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    Dólar fecha em nova máxima em 8 meses a despeito de atuação dupla do BC

    Por José de Castro

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou apenas em ligeira alta contra o real nesta segunda-feira, e a cotação bateu uma nova máxima em oito meses, num dia que contou com atuações do Banco Central no mercado cambial e mais comentários de autoridades sobre o andamento da reforma previdenciária.

    O dólar à vista teve variação positiva de 0,07%, a 4,1048 reais na venda.

    É o maior patamar desde 19 de setembro do ano passado (4,1242 reais).

    Na B3, o dólar futuro registrava oscilação negativa de 0,01%, para 4,1060 reais.

    Depois do surto de volatilidade da semana passada --uma das mais turbulentas para o governo e que fez o dólar registrar a maior valorização semanal desde agosto do ano passado--, a segunda-feira foi de tentativas de membros do governo e do Congresso de acalmar os ânimos e passar algum senso de articulação.

    O presidente Jair Bolsonaro, contudo, foi menos sutil e disse que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo.

    'Na margem, acho que a sensação de risco melhorou, mas ainda falta da parte do presidente (Bolsonaro) uma postura mais amistosa', disse Rogério Braga, sócio e estrategista na gestora Quantitas.

    Apesar de ter fechado perto da estabilidade, o dólar demonstrou volatilidade ao longo do pregão.

    Depois de bater uma mínima de 4,0783 reais (-0,58%) logo após a abertura, a moeda tomou fôlego e alcançou uma máxima de 4,1230 reais (+0,51%) por volta de 12h30. Mas, depois das 13h, passou a perder força, na sequência da definição da taxa Ptax.

    A Ptax é uma média de cotações apuradas pelo Banco Central no mercado e serve de referência para a liquidação de contratos futuros e outros derivativos. As movimentações em torno dessa taxa tendem a deixar o mercado volátil perto do fim do mês, devido justamente aos vencimentos dos contratos futuros.

    A segunda-feira contou com intervenção do BC no câmbio em duas frentes. Primeiro, a autoridade monetária vendeu todos os 5.050 contratos de swap cambial ofertados em rolagem. Em seguida, negociou todo o lote de 1,25 bilhão de dólares em rolagem de linhas de dólares.

    'A antecipação do anúncio (da rolagem) das linhas é uma estratégia interessante. Tira o conforto do 'comprado' (em dólar)', disse Braga.

    O BC volta a realizar leilões de rolagem de linhas na terça e quarta.

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    Dólar abandona queda e sobe acima de R$4,10 com incerteza sobre política

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar oscilava entre estabilidade e leve alta frente ao real nesta segunda-feira, defendendo os 4,10 reais e abandonando a queda de mais cedo, passada a reação inicial ao anúncio na sessão passada do leilão de linhas de dólares pelo Banco Central.

    Às 12:05, o dólar avançava 0,34%, a 4,1158 reais na venda

    Na mínima, a cotação desceu a 4,0783, baixa de 0,58%. Na máxima, foi a 4,1160 reais.

    Na B3, o dólar futuro tinha ganho de cerca de 0,3%, a 4,1119 reais.

    O mercado buscava sinais de alguma melhora na articulação política do governo, que por ora tem fracassado em gerar otimismo sobre uma aprovação tempestiva da reforma da Previdência.

    Evidência de que temas locais seguiam pesando sobre o câmbio, o real continuava na lanterna entre seus pares emergentes nesta sessão e ainda muito próximo da marca dos 4,10 por dólar.

    Esse patamar foi batido no fim da semana passada. Após o fechamento do pregão do mercado futuro, o BC anunciou, para esta segunda-feira, leilão de até 1,25 bilhão de dólares em venda de moeda estrangeira com compromisso de recompra. A autoridade monetária fará ainda na terça e na quarta operações em mesmo montante, visando rolagem.

    'Leilão de linha amortece a volatilidade, mas ela deve seguir enquanto houver esse quadro político, enquanto ficar sem a definição sobre se vai ser aprovada a reforma da Previdência. E se sim, qual vai ser a reforma aprovada', avaliou o economista-chefe da Geral Asset, Denilson Alencastro.

    A impressão de falta de apoio à Previdência devido a falhas na articulação política do governo tem deixado o mercado em alerta e ditado firmes perdas aos ativos locais.

    Nesta segunda-feira, o secretário especial da Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que não há como antecipar como será o parecer do relator da reforma da Previdência, lembrando que há resistência em alguns temas.

    Na sexta-feira, o presidente da comissão especial onde tramita o texto da reforma, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), disse à Reuters que Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto a partir das emendas apresentadas e da proposta original.

    Ramos, no entanto, recuou no fim de semana da ideia de propor um novo texto e disse que a intenção dos parlamentares é fazer mudanças significativas na estrutura do projeto, segundo reportagem do jornal O Globo nesta segunda-feira.

    Depois de a semana passada ter se provado uma das piores para o governo, a que começa agora continuava a estimular cautela entre agentes de mercado.

    O governo corre contra o tempo para não deixar que dez medidas provisórias caduquem, o que teria importantes desdobramentos negativos para o Executivo.

    'As votações poderão ser vistas pelo mercado como sinal do apoio do Congresso à reforma', disseram analistas do Citi em nota a clientes divulgada nesta segunda-feira.

    O Banco Central vendeu nesta segunda-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em 13 operações, o BC já rolou 3,283 bilhões de dólares, de um total de 10,089 bilhões de dólares a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de 68,863 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins e José de Castro)

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    De olho no BC, mercado alavanca dólar para R$4,10 com aumento de incertezas locais e externas

    Por José de Castro

    SÃO PAULO (Reuters) - A já intensa pressão de compra de dólar aumentou nesta sexta-feira, com a moeda norte-americana disparando para acima de 4,10 reais, nos maiores níveis em oito meses, enquanto o mercado se mantém em alerta para eventuais atuações do Banco Central no mercado de câmbio.

    Não houve uma notícia específica que catapultasse a moeda norte-americana, mas, segundo analistas, um mix entre falta de confiança na articulação política do governo, exterior avesso a risco e 'teste' à disposição do BC para atuar no câmbio inflamou a demanda por dólares.

    O dólar subiu contra várias divisas emergentes, mas, novamente, o movimento local foi mais intenso, evidência de que questões idiossincráticas têm tido peso mais notório na formação do preço da moeda.

    O dólar à vista subiu 1,62%, a 4,1019 reais na venda.

    É o maior patamar desde 19 de setembro de 2018 (4,1242 reais).

    Na máxima durante os negócios, a cotação bateu 4,1140 reais.

    A valorização desta sexta-feira é a mais forte desde 24 de abril (1,63%).

    Na semana, o dólar acumulou ganho de 4%, maior rali desde a semana terminada em 24 de agosto de 2018 (4,85%).

    Além dos ruídos políticos, que ameaçam atrasar mais o andamento da reforma previdenciária, o dólar disparou nesta semana conforme o mercado rebaixou mais os prognósticos para a atividade econômica. Isso respalda especulações de que o Banco Central possa reduzir mais os juros, deprimindo a atratividade do real frente a outras divisas.

    Algumas casas já veem juro entre 5% e 6% ao fim do ano, ante os atuais 6,50%.

    Com o dólar em espiral de alta, o mercado começou a debater de forma mais intensa a probabilidade de atuação do BC no mercado de câmbio.

    Nos últimos anos, o BC tem atuado via contratos de swap cambial e leilões de linha de dólares. A última oferta líquida de swaps ocorreu no fim de agosto. No fim do último mês de março, quando o dólar havia tocado também os 4 reais, o BC anunciou oferta líquida de linhas de dólares com compromisso de recompra.

    Para o chefe da mesa proprietária de um banco em São Paulo, o real já incorporou muitas notícias negativas e está 'barato', quando comparado a outros ativos domésticos.

    'Então, se essa deterioração continuar, esperamos algum tipo de intervenção', afirmou o profissional, acreditando que uma persistente depreciação cambial contamina outras classes de ativos, criando um ciclo 'muito negativo'.

    Segundo Fabrizio Velloni, chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora, o mercado tem 'testado' a disposição do Banco Central para atuar. Mas ele considera a atual postura de observação da autoridade monetária como a mais acertada.

    Corroborando a ideia de que, por ora, não há pânico nem disfuncionalidade no câmbio, as taxas de cupom cambial

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    Dólar acelera alta e bate R$4,10 com debate sobre atuação do BC, ruídos locais e externos

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar disparava ante o real nesta sexta-feira, batendo a marca de 4,10 reais, nas máximas em mais de sete meses, com o mercado testando a disposição do Banco Central para atuar no câmbio em mais um dia de desconforto com a cena política local e o exterior.

    Às 13:21, o dólar avançava 1,54%, a 4,0989 reais na venda. Na máxima, a moeda tocou 4,1043 reais.

    O dólar futuro ganhava cerca de 1,2% neste pregão.

    Na quinta-feira, a divisa encerrou com avanço de 1,01%, a 4,0366 reais na venda, fechando acima dos 4 reais pela primeira vez em sete meses e meio.

    Para analistas, o descolamento do real em relação a seus pares já suscita debate mais acirrado sobre os riscos de intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.

    O Citi diz que o BC deve atuar com o dólar oscilando entre 4,10 reais e 4,20 reais.

    O real tem o pior desempenho entre as principais moedas globais nesta sessão, conforme investidores passavam a cogitar um cenário ainda mais conturbado para a reforma da Previdência.

    'A grande questão é a falta de coordenação política, a falta de uma mão forte que possa dar sequência. O governo Bolsonaro mostra que não existe nenhuma habilidade não só do presidente como também de seus ministros', afirmou Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.

    O Banco Central vendeu nesta sexta-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em 12 operações, o BC já rolou 3,030 bilhões de dólares, de um total de 10,089 bilhões de dólares a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de 68,863 bilhões de dólares.

    (Por José de Castro e Laís Martins)

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    Dólar sobe e se aproxima de R$4,1 com aversão ao risco no exterior e cautela com cena política

    Por Laís Martins

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia ante o real nesta sexta-feira e se aproximava dos 4,1 reais, com aversão ao risco no exterior por renovadas tensões na disputa comercial entre Estados Unidos e China, e ainda com investidores cautelosos com a cena política interna.

    Às 10:24, o dólar avançava 1,15%, a 4,0829 reais na venda.

    Na máxima, a moeda tocou 4,0880 reais, e na mínima chegou a 4,0481 reais.

    O dólar futuro ganhava cerca de 0,5% neste pregão.

    Na quinta-feira, a divisa encerrou com avanço de 1,01%, a 4,0366 reais na venda, fechando acima dos 4 reais pela primeira vez em sete meses e meio.

    A China afirmou nesta sexta-feira que os Estados Unidos precisam mostrar sinceridade para manter negociações comerciais substanciais, reagindo às sanções à gigante chinesa Huawei anunciadas pelo governo norte-americano na véspera.

    Pequim ainda não disse se vai retaliar contra a última medida dos EUA na tensão comercial, embora a mídia estatal tenha adotado um tom cada vez mais estridente, com o Diário do Povo do Partido Comunista publicando comentários de primeira página que evocam o espírito patriótico de guerras passadas.

    Internamente, participantes do mercado seguem digerindo o noticiário político local após mau humor generalizado na véspera que levou o dólar a superar o nível dos 4 reais no fechamento.

    'A grande questão é a falta de coordenação política, a falta de uma mão forte que possa dar sequência. O governo Bolsonaro mostra que não existe nenhuma habilidade não só do presidente como também de seus ministros', afirmou Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora.

    'Coloca em risco e em dúvida a capacidade desse governo de tocar em frente as reformas que o país precisa', afirmou.

    Analistas já avaliam que o nível de 4 reais se aproxima cada vez mais do novo patamar de fundamento para a taxa de câmbio, à medida que se acentuam os riscos à agenda de reformas.

    'É uma fuga de capitais', disse Gomes da Silva, sem descartar que a divisa alcance 4,10 reais ainda neste pregão.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, fará uma palestra em encontro da indústria de construção no Rio de Janeiro, enquanto a comissão especial segue discutindo a reforma da Previdência.

    Na quinta-feira, Bolsonaro disse que espera que a Medida Provisória 870, sobre a reforma administrativa, seja aprovada pelo Congresso na semana que vem sem alterações e também fez uma defesa da necessidade de reformar a Previdência.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 5,05 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, no total de 10,089 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar dispara acima de R$4 com mercado questionando força do governo

    Por José de Castro

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em firme alta ante o real nesta quinta-feira, acima de 4 reais pela primeira vez em sete meses e meio, com o real consolidando o fim de seu rali pós-eleição, conforme investidores incorporam mais risco diante da piora de perspectiva para a agenda de reformas.

    A moeda norte-americana rompeu a barreira dos 4 reais ainda pela manhã. Mas, diferentemente de outros pregões, a disparada para esse nível não atraiu fluxo relevante de tesourarias bancárias e exportadores na ponta de venda.

    Com a típica queda de volumes durante a tarde e sem oferta de moeda no mercado, o dólar teve espaço livre para continuar a escalada, em sintonia com um dia negativo para os mercados brasileiros em geral.

    Os juros

    Na máxima do dia, o dólar bateu 4,0425 reais, com valorização de 1,16%.

    O fechamento não foi muito menor. O dólar à vista terminou a sessão em alta de 1,01%, a 4,0366 reais na venda.

    Na B3, o dólar futuro subia 1,00%, a 4,0485 reais.

    'Não dá mais para dizer que esse patamar está 'torto'. O nível de risco aumentou, e o mercado se ajusta a isso. É reação à piora de fundamento', disse Ronaldo Patah, estrategista de investimentos do UBS Wealth Management.

    Além do cenário externo mais conturbado, o câmbio tem reagido à deterioração do cenário local, com rebaixamentos sequenciais nas projeções para a economia em meio a frequentes reveses na articulação política do governo.

    A confiança do mercado após a eleição do presidente Jair Bolsonaro, em outubro do ano passado, levou o dólar a uma mínima em torno de 3,65 reais no fim do último mês de janeiro.

    Desde então, contudo, o Executivo tem acumulado derrotas no Congresso, sem uma base consolidada e com ameaças persistentes de diluição adicional da proposta da reforma da Previdência.

    Como resultado, o dólar anulou toda a queda vista após a eleição de Bolsonaro. E, desde a mínima deste ano, já sobe 10,33%.

    Citando o ambiente piorado para as negociações em prol da reforma da Previdência, o Bank of America Merrill Lynch aumentou nesta quinta-feira a estimativa para o dólar ao fim do ano. O banco agora espera taxa de 3,80 reais ao término de 2019, ante prognóstico anterior de 3,60 reais.

    'Crescimento menor, juros mais baixos, real mais fraco', resumiu em nota equipe de estrategistas do BofA.

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    Dólar flerta com R$4 e ameaça quebrar padrão técnico em busca de novas máximas

    Por José de Castro

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou colado no patamar psicológico de 4 reais nesta quarta-feira, no maior nível em sete meses e meio, atingido por clima de incerteza no campo político doméstico e discussões sobre corte de juros, além de um pano de fundo no exterior ainda confuso.

    De acordo com análise técnica, um fechamento acima de 4 reais poderia acionar ordens automáticas de compras da moeda ('stops' de compra, no jargão do mercado financeiro), num movimento que daria ainda mais fôlego ao dólar e poderia deixar os 4 reais mais como piso do que como teto.

    'O real está se assentando num patamar recorde de anos, no meio de uma maciça formação técnica', disse um analista técnico de uma corretora de São Paulo que pediu para não ser identificado.

    Num gráfico de longo prazo, os níveis atuais do dólar só se comparam aos vistos entre o fim de 2015 e início de 2016 e 2002.

    A máxima histórica do dólar para um fechamento é de 4,1957 reais, batida em 13 de setembro de 2018. Desde então, a moeda entrou em rota de baixa, até uma mínima de 3,6588 reais em 31 de janeiro deste ano.

    'Fechando acima de 4 reais, o dólar finalmente quebra a tendência de baixa iniciada em setembro de 2018', diz a Real Vision Research em comentário a clientes.

    O dólar à vista subiu 0,51% nesta quarta-feira, a 3,9962 reais na venda. É o maior patamar para um encerramento desde 1º de outubro de 2018 (4,0183 reais). Na máxima durante o pregão, a moeda foi a 4,0225 reais, com ganho de 1,17%.

    Na B3, o dólar futuro tinha valorização de 0,62%.

    O real teve o pior desempenho numa lista de 33 pares do dólar nesta sessão, o que reforça a percepção de que fatores domésticos pesaram mais.

    O mercado segue incomodado com a aparente falta de articulação do governo, o que pode ameaçar os esforços pela aprovação da reforma da Previdência no Congresso, com o governo ainda sem base consolidada.

    Segundo analistas, o real está imerso numa condição técnica negativa que só pode ser quebrada com ingressos de recursos, que dificilmente ocorreriam sem a aprovação da reforma.

    Soma-se a isso o menor diferencial de juros a favor do Brasil. A quarta-feira foi mais um dia de especulações sobre necessidade de cortes da taxa básica de juros, a Selic, à medida que a economia fraqueja.

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    Dólar toca R$4,02 pela 1ª vez no ano com dados fracos de China e EUA

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia ante o real nesta quarta-feira, tendo superado o patamar de 4,02 reais pela primeira vez no ano, em meio à renovada aversão ao risco após a divulgação de dados fracos sobre a economia chinesa e queda inesperada nas vendas no varejo dos Estados Unidos em abril.

    O dólar ganhou impulso com dados mais fracos da China e dos EUA, enquanto os dois países seguem envoltos numa guerra comercial que coloca em risco o ritmo da atividade econômica mundial.

    Mas a cotação saiu das máximas do dia após autoridades do governo dos Estados Unidos afirmarem à Reuters que o presidente norte-americano, Donald Trump, deve adiar a decisão sobre tarifas de carros e peças importados em até seis meses, o que ajudaria a amenizar tensões comerciais.

    Às 12:17, o dólar avançava 0,61%, a 4,0002 reais na venda

    Na máxima do pregão, o dólar à vista bateu 4,0225 reais, ganho de 1,17%.

    Na B3, o dólar futuro ganhava cerca de 0,6% neste pregão, também fora dos picos da sessão.

    Na véspera, a moeda norte-americana encerrou com variação negativa de 0,09%, a 3,9758 reais na venda.

    'A frustração das expectativas faz preço e se soma ao cenário de alta tensão no âmbito comercial, alimentando a falta de 'coragem' de investidores em ensaiar uma recuperação mais expressiva dos principais ativos de risco globais após delicadas sessões recentes', disse a corretora H.Commcor em nota.

    Do lado doméstico, o mercado segue monitorando o noticiário político em dia que deverá ser marcado por manifestações contra o governo de Jair Bolsonaro devido a cortes nas verbas das universidades públicas.

    No fim da terça-feira, parlamentares da oposição e do centrão se uniram e conseguiram aprovar uma convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que deverá ir à Câmara para explicações sobre o contigenciamento.

    'Toda a história com o ministro da Educação, com a possibilidade de greve por conta do corte no MEC e a decisão unânime da Câmara em chamá-lo sugere mais um ponto de fraqueza do governo', afirmou a estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte.

    Bolsonaro e alguns de seus ministros, incluindo o da Economia, Paulo Guedes, viajam aos Estados Unidos nesta quarta-feira.

    O Banco Central vendeu nesta quarta-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em dez operações, o BC já rolou 2,525 bilhões de dólares, de um total de 10,089 bilhões de dólares a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de 68,863 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar sobe mais de 1% com aversão a risco por impasse comercial entre EUA e China

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar avançava cerca de 1 por cento ante o real nesta segunda-feira e operava perto do patamar de 4 reais diante da aversão ao risco no exterior, com uma escalada das tensões entre China e Estados Unidos após Pequim anunciar plano de retaliar o aumento tarifário de Washington.

    Às 12:01, o dólar avançava 1,26%, a 3,9940 reais na venda. Na máxima, a moeda chegou a 4,0054 reais. A última vez que o dólar atingiu a casa de 4 reais havia sido em 7 de maio.

    Na sexta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,24%, a 3,9443 reais na venda, mas na semana a cotação subiu 0,13 por cento, na quinta semana consecutiva de alta.

    O dólar futuro tinha alta de 1,1% neste pregão.

    Pequim anunciou por meio de comunicado nesta manhã que planeja elevar de 5% a 25% as tarifas sobre 60 bilhões de dólares em produtos importados dos EUA, com a taxa entrando em vigor em 1º de junho.

    A medida anunciada pelos chineses nesta segunda-feira endossa o sentimento de que a possibilidade de um acordo comercial pode ter se esvaído, uma vez que nenhuma das duas partes parece disposta a ceder.

    Além da elevação das tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, comece a impor tarifas sobre as demais importações chinesas, o que inclui cerca de outros 300 bilhões de dólares em produtos.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês havia afirmando mais cedo que a China nunca vai se render à pressão externa.

    A leitura de que as tarifas devem durar por um longo período 'acaba por penalizar o sentimento de investidores, que acabam – cada vez mais – a optar por posições mais defensivas enquanto busca-se compreender os efeitos de uma guerra comercial dessa magnitude, inclusive com a possibilidade de se tornar a 'nova normal'', avaliou a corretora H.Commcor, em nota.

    Do lado doméstico, que fica como pano de fundo neste pregão, participantes do mercado seguem monitorando avanços na tramitação da Previdência, que atualmente se encontra na comissão especial da Câmara dos Deputados, e o noticiário político em geral.

    Nesta tarde, o presidente Jair Bolsonaro se reúne com o ministro da Economia, Paulo Guedes. No domingo, o presidente prometeu corrigir a tabela do Imposto de Renda pela inflação neste ano, um dia depois de dizer que é preciso aprovar a reforma da Previdência 'sem tantas modificações para que o mercado ganhe a confiança no Brasil'.

    O Banco Central vendeu nesta segunda-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em oito operações, o BC já rolou 2,020 bilhões de dólares, de um total de 10,089 bilhões de dólares a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de 68,863 bilhões de dólares.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar tem estabilidade ante real após superar R$4,00 na abertura

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha estabiliade ante o real nesta quinta-feira, após ter superado o patamar psicológico de 4 reais logo na abertura, acompanhando o exterior com os investidores em compasso de espera antes da instalação da comissão especial da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados.

    Às 10:08, o dólar operava estável, a 3,9863 reais na venda. A última vez que a moeda norte-americana fechou na casa dos 4 reais foi em 1º de outubro do ano passado (4,0183 reais).

    Na véspera, a moeda já havia flertado com a marca ao terminar em alta de 1,63 por cento, a 3,9863 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,1 por cento neste pregão.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou para as 11h a instalação da comissão especial, quando devem ser definidos o presidente do órgão e o relator da proposta.

    A comissão especial terá um prazo de 40 sessões, a partir de sua constituição, para proferir parecer, sendo que a apresentação de emendas à proposta tem de ser feita nas 10 primeiras sessões.

    Agentes financeiros veem com bons olhos a atuação de Maia, que desponta novamente como principal fiador da proposta e que tende a desempenhar papel decisivo na discussão do mérito da PEC na comissão especial.

    'Maia deu vários recados positivos na quarta-feira. O mercado gosta de saber que tem alguém que chamou para si a responsabilidade de algo tão grande como a reforma da Previdência', explicou Jefferson Laatus, sócio fundador do Grupo Laatus.

    Segundo um parlamentar experiente, Maia está se colocando como intermediário nas negociações entre o governo e o centrão e também trabalha pela nomeação do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ) para relator da PEC na comissão especial.

    A escolha do relator e do presidente é um dos pontos que mantém investidores na defensiva antes da instalação, explicou Laatus.

    'A dúvida do mercado é quem vai ser o relator, quem vai ser o presidente, como a oposição vai estar posicionada e o posicionamento do centrão também é importante', disse.

    Até que ocorra a instalação de fato, investidores adotam posição de espera, com o dólar operando em alta sobre o real e olhando para o exterior, onde a divisa norte-americana ganha força em meio a uma busca global por proteção.

    O índice do dólar contra uma cesta de moedas subia cerca de 0,1 por cento e operava acima de uma máxima de 23 meses.

    'Se a gente pudesse resumir em uma palavra o cenário externo é expectativa. Com guerra comercial, Brexit, com o que pode sair na cúpula entre Putin e Kim Jong Un, com a expectativa de como vai ser Trump e o processo de impeachment', avaliou Laatus.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 5,350 mil swaps cambiais tradicionais, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de maio, no total de 5,343 bilhões de dólares.

    O BC também informou que começará em 2 de maio a rolagem integral dos 201.785 contratos de swap cambial tradicional com vencimento em 1º de julho de 2019.

    (Por Laís Martins)

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    Imbróglio sobre Previdência empurra dólar a máxima em 3 semanas ante real

    Por José de Castro

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar engatou a segunda alta consecutiva e fechou acima de 3,93 reais nesta quarta-feira, na máxima em três semanas, catapultado pela piora na percepção sobre a evolução da reforma da Previdência no Congresso.

    A volatilidade implícita nas opções de dólar/real de um mês saltou a cerca de 13,5 por cento ao ano, maior patamar desde 1º de abril, num claro sinal do aumento do grau de incerteza no mercado.

    A cotação do dólar interbancário subiu 0,83 por cento, a 3,9343 reais na venda. É o maior patamar para um encerramento desde 27 de março (3,9545 reais).

    Na B3, a referência do dólar futuro tinha alta de 0,88 por cento, a 3,9415 reais.

    'A confusão política só piora. Então é difícil (o mercado) melhorar muito' no curto prazo, lamentou um operador de uma corretora.

    O mercado começou o dia com expectativa de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados votasse ainda nesta quarta-feira a admissibilidade da reforma previdenciária. Mas a CCJ adiou o parecer, que pode ocorrer agora apenas na próxima terça-feira. Integrantes da oposição e até mesmo de legendas que têm simpatia pela reforma, como as do centrão, pressionavam pela mudança de pontos polêmicos.

    A divisa brasileira amargou, mais uma vez, o pior desempenho global nesta sessão, considerando 33 rivais do dólar. Em abril, o real está entre as moedas que mais perdem (sétima maior baixa), enquanto em 2019 ocupa a nona pior colocação na lista.

    O imbróglio sobre a reforma da Previdência coloca o real junto com o rand sul-africano na dupla de moedas (fora a lira turca) que mais tem registrado performance aquém do padrão histórico, especialmente em momentos de demanda por risco, segundo o Goldman Sachs. O banco nota o desempenho mais fraco do real a despeito de um contexto de indicações mais 'dovish' da parte do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA).

    'A natureza do mercado de câmbio (do Brasil) mudou. O real deixou de ser moeda de carrego (que se beneficia de juros altos', disse David Beker, estrategista do BofA.

    Segundo ele, para o real ter performance melhor, será preciso a materialização do que ele chama de 'fluxo de crescimento', derivado de privatizações e compras de ativos no país, por exemplo. Confiante na vinda desses recursos, Beker mantém estimativa de dólar a 3,60 reais ao fim de 2019.

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