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Zelenskiy afirma que “Moscou vai pegar fogo” se ataques russos continuarem

Zelenskiy afirma que “Moscou vai pegar fogo” se ataques russos continuarem

Reuters

18/06/2026

Placeholder - loading - Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy na cúpula do G7, em Evian-les-Bains, França   16 de junho de 2026  REUTERS/Isabel Infantes
Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy na cúpula do G7, em Evian-les-Bains, França 16 de junho de 2026 REUTERS/Isabel Infantes

KIEV, 18 Jun (Reuters) - O ​presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, afirmou nesta quinta-feira que os intensos ataques com drones contra a Rússia foram uma retaliação a um ataque que danificou um mosteiro histórico em Kiev nesta semana, e que “Moscou vai pegar fogo” se os ataques continuarem.

Dezenas de drones atacaram Moscou durante a madrugada, atingindo a refinaria de petróleo ⁠da ⁠capital russa pela segunda vez ​nesta ‌semana.

“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso, e nossos parceiros sabem disso”, disse Zelenskiy em uma mensagem de voz enviada ⁠a repórteres em um grupo do WhatsApp. “Mas se ​a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará ​fogo.”

Pelo menos 10 pessoas morreram ‌na segunda-feira em ​toda ⁠a Ucrânia em um ataque com drones e mísseis que danificou o mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.

Zelenskiy ​participaria de uma reunião dos aliados militares da Ucrânia em Bruxelas nesta quinta-feira. Ele disse que o fornecimento de sistemas de defesa aérea à ​Ucrânia por meio de um programa da Otan e a criação de um sistema antimísseis balísticos pela Ucrânia e seus aliados seriam discutidos na reunião.

Zelenskiy apelou à Europa e aos Estados Unidos para que aumentem a pressão sobre a Rússia por meio de sanções ​aos setores de defesa e energia do país, bem ‌como à economia em ⁠geral, a fim de forçar o presidente Vladimir Putin a pôr fim à guerra.

“Todos precisam pressionar ⁠Putin: ucranianos, absolutamente todos os ⁠europeus, norte-americanos e russos — ⁠é hora de ⁠cair ​na real e pressionar seu líder.”

(Reportagem de Max Hunder)

Reuters

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