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Dólar tem leve baixa no Brasil de olho no exterior

Dólar tem leve baixa no Brasil de olho no exterior

Reuters

04/02/2026

Placeholder - loading - Pessoa conta notas de US$100 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Pessoa conta notas de US$100 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan

Atualizada em  04/02/2026

Por Igor Sodre

SÃO PAULO, 4 Fev (Reuters) - O ⁠dólar iniciou a quarta-feira em baixa no Brasil, em meio a uma tendência similar entre alguns dos pares emergentes do real, enquanto agentes monitoram a agenda econômica externa, com dados de emprego e atividade dos Estados Unidos.

Às 10h15, o dólar à vista caía 0,44%, aos R$5,2223 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,37%, aos R$5,2470.

No cenário externo, o dólar se ​valoriza diante das principais divisas globais. ⁠O índice ⁠do dólar, que mede o dólar em relação a seis moedas, estava praticamente inalterado em 97,46.

O destaque ficava com o iene, que se desvalorizava 0,56% ante o dólar, a caminho de sua quarta queda diária consecutiva em relação à moeda norte-americana, ‌antes das eleições nacionais. A primeira-ministra Sanae Takaichi busca o ​apoio dos eleitores para aumentar gastos, reduzir ‌impostos e implementar ​uma nova ​estratégia de segurança que deve acelerar o fortalecimento do setor de defesa.

Ante as divisas de emergentes e exportadores de commodities, o dólar caía contra ​o peso chileno e colombiano, mas subia contra o peso mexicano.

Com a agenda doméstica praticamente esvaziada, as atenções do mercado se voltam para o exterior, onde o destaque do dia fica com os números de emprego privado dos EUA medidos pela ADP para janeiro, além de dados de atividade do país.

Na terça-feira, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, por uma pequena margem de votos, um acordo bipartidário que deve encerrar a paralisação parcial do governo norte-americano.

'Podemos ter uma sessão de alívio de risco, com melhora do apetite para ativos vistos ⁠como mais arriscados. A ausência de uma paralisação prolongada diminuiu a busca ‌por proteção e favorece o ⁠desempenho de moedas emergentes', disse Marcio Riauba, head da Mesa de Operações da StoneX Banco de Câmbio.

O profissional acrescenta que, na agenda ‍doméstica, o mercado deve monitorar as preocupações em torno dos nomes cogitados para a diretoria do ​Banco ‌Central.

Na terça-feira, o dólar fechou cotado a R$5,2484, em queda de 0,18%.

Reuters

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