alexametrics
Conectando

    NOTÍCIAS SOBRE dolar

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar tem leves oscilações ante real de olho em exterior

    Dólar tem leves oscilações ante real de olho em exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava leves oscilações ante o real, depois de nova atuação discricionária do Banco Central, que levou a moeda a perder força ante o real, depois de ter subido mais cedo ao patamar de 3,78 reais com temores sobre disputas no comércio internacional.

    Às 16:00, o dólar avançava 0,14 por cento, a 3,7684 reais na venda, depois de ir a 3,7839 reais na máxima do dia. O dólar futuro caía cerca de 0,10 por cento.

    O mercado já vinha trabalhando atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

    E no meio da tarde o BC fez leilão de até 20 mil novos contratos, colocando integralmente 1 bilhão de dólares, totalizando 5 bilhões de dólares dos cerca de 10 bilhões de dólares que ele previu injetar no sistema nesta semana.

    Se o BC não colocar os 10 bilhões de dólares até esta sexta-feira, ele vai dar a entender que dará continuidade (aos leilões) , avaliou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

    O BC também ofertou e vendeu integralmente neste pregão 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. Assim, já rolou 7,04 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

    Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

    O dólar abriu em baixa acompanhando o cenário internacional, onde a moeda norte-americana recua ante divisas de países emergentes num processo de correção, mesmo tendo como pano de fundo os temores de recrudescimento de guerra comercial entre Estados Unidos e China.

    A ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor sobretaxas de 20 por cento sobre exportações de veículos da União Europeia (UE), um mês depois que seu governo iniciou análise sobre se as importações de veículos europeus representam ameaça à segurança nacional, acabou levando o dólar a abandonar a trajetória de baixa no mercado doméstico, mesmo tendo sustentado no exterior.

    O mercado é cauteloso..., sensível à alta. Então, qualquer notícia incomoda e o mercado se junta para puxar , afirmou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado.

    O dólar caía frente a uma cesta de moedas e ante divisas de países emergentes, como o peso chileno e mexicano, o que continha o movimento de valorização ante o real.

    Os mercados também estavam sob a expectativa do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC

    Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do Brasil pela Copa do Mundo da Rússia pela manhã.

    O mercado também estava atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

    Às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. O dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares.

    Para este pregão, por enquanto, o BC apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho.

    A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

    Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

    No exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre Estados Unidos e China, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno.

    Apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

    Os investidores ficam atentos ao 'risco Lula', às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima terça-feira (26) , escreveu a corretora CM Capital Markets.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar firma queda ante real após nova atuação do BC

    Dólar firma queda ante real após nova atuação do BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de baixa e operava perto do patamar de 3,75 reais após o Banco Central intensificar sua atuação no mercado de câmbio nesta quinta-feira.

    Até esta tarde, a moeda norte-americana era negociada com leves variações, em meio a preocupações com o exterior e com o mercado de olho na cena política local.

    Às 16:28, o dólar recuava 0,39 por cento, a 3,7678 reais na venda, depois de subir 1 por cento na véspera. Na máxima deste pregão, a moeda norte-americana foi a 3,8046 reais e, na mínima, a 3,7534 reais.

    O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,15 por cento.

    O BC não está deixando a moeda ir além dos 3,80 reais , afirmou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

    Pela manhã, quando o dólar chegou ao patamar de 3,80 reais, a autoridade monetária ofertou e vendeu integralmente 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, o que reduziu o movimento de alta da moeda norte-americana naquele momento.

    Durante a tarde, no entanto, o dólar voltou a subir e o BC fez o segundo leilão, com as mesmas condições e resultados do primeiro. Com isso, já injetou o equivalente a 4 bilhões de dólares em swaps, do total de 10 bilhões de dólares prometido para esta semana.

    O BC também realizou leilão de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho, vendidos integralmente. Assim, já rolou 6,6 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    Entre os dias 8 e 15 passados, o BC já havia feito leilões de novos swaps, equivalentes a 24,5 bilhões de dólares, para tentar acalmar os mercados diante de preocupações com a cena externa e política local, a poucos meses das eleições de outubro.

    Acho que ele deveria deixar o câmbio flutuar um pouco. Espero que anuncie apenas que vai atuar no mercado cambial quando necessário , acrescentou Foresti, para quem o efeito surpresa poderia ter mais efeito sobre o mercado.

    A opinião é compartilhada por outros especialistas, que avaliam que o mercado esteve mais racional nesta semana e o BC apenas deveria reforçar que seguirá monitorando as condições, sem anunciar previamente o volume das intervenções que pretende fazer.

    Durante a sessão, além do exterior, o mercado também monitorava o cenário político doméstico, diante da dificuldade de candidatos que considerem mais comprometidos com o ajuste fiscal de subirem nas pesquisas de intenção de voto.

    Outra preocupação era o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode colocar em liberdade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para o dia 26. Nessa situação, ele seria um forte cabo eleitoral, podendo favorecer a disputa de candidatos que menos agradam aos investidores.

    No mercado externo, o dólar operava em queda ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe 1% e se reaproxima de R$3,80, com correção e à espera de BC

    Dólar sobe 1% e se reaproxima de R$3,80, com correção e à espera de BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar viveu um pregão de extremos nesta quarta-feira, ao fechar com alta de 1 por cento e se reaproximar do patamar de 3,80 reais com os investidores à espera de mais intervenções do Banco Central e depois de ter recuado 1 por cento mais cedo com alívio diante do exterior e cena política local.

    O dólar avançou 1,03 por cento, a 3,7827 reais na venda, depois de ir a 3,7064 reais na mínima do dia e a 3,7880 reais na máxima. O dólar futuro subia cerca de 1 por cento no final da tarde.

    O mercado fez algumas compras, mas esperava que o Banco Central atuasse novamente. Ele colocou pouco swap hoje , disse o gerente de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    No começo da tarde, quando a queda do dólar já havia perdido força após investidores comprarem diante do baixo preço, o BC voltou a atuar no mercado, depois de ter ficado de fora na véspera, ao anunciar e vender integralmente a oferta de até 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares.

    Esse foi o segundo leilão dessa semana com novos contratos, período em que o BC informou que injetaria o equivalente a 10 bilhões de dólares em swaps. Até agora, foram 2 bilhões de dólares.

    A autoridade também já havia vendido a oferta integral de até 8.800 swaps para rolar os contratos que vencem em julho. Já rolou 6,160 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares e, se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, fará rolagem integral.

    Passado o leilão, no entanto, o dólar voltou a ganhar tração para acabar o dia em alta.

    Mais cedo, o dólar foi negociada em queda diante de algum alívio com a cena política local. Levantamento do Instituto Paraná feito apenas no estado de São Paulo mostrou que o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) seguia liderando, com 21,4 e 21,6 por cento das intenções de votos em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 18,4 e 19,1 por cento nos mesmos cenários sem o petista.

    Em pesquisa realizada em fevereiro passado pelo mesmo instituto, também ouvindo apenas eleitores paulistas, Bolsonaro tinha 23,4 e 23,5 por cento nesses cenários, com Alckmin com 22,1 e 23,2 por cento.

    O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que os investidores consideram como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

    Também pesou a greve dos caminhoneiros, em maio, que alimentou as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

    O recuo do dólar ante o real pela manhã também foi influenciado pelo cenário externo, onde os mercados cambiais davam um respiro depois que a China sinalizou tolerância a uma moeda mais forte ao fixar um ponto médio diário mais forte do que o esperado. O dólar operava estável ante uma cesta de moedas e recuava frente a algumas divisas de países emergentes.

    Na véspera, o mercado internacional viveu movimento de aversão ao risco diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe cerca de 1% ante real com aversão ao risco global diante de temores comerciais

    Dólar sobe cerca de 1% ante real com aversão ao risco global diante de temores comerciais

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com alta firme ante o real nesta terça-feira, diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

    Às 10:00, o dólar avançava 0,96 por cento, a 3,7758 reais na venda, depois de terminar a véspera em alta de 0,27 por cento, a 3,74 reais.

    Na máxima, a moeda subiu 1,22 por cento, a 3,7855 reais, logo após a abertura. O dólar futuro tinha elevação de cerca de 0,75 por cento.

    A China teria de impor tarifas sobre tudo o que comprasse dos EUA para manter essa resposta na mesma medida. Mas ela tem outras ferramentas que poderia usar, incluindo pressionar diretamente as empresas norte-americanas que operam na China , afirmou a empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics (CE) em relatório.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 10 por cento sobre 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    O Ministério do Comércio da China disse que Pequim vai reagir com medidas qualitativas e quantitativas se os EUA publicarem uma lista adicional de tarifas sobre bens chineses.

    O aumento da retórica entre os dois países trouxe um forte movimento de aversão ao risco que içou o dólar ante a grande maioria das moedas no exterior, subindo ante a cesta e ante divisas de emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    Internamente, o mercado trabalha de olho no exterior mas também sob a expectativa de atuação do Banco Central por meio de swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares.

    Se essa aversão (ao risco) se mostrar exagerada por aqui, o BC deve aproveitar sua comunicação recente e dosar as ofertas de swap de acordo com a necessidade, sendo que – a priori – ainda tem 9 bilhões de dólares dos 10 bilhões de dólares sinalizados para ofertar ao mercado nesta semana , lembrou a corretora H.Commcor em relatório.

    Na véspera, o BC fez apenas um leilão de novos contratos de swap cambial, com 20 mil contratos, injetando 1 bilhão de dólares no sistema. Para esta terça-feira, por ora, ainda não anunciou nenhuma intervenção, apenas a oferta de até 8.800 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de julho.

    (Por Claudia Violante)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar sobe ante real com exterior e cena política local

    Dólar sobe ante real com exterior e cena política local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta ante o real nesta segunda-feira, em meio a temores de guerra comercial entre Estados Unidos e China e de olho no quadro político doméstico, a poucos meses da eleição presidencial bastante indefinida.

    Às 12:03, o dólar avançava 0,75 por cento, a 3,7579 reais na venda, depois de despencar 2,15 por cento na última sessão. Na máxima, a moeda foi a 3,7662 reais. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,7 por cento.

    Essa nova elevação na tensão nas relações comerciais entre Estados Unidos e China aumenta a aversão ao risco nos mercados e pressiona o preço do petróleo no mercado internacional , comentou a corretora Coinvalores, em relatório, ao citar as tarifas impostas pelos Estados Unidos à China e a retaliação de Pequim ao anúncio.

    Na sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou tarifas de 25 por cento sobre 50 bilhões de dólares de importações chinesas, e prometeu mais se a China revidasse, o que aconteceu. Pequim anunciou tarifa adicional de 25 por cento sobre 659 produtos dos Estados Unidos avaliados em 50 bilhões de dólares.

    No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta de moedas, mas subia ante divisas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

    A alta da moeda norte-americana também era influenciada pela cena política local, após a notícia de que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, pediu ao presidente da 2ª Turma do STF, Ricardo Lewandowski, que coloque em pauta no dia 26 de junho novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

    A cena política tem deixado os mercados financeiros no Brasil bastante agitados. Com os pré-candidatos que os investidores consideram alinhados com reformas sem decolar nas pesquisas de intenção de voto, o mercado acredita que a eventual presença de Lula na disputa reduziria mais as chances de alguém com esse perfil.

    Mesmo que sua chance de disputa for negada, sua liberdade (de Lula) pode tumultuar ainda mais o cenário político do país , destacou a Advanced Corretora em relatório.

    Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários em que aparece como candidato, alega ser inocente e alvo de perseguição política. O ex-presidente quer disputar mais um mandato para o Palácio do Planalto, mas a Lei da Ficha Limpa deverá impedi-lo de concorrer.

    A continuidade da atuação do Banco Central no mercado de câmbio nesta semana deve conter movimentos mais intensos de alta no dólar. O BC prometeu ofertar 10 bilhões de dólares em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares, nesta semana.

    Nesta sessão, já anunciou e vendeu a oferta de até 20 mil novos contratos de swap cambial tradicional, injetando 1 bilhão de dólares dessa nova oferta de cerca de 10 bilhões de dólares.

    Na semana passada, o BC colocou 24,5 bilhões de dólares em swaps para dar liquidez ao mercado e tentar conter o nervosismo dos agentes.

    A autoridade também vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho. Já rolou 5,28 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Após BC estender atuação, dólar cai e vai abaixo de R$3,80

    Após BC estender atuação, dólar cai e vai abaixo de R$3,80

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em queda ante o real nesta sexta-feira, após o Banco Central anunciar que estenderá sua atuação no mercado, mesmo que com menor ímpeto do que fez nesta semana, trazendo mais alívio para os investidores diante da cena política e fiscal preocupante do país.

    Às 11:56, o dólar recuava 0,44 por cento, a 3,7953 reais na venda, depois de saltar 2,64 por cento na véspera, a maior alta desde 18 de maio de 2017.

    Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7523 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,5 por cento.

    Já existia expectativa de que ele (BC) continuaria atuando , afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. O mercado já se convenceu de que ele está fazendo o que está dizendo. Se os 10 bilhões de dólares não forem suficientes, coloca mais. O BC tem lastro para isso , acrescentou.

    Na noite passada, o BC informou que fará de 18 a 22 de junho oferta adicional de 10 bilhões de dólares em contratos de swap cambial, equivalentes à venda da moeda no mercado futuro, e que não descarta ultrapassar consideravelmente os limites do que a autoridade monetária já fez no passado.

    O volume é a metade do que anunciou para esta semana em novos swaps, além dos leilões diários de 750 milhões de dólares que já vinha fazendo antes. O BC reafirmou ainda que colocaria todo esse volume em swaps até essa sessão, que somava o equivalente a 24,5 bilhões de dóalres.

    Nesta sessão, o BC já realizou a venda de 35 mil novos swaps, totalizando 20,5 bilhões de dólares desde então.

    Além disso, anunciou e vendeu integralmente a oferta de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de julho. Já rolou 4,84 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem.

    O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após a greve dos caminhoneiros, em maio, elevar as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

    Além disso, pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que o mercado considera como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

    O fato de o BC falar o valor que pretende ofertar acaba favorecendo a especulação , afirmo o operador de câmbio de uma corretora nacional ao criticar o anúncio do montante a ser injetado no mercado.

    A cena externa também tem ajudado a pressionar as cotações no mercado local, sobretudo com a expectativa de que os juros nos Estados Unidos subam mais e acabem atraindo recursos aplicados hoje em outras praças, como a brasileira.

    No exterior, o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta e exibia queda ante a maioria das divisas de países emergentes, como o peso mexicano.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar salta mais de 2,5%, maior alta em 13 meses, e vai a R$3,81 com exterior

    Dólar salta mais de 2,5%, maior alta em 13 meses, e vai a R$3,81 com exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 2,5 por cento e fechou esta quinta-feira acima do patamar de 3,80 reais influenciado pelos mercados externos, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos no fim deste ano, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo.

    O mercado local também foi pressionado pela perspectiva de que está chegando ao fim o plano anunciado pelo Banco Central de intervir mais pesado até o fim dessa semana.

    O dólar avançou 2,64 por cento, a 3,8119 reais na venda, maior alta desde 18 de maio do ano passado, quando disparou 8,15 por cento após delações de executivos da J&F acertarem em cheio o presidente Michel Temer.

    Na máxima da sessão, a moeda norte-americana foi a 3,8160 reais, com valorização de 2,75 por cento. O dólar futuro tinha alta de cerca de 2,45 por cento no final da tarde.

    O euro despencou e fortaleceu o dólar no mundo todo. Lá fora as moedas emergentes pioraram muito, tínhamos que acompanhar , comentou um operador de câmbio de uma corretora local.

    O euro caía mais de 1,5 por cento ante o dólar nesta sessão, após o BCE decidir manter as taxas de juros em baixas recordes até o verão de 2019 no hemisfério Norte e estender seu enorme programa de compra de títulos até o final deste ano, embora vá reduzir o volume de compras a partir de outubro.

    A decisão do BCE de prolongar o estímulo monetário veio em meio a preocupações com a desaceleração do crescimento na zona do euro, a turbulência política na Itália e as tensões comerciais globais, disseram analistas.

    A decisão do banco europeu vem um dia depois de o Federal Reserve, banco central norte-americano, ter anunciado que pretende elevar os juros quatro vezes neste ano, ambas decisões com implicações sobre o fluxo global de recursos e impacto sobre países emergentes, como o Brasil.

    Com a fraqueza do euro, o dólar subia mais de 1 por cento ante uma cesta de moedas e avançava ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, devolvendo as quedas de mais cedo.

    Os profissionais das mesas de operações no Brasil citaram que contribuiu para reforçar o salto do dólar ante o real a proximidade do fim do lote de 20 bilhões de dólares em swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares-- que o BC sinalizou que injetaria no mercado até esta semana.

    O estoque do BC está acabando. Voltou a especulação, o mercado está chamando o BC, quer saber o que ele vai fazer , comentou o gerente de câmbio da corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    Nesta sessão, a autoridade fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira passada até agora 18 bilhões de dólares. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar disparava ao redor do mundo.

    Na véspera, especialistas consultados pela Reuters avaliaram que a atuação mais firme do BC deveria cumprir o prazo dado pelo presidente da instituição, Ilan Goldfajn, e terminar nesta sexta-feira, o que não queria dizer que a autoridade deixará o mercado à deriva.

    Ilan também disse na semana passada que, se fosse necessário, o BC continuaria atuando no mercado, inclusive com outros instrumentos.

    O BC vendeu ainda nesta sessão a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem, já somando 4,4 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Cena externa piora e dólar salta mais de 1,5% frente o real

    Cena externa piora e dólar salta mais de 1,5% frente o real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar disparava nesta quinta-feira, tendo encostado no patamar de 3,80 reais na máxima do dia, influenciado pelo mau humor nos mercados externos, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo.

    O mercado local também era pressionado pela perspectiva de que está chegando ao fim o plano do Banco Central de intervir mais pesado até o fim dessa semana.

    Às 15:40, o dólar avançava 1,70 por cento, a 3,7770 reais na venda, depois de ter tocado a máxima de 3,7953 reais, com alta de mais de 2 por cento. O dólar futuro tinha queda de cerca de 1,40 por cento.

    O euro despencou e fortaleceu o dólar no mundo todo. Lá fora as moedas emergentes pioraram muito, tínhamos que acompanhar , comentou o operador de câmbio de uma corretora local.

    O euro caía mais de 1,5 por cento ante o dólar nesta sessão, após o BCE decidir manter as taxas de juros em baixas recordes até o verão de 2019 no hemisfério Norte e estender seu enorme programa de compra de títulos até o final deste ano, embora vá reduzir o volume de compras a partir de outubro.

    A decisão do BCE de prolongar o estímulo monetário veio em meio a preocupações com a desaceleração do crescimento na zona do euro, a turbulência política na Itália e as tensões comerciais globais, disseram analistas.

    A decisão do banco europeu vem um dia depois de o Federal Reserve, banco central norte-americano, ter anunciado que pretende elevar os juros quatro vezes neste ano, ambas decisões com implicações sobre o fluxo global de recursos e impacto sobre países emergentes, como o Brasil.

    Com a fraqueza do euro, o dólar subia mais de 1 por cento ante uma cesta de moedas e avançava ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, devolvendo as quedas de mais cedo.

    Os profissionais das mesas de operações no Brasil citavam que contribuía ainda para reforçar o salto do dólar ante o real a proximidade do fim do lote de 20 bilhões de dólares em swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares-- que o BC sinalizou que injetaria no mercado até esta semana.

    O estoque do BC está acabando. Voltou a especulação, o mercado está chamando o BC, quer saber o que ele vai fazer , comentou o gerente de câmbio da corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    Nesta sessão, a autoridade fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira passada até agora 18 bilhões de dólares. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar disparava ao redor do mundo.

    Na véspera, especialistas consultados pela Reuters avaliaram que a atuação mais firme do BC deve cumprir o prazo dado pelo presidente da instituição, Ilan Goldfajn, e terminar nesta sexta-feira, o que não queria dizer que a autoridade deixará o mercado à deriva.

    Ilan também disse na semana passada que, se fosse necessário, o BC continuaria atuando no mercado, inclusive com outros instrumentos.

    O BC vendeu ainda nesta sessão a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem, já somando 4,4 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC atua e limita alta do dólar ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    BC atua e limita alta do dólar ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou a quarta-feira com pequena elevação ante o real, com a atuação intensa do Banco Central brasileiro no mercado aliviando a pressão após o Federal Reserve, banco central norte-americano, indicar que elevará os juros mais vezes neste ano, movimento que tende a afetar o fluxo de capital global.

    O dólar avançou 0,17 por cento, a 3,7137 reais na venda, depois de bater 3,7391 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha leve queda de cerca de 0,15 por cento no final da tarde.

    As projeções em onde as taxas (dos EUA) terminarão em 2020 não mudaram. Assim, as previsões indicam ritmo mais forte de aperto , escreveu o analista da gestora CIBC Capital Markets, Royce Mendes.

    Como amplamente esperado, Fed elevou a taxa de juros pela segunda vez neste ano, para o intervalo entre 1,75 e 2 por cento ao ano, e indicou que vê outras duas altas ainda neste ano.

    Antes, o mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros pelo Fed neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado. Taxas mais altas têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras.

    A ação do BC brasileiro ajudou a segurar altas mais agressivas no câmbio. Logo após o Fed, a autoridade anunciou seu terceiro leilão do dia de swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares-- injetando apenas nesta sessão 4,5 bilhões de dólares.

    Essa atuação, somada à perda de força do dólar ante outras divisas no exterior, foi fundamental para conter a valorização da moeda no mercado doméstico.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até o final desta semana por meio de novos swaps cambiais para dar liquidez ao mercado. Desses total, já colocou 13 bilhões no sistema.

    Especialistas consultados pela Reuters avaliaram que o BC deve concluir essa forte atuação no mercado de câmbio na sexta-feira e manter apenas a rolagem dos swaps, mas com a advertência de que manterá uma atuação discricionária. O efeito surpresa, acreditam, pode ajudar a conter o ímpeto de alta da moeda norte-americana.

    O BC vendeu ainda a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,960 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC deve parar ação mais firme do câmbio, mas não abandona mercado, dizem analistas

    BC deve parar ação mais firme do câmbio, mas não abandona mercado, dizem analistas

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - A atuação mais firme do Banco Central no mercado cambial deve cumprir o prazo dado pelo presidente da instituição, Ilan Goldfajn, e terminar nesta sexta-feira, o que não quer dizer que a autoridade deixará o mercado à deriva, afirmaram especialistas ouvidos pela Reuters.

    As atuações já limparam muito das posições de quem estava muito mal dado. Acho que o BC vai manter a rolagem, mas tirar as intervenções novas, deixando a questão da incerteza (na atuação) para administrar a volatilidade , avaliou o estrategista da corretora Coinvalores, Paulo Nepomuceno.

    No final da semana passada, depois que o dólar se aproximou do patamar de 4 reais, o BC decidiu intervir mais pesadamente no mercado, anunciando oferta de 20 bilhões de dólares em novos swaps cambiais o fim dessa semana. O montante, somado ao que já vinha sendo injetado em novos contratos, poderá totalizar 24,5 bilhões de dólares.

    Além disso, o BC passou a agir de forma discricionária, sem anunciar previamente quando fará os leilões de novos swaps, utilizando o fator surpresa para conter o ímpeto dos agentes e conter a volatilidade.

    Desde o início do mês até esta quarta-feira, a autoridade monetária já colocou 18,116 bilhões de dólares em novos contratos de swap cambial, equivalente à venda futura de dólares. Além disso, seguia rolando os contratos que vencem julho, que soma 8,762 bilhões de dólares.

    Os motivos para a alta do dólar continuam... O BC pode apenas manter a rolagem ou manter a ação disricionária com menores volumes. Ele não pode queimar cartucho, temos as eleições pela frente , afirmou o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado, ao citar a corrida presidencial como um dos motivos que ajudaram a içar a moeda norte-americana recentemente.

    As últimas pesquisas eleitorais não trouxeram um pré-candidato que o mercado considere mais comprometido com reformas despontando, o que azedou o humor dos investidores, sobretudo após o impacto bilionário da greve dos caminhoneiros sobre as contas públicas.

    Só em maio, o dólar acumulou alta de 6,66 por cento sobre o real e, no pico deste mês, chegou a ultrapassar o patamar de 3,90 reais, cerca de 0,20 centavos de real a mais do que o fechamento do mês passado. Após a ação mais contundente do BC, a partir do dia 8, o dólar já era negociado ao redor de 3,70 reais novamente.

    O cenário externo também pesou sobre a recente turbulência nos mercados, com expectativas de ritmo mais forte de aumentos de juros nos Estados Unidos neste ano.

    O Federal Reserve, banco central norte-americano, deverá promover nessa tarde a segunda elevação na taxa do país. O mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado.

    Mesmo que o Fed sinalize uma quarta alta neste ano, acredito que o dólar encontrou seu piso, ao redor de 3,70 reais, com os riscos que estão aí , avaliou o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, para quem o BC pode não dar continuidade a essa atuação mais firme no câmbio.

    TESOURO

    A avaliação de que o BC pode aliviar suas ações no mercado cambial não é compartilhada quando se olha para o mercado de juros futuros. Para os especialistas, o Tesouro terá de continuar atuando de forma contundente para continuar dando equilíbrio, sensível tanto ao cenário externo quanto interno.

    O Tesouro tem que continuar atuando. Seria pior sem ele, o mercado estaria mais estressado, mais volátil , disse Gonçalves.

    A autoridade tem feito diariamente leilões de compra e venda de Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F), um papel pré-fixado, e suspendeu, neste período, seus leilões tradicionais.

    No final da semana passada, o próprio Tesouro anunciou que continuaria atuando nos mercados, por meio de leilões extraordinários de compra e venda títulos públicos, até o final deste mês para tentar buscar o equilíbrio das taxas de juros novamente.

    E que, para esta semana, estariam mantidas as ofertas diárias de NTN-Fs e, a partir daí, seria avaliado se a estratégia de leilões diários seria mantida ou não até o fim de junho.

    Acho que a atuação do Tesouro tem que ser mantida até o mercado se acalmar, precisa continuar dando saída a seus parceiros, mas sem dar moleza , avaliou Nepomuceno, da Coinvalores. Estamos em épocas excepcionais, se você não der saída, perde seu parceiro.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dólar passa a subir ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    Dólar passa a subir ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar anulou a queda e passou a subir ante o real após o Federal Reserve, banco central norte-americano, indicar que elevará os juros mais vezes neste ano, movimento que tende a afetar o fluxo de capital global.

    Com a alta do dólar após o Fed, o Banco Central brasileiro voltou a atuar no mercado durante a tarde ao anunciar seu terceiro leilão de swaps cambiais do dia.

    Às 15:48, o dólar subia 0,42 por cento, a 3,7228 reais, depois de bater 3,7391 reais na máxima do dia. O dólar futuro subia cerca de 0,10 por cento.

    As projeções em onde as taxas (dos EUA) terminarão em 2020 não mudaram. Assim, as previsões indicam ritmo mais forte de aperto , escreveu o analista da gestora CIBC Capital Markets, Royce Mendes.

    Como amplamente esperado, Fed elevou a taxa de juros pela segunda vez neste ano, para o intervalo entre 1,75 e 2 por cento ao ano, e indicou que vê outras duas altas ainda neste ano.

    Antes, o mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros pelo Fed neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado. Taxas mais altas têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras.

    A ação do BC brasileiro vem ajudando a segurar altas mais agressivas no câmbio. Mais cedo, o BC já havia feito dois leilões de novos swaps cambias, totalizando 70 mil contratos. Neste mês até agora, já injetou 19,616 bilhões de dólares em novos swaps.

    À tarde, após o Fed, anunciou o leilão de outros 30 mil swaps, equivalentes à venda futura de dólares.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até o final desta semana por meio de novos swaps cambiais, além dos 750 milhões de dólares que já vinha ofertando diariamente, para dar liquidez ao mercado.

    O BC vendeu ainda a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,960 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.