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    Dólar fecha praticamente estável ante real, mas sobe em novembro após duas quedas mensais

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a sexta-feira com leve baixa ante o real, com investidores evitando tomar qualquer posição enquanto aguardavam o desfecho do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, no final de semana, com expectativa de que um acordo entre eles alivie as preocupações com o crescimento global.

    Essa preocupação com o mercado externo vista nesta sessão também predominou em novembro, quando o dólar fechou em alta ante o real, após dois meses consecutivos de retração.

    O dólar recuou 0,04 por cento, a 3,8558 reais na venda. No mês, subiu 3,58 por cento e, na semana passada, avançou 0,88 por cento ante o real. Foi a quinta semana consecutiva de valorização. O dólar futuro tinha alta de 0,34 por cento.

    'A cessão onerosa pode fazer o dólar cair, se for votada semana que vem...Se passar, mercado vai entender que foi conquista da articulação do novo governo, então pode ter um mini rali', avaliou o presidente da BeeTech, Fernando Pavani.

    Ele lembrou que a sinalização dovish do Federal Reserve nos últimos dias, indicando que pode não subir tanto os juros nos Estados Unidos, pode ajudar nesse mini rali, já que, com menos taxas na maior economia do globo, os investidores tendem a procurar outras praças mais atrativas, como a brasileira.

    'A aprovação da cessão onerosa pode trazer o dólar a 3,75-3,80 reais', acrescentou o especialista em câmbio da Frente Corretora, Robert Awerianow, ponderando que a questão comercial EUA-China pode manter a cautela nos negócios.

    Nesta sexta-feira, o encontro dos presidentes das duas maiores economias globais, no final de semana, manteve investidores cautelosos. Assim, o dólar acabou subindo ante as outras divisas, fortes e emergentes, como o peso mexicano.

    'As incertezas sobre a questão comercial entre os dois países pairam como uma 'nuvem negra'', escreveu o analista-chefe de mercados da corretora do Reino Unido CMC, Michael Hewson.

    'Um resultado positivo seria uma promessa [de Trump] de atrasar um novo aumento de tarifas em janeiro, com vistas a novas discussões. Novas escaladas de taxações não seriam bem-vindas, dada a desaceleração já observada na maioria dos indicadores econômicos globais.'

    Nesta tarde, Trump disse que há alguns bons sinais nas negociações com a China. 'Estamos trabalhando muito duro. Se conseguirmos um acordo será bom. Eu acho que eles querem. Eu acho que nós gostaríamos. Veremos', disse.

    Internamente, a formação da taxa Ptax de final de mês, usada na liquidação de diversos derivativos cambiais, influenciou na primeira metade do pregão, deixando as cotações mais voláteis e sem tendência.

    No exterior, o dólar operava com pequena em alta ante a cesta de moedas e também ante as divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

    Os investidores também aguardavam novidades sobre a votação do projeto de lei da cessão onerosa, ainda sem acordo.

    O Banco Central anunciou na véspera que iniciará na próxima segunda-feira a rolagem do vencimento de janeiro em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, com oferta de 13.830 contratos.

    Segundo nota da autoridade monetária, o calendário de leilões será mais enxuto, com a conclusão da rolagem até o dia 21 do mês que vem. Vencem em janeiro 10,4 bilhões de dólares em contratos de swap cambial. O estoque total do BC totaliza 68,9 bilhões de dólares.

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    Exterior se sobrepõe e dólar termina novembro em alta; lua de mel com novo governo ainda não acabou

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - Um mês depois do tombo de quase 8 por cento por causa da euforia com a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República, o dólar deve fechar novembro quase 3,5 por cento mais caro do que o real, mas o motivo não tem a ver com o cenário local.

    Profissionais consultados pela Reuters atribuíram a valorização da moeda neste mês sobretudo ao mercado internacional, que ficou mais adverso para o risco em meio a temores com guerra comercial, desaceleração econômica, Brexit, Orçamento italiano e, claro, por que não, alguma expectativa sobre o novo governo do Brasil.

    'O mercado ainda é muito construtivo com o novo governo', resumiu o diretor de Tesouraria do Bank of China, Jayro Rezende.

    O exterior, assim, foi o principal driver do mercado de câmbio em novembro e pode continuar se manifestando em dezembro já que muitas das questões ainda não mostram solução.

    'Quando se pega um cenário internacional complicado..., alta de juros nos Estados Unidos..., economias perdendo força e, aqui, há um vácuo de poder com o Congresso vendendo dificuldades, não há ímpeto para continuar o rali', explicou o presidente da BeeTech, empresa de soluções digitalizadas para transferências para fora do país e câmbio, Fernando Pavani.

    Em setembro, a perspectiva de que a candidatura de Bolsonaro avançaria gerou um fortalecimento do real ante o dólar na reta final do mês, que terminou em baixa de 0,87 por cento. O resultado foi bastante amplificado em outubro, quando a confirmação de sua vitória fez o dólar terminar com o maior recuo mensal desde junho de 2016, num recuo de 7,79 por cento.

    INFLUÊNCIA EXTERNA

    Em novembro, entretanto, o dólar pouco a pouco foi ganhando força, com o exterior se sobrepondo às questões domésticas em grande parte do mês, mas o local também se destacou na última quinzena.

    'Houve fluxo de saída no final de ano e o mercado também ficou um pouco receoso com a implementação das reformas, com o novo governo', disse o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano, ao ponderar que os fundamentos não mudaram. 'Então, em geral, eu imaginaria o dólar voltando para mais perto de 3,70 reais.'

    No final do ano, normalmente, cresce o fluxo de saída de recursos ao exterior, com emissão de lucros e dividendos de empresas a suas matrizes, o que pressiona as cotações da moeda.

    O Banco Central, no entanto, agiu prontamente com a injeção de 3 bilhões de dólares em novos contratos de linha --venda com compromisso de recompra--para irrigar o mercado e ainda anunciou a rolagem de todo o vencimento de linha de dezembro, para tentar conter pressões que prejudicassem a cotação 'normal' da moeda.

    Também já avisou que pretende rolar integralmente os pouco mais de 10 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares-- que vencem em janeiro de 2019.

    VOLATILIDADE

    Em dezembro, quando a liquidez tende a cair ainda mais por causa das férias de final de ano, a volatilidade pode aumentar no mercado de câmbio, ainda mais se muitas das questões externas voltarem a azedar os ânimos dos investidores.

    O Federal Reserve, banco central norte-americano, no entanto, aliviou um pouco a pressão altista da moeda ao sinalizar esta semana que a trajetória de aumento dos juros nos EUA pode ser mais suave do que imaginado, e há expectativa de que os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, cheguem a um acordo na cúpula do G20, em Buenos Aires.

    'O que manda nesse momento é fluxo... se aprovar a cessão onerosa, vai abrir o mercado para a concorrência de empresas estrangeiras e o dinheiro pode voltar', pontuou Rezende, do Bank of China. 'Uma outra pernada de melhora seria com as expectativas se materializando', acrescentou.

    Nesse ponto, além da cessão onerosa, que pode trazer uma receita bilionária para ajudar no ajuste fiscal e ainda ser aprovada durante a transição, há a reforma da Previdência, uma das principais preocupações do mercado.

    Após um novembro sob influência direta de desdobramentos externos, as dúvidas sobre o início do governo Bolsonaro tendem a continuar no radar de investidores e ter mais peso nos próximos meses.

    'Os cem primeiros dias de governo... definem, vemos a vontade do governo de peitar as coisas ou não', comentou o especialista em câmbio Roberto Awerianow, da Frente Corretora.

    'Parece que o mercado se esqueceu como é um período de transição. Há muita ansiedade.'

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    Dólar tem leves oscilações ante real de olho no exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com pequenas oscilações ante o real neste último pregão de novembro, com a formação da taxa Ptax de final de mês deixando o mercado mais técnico na primeira metade do dia, mas com o exterior de pano de fundo, diante das expectativas com o G20, na Argentina.

    O mercado aguarda o desfecho do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China no final de semana, com esperança de algum acordo comercial entre as partes que alivie as preocupações com o crescimento global.

    Às 10:02, o dólar recuava 0,09 por cento, a 3,8539 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em alta de 0,43 por cento, a 3,8575 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,45 por cento.

    'Passada a formação da Ptax, mercado pode colar no mercado externo e também focar o noticiário local', resumiu o presidente da BeeTech, Fernando Pavani.

    A taxa Ptax de final de mês é usada para a liquidação de muitos derivativos cambiais e sua formação de preço acaba colocando numa 'briga' os investidores que apostam na alta e os que apostam na baixa.

    Na véspera, já houve pressão no dólar por conta da formação dessa taxa, o que fez com que a moeda fechasse no Brasil na contramão no exterior, onde predominou a indicação 'dovish' do chairman do Federal Reserve, banco central norte-americano, Jerome Powell, de que a trajetória dos juros nos Estados Unidos pode ser interrompida antes do inicialmente previsto.

    A ata do último encontro de política monetária do Fed, divulgada depois do fechamento do dólar aqui, acabou corroborando a fala de Powell, embora tenha confirmado mais um aumento em dezembro.

    As expectativas estão voltadas nessa sessão para o encontro do G20, onde Trump pode enfim chegar a um acordo ou ao menos aliviar a retórica usada com a China e tranquilizar o nervosismo dos investidores, sobretudo com o crescimento mundial.

    'As incertezas sobre a questão comercial entre os dois países pairam como uma 'nuvem negra'', escreveu o analista-chefe de mercados da corretora do Reino Unido CMC, Michael Hewson.

    'Um resultado positivo seria uma promessa [de Trump] de atrasar um novo aumento de tarifas em janeiro, com vistas a novas discussões. Novas escaladas de taxações não seriam bem-vindas, dada a desaceleração já observada na maioria dos indicadores econômicos globais.'

    No exterior, o dólar operava com pequena em alta ante a cesta de moedas e também ante as divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

    Internamente, os investidores aguardavam novidades sobre a votação do projeto de lei da cessão onerosa, ainda sem acordo.

    O Banco Central anunciou na véspera que iniciará na próxima segunda-feira a rolagem do vencimento de janeiro em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, com oferta de 13.830 contratos.

    Segundo nota da autoridade monetária, o calendário de leilões será mais enxuto, com a conclusão da rolagem até o dia 21 do mês que vem. Vencem em janeiro 10,4 bilhões de dólares em contratos de swap cambial. O estoque total do BC totaliza 68,9 bilhões de dólares.

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    Dólar tem leves oscilações ante real dividido entre exterior, Ptax e cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira, dividido entre o exterior benéfico em dia de força das divisas emergentes e a cautela local com o novo adiamento da votação da cessão onerosa no Senado, com alguma volatilidade por conta da formação da Ptax de final de mês.

    Às 12:06, o dólar avançava 0,25 por cento, a 3,8505 reais na venda, depois de acumular perda de quase 2 por cento nos dois pregões anteriores.

    Na mínima, a moeda foi a 3,8331 reais e, na máxima, a 3,8745 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade

    'Os dados dos EUA fizeram a moeda perder força aqui...o exterior se sobrepôs ao local', explicou um operador de derivativos de um banco local.

    O núcleo do índice de preços PCE dos Estados Unidos, principal medida acompanhada pelo banco central do país, ficou abaixo do esperado ao subir 0,1 por cento em outubro, indicando que a pressão inflacionária no país diminuiu.

    Essa leitura reforça ainda mais o discurso 'dovish' da véspera do chairman do Fed, Jerome Powell, sinalizando que os aumentos de juros nos EUA podem ser menos intensos do que se esperava inicialmente.

    Mais cedo, a cena local se sobrepôs ao exterior, onde as divisas emergentes se fortalecem ainda ecoando a fala de Powell da véspera.

    'Temos um ajuste técnico após duas quedas, influenciado pela briga pela Ptax e ainda pelo novo capítulo da cessão onerosa', disse mais cedo um profissional da mesa de derivativos de uma corretora estrangeira.

    Ele se referia ao novo adiamento da votação, pelo Senado, do projeto de lei da cessão onerosa. Na véspera, o presidente da Casa, Eunício Oliviera (MDB-CE), disse que ainda não há entendimento. Integrantes do atual e do futuro governo discutem uma maneira de dividir parcela dos recursos a serem obtidos com a aprovação do projeto entre Estados e municípios.

    Segundo Eunício, ainda há resistências por parte do governo atual, por entender que a medida poderia ferir o chamado teto de gastos.

    'O risco de o projeto de lei não poder ser alterado via MP poderia levar a alterações via emendas, o que levaria a atrasos para sua aprovação dado que o projeto retornaria à Câmara', acrescentou a corretora XP Investimentos.

    O leilão do pré-sal poderia gerar receita de até 130 bilhões de dólares para a União, o que ajudaria o novo governo no difícil trabalho de ajuste fiscal, que só será efetivo se o governo também conseguir aprovar a reforma da Previdência.

    O movimento do dólar também era influenciado pela formação da taxa Ptax de final de mês, usada na liquidação de diversos derivativos cambiais, o que já trazia volatilidade aos negócios.

    No fim do dia, será divulgada a ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve, o que também pode adicionar cautela ao longo da sessão.

    O Banco Central vendeu nesta sessão os 13,14 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares, que faltavam para concluir a rolagem de 12,217 bilhões de dólares que vencem em dezembro.

    Em janeiro, segundo dados do site da autoridade monetária, vencem 10,373 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional.

    'Acredito que o BC deve repetir o comportamento dos meses anteriores e logo anunciar que pretende fazer a rolagem integral desses contratos', disse o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    Ainda nesta sessão o Banco Central fará seu terceiro leilão de linha, desta vez para rolagem do total de 1,25 bilhão de dólares que vencem em 4 de dezembro. Nos dois anteriores, injetou novos recursos.

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    Dólar recua ante real com definição de Campos Neto no BC e sinais do Fed

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou em queda de mais de 1 por cento por cento ante o real nesta sexta-feira com o mercado recebendo bem a definição sobre o comando do Banco Central no governo de Jair Bolsonaro, com Roberto Campos Neto à frente da autoridade monetária, e após integrantes do Federal Reserve darem sinais sobre trajetória futura de juros dos Estados Unidos em entrevistas.

    O dólar recuou 1,12 por cento, a 3,7399 reais na venda. Na semana, subiu 0,1 por cento. Na mínima da sessão a moeda chegou a 3,7307 reais e na máxima foi a 3,7837 reais.

    O dólar futuro caía cerca de 1,20 por cento.

    Além do anúncio de Campos Neto, ajudou no bom humor do mercado de câmbio nesta sessão entre feriado e fim de semana o anúncio de que Mansueto Almeida permanecerá no cargo de Secretário do Tesouro Nacional.

    'Há bom humor em função da confirmação do Mansueto no Tesouro e a escolha do Roberto Campos Neto para presidência do BC', afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    'Ele (Roberto Campos Neto) é tido como um economista na linha do avô dele, extremamente liberal, identificado com as tesourarias do mercado financeiro e certamente é um nome que dará sequência a toda a política do BC implementada pelo Ilan (Goldfajn), até então preferido pelo mercado', completou.

    Nesta sexta-feira o BC informou que o diretor de Política Econômica, Carlos Viana, acertou que permanecerá no cargo por 'tempo considerável'.

    Nos Estados Unidos, o vice-chair do Federal Reserve, Richard Clarida, declarou que a taxa de juros norte-americana está perto das estimativas do banco central de uma taxa neutra e que o neutro 'faz sentido', influenciado na cotação do dólar ante uma cesta das principais moedas.

    'Dados dos EUA estão mostrando para o Fed que estão com menos ímpeto de alta de juros', afirmou o diretor de operações da corretora Mirae, Pablo Spyer.

    O Fed já elevou os juros três vezes neste ano e há ampla expectativa de uma nova alta em dezembro.

    Declarações de Clarida e do presidente do Federal Reserve de Dallas, Robert Kaplan, levaram o dólar a cair a uma mínima de uma semana contra uma cesta de moedas.

    Além disso, permaneceu a cautela em relação ao Brexit, depois que a premiê britânica, Theresa May, anunciou que se mantém firme à retirada do Reino Unido da União Europeia em março, mesmo após renúncia de importantes ministros.

    Parlamentares planejam submeter May a uma moção de censura na próxima semana caso consigam as cartas necessárias, o que ameaçaria seu governo e colocaria a aprovação do seu plano de Brexit em xeque.

    A libra fechou em alta ante o dólar, que caiu 0,55 por cento contra uma cesta das principais moedas.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 6,8 bilhões de dólares do total de 12,217 bilhões de dólares que vence em dezembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar sobe ante real monitorando exterior e noticiário político

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, monitorando o mercado externo, em meio às preocupações com a saída do Reino Unido da União Europeia e com o orçamento italiano, além do cenário político local.

    A expectativa por novos nomes da equipe do governo Jair Bolsonaro mantém alguma cautela no mercado, com as atenções voltadas para as informações de que o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy ocupará a presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Às 12:06, o dólar avançava 0,23 por cento, a 3,7448 reais na venda, depois de bater a máxima de 3,7613 reais. O dólar futuro subia 0,45 por cento.

    O feriado do Dia do Veterano nos Estados Unidos, no entanto, pode encolher a liquidez local, já que muitos investidores devem ficar do mercado mesmo com as bolsas norte-americanas funcionando nesta sessão.

    'A semana é mais curta, mas está carregada de eventos relevantes', disse o operador da Advanced Corretora Alessandro Faganello, citando indicadores norte-americanos nos próximos dias que podem dar pistas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos, bem como o fim do prazo para a Itália redefinir seu orçamento dentro das regras da União Europeia.

    O prazo para a Itália refazer seu orçamento com uma projeção de déficit menor termina na terça-feira. O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, visitará seus principais ministros nesta segunda-feira para discutir o plano, de acordo com fontes.

    Uma outra fonte do governo disse à Reuters no domingo que o ministro da Economia está buscando revisar a previsão para o crescimento no orçamento para o próximo ano para tentar chegar a um acordo com a Comissão sobre a política fiscal.

    Além disso, crescem as dúvidas sobre se a primeira-ministra britânica, Theresa May, poderá elaborar um acordo do Brexit que conquistará o apoio da União Europeia e seu próprio partido, já que ela vem enfrentando resistências em seu próprio gabinete e foi forçada a abandonar planos de uma reunião emergencial nesta segunda-feira, de acordo com o jornal Independent.

    Desta forma, o euro tinha queda ante o dólar, enquanto a moeda norte-americana subia ante a cesta de moedas, já tendo atingido a máxima em 16 meses nesta sessão.

    Internamente, causou boa impressão no mercado a provável entrada de Levy na presidência do BNDES, bem como as especulações sobre uma possível continuidade de Mansueto Almeida no Tesouro e a ida de Ana Paula Vescovi, secretária executiva do Ministério da Fazenda, para a presidência da Caixa.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,76 bilhões de dólares do total de 12,217 bilhões de dólares que vence em dezembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar tem leves oscilações ante real monitorando exterior antes de Fed e noticiário político local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves oscilações ante o real nesta quinta-feira monitorando o cenário externo, em dia de decisão de política monetária do Federal Reserve, e com os investidores à espera de novidades sobre a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro e a reforma da Previdência.

    O dólar recuou 0,50 por cento, a 3,7395 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em queda de 0,50 por cento, a 3,7395 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,20 por cento.

    'A eleição de meio de mandato nos Estados Unidos foi boa para reduzir o ímpeto de o Fed subir os juros. Embora a reunião de hoje seja menos importante porque não se espera aumento das taxas, é importante porque o mercado quer saber o que o banco central vai escrever', explicou o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos José Faria Júnior.

    Na terça-feira, eleições parlamentares nos Estados Unidos garantiram o comando da Câmara dos Deputados ao Partido Democrata, enquanto os republicanos de Donald Trump garantiram a continuidade de seu domínio no Senado.

    Dessa forma, é esperado que Trump tenha dificuldades, por exemplo, de implementar uma nova rodada de corte de impostos, o que poderia fazer com que o Federal Reserve tivesse mais trabalho em assegurar a inflação sob controle. Por ora, o Fed prevê pelo menos 5 altas de juros até o início de 2020, com um aumento em dezembro, três em 2019 e o último no início do ano seguinte.

    Essa trajetória pode ser mais suave ou, pelo menos, não ter necessidade de ser reforçada com o novo quadro político dos EUA.

    O dólar operava em alta ante a cesta de moedas

    Internamente, os investidores continuavam acompanhando o noticiário político, à espera novidades sobre a reforma da Previdência e também a formação do novo governo.

    A notícia de que o governo poderá promover alterações na Previdência por meio de medidas infraconstitucionais, ou seja, sem serem emendas à Constituição, teve uma leitura positiva pelos agentes.

    'O (presidente Michel) Temer deveria ter feito isso há muito tempo. As medidas infraconstitucionais não dependem de maioria', avaliou Faria Júnior, para quem essa notícia juntamente com a aprovação da urgência para cessão onerosa ajudam a aliviar a pressão no dólar.

    Na véspera, os Senadores aprovaram requerimento que confere o regime de urgência para projeto de lei que promete viabilizar a realização de um mega leilão de áreas para a produção de petróleo do pré-sal.

    Por outro lado, também aprovaram reajuste de 16,38 por cento para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com impacto bilionário nas contas públicas.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,6 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 12,217 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar fecha outubro com maior queda mensal desde junho de 2016; nesta sessão, sobe ante real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou outubro com a maior queda porcentual ante o real desde junho de 2016, com o resultado da corrida presidencial brasileira levando a moeda a se afastar do pico do Plano Real, acima de 4 reais, para o patamar de 3,70 reais, com o qual deve continuar flertando por enquanto.

    Nesta sexta-feira, com a formação da taxa Ptax de final de mês, a moeda trabalhou bastante pressionada pela manhã, mas a alta perdeu força à tarde, embora tenha se sustentado até o fechamento sob influência do exterior.

    O dólar avançou 0,87 por cento, a 3,7227 reais na venda, acumulando, em outubro, queda de 7,79 por cento, a maior desde o recuo de 11,05 por cento de junho de 2016.

    Na mínima da sessão, foi a 3,6876 reais e, na máxima, a 37456 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento.

    'Para o dólar cair mais daqui para a frente, é preciso algo mais concreto, notícias de medidas', comentou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo, para quem o término das eleições presidencias voltou a aproximar o exterior do mercado local.

    'Via de regra, o cenário externo se sobrepõe às questões locais e lá fora o viés é de valorização', emendou, ao acrescentar que além de monitorar fatores como a trajetória de alta do juro nos Estados Unidos, as novidades sobre o novo governo também seguirão no foco dos agentes no mês que tem início nesta quinta-feira.

    Os investidores estão no período de lua de mel com o governo eleito e, por enquanto, o que foi falado tem agradado, como a possibilidade de independência do Banco Central, intenção de votar a reforma da Previdência ainda este ano, redução do número de ministérios e uma superpasta chefiada pelo liberal Paulo Guedes englobando Planejamento, Fazenda e Desnvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

    Mas, no exterior, além da trajetória de juros nos Estados Unidos, há cautela com os desdobramentos da guerra comercial, sobretudo com a China, já que paira sobre o país a possibilidade de novas tarifas pelos Estados Unidos se um acordo não for fechado, e com o crescimento global. Na Europa, a Itália e seu orçamento e o Brexit são os focos de tensão.

    'O cenário global continua hostil, portanto a história brasileira depende apenas da agenda local e dos fluxos locais. Em outras palavras, os investidores globais não vão comprar o Brasil a menos que a situação (global) se acalme', comentou um diretor de Tesouraria de um banco estrangeiro.

    Nesta quarta-feira de fechamento de mês, as bolsas norte-americanas subiram, se recuperando das vendas generalizadas recentes, e o dólar avançou ante as divisas de países emergentes, após a China divulgar dados mais fracos e os Estados Unidos, mais fortes --sobre o mercado de trabalho, reforçando as expectativas otimistas para o relatório do mercado de trabalho fora do setor agrícola na sexta-feira.

    O dólar tinha leve alta ante a cesta de moedas, mantendo-se em sua máxima de 16 meses e avançava mais fortemente ante as divisas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

    Esse movimento externo se somou à formação da taxa Ptax de final de mês, durante a manhã, e levou o dólar a subir mais de 1 por cento na máxima do dia aqui no Brasil, para se acomodar bem abaixo disso no fechamento.

    A taxa Ptax de final de mês é usada para corrigir diversos contratos de derivativos cambiais.

    'A moeda deve continuar oscilando ao redor dos 3,70 reais muito provavelmente até o 1º trimestre de 2019, visto que a transição governamental está somente sendo iniciada', avaliou o diretor da NGO Corretora Sidnei Nehme.

    Com a oficialização, nas urnas, do cenário que mais agradava ao mercado, havia alguma expectativa em torno do futuro dos swaps cambiais tradicionais, mas o BC sinalizou na véspera que pretende rolar integralmente o vencimento de dezembro, de 12,217 bilhões de dólares.

    Em outubro até a terça-feira, o dólar caiu 8,58 por cento, ou quase 35 centavos de real, o que criava a expectativa de que a autoridade monetária poderia deixar de rolar parte de seu estoque de 68,864 bilhões de dólares.

    Na noite da véspera, no entanto, o BC já anunciou leilão para esta quinta-feira leilão de 13,6 mil contratos, volume que, se repetido até o final do mês e vendido integralmente, rolará o total de dezembro.

    Dólar ante real - 2018

    Mês Variação

    Janeiro -4,05%

    Fevereiro 1,97%

    Março 1,77%

    Abril 6,16%

    Maio 6,66%

    Junho 3,76%

    Julho -3,16%

    Agosto 8,46%

    Setembro -0,87%

    Outubro 7,79%

    (Edição de Camila Moreira e Iuri Dantas)

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    Dólar sobe e volta a R$3,70 com correção após vitória de Bolsonaro

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O primeiro pregão após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições presidenciais terminou com o dólar em alta e de volta ao nível de 3,70 reais, com investidores embolsando lucros recentes enquanto monitoram a divulgação de detalhes sobre o futuro governo.

    O dólar avançou 1,39 por cento, a 3,7053 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,5822 reais na abertura dos negócios. Na máxima, à tarde, atingiu os 3,7185 reais. O dólar futuro tinha valorização de cerca de 1,8 por cento.

    'Não acabou o bom humor (com a vitória de Bolsonaro). Está havendo uma zeragem de posições, uma realização', disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado ao explicar a inversão da trajetória do dólar da queda registrada pela manhã para uma alta.

    Entre o primeiro e o segundo turno da eleição presidencial, o dólar perdeu 20 centavos de real com o mercado montando posições para a decisão de domingo passado, em que o capitão da reserva do Exército de 63 anos derrotou o petista Fernando Haddad.

    Na sexta-feira, o dólar chegou a atingir o menor valor em cinco meses, devido ao otimismo dos investidores com a proximidade de vitória de Bolsonaro.

    'Existia ainda algum hedge nas posições para o risco Haddad, que foi logo devolvida na abertura', completou Alessie Machado.

    Com boa parte da vitória de Bolsonaro já precificada, os investidores estão de olho agora nos próximos passos do governo de Bolsonaro, principalmente no que se refere à economia.

    'Os próximos drivers para o dólar local serão a divulgação da equipe econômica e esclarecimentos em relação ao plano de governo', afirmou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara, referindo-se a questões como controle de gastos e reforma da Previdência.

    Em seu primeiro discurso após ser declarado vitorioso, Bolsonaro prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o país, além de defender compromisso com a responsabilidade fiscal.

    O economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo e foi o principal motivo para Bolsonaro angariar o apoio do mercado financeiro, declarou que buscará zerar o déficit fiscal em um ano, além de colocar a reforma da Previdência como prioridade.

    Já o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse que o BC no novo governo trabalhará com a definição de variações para juros e câmbio, e que buscará dar maior previsibilidade a empresários em relação à oscilação da moeda norte-americana.

    Ao ser questionando sobre o estabelecimento de uma meta para câmbio, contudo, ele negou que a investida esteja nos planos, mas não deu detalhes sobre como a dinâmica para o dólar eventualmente vai funcionar.

    A correção no mercado doméstico acabou ganhando força no período da tarde, quando o mercado externo piorou e o dólar firmou-se em alta ante a maioria das divisas emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano. O maior valor, no entanto, se dava ante peso mexicano após o presidente eleito Lopez Obrador cancelar o projeto de um novo aeroporto na Cidade do México, no valor de 13 bilhões de dólares.

    Ante a cesta de moedas, o dólar subia em dia de fraqueza do euro após a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ter declarado que não buscará uma reeleição como presidente do partido, marcando o fim de uma era de 13 anos em que ela dominou a política europeia.

    A notícia de que o governo dos Estados Unidos poderá aplicar tarifas sobre todos os produtos chineses importados pelos EUA, se falhar o encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, acabou azedando as bolsas norte-americanas e espalhando a aversão ao risco para o mercado de moedas.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 7,70 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta amanhã e vendê-la integralmente, terá feito a rolagem total dos contratos.

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    Dólar firma alta ante real com correção e à espera de novidades sobre planos do novo governo

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de alta ante o real nesta segunda-feira, em um movimento de correção das quedas recentes e com o mercado à espera de esclarecimentos sobre os planos de governo de Jair Bolsonaro (PSL) após a vitória nas eleições presidenciais.

    Às 14:56, o dólar avançava 0,82 por cento, a 3,6844 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,5822 reais logo após a abertura. Na máxima, o dólar foi a 3,7074 reais ao ultrapassar um ganho de 1 por cento.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,2 por cento.

    'Não acabou o bom humor (com a vitória de Bolsonaro). Está havendo uma zeragem de posições, uma realização', disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado ao explicar a inversão da trajetória do dólar da queda registrada pela manhã para uma alta.

    Entre o primeiro e o segundo turno da eleição presidencial, o dólar perdeu 20 centavos de real com o mercado montando posições para a decisão de domingo passado, em que o capitão da reserva do Exército de 63 anos derrotou o petista Fernando Haddad.

    Na sexta-feira, o dólar chegou a atingir o menor valor em cinco meses, devido ao otimismo dos investidores com a vitória de Bolsonaro.

    'Existia ainda algum hedge nas posições para o risco Haddad, que foi logo devolvida na abertura', completou Alessie Machado.

    Com boa parte da vitória de Bolsonaro já precificada, os investidores estão de olho agora nos próximos passos do governo de Bolsonaro, principalmente no que se refere à economia.

    'Os próximos drivers para o dólar local serão a divulgação da equipe econômica e esclarecimentos em relação ao plano de governo', afirmou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara, referindo-se a questões como controle de gastos e reforma da Previdência.

    Em seu primeiro discurso após ser declarado vitorioso, Bolsonaro prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o país, além de defender compromisso com a responsabilidade fiscal.

    O economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo e foi o principal motivo para Bolsonaro angariar o apoio do mercado financeiro, declarou que buscará zerar o déficit fiscal em um ano, além de colocar a reforma da Previdência como prioridade.

    No exterior, o dólar ganhava força ante as divisas de países emergentes e já subia ante o peso chileno, embora o maior avanço ocorresse ante o peso mexicano após uma votação em consulta pública pela interrupção das obras de um aeroporto parcialmente construído na Cidade do México no valor de 13 bilhões de dólares. O cancelamento custaria 6,1 bilhões de dólares.

    Ante a cesta de moedas, o dólar subia em dia de fraqueza do euro após a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ter declarado que não buscará uma reeleição como presidente do partido, marcando o fim de uma era de 13 anos em que ela dominou a política europeia.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 7,70 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta amanhã e vendê-la integralmente, terá feito a rolagem total dos contratos.

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    Dólar opera em queda ante real com eleição de Bolsonaro

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda ante o real nesta segunda-feira após as urnas confirmarem as pesquisas eleitorais e darem a vitória a Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República, com os investidores na expectativa da implementação da responsabilidade fiscal com a qual ele se comprometeu.

    Às 12:10, o dólar recuava 0,32 por cento, a 3,6430 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,5822 reais logo após a abertura. Na máxima, o dólar foi a 3,6481 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,10 por cento.

    Na sexta-feira, a moeda já havia recuado ao seu menor valor em cinco meses, diante da expectativa de vitória do capitão da reserva do Exército no domingo.

    'Boa parte da vitória já estava precificada', lembrou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara, ao justificar por que o recuo do dólar perdeu força e a moeda passou a se afastar das mínimas da sessão.

    A crença de que Bolsonaro seria eleito na véspera fez com que o dólar ficasse mais barato em 20 centavos de real entre o primeiro e segundo turno, mas a continuidade desta queda passa a depender do que o novo governo vai implementar de fato.

    'Os próximos drivers para o dólar local serão a divulgação da equipe econômica e esclarecimentos em relação ao plano de governo', afirmou Miziara, referindo-se a questões como controle de gastos e reforma da Previdência.

    Em seu primeiro discurso após ser declarado vitorioso, Bolsonaro prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o país, além de defender compromisso com a responsabilidade fiscal.

    O economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo e foi o principal motivo para Bolsonaro angariar o apoio do mercado financeiro, declarou que buscará zerar o déficit fiscal em um ano, além de colocar a reforma da Previdência como prioridade.

    No exterior, o dólar opera em queda ante a maioria das divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e a lira turca.

    Ante a cesta de moedas, no entanto, o dólar sobe, em dia de fraqueza do euro após a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ter declarado que não buscará uma reeleição como presidente do partido, marcando o fim de uma era de 13 anos em que ela dominou a política europeia.

    No geral, entretanto, seguem as preocupações com a guerra comercial e seus efeitos sobre o crescimento, sobretudo da China, e sobre Brexit, orçamento italiano e alta de juros nos Estados Unidos.

    'A longa lista de problemas lá fora volta a ganhar destaque e pode inibir a queda (do dólar ante o real) daqui em diante', disse o diretor da corretora Mirae, Pablo Spyer.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 7,70 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta amanhã e vendê-la integralmente, terá feito a rolagem total dos contratos.

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    Após seis semanas de queda ante real, dólar tem menor valor em 5 meses com expectativa de vitória de Bolsonaro

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou a sexta-feira com queda firme e a 3,65 reais, menor valor em 5 meses, com os investidores otimistas com o desfecho eleitoral do domingo, acreditando na vitória de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT).

    Desta forma, o mercado minimizou não só a pesquisa Datafolha da véspera, que mostrou uma distância menor entre os dois candidatos, como também o cenário externo adverso nesta sessão.

    O dólar recuou 1,32 por cento, a 3,6546 reais na venda, menor valor desde os 3,6483 de 24 de maio de 2018. Na semana, a moeda dos EUA recuou 1,62 por cento ante o real.

    O dólar acumulou perdas ante o real pela sexta semana consecutiva, acumulando, no período, retração de 12,29 por cento.

    A sequência de seis quedas semanais se iguala à registrada entre 26 de junho e 4 de agosto de 2017, intervalo no qual a moeda norte-americana recuou 6,40 por cento e é a maior sequência desde as nove semanas consecutivas de baixa, entre 19 de dezembro de 2016 a 17 de fevereiro de 2017, quando o dólar ficou 8,78 por cento mais barato que o real.

    Na mínima, a moeda foi a 3,6442 reais e, na máxima, a 3,7310 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 1,50 por cento.

    'O mercado olha que não dá tempo de Haddad tirar a quantidade de votos necessária para vencer', comentou o economista-chefe do Banco Confidence, Robério Costa, ao destacar que a pesquisa Datafolha, entretanto, pesou negativamente no início do negócios, quando o dólar chegou a subir.

    Os levantamentos XP/Ipespe e Crusoé/Empiricus/Paraná, também divulgados pela manhã, contudo, mostraram números melhores para Bolsonaro, levando uma reversão do movimento.

    Segundo o Datafolha, a distância entre Bolsonaro e Haddad caiu 6 pontos em uma semana, para 12 pontos. Além disso, a rejeição a Bolsonaro variou para 44 por cento, de 41 por cento, enquanto a de Haddad oscilou para 52 por cento, de 54 por cento.

    O levantamento XP/Ipespe manteve distância de 16 pontos entre ambos, enquanto a Crusoé/Empiricus/Paraná também manteve praticamente inalterada a distância de 21 pontos.

    À tarde, o dólar renovou mínimas ante o real com alguns investidores zerando posições compradas antecipando o desfecho das urnas no domingo.

    No exterior, a alta do dólar também perdeu força ante as divisas de países emergentes e ajudou a aliviar a trajetória local. O ambiente de aversão ao risco, no entanto, predominou, com destaque para a nova sessão de forte queda das bolsas norte-americanas.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 7,315 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Raquel Stenzel e Iuri Dantas)

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