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Anfavea reduz previsão para produção de veículos no Brasil este ano

Placeholder - loading - Veículos recém-fabricados em planta da Volkswagen em São Bernardo do Campo, SP 05/01/2017 REUTERS/Paulo Whitaker
Veículos recém-fabricados em planta da Volkswagen em São Bernardo do Campo, SP 05/01/2017 REUTERS/Paulo Whitaker

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Por Marcelo Rochabrun

SÃO PAULO (Reuters) - A indústria de veículos do Brasil reduziu nesta segunda-feira previsão para o crescimento da produção neste ano, de 9 para 2,1 por cento. A entidade também cortou a previsão de alta nas vendas de novos de 9 para 8,1 por cento, segundo dados divulgados pela entidade que representa as montadoras no país, Anfavea.

Em janeiro, a entidade chegou a estimar que o crescimento da produção neste ano iria superar os 6,7 por cento de 2018. Parte das reduções deve-se ao comportamento das exportações, atingidas pela crise na Argentina.

Segundo a Anfavea, as vendas externas em 2019 devem cair 33,2 por cento ante expectativa de baixa de 28,5 por cento divulgada em julho pela entidade. No começo do ano, a associação esperava apenas uma queda de 6,2 por cento nas exportações de 2019.

'Tem sido muito difícil prever as exportações para a Argentina e vamos continuar cautelosos sobre isso', disse Luis Carlos Moraes, presidente da Anfavea, a jornalistas.

O Brasil era um dos cinco maiores fabricantes de veículos do mundo até o setor no país ser atingido pela crise de 2015-2016. Desde então a indústria brasileira de veículos tem enfrentado dificuldades para alcançar os níveis anteriores de volumes de produção e vendas.

A taxa esperada de crescimento na produção este ano, de 2,1 por cento, marcará o desempenho mais fraco do setor desde 2016, quando a indústria registrou queda no volume de veículos montados.

O nível de emprego no setor caiu 3 por cento em setembro sobre um ano antes, afirmou a Anfavea, que citou a decisão da Ford de fechar sua fábrica de carros e caminhões em São Bernardo do Campo como maior contribuidora para o desempenho do indicador.

Moraes afirmou também que a situação macroeconômica do Brasil afetou as revisões nas projeções. As montadoras agora esperam produzir 2,94 milhões de veículos este ano, ante 3,14 milhões projetados na estimativa anterior.

O setor espera vender 420 mil veículos no exterior este ano ante 590 mil previstos em meados do ano. Enquanto isso, a projeção para os licenciamentos passou a 2,8 milhões de unidades ante 2,86 milhões estimadas anteriormente.

Em setembro, a produção caiu 8,3 por cento e as vendas recuaram 3,3 por cento ante agosto. As montadoras montaram 247.300 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no mês passado, enquanto as vendas somaram 234.800 veículos, segundo a Anfavea. Em comparação com um ano atrás, a produção subiu 10,9 por cento e as vendas cresceram 10,1 por cento.

Escrito por Reuters

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A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

[music-item artistSlug=supertramp musicSlug=goodbye-stranger]

O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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