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    Dólar recua mais de 1% ante real acompanhando otimismo no exterior

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou em queda de mais de 1 por cento ante o real nesta terça-feira, refletindo otimismo no exterior, após acordo de parlamentares norte-americanos que pode evitar uma nova paralisação e expectativas para negociações entre EUA e China.

    O dólar recuou 1,31 por cento, a 3,7137 reais na venda. A moeda tocou 3,7032 reais na mínima e alcançou 3,7482 reais na máxima da sessão.

    O dólar futuro operava em queda de 1,2 por cento.

    Segundo o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, notícias sobre um acordo para tentar evitar nova paralisação do governo nos EUA e o andamento das negociações entre Washington e Pequim favoreceram ativos de risco.

    Nesse cenário, a divisa norte-americana, considerada um porto seguro, acabou sendo preterida.

    Parlamentares nos EUA selaram o acordo na noite de segunda-feira. O presidente Donald Trump disse que ainda não havia decidido sobre o pacto, mas acrescentou que outra paralisação parcial parece improvável.

    A guerra comercial entre EUA e China também esteve no foco de atenções, com o representante de Comércio e o secretário do Tesouro dos EUA desembarcando em Pequim para negociações comerciais com o objetivo de fechar um acordo antes de 1º de março, data em que está previsto um aumento das tarifas dos EUA sobre produtos chineses.

    Trump disse que poderá prorrogar o prazo se os dois países estiverem perto de um acordo completo, acrescentando que espera se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, para selar o pacto em algum momento.

    'O externo é o que mais está influenciando o nosso mercado, para o bem e para o mal. Há aquele impasse EUA e China, me parece que estão esculpindo a possibilidade de um grande acerto', avaliou o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    Internamente, a agenda econômica continuou no radar, com o mercado especulando sobre possíveis avanços relativos à reforma da Previdência, apostando que o presidente Jair Bolsonaro deixe o hospital nos próximos dias.

    O porta-voz da Presidência indicou que Bolsonaro poderá ter alta já na quarta-feira, mas que está dependendo de uma avaliação médica.

    'O mercado viu que Bolsonaro está saudável e voltando às atividades... Tem coisas que o pessoal não está tocando porque precisa dele, travou o governo. Há um projeto, mas quem vai dar início a esse projeto é o presidente. Esse é o ponto nefrálgico de todo o governo', afirmou Galhardo.

    Além da definição de Bolsonaro sobre o texto, o mercado também monitora a articulação política do governo para assegurar os votos necessários no Congresso.

    O BC vendeu 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalente à venda futura de dólares. Assim rolou 4,132 bilhões de dólares dos 9,811 bilhões que vencem em março.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar ronda estabilidade ante real em meio a apetite por risco no exterior e foco na Previdência

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar rondava a estabilidade ante o real nesta terça-feira, em meio a um ambiente de maior apetite por risco no exterior e com foco na reforma da Previdência, tema da reunião ministerial desta terça-feira.

    Às 12:03, o dólar recuava 0,11 por cento, a 3,6688 reais na venda, depois de encerrar na véspera com alta de 0,29 por cento, a 3,6728 reais.

    O dólar futuro tinha variação positiva de 0,05 por cento.

    A reforma da Previdência é o tema da reunião ministerial desta terça-feira, que, na ausência de Bolsonaro, será presidida vice-presidente, Hamilton Mourão. O encontro ocorre a partir das 9h, no Palácio do Planalto.

    Na segunda-feira, o jornal O Estado de S. Paulo publicou em seu site reportagem citando uma minuta preliminar da proposta de reforma da Previdência, prevendo, entre outros pontos, idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil.

    No fim do dia, o secretário especial da Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, se pronunciou, dizendo que o texto veiculado é apenas uma das propostas que estão sob análise do governo.

    Mourão também se pronunciou após o vazamento, afirmando que ao próprio presidente Bolsonaro não agrada a ideia de ter idades mínimas iguais para homens e mulheres.

    Na avaliação de alguns participantes do mercado, a dissonância nas falas de membros do governo começa a dar sinais de um desgaste, que, ainda que de forma extremamente sutil, pode alimentar um novo ceticismo no mercado com relação à reforma.

    Segundo o gerente de câmbio da Icap Corretora, Italo Abucater, já é certo que haverá uma reforma da Previdência, o que está em aberto, na verdade, são os cortes e mudanças que o texto proposto pelo governo sofrerá na tramitação.

    'Ela (reforma da Previdência) vai vir por uma questão de necessidade. A questão é sobre como o mercado vai precificar os cortes que virão. Esses cortes, de que forma ficariam dentro da original? Aí sim o mercado vai reagir', afirmou.

    No lado externo, o mercado aguarda o discurso de Estado da União que Trump fará na noite desta terça-feira, em que deve fazer pressão sobre o muro na fronteira com o México, além de tocar pontos de política externa, como Venezuela e negociações comerciais entre EUA e China.

    Uma sinalização favorável de Trump no que diz respeito a comércio pode alimentar o apetite por risco, que vem sendo moderadamente impulsionado por dados fortes de emprego nos EUA e uma abordagem mais moderada do Federal Reserve.

    O Banco Central brasileiro vendeu nesta sessão 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 1,549 bilhão de dólares do total de 9,811 bilhões que vencem em março.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar tem leve alta ante real com mercado atento a eleições no Congresso

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha leve alta no pregão desta sexta-feira ante o real, com o mercado atento ao Congresso, que deve ter um dia agitado com a eleição das presidências de cada Casa, e após dados mais fortes do que o esperado sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos.

    Às 12:20, o dólar avançava 0,60 por cento, a 3,6808 reais na venda, após fechar na véspera com queda de 1,77 por cento, a 3,6588 reais.

    O dólar futuro operava em alta de cerca de 0,9 por cento.

    O Congresso elege nesta sexta-feira os presidentes da Câmara e do Senado, e as respectivas Mesas Diretoras.

    Na Câmara, o favorito é o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que costurou uma ampla aliança de partidos para apoiá-lo. Seu principal adversário é o vice-presidente Fábio Ramalho (MDB-MG), que tenta surpreender.

    No Senado, o ex-presidente da Casa Renan Calheiros (AL) foi escolhido na véspera candidato do MDB, que tem a maior bancada da Casa, derrotando Simone Tebet (MS) em votação apertada. São vários os nomes que se apresentaram como pré-candidatos, entre eles Tasso Jereissati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Álvaro Dias (PODE-PR).

    Na avaliação de participantes do mercado, o nome de Renan Calheiros para o Senado agrada o ministro da Economia, Paulo Guedes.

    'É importante reforçar que Renan, embora um símbolo da chamada 'velha política', agrada ao ministro Paulo Guedes por sua maior capilaridade entre os partidos; ou seja, com maior potencial de sucesso na iminente aprovação da reforma da Previdência', afirmou a operadora H.Commcor em nota.

    A definição das mesas diretoras é importante pois permitirá que o governo comece a avançar com a sua agenda econômica, inclusive a tão aguardada reforma da Previdência.

    'Existe uma expectativa muito positiva com relação aos nomes que estão em pauta. Caso seja confirmada essa expectativa, a tendência é que haja uma valorização do real, diante da perspectiva de que a reforma da Previdência pode ganhar mais força', afirmou o operador de um banco nacional.

    Após um pregão de bom humor com a sinalização mais moderada do Fed na véspera, o salto na criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos em janeiro ajudava a sustentar o dólar ante o real.

    A criação de vagas de trabalho nos EUA saltou em janeiro para o ritmo mais forte em 11 meses, indicando força na economia apesar da perspectiva sombria que deixou o Federal Reserve cauteloso sobre os novos aumentos dos juros neste ano. Entretanto, os dados de novembro e dezembro foram revisados para baixo.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 10,33 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 516,5 milhões de dólares do total de 9,811 bilhões que vencem em março.

    (Por Laís Martins)

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    Após seis altas, dólar recua 1% e fecha a R$3,7633 com fala de Guedes

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou em queda ante o real nesta quarta-feira, quebrando sequência de seis pregões de alta, com o mercado recebendo positivamente comentários do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a reforma da Previdência.

    O dólar fechou em baixa de 1,11 por cento, a 3,7633 reais na venda. Na máxima da sessão, a moeda chegou a 3,8128 reais e na mínima alcançou 3,7620 reais. O dólar futuro operava em queda de 1,4 por cento.

    Nos seis pregões anteriores, a moeda acumulou valorização de 2,88 por cento ante o real.

    Em Davos, na Suíça, Guedes afirmou à Bloomberg TV que a maior prioridade é a reforma da Previdência e que cortará mais da metade do déficit fiscal como resultado da reforma. O ministro está em Davos em razão do Fórum Econômico Mundial.

    'Embora seja bem otimista essa expectativa de zerar o déficit em 2019, a postura dele (Guedes) de falar o que o mercado queria ouvir deu essa força para o real', afirmou o corretor da operadora H.Commcor, Cleber Alessie Machado.

    Desde segunda-feira, o mercado está sob expectativa de informações sobre a reforma da Previdência vindas de Davos, o que foi de certa forma frustrado após um discurso genérico do presidente, Jair Bolsonaro, na terça-feira.

    Nesta quarta-feira, uma entrevista coletiva que teria a participação de Guedes e Bolsonaro foi cancelada de última hora, mas não houve uma forte reação do mercado.

    Na visão da estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, a reunião entre Guedes e alguns investidores estrangeiros na véspera pode já ter sido suficiente para 'passar a mensagem' sobre as reformas que o novo governo pretende.

    'A mensagem de certa forma foi passada, isso acaba influenciando mais do que a visão negativa do cancelamento... O que foi falado ontem pode ter sido suficiente para a explicação do tema das reformas para investidores', ponderou Fernanda.

    Agentes de mercado também continuam acompanhando a guerra comercial entre EUA e China, que ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira com uma declaração de um assessor econômico da Casa Branca de que pode haver um acordo até 1º de março.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 10,72 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar recua levemente ante real com mercado aguardando Guedes em Davos

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuava levemente ante o real nesta quarta-feira, à medida que o mercado volta a olhar para o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na expectativa por sinalizações do ministro da Economia, Paulo Guedes, após um discurso genérico do presidente Jair Bolsonaro na véspera.

    Às 10:19, o dólar recuava 0,35 por cento, a 3,7925 reais na venda, após terminar o pregão anterior com alta de 1,25 por cento, a 3,8057 reais. O dólar futuro operava em queda de cerca de 0,8 por cento.

    O mercado volta a concentrar sua atenção no Fórum Econômico Mundial na expectativa de alguma sinalização sobre a reforma da Previdência por parte do ministro da Economia, que deve falar à imprensa por volta das 13h (horário de Brasília).

    'Eu vejo que ele vai reforçar a ideia de uma economia liberal. Ele é um pouco mais enfático pelo que pude perceber até o momento, tende a tocar um pouco mais na ideia de abertura econômica. O Brasil está em Davos para dar um recado a investidores', afirmou o economista da Geral Investimentos, Denilson Alencastro.

    Na véspera, houve certa frustração entre investidores que aguardavam a fala de Bolsonaro em busca de alguma pista ou sinal sobre a reforma da Previdência.

    Em um discurso genérico à plateia de empresários e lideranças em Davos, Bolsonaro disse que seu governo tem credibilidade 'para fazer as reformas de que precisamos e que o mundo espera de nós', mas não entrou em detalhes.

    À noite, durante um jantar com empresários, Bolsonaro disse que realizar a reforma faz parte do dever de casa de seu governo e que espera obter apoio do Congresso para aprovar essa e outras pautas.

    'Principalmente, a fala do Bolsonaro em relação à reforma, que ele não tinha falado no discurso, acabou ajudando a recuar no início da sessão', afirmou Alencastro, sobre o movimento de queda após a abertura.

    Na terça-feira, o dólar encerrou o pregão com forte avanço, tendo fechado acima dos 3,80 reais pela primeira vez desde o dia 2 de janeiro.

    Além da frustração com a ausência de informações sobre a Previdência, também pesou sobre o dólar, próximo ao fim do pregão, um recuo nas negociações entre China e Estados Unidos noticiado pelo Financial Times.

    Temores de uma desaceleração na economia global e incertezas sobre as negociações comerciais entre EUA e China têm movido as negociações na ausência de grandes novidades no plano nacional.

    'No real em relação a dólar estamos nesse dilema entre exterior e Brasil. O Brasil ainda pode, à medida que a reforma (da Previdência) se concretizar, pesar um pouco mais para baixo ainda esse ano', avaliou Alencastro.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de fevereiro, no total de 13,398 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Por Laís Martins)

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    Dólar tem leves oscilações ante real com exterior após Powell reforçar paciência do Fed sobre juros

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava leves oscilações ante o real nesta sexta-feira, monitorando a trajetória da divisa norte-americana no exterior um dia depois de o chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, reiterar que o banco central dos Estados Unidos será paciente em suas decisões sobre a trajetória de aumento de juros no país.

    Às 10:15, o dólar avançava 0,02 por cento, a 3,7098 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em alta de 0,58 por cento, a 3,7091 reais. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,10 por cento.

    'O aumento gradual de juros nos Estados Unidos pode ser interrompido a qualquer momento', destacou o diretor da assessoria de câmbio FB Capital, Fernando Bergallo, ao destacar o efeito positivo da comunicação recente do banco central norte-americano.

    Na véspera, Powell mais uma vez indicou que o Fed terá paciência em relação à política monetária ao destacar que não existe plano para a trajetória futura do aumento de juros.

    Segundo ele, a perspectiva de duas altas de juros indicada no encontro de política monetária de dezembro estava condicionada a uma perspectiva muito forte para 2019. Powell ponderou, no entanto, que 'essa perspectiva ainda pode acontecer', embora o Fed não tenha um caminho preestabelecido para as taxas.

    As expectativas positivas com as negociações entre EUA e China também ajudavam a busca pelo risco no mercado global nesta sessão. Autoridades norte-americanas esperam que o principal negociador comercial da China visite Washington neste mês, sinalizando que discussões de alto nível devem acontecer após as conversas desta semana entre autoridades de nível intermediário em Pequim.

    O dólar operava em queda ante a cesta de moedas

    Internamente, os investidores também digeriam o noticiário sobre as negociações do governo para suas propostas de ajuste fiscal.

    'Estamos tendo uma precificação positiva do provável ajuste fiscal', destacou Bergallo, para quem as notícias de uma possível proposta de reforma da Previdência mais dura tem agradado.

    'Mas o dólar pode ir até 3,60 reais, no máximo, até fevereiro. Além, só quando a matéria estiver pautada no Congresso', avaliou, ao citar como positivo ainda o aval do governo para o acordo Embraer-Boeing, já que mostra seu viés liberal.

    O governo decidiu não exercer seu poder de veto, abrindo caminho para a aliança de 5,3 bilhões de dólares da Embraer com a Boeing .

    A moeda norte-americana, no entanto, tinha uma pressão de alta ainda por conta de um forte fluxo de saída que já içou a moeda na véspera.

    O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 13,398 bilhões de dólares.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar tem pequenas oscilações ante real monitorando exterior e à espera de Previdência

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava pequenas oscilações ante o real nesta quinta-feira, com investidores ainda à espera de medidas concretas após o término das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e também na expectativa pela proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro.

    Às 11:56, o dólar recuava 0,07 por cento, a 3,6851 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em baixa de 0,75 por cento, a 3,6878 reais, menor nível desde 26 de outubro de 2018. Na mínima, a moeda foi a 3,6757 reais. O dólar futuro subia 0,05 por cento.

    'O mercado ainda está em lua de mel com o governo e isso acaba aliviando a pressão externa', disse o operador de câmbio Jefferson Laatus, sócio da LAATUS Educacional. 'Esse movimento pode durar até o discurso de Powell', acrescentou.

    O chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, falará nesta tarde e o mercado vai procurar pistas além do que já trouxe a ata do último encontro de política monetária do banco central norte-americano, divulgada na véspera.

    O documento informou que muitos membros da autoridade monetária afirmaram no mês passado que poderiam ser pacientes sobre os futuros aumentos da taxa de juros e alguns até mesmo não apoiaram o aumento decidido pelo banco central norte-americano em dezembro.

    Na ocasião, o Fed reduziu a duas sua expectativa de altas de juros este ano, mas, na semana passada, Powell já havia indicado que a autoridade seria paciente na trajetória de aumento de juros.

    'O mercado gosta dos porquês. Assim, vai buscar na fala dele se vai subir ou não os juros e porque disso. Quer algo mais claro', acrescentou Laatus.

    Essa expectativa ganha relevância ainda maior diante dos temores de desaceleração econômica global, que ganharam ainda mais força nesta quinta-feira após os preços ao produtor na China avançaram em dezembro no ritmo mais fraco em mais de dois anos, um sinal preocupante de riscos deflacionário.

    O mercado também avalia sinais mistos das negociações comerciais entre EUA e China. Os chineses disseram que os três dias de negociações em Pequim estabeleceram uma 'fundação' para resolver as diferenças entre os dois países, mas não deram nenhum detalhe sobre as questões mais importantes.

    Internamente, seguia a expectativa otimista com o novo governo e uma proposta robusta de ajuste fiscal no que se refere à reforma da Previdência.

    Na véspera, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que até 2 milhões de benefícios previdenciários deverão ser auditados por terem indícios de irregularidades, dentro do escopo da medida provisória antifraude que deve ser assinada até segunda-feira pelo presidente Jair Bolsonaro.

    'Por ora, o mercado deve ficar rondando os 3,70 reais, um pouco para cima, um pouco para baixo, a depender do noticiário. Podemos sair desse nível quando tivermos mais dados com a reforma, saber a disposição dos novos parlamentares', acrescentou Laatus.

    O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,69 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar fecha abaixo de R$3,70, no menor nível desde outubro, por otimismo com exterior e Previdência

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou novamente nesta quarta-feira e fechou abaixo de 3,70 reais pela primeira vez em mais de dois meses, acompanhando o comportamento da moeda no mercado externo após o término das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e em meio à expectativa de anúncio de uma proposta de reforma da Previdência pelo governo Jair Bolsonaro.

    O dólar recuou 0,75 por cento, a 3,6878 reais na venda, menor nível desde 26 de outubro passado, quando fechou a 3,6546 reais. Desde 1º de novembro o dólar não fechava abaixo de 3,70 reais.

    Foi a quinta queda em seis pregões, levando a moeda norte-americana a acumular no ano até agora recuo de 4,85 por cento. Na mínima desta sessão, a moeda foi a 3,6758 reais e, na máxima, a 3,7128 reais.

    O dólar futuro tinha queda de 0,73 por cento, tendo ampliado a queda após a divulgação da ata da reunião de dezembro do comitê de política monetária do Federal Reserve.

    'O que o governo tem apresentado é positivo, mas agora precisamos de ação', ponderou a estrategista de câmbio do banco Ourinvest Fernanda Consorte.

    Na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião com o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que a reforma do atual modelo de Previdência será acompanhada pela criação de um regime de capitalização, que trará ganhos mais fortes para o sistema.

    Guedes disse ainda que a reforma não será fatiada e que o governo estuda proposta com regra de transição 'da mesma profundidade' da que existia antes, que considerava um tempo de 20 anos para a travessia.

    Nesta manhã, Onyx acrescentou que o presidente Jair Bolsonaro decidirá na próxima semana sobre a proposta que será apresentada e enfatizou que a intenção é apresentar um pacote único ao Congresso para reformar o sistema previdenciário, ao invés de uma reforma fatiada.

    'Precisamos ver o que de fato vai ser discutido no Congresso', acrescentou Fernanda Consorte, ressaltando que, até que os parlamentares voltem ao trabalho, em fevereiro, os investidores locais devem continuar sendo os mais 'animados' com Brasil.

    Isso porque o mercado externo ainda tem questões que prejudicam os emergentes, como a desaceleração global decorrente da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    No entanto, predominou nesta sessão o otimismo de que EUA e China possam avançar na direção de um acordo comercial após três dias de reuniões, aliviando os temores de uma guerra comercial generalizada.

    O gabinete do Representante de Comércio dos EUA informou nesta quarta-feira que a China prometeu comprar 'um volume substancial' de bens e serviços agrícolas, energéticos e manufaturados dos Estados Unidos. Além disso, afirmou que os dois países discutiram 'maneiras de alcançar imparcialidade, reciprocidade e equilíbrio nas relações comerciais' entre eles.

    O editor de um jornal estatal chinês afirmou em uma publicação em uma mídia social acreditar que a China e os EUA divulgarão um comunicado na quinta-feira sobre as negociações desta semana.

    Essa perspectiva ajudava o dólar a recuar ante a cesta de moedas e também ante divisas de emergentes, como o peso mexicano.

    Após o fechamento do dólar à vista, o Federal Reserve divulgou a ata do último encontro de política monetária, quando os juros foram elevados pela quarta vez no ano nos EUA. A ata mostrou, contudo, que muitos membros do Fed defenderam paciência em relação a altas futuras dos juros.

    'As condições financeiras pioraram um pouco na margem, o que tende a elevar a probabilidade de que o Fed ainda pode revisar para baixo as duas altas de juros previstas no comunicado para as próximas reuniões', avaliou a GO Asssociados em relatório.

    Pesquisa da Reuters com economistas indicou que a expectativa é que o dólar fique em torno de 3,7650 reais até o fim de 2019, de acordo com a mediana das estimativas de 26 analistas. As projeções para o câmbio em um, três e seis meses na pesquisa ficaram próximas desse nível, embora alguns especialistas alertem para instabilidades conforme o governo do presidente Jair Bolsonaro busca a aprovação das aguardadas reformas econômicas.

    O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,02 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar cai para menor valor em 2 meses, perto de R$3,70, com ajuda externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - Depois de dois dias acompanhando à distância o mercado externo, o dólar no Brasil 'colou' nesta sexta-feira na trajetória externa e encerrou em baixa pela terceira sessão consecutiva, perto de 3,70 reais, após declarações chairman do Federal Reserve, Jerome Powell.

    O dólar recuou 1,04 por cento, a 3,7147 reais na venda, menor nível desde 1º de novembro, quando fechou a 3,6943 reais.

    Nos três primeiros pregões de 2019, que coincidem com a semana, a moeda norte-americana acumulou baixa de 4,15 por cento ante o real. Foi a terceira semana seguida de queda do dólar ante a moeda brasileira.

    Na mínima desta sessão, o dólar recuou a 3,7101 reais e, na máxima, subiu a 3,7865 reais. O dólar futuro caía 1,06 por cento.

    'Powell trouxe um discurso de que a economia está boa, tem potencial de continuar crescendo, com inflação sob controle, trazendo euforia ao mercado', explicou o economista-sênior do Banco Haitong, Flávio Serrano.

    O chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que apesar do bom momento, o banco central norte-americano será sensível aos riscos ressaltados por investidores e será paciente com a política monetária em 2019.

    'Estamos sempre preparados para mudar a postura da política monetária de maneira significativa, se necessário', disse Powell.

    Antes de sua fala, o dólar havia se firmado em alta após dados robustos sobre o mercado de trabalho norte-americano que, segundo Serrano, já reduziam 'um pouco as preocupações de uma recessão' nos EUA.

    Foram criadas 312 mil vagas de emprego fora do setor agrícola no mês passado nos EUA, o maior ganho desde fevereiro. Os dados de outubro e novembro foram revisados para mostrar um acréscimo de 58 mil empregos ante o que tinha sido anteriormente relatado.

    A taxa de desemprego também subiu para 3,9 por cento, de uma mínima de quase 49 anos em novembro, de 3,7 por cento, com o mercado de trabalho mais forte atraindo alguns norte-americanos desempregados.

    No exterior, o dólar, que também estava subindo ante uma cesta de moedas depois da divulgação dos dados do mercado de trabalho dos EUA, voltou a cair com a fala do Powell. A divisa norte-americana também caía ante divisas de emergentes como a lira turca.

    No começo do dia, o ambiente já era positivo no exterior após notícia sobre nova rodada de negociações entre China e Estados Unidos no começo da próxima semana.

    'Depois de um telefonema entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, que ambos os lados descreveram como positivo, esta reunião da próxima semana é vista com bons olhos e, segundo alguns especialistas, a probabilidade de chegar a um acordo dentro de 90 dias está aumentando', destacou em nota a corretora XP Investimentos.

    Além disso, a China cortou o compulsório dos bancos para ajudar a amparar a economia, que sente os efeitos da guerra comercial com os Estados Unidos.

    O mercado local, no entanto, ficou um tempo descolado do exterior por causa da entrevista dada na véspera pelo presidente Jair Bolsonaro, na qual sinalizou uma proposta de reforma previdenciária que foi entendida como mais leve, com idade mínima de aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres.

    'Ao longo o dia, o mercado também foi reavaliando a leitura sobre as declarações de Bolsonaro. Não é porque ele falou em idade mínima de 62-57 anos que necessariamente é ruim', disse Serrano, ressaltando que ainda faltam informações sobre a proposta.

    O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 2,01 bilhões de dólares do total de 13,398 bilhões de dólares que vencem em fevereiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar cai no último pregão do ano, mas sobe 16,94% ante real em 2018

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar terminou o último pregão do ano em queda e abaixo de 3,90 reais, mas fechou dezembro e 2018 em alta, sob influência principalmente do mercado internacional, que deve seguir impactando os negócios no início de 2019 em meio às preocupações com o desfecho da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    O dólar recuou 0,48 por cento, a 3,8757 reais na venda nesta sexta-feira, encerrando dezembro em alta de 0,52 por cento. Em novembro, a moeda havia subido 3,58 por cento.

    No ano, o dólar ficou 16,94 por cento mais caro ante o real. Foi o segundo ano seguido de elevação: em 2017, a moeda havia avançado 1,99 por cento.

    Na mínima desta sexta-feira, a moeda foi a 3,8306 reais e, na máxima, a 3,8964 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade.

    'A expectativa do mercado em relação ao governo Bolsonaro segue positiva... se o exterior deixar, há espaço para o dólar se acomodar mais para baixo', avaliou o economista-chefe do UBS Brasil e ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon.

    O exterior foi uma das principais razões a pressionar a alta do dólar ante o real, diante das preocupações com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e seus impactos sobre o crescimento econômico mundial.

    Indicadores recentes mostraram arrefecimento na China e os dados dos EUA também começam a indicar alguma indecisão, o que pode levar o banco central norte-americano a ser ainda mais dovish na sua ação do que foi em sua retórica no último encontro de política monetária deste ano.

    Na ocasião, o Fed reduziu a duas, de três, o número de altas de juros em 2019, mas o mercado espera que a autoridade possa reduzir esse número ou até mesmo nem subir os juros no ano que inicia na próxima semana.

    Esse também é um dos assuntos no foco do mercado em 2019, enquanto que, do lado doméstico, os trabalhos do novo governo também estão na mira e podem ajudar o câmbio a se acomodar num patamar mais baixo.

    Nesta sexta-feira, declarações do vice-presidente eleito, General Mourão, ajudaram nesse sentido. Em entrevista a dois jornais, ele defendeu o aproveitamento da proposta de reforma da Previdência que já tramita no Congresso pelo governo Jair Bolsonaro, a fim de que a medida seja aprovada pelo parlamento ainda no primeiro semestre de 2019. Também defendeu que a proposta seja aprovada de uma única vez.

    'A declaração de Mourão sobre a votação da reforma da Previdência única, e não fatiada, tem grande importância. O mercado tem pressa, quer ação', destacou o operador de câmbio da corretora Advanced Corretora Alessandro Faganello.

    O desempenho do dólar ante o real também acompanhou a trajetória de queda global da moeda norte-americana ante outras divisas nesta sexta-feira, em dia de recuperação dos ativos com algum alívio na cautela recente.

    O dólar cedia ante a cesta de moedas e também ante as divisas emergentes, como o rand sul-africano, num movimento também ajudado pelo avanço dos preços do petróleo no mercado internacional.

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    Dólar tem maior preço desde 2 de outubro, acima de R$3,90, com exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu e terminou no maior nível desde o começo de outubro, acima de 3,90 reais, em mais um dia de aversão ao risco global reforçada pelas preocupações com o Brexit, que se somaram às referentes à guerra comercial Estados Unidos-China e desaceleração global.

    O dólar avançou 0,73 por cento, a 3,9187 reais na venda, nível mais alto desde os 3,9349 reais de 2 de outubro passado.

    Foi a quinta alta seguida, período no qual avançou 1,99 por cento. Na máxima da sessão, foi a 3,9466 reais e, na mínima, a 3,8917 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,40 por cento.

    'Dado que não temos muito o que esperar no curto prazo (no mercado local), estamos ligados ao externo. E não acredito que o investidor esteja colocando muito prêmio', disse o operador de câmbio da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado ao destacar que pontos importantes, como a reforma da Previdência, só devem ocorrer no próximo ano.

    'O único fato mais relevante e capaz de garantir um eventual rali até o fim do ano seria um Federal Reserve sendo ainda mais claro em sua leitura de desaceleração do ritmo de aperto monetário atual', acrescentou ao citar o encontro de política monetária do banco central dos Estados Unidos nos dias 18 e 19 de dezembro.

    Após discursos recentes de autoridades da instituição sobre proximidade da taxa de juros neutra, há expectativa de que o Fed sinalize o fim do ciclo de aperto monetário.

    Os investidores estão cautelosos com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que ganhou um adicional com a prisão de executiva da empresa chinesa Huawei, o que levanta preocupações de que a trégua acertada entre os presidentes das duas nações no G20 não sirva para se chegar de fato a um acordo.

    Há ainda a preocupação sobre a desaceleração econômica mundial, sobretudo depois que a China mostrou exportações e importações crescendo muito menos do que se esperava em novembro, já refletindo o desaquecimento gerado pela briga comercial e que tem o agravante de que o país registrou maior superávit com os Estados Unidos no mês passado.

    Engrossou a lista a decisão a primeira-ministra britânica, Theresa May, de suspender a votação pelo parlamento britânico, prevista para terça-feira, do acordo costurado por ela com a União Europeia para o Brexit, já que ela tinha grandes chances de sair derrotada.

    'O Brexit só veio piorar o que já estava ruim', comentou um gestor de derivativos de uma corretora estrangeira sobre a decisão de May num momento de aversão ao risco global.

    Com isso, o dólar disparou ante a cesta de moedas, avançava ante divisas emergentes como o peso chileno e a libra bateu a mínima de 20 meses.

    O dólar operava em alta ante a cesta de moedas e ante outras divisas de países emergentes, como o rand sul-africano.

    'A taxa de câmbio brasileira passou de R$/US$ 3,70 para R$/US$ 3,90. A principal razão para essa desvalorização foi o cenário externo, ainda bastante preocupante no âmbito do crescimento da economia mundial', escreveu a SulAmérica Investimentos sobre o Brasil.

    Internamente, o foco estava voltado para as denúncias envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, que podem impactar o futuro governo.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 13,83 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 4,149 bilhões de dólares do total de 10,373 bilhões de dólares que vence em janeiro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final da próxima semana, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Camila Moreira e Iuri Dantas)

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