. As duas altas são explicadas pela transferência do capital político de Lula, figura amada e odiada em intensidades similares na política brasileira.

    BATALHA DE REJEIÇÕES

    De acordo com as pesquisas, e confirmado um segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, o ex-capitão e o petista deverão protagonizar uma eleição entre dois nomes com elevada rejeição entre o eleitorado --Bolsonaro é rejeitado por 44 por cento no Datafolha e 43 por cento no Ibope, e Haddad por 41 por cento no Datafolha e 36 por cento no Ibope.

    'Muito provavelmente nós vamos ter uma eleição de segundo turno que vai estar muito mais marcada por elementos negativos --quer dizer, Haddad tentando desconstruir Bolsonaro e Bolsonaro tentando desconstruir Haddad-- do que de fato por uma lógica de valores positivos', disse o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília.

    Esfaqueado em 6 de setembro e hospitalizado por 23 dias, período em que passou por duas cirurgias de emergência, Bolsonaro participou de apenas dois debates televisivos, ambos realizados antes de Haddad subir à cabeça de chapa petista.

    Os dois prováveis adversários no segundo turno ainda não duelaram frente a frente, já que o candidato do PSL não compareceu aos dois encontros realizados após receber alta, alegando recomendação médica.

    (Reportagem adicional de Marcela Ayres e Maria Carolina Marcello, em Brasília; Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro; e Isabel Marchenta, em São Paulo)

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    Eleitores votam com expectativa de decisão plebiscitária para o Planalto no 2º turno

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - Eleitores foram às urnas de todo o país neste domingo para votar em uma eleição presidencial marcada por turbulências que variaram das incertezas em torno da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ataque a faca contra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, sob a expectativa de saber se o pleito terá ou não um segundo turno marcado por um duelo entre petismo e antipetismo.

    Líder das pesquisas, Bolsonaro disse confiar em uma vitória ainda no primeiro turno ao votar logo cedo em uma vila militar do Rio de Janeiro, enquanto os adversários Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) afirmaram ter confiança de que vão enfrentar o capitão reformado do Exército na votação definitiva.

    'Se Deus quiser a gente liquida hoje', disse o candidato do PSL ao chegar à sua seção eleitoral cercado por apoiadores que gritavam seu nome. 'Estamos numa crescente e confiante que pessoas de bem do Brasil querem se afastar do socialismo... querem economia liberal e defender valores familiares. Não queremos amanhã ser o que a Venezuela é hoje'.

    Levantamento do Datafolha divulgado no sábado mostrou Bolsonaro com 40 por cento dos votos válidos, seguido por Haddad com 25 por cento. Sondagem do Ibope, também divulgada na véspera do pleito, colocou o candidato do PSL com 41 por cento dos votos válidos, enquanto o petista somou os mesmos 25 por cento apontados pelo Datafolha.

    Mais atrás, Ciro Gomes, do PDT, teve 15 por cento no Datafolha e 13 por cento no Ibope, enquanto o tucano Geraldo Alckmin somou 8 por cento dos votos válidos em ambos institutos.

    Após votar em São Paulo, Haddad, afirmou ter 'muita fé' de que o pleito terá uma segunda rodada, e defendeu que a continuidade da campanha eleitoral dará mais tempo aos brasileiros para comparar projetos e analisar propostas.

    'São projetos tão diferentes que vai ficar mais fácil para o cidadão optar no segundo turno', disse o candidato do PT. 'Tem gente que não quer que tenha segundo turno para que não haja comparação, é mais fácil ganhar eleição sem se expor.

    Em terceiro lugar e tentando se consolidar como opção ao centro, Ciro Gomes (PDT) pediu uma chance para unir o Brasil, dizendo ainda acreditar num embate no segundo turno contra Bolsonaro, a quem criticou pela crença em faturar o pleito já neste domingo.

    'Os arrogantes e despreparados sempre se revelam nas horas de maior emoção. E quando uma pessoa no dia da eleição já se afirma vitorioso é porque dispensa o voto das pessoas', disse o presidenciável em Forteleza, no Ceará.

    Mais de 147 milhões de eleitores estão aptos a votar nos 5.570 municípios do país e devem dar a Bolsonaro a maior votação entre os postulantes ao Palácio do Planalto, seguido por Haddad, que substituiu Lula após o ex-presidente ter a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, de acordo com as pesquisas de intenção de voto.

    PLEBISCITO

    'A gente está em um mato sem cachorro. Eu tenho 42 anos, nunca passei por uma eleição que tivesse tanta dificuldade de escolher um candidato. E isso demonstra nossa realidade, onde a gente espera que exista um super herói e eles só estão nos quadrinhos', afirmou a contadora Veronica Mazzaro, de 42 anos, no Rio de Janeiro, sem revelar seu voto.

    Confirmado o cenário apontado pelos institutos de pesquisa, Bolsonaro e Haddad deverão fazer um segundo turno plebiscitário, na avaliação de analistas. De um lado o petismo manifesto na figura de Lula e representado pelo ex-prefeito de São Paulo Haddad. De outro, o antipetismo, até 2014 encarnado pelo PSDB, mas que agora tem no ex-capitão do Exército Bolsonaro seu maior expoente.

    'A principal mudança de 2018 é a alteração no antipetismo. O antipetismo que se chamou PSDB de 1994 a 2014 passou a se chamar Jair Bolsonaro', disse o analista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.

    O antagonismo ao PT, partido que venceu as quatro últimas eleições presidenciais, tem sido um dos eixos centrais do discurso de Bolsonaro. Durante a campanha, em evento no Acre, ele sugeriu 'fuzilar a petralhada' do Estado, enquanto simulava uma metralhadora com um tripé de câmera de vídeo.

    Mas não só de antipetismo vive o caldo de cultura que ajuda a explicar a ascensão de Bolsonaro. Na visão de analistas, o 'divórcio' entre a classe política e a esmagadora maioria da sociedade e um governo mal avaliado também colaboraram para o crescimento do candidato do PSL, que tem incentivado o voto útil dos contrários ao PT para tentar conseguir eleger-se já neste domingo.

    Haddad, por sua vez, entrou tardiamente na campanha, somente em 11 de setembro, após Lula ter sua candidatura barrada. Desde então, viu sua intenção de voto dar um salto nas pesquisas, movimento que foi acompanhado pela alta da sua rejeição. As duas altas são explicadas pela transferência do capital político de Lula, figura amada e odiada em intensidades similares na política brasileira.

    BATALHA DE REJEIÇÕES

    De acordo com as pesquisas, e confirmado um segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, o ex-capitão e o petista deverão protagonizar uma eleição entre dois nomes com elevada rejeição entre o eleitorado --Bolsonaro é rejeitado por 44 por cento no Datafolha e 43 por cento no Ibope, e Haddad por 41 por cento no Datafolha e 36 por cento no Ibope.

    'Muito provavelmente nós vamos ter uma eleição de segundo turno que vai estar muito mais marcada por elementos negativos --quer dizer, Haddad tentando desconstruir Bolsonaro e Bolsonaro tentando desconstruir Haddad-- do que de fato por uma lógica de valores positivos', disse o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília.

    Haddad não centrou fogo em Bolsonaro durante a maior parte da campanha, deixando essa tarefa para seus adversários, mas com o crescimento do candidato do PSL na reta final, começou, ainda nos últimos dias da campanha de primeiro turno, a dar o tom do que devem ser as próximas três semanas até o segundo turno, marcado para 28 de outubro.

    Já no sábado, véspera da eleição, Haddad disse que seus adversários querem que Bolsonaro vença no primeiro turno pois acreditam que o ex-capitão 'derrete' se tiver que debater, e afirmou que o projeto defendido pelo presidenciável do PSL deixaria os eleitores com saudades do governo do presidente Michel Temer (MDB).

    Esfaqueado em 6 de setembro e hospitalizado por 23 dias, período em que passou por duas cirurgias de emergência, Bolsonaro participou de apenas dois debates televisivos, ambos realizados antes de Haddad subir à cabeça de chapa petista.

    Os dois prováveis adversários no segundo turno ainda não duelaram frente a frente, já que o candidato do PSL não compareceu aos dois encontros realizados após receber alta, alegando recomendação médica.

    'Nossa expectativa é de debate olho no olho, frente a frente, em vez dele usar a rede social para ofender e difamar', disse Haddad na sexta.

    PREMISSAS RELATIVIZADAS

    Diante de um cenário altamente polarizado, os demais postulantes ao Planalto não foram capazes -- em se confirmando o cenário apontado pelas pesquisas -- de romper esta tendências, mesmo com alguns deles tendo à disposição instrumentos de campanha que foram cruciais em disputas anteriores.

    Alckmin articulou a maior coligação, que lhe deu quase metade do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Henrique Meirelles (MDB) financiou sua própria campanha, após a mudança nas regras de financiamento de campanha. Nenhum dos dois conseguiu sequer ameaçar fazer frente a Bolsonaro, que teve 8 segundos na TV e uma campanha focada nas redes sociais.

    Outros candidatos, mais identificados com a centro-esquerda --casos de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede)-- não conseguiram, ao menos até a véspera do pleito, atrair o eleitorado de Lula depois da entrada oficial de Haddad na disputa.

    'Alguma premissas que a gente tinha quase como cláusulas pétreas da eleição foram relativizadas. Mas é relativamente cedo para a gente ignorar o poder, a importância de algumas delas', disse o analista Danilo Gennari, sócio da Distrito Relações Governamentais em Brasília, argumentando que a dinâmica da eleição presidencial não se reproduziu da mesma maneira em disputas majoritárias estaduais.

    (Reportagem adicional de Marcela Ayres e Maria Carolina Marcello, em Brasília; Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro; e Isabel Marchenta, em São Paulo)

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    Dólar cai 2% e vai a R$3,85 com ímpeto de Bolsonaro às vésperas de 1º turno

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com forte queda nesta quarta-feira e na casa de 3,85 reais, dando continuidade à trajetória da véspera sob influência do cenário eleitoral que continua mostrando avanço do candidato do PSL Jair Bolsonaro na corrida à Presidência da República.

    Às 11:57, o dólar recuava 2,11 por cento, a 3,8520 reais na venda, depois de bater a mínima de 3,8229 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 2,2 por cento.

    'O Datafolha confirmou o Ibope e isso está trazendo euforia ao mercado... que já começa a precificar a possibilidade de vitória (de Bolsonaro) no primeiro turno', disse a estrategista de câmbio do banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

    O Datafolha divulgado na terça-feira mostrou que Bolsonaro ampliou sua vantagem na liderança e chegou a 32 por cento das intenções de voto, de 28 por cento antes. Enquanto isso, o candidato do PT, Fernando Haddad, oscilou negativamente 1 ponto, a 21 por cento.

    Na simulação de segundo turno, Bolsonaro aparece à frente de Haddad, com 44 a 42 por cento, mas em empate técnico. No levantamento anterior, o petista vencia por 45 a 39 por cento. Além disso, a rejeição de Haddad aumentou.

    Na terça-feira, o dólar já havia fechado no menor valor desde 17 de agosto, a 3,9349 reais, após pesquisa pesquisa Ibope ter mostrado cenário similar.

    Nova pesquisa Ibope é esperada para esta quarta-feira, e outro levantamento do Datafolha na quinta encerra a rodada de pesquisas antes do primeiro turno no domingo.

    No exterior, o dólar tinha leve alta ante a cesta de moedas e operava misto ante emergentes, com queda ante o peso chileno e alta ante a lira turca.

    O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7,7 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 1,155 bilhão de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Ibovespa sobe 3% e vai a 81 mil pts após Ibope mostrar ampliação de vantagem de Bolsonaro

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparava cerca de 3 por cento e voltava ao patamar de 81 mil pontos nesta terça-feira, após recuar nos dois pregões anteriores, com agentes financeiros ajustando posições à pesquisa Ibope da véspera, que mostrou o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ampliando vantagem na liderança da corrida eleitoral.

    Às 11:30, o principal índice de ações da B3 subia 3,25 por cento, a 81.175,45 pontos, na máxima da sessão até o momento, com ações de empresas de controle estatal entre as maiores altas.

    O volume financeiro somava 4,5 bilhões de reais.

    Nos últimos dois pregões, o Ibovespa acumulou queda de 1,7 por cento.

    Levantamento Ibope divulgado na segunda-feira à noite mostrou Bolsonaro com 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, com 21 por cento. No levantamento anterior Bolsonaro tinha 27 por cento, enquanto Haddad aparecia com os mesmos 21 por cento.

    A equipe da corretora Brasil Plural destacou que as pesquisas anteriores mostravam crescimento de Haddad, estabilidade de Bolsonaro e um cenário positivo para o petista na simulação de segundo turno, quadro que mudou com a sondagem divulgada pelo Ibope na última noite.

    'Bolsonaro cresceu e a rejeição a Haddad e ao PT tiveram alta significativa', citou a corretora, chamando a atenção para pesquisa Datafolha prevista para essa terça-feira, além de nova sondagem do Ibope nesta semana. 'A ver se as tendências apontadas pelo Ibope ontem se confirmam', afirmou.

    Apesar de Haddad ter sinalizado recentemente uma política menos heterodoxa, a preferência por Bolsonaro persista entre agentes financeiros, dada a desconfiança em relação à capacidade do candidato do PT de implementar uma política de maior austeridade fiscal e promover reformas como a da Previdência.

    Profissionais do mercado financeiro também têm citado retorno de capital externo para a bolsa brasileira, em movimento que acompanha fluxo para mercados emergentes. Até o dia 27 de setembro, o saldo no mês estava positivo em quase 3 bilhões de reais.

    O noticiário eleitoral no país blindava o pregão brasileiro de certa aversão ao risco que prevalecia no exterior, refletida no dólar mais forte em relação a outras divisas, enquanto Wall Street não mostrava uma tendência clara, com os principais índices acionários próximos da estabilidade.

    DESTAQUES

    - PETROBRAS subia 5,9 por cento, entre os maiores ganhos, uma vez que os papéis da petrolífera de controle estatal figuram entre os mais sensíveis a expectativas sobre a disputa presidencial. PETROBRAS ON avançava 5por cento.

    - BANCO DO BRASIL valorizava-se 6,35 por cento, capitaneando os ganhos de bancos do Ibovespa, também suscetíveis a especulações eleitorais. ITAÚ UNIBANCO PN subia 3,67 por cento, BRADESCO PN ganhava 5,37 por cento e SANTANDER BRASIL UNIT avançava 6 por cento.

    - ELETROBRAS ON tinha alta de 8,15 por cento, outro papel influenciado por apostas eleitorais, dado seu controle estatal, assim como COPEL, que subia 7,07 por cento, e CEMIG PN, que tinha elevação de 5,14 por cento. Ainda no setor de serviços públicos de controle estatal, SABESP apreciava-se 6,64 por cento.

    - GOL PN subia 6,88 por cento, beneficiada pelo declínio de mais de 1 por cento do dólar frente ao real, uma vez que o câmbio tem forte impacto nos custos da companhia aérea. A relativa fraqueza dos preços do petróleo endossava a recuperação dos papéis.

    - VALE mostrava elevação de 1,57 por cento, acompanhando o avanço de outras mineradoras no exterior.

    - SUZANO e FIBRIA caíam 3 e 1,65 por cento, respectivamente, com o recuo do dólar ante o real abrindo espaço para alguma realização de lucros, particularmente em Suzano, que acumula alta de mais de 150 por cento no ano.

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    Dólar vai acima de R$4,15 em dia de perdas para moedas emergentes e após pesquisa eleitoral

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia e já superava os 4,15 reais nesta quinta-feira, acompanhando a trajetória da moeda norte-americana ante divisas de emergentes no exterior e após nova rodada de pesquisa reforçar o potencial do candidato do PT apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais de outubro.

    Às 10:34, o dólar avançava 1,12 por cento, a 4,1605 reais na venda, depois de ter caído 0,65 por cento na véspera, para 4,1143 reais. Na máxima, a moeda foi a 4,1680 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,1 por cento.

    'Sem grande 'ajuda' do exterior, e ainda com dúvidas sobre as perspectivas políticas por aqui, o viés para os ativos locais, nesta sessão, é mais negativo', disse a corretora Guide Investimentos em relatório.

    No mercado internacional, o dólar operava em alta ante a cesta de moedas e subia forte ante divisas de países emergentes, com destaque para a lira turca, o rand sul-africano e a rúpia indiana.

    Internamente, o cenário eleitoral inspirava cautela nos investidores. A pesquisa DataPoder360 não trouxe um cenário muito diferente dos outros levantamentos, com Lula liderando a disputa e Geraldo Alckmin (PSDB), o candidato do mercado, sem decolar.

    Além disso, mostrou que se Lula tiver que abrir mão da candidatura para Fernando Haddad, este teria potencial de receber 8 por cento de votos 'com certeza', enquanto 26 por cento 'poderiam votar' nele no caso de ser apoiado pelo ex-presidente. Ou seja, são grandes as chances de um segundo turno com a presença de um petista.

    'Se esses números forem reais, a chance do candidato do PT chegar ao segundo turno são grandes. Triste perspectiva para o mercado financeiro, que trabalha em um ambiente de alta volatilidade, pressão e especulação com o atual cenário eleitoral', afirmou a Advanced Corretora em comentário.

    É por essa razão que a possibilidade de julgamento na sexta-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da participação de Lula na propaganda de rádio e televisão está sendo acompanhada de perto pelos investidores e ajuda a trazer cautela nos negócios.

    O TSE também pode vir a decidir na sexta-feira sobre as impugnações ao registro de candidatura de Lula. O petista está preso desde abril no âmbito da Operação Lava Jato.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,3 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para concluir a rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

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    Dólar sobe quase 1% e vai acima de R$3,90 com cena externa

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar saltou quase 1 por cento nesta segunda-feira e passou o patamar de 3,90 reais, acompanhando a cena externa com movimentos de maior aversão ao risco e sem atuações extraordinárias do Banco Central brasileiro.

    O dólar avançou 0,87 por cento, a 3,9111 reais na venda, maior nível de fechamento desde 7 de junho (3,9258 reais).

    Em junho, a moeda norte-americana fechou com valorização de 3,76 por cento, quinto mês seguindo em elevação, período em que acumulou ganhos de quase 22 por cento.

    A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China segue no foco dos mercados, apoiando o dólar forte , trouxe a corretora Rico Investimentos em relatório, citando ainda o baixo volume financeiro devido ao jogo do Brasil contra o México pelas oitavas de final da Copa do Mundo disputado no fim da manhã.

    No exterior, o dólar subia cerca de 0,35 por cento frente a uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso chileno, com os investidores ampliando as apostas de intensificação das tensões comerciais entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais, em especial a China.

    A tensão crescia antes de 6 de julho, quando os EUA devem impor tarifas sobre 34 bilhões de dólares em exportações chinesas.

    E mesmo com a forte valorização do dólar frente ao real, o BC não anunciou intervenções adicionais no mercado de câmbio nesta sessão. Apenas ofertou e vendeu integralmente o lote de até 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto.

    Com isso, rolou o equivalente a 700 milhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares que vence no próximo mês.

    Quando o dólar bateu em 3,95 reais (no intradia), o BC entrou e derrubou. Estamos muito próximos disso. Se fizer de novo, o mercado passa a entender que está defendendo esse teto para a moeda norte-americana, afirmou o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

    Na noite de sexta-feira, o BC informou que continuaria atuando de forma coordenada com o Tesouro no mercado para prover liquidez e contribuir para o seu bom funcionamento , e que vai rolar integralmente swaps que vencem em agosto.

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    Dólar sobe quase 1% e vai acima de R$3,90 com cena externa

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia cerca de 1 por cento e passou o patamar de 3,90 reais nesta segunda-feira, acompanhando a cena externa com movimentos de maior aversão ao risco e sem atuações extraordinárias do Banco Central brasileiro.

    O dólar avançou 0,56 por cento, a 3,8773 reais na venda, depois de fechar junho com valorização de 3,76 por cento, quinto mês seguindo em elevação, período em que acumulou ganhos de quase 22 por cento.

    A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China segue no foco dos mercados, apoiando o dólar forte , trouxe a corretora Rico Investimentos em relatório, citando ainda o baixo volume financeiro devido ao jogo do Brasil contra o México pelas oitavas de final da Copa do Mundo disputado no fim da manhã.

    No exterior, o dólar subia cerca de 0,45 por cento frente a uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso chileno, com os investidores ampliando as apostas de intensificação das tensões comerciais entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.

    A tensão crescia antes de 6 de julho, quando os EUA devem impor tarifas sobre 34 bilhões de dólares em exportações chinesas.

    E mesmo com a forte valorização do dólar frente ao real, o BC ainda não havia anunciado intervenções adicionais no mercado de câmbio nesta sessão. Por enquanto, apenas ofertou e vendeu integralmente o lote de até 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto.

    Com isso, rolou o equivalente a 700 milhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares que vence no próximo mês.

    Na noite de sexta-feira, o BC informou que continuaria atuando de forma coordenada com o Tesouro no mercado para prover liquidez e contribuir para o seu bom funcionamento , e que vai rolar integralmente swaps que vencem em agosto.

    (Por Patrícia Duarte)

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