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    Dólar termina no maior nível em mais de um mês com preocupações com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou com alta firme e terminou no maior nível em mais de um mês, perto dos 3,90 reais, com a situação da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

    O dólar avançou 0,86 por cento, a 3,8973 reais na venda, maior preço desde os 3,9344 reais de 5 de julho. Na sexta-feira, a moeda já havia subido 1,59 por cento.

    Na máxima desta segunda-feira, foi a 3,9297 reais e, na mínima, a 3,8782 reais. O dólar futuro avançava cerca de 1,1 por cento.

    'A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais', afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    A lira turca registrou novamente forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40 por cento neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Nesta segunda-feira, o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer em fornecer liquidez necessária para os bancos e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade financeira, mas o mercado seguia nervoso.

    'Os investidores se preocupam com o eventual risco sistêmico, que pode deflagrar o contágio e uma consequente crise financeira', escreveu o Banco Confidence em relatório.

    O temor de que a crise turca pudesse se espalhar pelos países emergentes fez com que o dólar subisse frente às moedas desses países, com destaque para o rand sul-africano e o peso mexicano.

    O peso argentino também despencou ante o dólar, influenciado não só pela situação da Turquia como também denúncias de corrupção envolvendo políticos e empresários, o que obrigou o Banco Central do país a elevar os juros a 45 por cento nesta sessão, de 40 por cento antes.

    'Não esperamos que a alta dos juros da Argentina seja o começo de uma série de aumentos de taxas dos bancos centrais de emergentes. A Argentina é um dos poucos emergentes que compartilham vulnerabilidades semelhantes à Turquia', escreveu o economista para mercados emergentes da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Edward Glossop, em relatório.

    Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda norte-americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima, mas o movimento foi curto e logo ganhou tração novamente com a notícia da alta dos juros na Argentina.

    Fonte do Ministério da Fazenda informou à Reuters nesta segunda-feira que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

    Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantiveram o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os candidatos à Presidência têm de registrar suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,16 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    'Não acredito que o Banco Central vá intervir no câmbio por meio de novos leilões de swap. Trata-se de um movimento global, não uma ação isolada e sem volume', justificou o diretor de operações da Mirae, Pablo Spyer ao comentar a alta do dólar de 3,75 reais no começo de agosto para 3,91 reais nesta sessão.

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    Dólar sobe e encosta em R$3,90 com preocupações com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com alta nesta segunda-feira e muito próximo do patamar de 3,90 reais com a situação da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

    Às 12:04, o dólar avançava 0,73 por cento, a 3,8921 reais na venda, depois de acumular ganhos de mais de 4 por cento na semana passada. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,9168 reais. O dólar futuro avançava cerca de 0,75 por cento.

    'A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais', afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    A lira turca tinha forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40 por cento neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Nesta sessão, o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer a fornecer liquidez necessária para os bancos e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade financeira, mas o mercado seguia nervoso.

    O temor de que a crise turca se espalhe pelos países emergentes fazia com que o dólar subisse frente ao rand sul-africano e ao peso mexicano.

    Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda norte-americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima a 3,8782 reais.

    Fonte do Ministério da Fazenda informou à Reuters nesta manhã que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

    Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantinham o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os candidatos à Presidência têm de registrar suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,16 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Dólar salta 1,6% e fecha a R$3,8640 com preocupações com situação turca

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar deu um salto de 1,6 por cento nesta sexta-feira e fechou no maior nível ante o real desde meados de julho, influenciado pela forte aversão ao risco nos mercados internacionais por conta de preocupações com a situação da Turquia.

    O dólar avançou 1,59 por cento, a 3,8640 reais na venda, maior nível desde os 3,8650 reais de 16 de julho. Na máxima, a moeda foi a 3,8753 reais.

    Com o avanço desta sessão, registrou valorização de 4,23 por cento na semana, apagando quase que totalmente o recuo de 4,39 por cento acumulado nas cinco semanas anteriores. O dólar futuro avançava cerca de 1,65 por cento.

    'O movimento da lira turca preocupa praticamente a todos', escreveu a corretora H.Commcor em relatório. 'Os investidores (estão) acionando o 'modo pânico' em meio à preocupação com a solvência daquele mercado', acrescentou.

    O dólar chegou a subir cerca de 20 por cento ante a lira na máxima, com preocupações com a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a política monetária da Turquia e o agravamento das relações com os norte-americanos, que impuseram ainda mais sanções contra o país.

    Erdogan pediu aos turcos que troquem ouro e divisas pela lira para defender a moeda no que chamou de 'batalha nacional', enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a relação de seu país com os turcos 'não está boa neste momento' e que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia.

    Como consequência, o dólar tinha forte alta ante uma cesta de moedas e também sobre divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    A forte aversão ao risco global acabou deixando em segundo plano, momentaneamente, a cena eleitoral brasileira depois da realização do primeiro debate dos candidatos à Presidência na noite passada, que foi considerado morno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,92 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar salta e chega a bater R$3,87 em dia de aversão ao risco no exterior com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia 1 por cento nesta sexta-feira, depois de ter batido no patamar de 3,87 reais, em dia de forte aversão ao risco nos mercados internacionais por conta de preocupações com a situação da Turquia, que enfrenta sanções dos Estados Unidos.

    Às 11:56, o dólar avançava 0,96 por cento, a 3,8399 reais na venda, após ir a 3,8723 reais na máxima do dia. Na véspera, a moeda norte-americana já havia subido 1 por cento ante o real. O dólar futuro avançava cerca de 1 por cento.

    'O movimento da lira turca preocupa praticamente a todos', escreveu a corretora H.Commcor em relatório. 'Os investidores acionando o 'modo pânico' em meio à preocupação com a solvência daquele mercado', acrescentou.

    O dólar saltava cerca de 12 por cento ante a lira

    Erdogan pediu aos turcos que troquem ouro e divisas pela lira para defender a moeda no que chamou de 'batalha nacional', enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a relação de seu país com os turcos 'não está boa neste momento' e que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia.

    Como conseguência, o dólar tinha forte alta ante uma cesta de moedas

    A forte aversão ao risco global acabou deixando em segundo plano, momentaneamente, a cena eleitoral brasileira depois da realização do primeiro debate dos candidatos à Presidência na noite passada e considerado morno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,92 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e vai a R$3,80 com exterior e política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia nesta quinta-feira e já no patamar de 3,80 reais, diante da cautela com a cena eleitoral local e seguindo o cenário externo, em ambiente de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros.

    Às 11:58, o dólar avançava 0,93 por cento, a 3,8007 reais na venda, depois de bater 3,8079 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,75 por cento.

    'Com mais de 30 por cento dos eleitores com votos brancos e nulos, e os eleitores indecisos, o evento é visto como uma grande oportunidade para candidatos melhorarem seu desempenho', escreveu a corretora XP Investimentos em nota, referindo-se ao primeiro debate entre os candidatos à Presidência nesta noite, na TV Band.

    O mercado tem se mostrado bastante sensível à corrida eleitoral, com candidatos que considera mais voltados a reformas e ajustes fiscais sem ganhar tração na preferência do eleitorado, com destaque para Geraldo Alckmin (PSDB).

    Em duas recentes pesquisas realizadas apenas no Estado de São Paulo, o tucano e ex-governador paulista aparece em empate técnico com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

    O mercado também não gostou da notícia de que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram na véspera aumento de 16,38 por cento em seus salários a partir de 2019, encaminhando a proposta ao Ministério do Planejamento, o que deverá gerar efeito cascata em todo o Judiciário.

    Caso aprovado, os reajustes podem aumentar as despesas do governo no ano que vem, cuja meta de déficit primário é de 139 bilhões de reais.

    'Aparentemente, os poderes não intuíram a gravidade da situação fiscal brasileira', afirmou o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre a maioria das divisas de países emergentes, como o peso chileno, diante da percepção de que a intensificação na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China afetaria mais as economias voltadas para a exportação.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,68 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e se aproxima do nível de R$3,80 com exterior e política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia nesta quinta-feira e voltava a se aproximar do patamar de 3,80 reais diante da cautela com a cena eleitoral local e seguindo o cenário externo, em ambiente de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros.

    Às 10:16, o dólar avançava 0,65 por cento, a 3,7904 reais na venda, depois de terminar com leve baixa de 0,03 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,45 por cento.

    'Com mais de 30 por cento dos eleitores com votos brancos e nulos, e os eleitores indecisos, o evento é visto como uma grande oportunidade para candidatos melhorarem seu desempenho', escreveu a corretora XP Investimentos em nota, referindo-se ao primeiro debate entre os candidatos à Presidência nesta noite.

    O mercado tem se mostrado bastante sensível à corrida eleitoral, com candidatos que considera mais voltados a reformas e ajustes fiscais sem ganhar tração na preferência do eleitorado, com destaque para Geraldo Alckmin (PSDB).

    Em duas pesquisas realizadas apenas no Estado de São Paulo, o tucano e ex-governador paulista aparece em empate técnico com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

    O mercado também não gostou da notícia de que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram na véspera aumento de 16,38 por cento em seus salários a partir de 2019, encaminhando a proposta ao Ministério do Planejamento, o que deverá gerar efeito cascata em todo o Judiciário.

    Caso aprovado, os reajustes podem aumentar em pouco menos de 1 bilhão de reais as despesas do governo no ano que vem, cuja meta de déficit primário é de 139 bilhões de reais.

    'Aparentemente, os poderes não intuíram a gravidade da situação fiscal brasileira', afirmou o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre a maioria das divisas de países emergentes, como o peso chileno, diante da percepção de que a intensificação na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China afetaria mais as economias voltadas para a exportação.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar cai frente ao real com cena eleitoral

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar era negociado em baixa ante o real nesta quarta-feira, após ter saltado quase 1 por cento na véspera e com os investidores de olho na cena eleitoral após divulgação de mais uma pesquisa de intenção de voto.

    Às 12:12, o dólar recuava 0,65 por cento, a 3,7426 reais na venda, depois de subir 0,98 por cento na última sessão. O dólar futuro recuava cerca de 0,30 por cento.

    Nesta manhã, foi divulgada pesquisa CNT/MDA mostrando que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 18,9 por cento das intenções de voto no Estado de São Paulo em cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à frente de Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 15,0 por cento.

    Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, os dois presidenciáveis estão em empate técnico.

    'O mercado viu que os dois (candidatos) estão próximos e que ainda é cedo, é preciso começar a campanha de fato', afirmou o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

    Semana passada, pesquisa do Ibope também realizada apenas no Estado de São Paulo mostrou que Alckmin, ex-governador paulista, havia passado à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, embora também estivessem em empate técnico.

    O tucano é o candidato que mais agrada ao mercado por enxergar nele o perfil reformista que considera necessário para a economia. Há expectativas entre os investidores de que Alckmin ganhará tração após fechar acordo com partidos do blocão, garantindo maior tempo na campanha televisiva, e escolher a senadora Ana Amélia (PP) como sua vice.

    O mercado também monitorava o cenário internacional, onde o dólar tinha pequena baixa ante uma cesta de moedas e leves variações sobre algumas divisas de países emergentes.

    O noticiário sobre a guerra comercial entre Estados Unidos e China continuava a ser abastecido. Nesta quarta-feira, Pequim anunciou que vai impor tarifas adicionais de importação de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em produtos norte-americanos, como resposta à mesma medida tomada pelos EUA na véspera.

    'Deve-se ponderar que investidores seguem cada vez mais resilientes a essa situação, indicando maior maturidade e paciência no que tange ao tema, dado que o desfecho e futuros impactos dessa disputa ainda são de delicada análise', escreveu a H.Commcor Corretora.

    Mais cedo, saíram os dados da balança comercial chinesa, que superaram as previsões, boas notícias para as autoridades que buscam amenizar o impacto da disputa comercial com os Estados Unidos.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 1,44 bilhão de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe ante real com exterior; melhora humor com cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, influenciado pela trajetória da moeda norte-americana no exterior em meio a mais temores com a guerra comercial global, mas o maior otimismo com a cena política local compensando parte desse movimento.

    Às 12:00, o dólar avançava 0,49 por cento, a 3,7252 reais na venda, depois de cair 1,32 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,55 por cento.

    'A pesquisa Ibope garantiu uma abertura (dos negócios) em baixa. Mas... com o exterior subindo, o mercado aproveitou os preços atrativos e se posicionou', afirmou o diretor-superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    Logo nos primeiro minutos deste pregão, o dólar chegou a cair para 3,6908 reais, na mínima do dia e atraindo compradores. Na máxima, bateu em 3,7337 reais.

    Os investidores respiravam aliviados após pesquisa Ibope realizada apenas no Estado de São Paulo mostrar que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, passou à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na preferência dos eleitores paulistas na disputa pelo Palácio do Planalto, mas os dois seguiam em empate técnico.

    Alckmin é visto pelos mercados como um político mais comprometido com reformas e ajustes fiscais. O tucano conseguiu o apoio dos partidos do blocão e escolheu a senadora Ana Amélia (PP-RS) como sua candidata a vice, nome que também agrada aos investidores.

    A cena política eleitoral no Brasil ganhou contornos mais definidos neste fim de semana, quando acabou o prazo para os partidos fecharem suas coligações.

    Bolsonaro escolheu o general Hamilton Mourão seu vice na disputa à Presidência da República, enquanto que a Executiva Nacional do PT definiu o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas apontou a até então candidata do PCdoB, Manuela D'Ávila, como futura vice a partir do momento em que a situação jurídica de Lula se resolver.

    No exterior, o sentimento era de cautela, com o dólar subindo frente a uma cesta de moedas fortes em meio à retórica de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.

    A moeda norte-americana também avançava ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 960 milhões de dólares do total que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe ante real com exterior, mas cena política local alivia

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, influenciado pela trajetória da moeda norte-americana no exterior em meio a mais temores com a guerra comercial global, mas o maior otimismo com a cena política local segurava parte desse movimento.

    Às 10:21, o dólar avançava 0,37 por cento, a 3,7209 reais na venda, depois de cair 1,32 por cento na última sessão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,40 por cento.

    'A pesquisa Ibope garantiu uma abertura (dos negócios) em baixa. Mas... com o exterior subindo, o mercado aproveitou os preços atrativos e se posicionou', afirmou o diretor-superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    Logo nos primeiro minutos deste pregão, o dólar chegou a cair para 3,6908 reais, na mínima do dia e atraindo compradores.

    Os investidores respiravam aliviados após pesquisa Ibope realizada apenas no Estado de São Paulo mostrar que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, passou à frente do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na preferência dos eleitores paulistas na disputa pelo Palácio do Planalto, mas os dois seguiam em empate técnico.

    Alckmin é visto pelos mercados como um político mais comprometido com reformas e ajustes fiscais. O tucano conseguiu o apoio dos partidos do blocão e escolheu a senadora Ana Amélia (PP-RS) como sua candidata a vice, nome que também agrada aos investidores.

    A cena política eleitoral no Brasil ganhou contornos mais definidos neste fim de semana, quando acabou o prazo para os partidos fecharem suas coligações.

    Bolsonaro escolheu o general Hamilton Mourão seu vice na disputa à Presidência da República, enquanto que a Executiva Nacional do PT definiu o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas apontou a até então candidata do PCdoB, Manuela D'Ávila, como futura vice a partir do momento em que a situação jurídica de Lula se resolver.

    No exterior, o sentimento era de cautela, com o dólar subindo frente a uma cesta de moedas fortes em meio à retórica de guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.

    A moeda norte-americana também avançava ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano.

    O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de setembro, no total de 5,255 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

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    Dólar acumula queda de 3,16% sobre o real em julho e interrompe 5 meses seguidos de alta

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta ante o real nesta terça-feira, pelo segundo pregão consecutivo, mas conseguiu garantir em julho sua primeira queda mensal desde janeiro graças a um ambiente um pouco mais tranquilo tanto no exterior e quanto na cena eleitoral no Brasil.

    O dólar avançou 0,66 por cento, a 3,7548 reais na venda, encerrando julho em queda de 3,16 por cento, a primeira baixa mensal desde janeiro, quando a desvalorização acumulada foi de 4,05 por cento. No acumulado de 2018, no entanto, o dólar tem forte alta de 13,29 por cento sobre o real.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento no final da tarde.

    Para agosto, entretanto, com a definição dos candidatos à Presidência, coligações e a campanha ganhando tração, a expectativa é de que a cautela volte a ganhar força e a volatilidade retome mais intensamente ao mercado.

    '(De) Agosto a outubro, sugere não um desalento, mas cautelarmente postura defensiva evidenciando sensatez ao longo de um período de extrema relevância para o país', escreveu o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme.

    Termina no próximo domingo o prazo para as convenções partidárias que definirão os candidatos para a corrida presidencial e seus respectivos vices. Dia 15 de agosto é a data limite para o registro das candidaturas, com a campanha começando oficialmente no dia 16 e o horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, no dia 31.

    A opção preferida do mercado é o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, por considerá-lo com perfil mais reformista. O apoio recebido dos partidos do blocão acabou trazendo algum alívio aos investidores, que enxergaram a possibilidade de a candidatura do tucano ganhar tração, já que ele ainda não tem aparecido com muita intenção de votos nas pesquisas.

    'Não dá para prever o dólar no próximo mês, mas não vejo a moeda acima de 4 reais. O Banco Central tem armas para conter alta, temos fluxo, reservas, não tem sentido subir tanto', afirmou o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.

    Na noite passada, o BC indicou que pretende rolar todo o volume de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, que vence no início de setembro, mantendo a estratégia adotada nos últimos meses.

    Fará na quarta-feira leilão de até 4,8 mil contratos e, se mantiver essa mesma oferta e vendê-la até o final do mês, terá rolado o equivalente a 5,255 bilhões de dólares.

    A alta do dólar nesta sessão sofreu principalmente influência externa, em meio à expectativa pelo desfecho do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, no dia seguinte.

    O Fed deve manter as taxas de juros agora, mas o sólido crescimento econômico combinado com inflação em elevação devem mantê-lo no caminho de dois novos aumentos neste ano. O banco central dos EUA elevou as taxas em março e junho, e investidores esperam elevações adicionais em setembro e dezembro.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre boa parte das divisas de países emergentes, como a lira turca e o peso mexicano.

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    Dólar recua ante real com exterior e eleições; fecha 4ª semana seguida de queda

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar caiu frente ao real nesta sexta-feira, acompanhando o movimento no mercado externo após os dados econômicos dos Estados Unidos consolidarem a perspectiva de aumento gradual dos juros na maior economia do mundo, e também com os investidores mais otimistas com a cena eleitoral brasileira.

    O dólar recuou 0,77 por cento, a 3,7179 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,7067 reais no dia. O dólar futuro caía cerca de 0,80 por cento no final da tarde.

    Nesta semana, acumulou desvalorização de 1,48 por cento, marcando o quarto período seguido de perdas, que somaram 4,11 por cento. Assim, a moeda norte-americana caminha para fechar julho com queda acumulada, a primeira desde janeiro passado.

    'Ajudada pelo massivo estímulo fiscal, a economia (dos EUA) desfrutou de forte primeiro semestre deste ano, mas à medida que o estímulo se esvai e a política monetária se torna progressivamente mais apertada, esperamos que o crescimento do PIB desacelere acentuadamente a partir de meados de 2019', escreveu o economista-chefe da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Paul Ashworth.

    O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 4,1 por cento no segundo trimestre, em taxa anualizada e ao ritmo mais rápido em quase quatro anos. Os números vieram em linha com as projeções de economistas consultados pela Reuters.

    Com isso, o mercado mantinha as expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, vai continuar elevando os juros de maneira gradual, ou seja, mais duas vezes neste ano. Juros elevados têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira.

    O dólar recuava frente a uma cesta de moedas, com avaliações de que a economia norte-americana vai desacelerar devido à guerra comercial, sobretudo com a China. O dólar também recuava ante as divisas de países emergentes, como o peso chileno.

    Em depoimento recente no Congresso, o chair do Fed, Jerome Powell, disse que a guerra comercial poderia afetar o crescimento do país e manteve a indicação de gradualismo na política monetária do país.

    Internamente, o mercado seguia mais otimista com o noticiário político e negociações para coligações para as eleições de outubro.

    O principal evento foi o apoio formal dos partidos do blocão ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, visto pelos investidores como um político mais comprometido com ajustes fiscais.

    Nesta manhã, pesquisa de intenção de votos da XP Investimentos mostrou que Alckmin cresceu levemente, dentro da margem de erro. No cenário sem candidato do PT, o tucano apareceu com 10 por cento dos votos, sobre 9 por cento no levantamento anterior, junto com Ciro Gomes (PDT) e atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 23 por cento e Marina Silva (Rede), com 12 por cento.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 13,3 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar sobe mais de 1% com correção e exterior e se reaproxima de R$3,75

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta quinta-feira, voltando a se aproximar do patamar de 3,75 reais, num movimento de correção e acompanhando o mercado externo, mas com os investidores sem tirar o foco da cena política local, na reta final para os partidos fecharem suas coligações para as eleições de outubro.

    O dólar avançou 1,20 por cento, a 3,7468 reais na venda, depois de acumular perdas de 2,14 por cento nos dois pregões passados. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7473 reais.

    O dólar futuro tinha valorização de cerca de 1,60 por cento no final da tarde.

    'O dólar caiu muito nos últimos dias, era natural uma correção, até pelos níveis de preços: 3,70 reais chama comprador', comentou o gestor de derivativos de uma corretora nacional ao citar o noticiário político doméstico recente.

    Nesta manhã, os partidos do blocão, grupo formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, anunciaram formalmente o apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.

    O mercado já havia reagido bem a essa notícia, conhecida no final da semana passada, quando trouxe mais ânimo aos investidores, que consideram o tucano mais comprometido com as reformas econômicas, sobretudo de cunho fiscal.

    No mercado internacional, o dólar avançava ante uma cesta de moedas, também em movimento de recuperação após bater a mínima de duas semanas mais cedo nesta sessão, e subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e a lira turca.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 12,6 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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