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Dólar segue perto da estabilidade em meio à queda das commodities no exterior

Dólar segue perto da estabilidade em meio à queda das commodities no exterior

Reuters

02/02/2026

Placeholder - loading - Pessoa conta notas de US$100 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Pessoa conta notas de US$100 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO, 2 ⁠Fev (Reuters) - O dólar segue perto da estabilidade ante o real nesta manhã de segunda-feira, enquanto no exterior a divisa cede ante a maior parte das demais moedas, em meio à queda firme de commodities como o petróleo e o minério de ferro.

No Brasil, destaque para o retorno dos trabalhos no Congresso e no Supremo Tribunal Federal (STF), que recolocam Brasília no centro das atenções.

Às 9h43, o dólar à vista tinha variação negativa de 0,14%, aos R$5,2408 na venda.

Na B3, o contrato ​de dólar futuro para março -- atualmente o ⁠mais líquido ⁠no Brasil -- cedia 0,40%, aos R$5,2695.

Na sexta-feira, o dólar fechou cotado a R$5,2481, em alta de 1,04%, impulsionado pela disputa pela formação da taxa Ptax de fim de mês e pelo avanço firme da moeda no exterior, após a indicação do ex-diretor do Federal Reserve ‌Kevin Warsh para comandar o banco central norte-americano.

Nesta manhã de segunda-feira, o ​dólar mostra maior acomodação no exterior, recuando ante ‌boa parte das ​divisas de ​exportadores de emergentes e exportadores de commodities, como o peso mexicano e o peso chileno.

O movimento ocorre em meio à queda de mais de 1% do minério ​de ferro na China e do recuo de mais de 4% do petróleo, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã estava 'conversando seriamente' com Washington, sinalizando uma redução das tensões entre os dois países.

O dólar à vista, no entanto, se mantém perto da estabilidade ante o real, pouco abaixo dos R$5,25.

No boletim Focus divulgado mais cedo, a mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim deste ano seguiu em R$5,50, enquanto a expectativa para a taxa básica Selic permaneceu em 12,25% ao ano. Atualmente, a Selic está em 15%, mas o mercado vem precificando ⁠que o Banco Central iniciará em março o ciclo de cortes da taxa.

O diferencial ‌de juros entre Brasil e ⁠Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ‍ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.

Às 11h30, o Banco ​Central ‌realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.

Reuters

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