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    Fiat Chrysler e Renault avaliam fusão de US$35 bilhões

    Por Giulio Piovaccari e Laurence Frost

    MILÃO/PARIS (Reuters) - A Fiat Chrysler apresentou uma proposta de fusão de iguais com a Renault nesta segunda-feira para criar a terceira maior montadora de veículos do mundo e enfrentar os custos de desenvolvimento de novas tecnologias e mudanças nas regulamentações do setor.

    Se a proposta seguir adiante, a aliança de mais de 35 bilhões de dólares vai alterar o cenário do mercado para rivais que incluem General Motors e PSA Group, que até recentemente mantiveram negociações não concluídas com a Fiat Chrysler (FCA). O negócio também pode incentivar novas transações semelhantes.

    A Renault afirmou que está estudando a proposta do grupo ítalo-americano com interesse e que considera a oferta como amigável.

    As ações da ambas as empresas saltaram mais de 10 por cento, com investidores dando boas vindas a um grupo automotivo que produzirá mais de 8,7 milhões de veículos por ano e que poderá ter economias de custos anuais de 5 bilhões de euros.

    A união, se bem sucedida, criará o terceiro maior grupo de veículos do mundo, atrás da japonesa Toyota e da alemã Volkswagen.

    No Brasil, a fusão reforçará posição de liderança de vendas do grupo FCA, à frente de General Motors e Volkswagen. De janeiro a abril, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave, as vendas de carros e comerciais leves da FCA somaram 148,4 mil unidades ante 144,4 mil da GM e 116 mil do grupo alemão. Já a Renault, quarta maior marca do mercado brasileiro, adicionaria na conta da FCA mais 70,5 mil unidades vendidas no primeiro quadrimestre do ano.

    Mas analistas alertaram sobre grandes complicações, incluindo a aliança atual da Renault com a Nissan, o papel do Estado francês, que é o maior acionista da Renault, e potencial oposição de políticos e trabalhadores a cortes de custos.

    'O mercado vai avaliar com cuidado as sinergias apresentadas uma vez que muito já foi prometido antes e não houve uma única fusão de iguais no setor que já tenha sido bem sucedida', disse o analista Arndt Ellinghorst, da Evercore ISI.

    Com estas sensibilidades em mente, a FCA propôs uma fusão toda em ações que ficará sob uma holding holandesa. Depois de um dividendo de 2,5 bilhões de euros aos atuais acionistas da FCA, os investidores de ambas as empresas terão cada qual metade da companhia combinada. A família Agnelli controla 29 por cento da FCA.

    O grupo combinado será presidido pelo diretor dos investimentos da família Agnelli, John Elkann, afirmaram fontes com conhecimento do assunto à Reuters. Enquanto isso, o presidente do conselho de administração da Renault, Jean-Dominique Senard, provavelmente será presidente-executivo da companhia.

    O vice premiê italiano, Matteo Salvini, afirmou que a fusão pode ser boa notícia se ajudar a FCA a crescer, mas é crucial que o negócio preserve empregos. Ele não comentou sobre a participação de 15 por cento do governo francês na Renault, mas um importante parlamentar no partido governista Liga afirmou que Roma pode também querer uma participação na nova empresa para equilibrar a fatia detida por Paris.

    Em carta aos funcionários vista pela Reuters, o presidente-executivo da FCA, Mike Manley, alertou que a fusão com a Renault pode levar mais de um ano para ser concluída.

    A FCA tem um negócio altamente lucrativo na América do Norte com as picapes RAM e a marca Jeep, mas perdeu dinheiro na Europa no último trimestre, onde a maior parte de suas fábricas está operando abaixo de 50 por cento da capacidade e enfrenta dificuldades com normas mais rígidas de emissões de poluentes.

    A Renault, enquanto isso, foi uma das primeiras empresas a investir em veículos elétricos e tem forte presença em mercados emergentes, como a FCA no Brasil, mas não tem negócios nos Estados Unidos.

    Um acordo, porém, faria pouco para resolver a limitada presença de ambos os grupos na China, maior mercado automotivo do mundo.

    A FCA afirmou que a decisão pela fusão foi 'fortalecida pela necessidade de se tomar decisões corajosas para capturar uma escala de oportunidades criadas pela transformação da indústria de veículos'.

    O custo enorme destas mudanças, incluindo ameaças de novos entrantes como a Tesla em carros elétricos e Uber e Google em veículos autônomos, tem pressionado montadoras de veículos a trabalharem mais juntas, incluindo Volkswagen e Ford.

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    Uber planeja lançar IPO em abril, dizem fontes

    Por Carl O'Donnell e Heather Somerville

    (Reuters) - O Uber planeja lançar sua oferta pública inicial de ações em abril, concorrendo com a rival menor Lyft, afirmaram fontes próximas do assunto nesta quinta-feira.

    Em abril, a companhia vai divulgar a operação e iniciar apresentação a investidores, disseram as fontes.

    O momento para o IPO do Uber implica que a operação deve chegar ao mercado pouco depois da Lyft completar sua própria oferta pública, que deve ocorrer no final deste mês, disseram as fontes. Representantes da companhia não comentaram o assunto.

    Os IPOs estendem a longa rivalidade entre as empresas, que têm lutado por passageiros e motoristas desde que surgiram.

    Os negócios do Uber são muito maiores e mais diversificados do que os da Lyft. Ambas se moveram de forma relativamente rápida para abrir o capital, considerando que apresentaram documentos para um IPO em dezembro.

    A Uber, companhia de logística e transporte recentemente avaliada em 76 bilhões de dólares, está buscando uma avaliação de até 120 bilhões de dólares, embora alguns analistas tenham estimado seu valor mais próximo de 100 bilhões de dólares, com base em alguns dados financeiros divulgados pela companhia.

    A Lyft, que fornece serviços de carona e aluguel de bicicletas nos Estados Unidos e em diversas cidades canadenses, busca uma avaliação de 20 a 25 bilhões de dólares, frente a sua avaliação de 15 bilhões de dólares como uma empresa fechada.

    A receita do Uber no ano passado foi de 11,3 bilhões de dólares, enquanto a receita bruta de viagens foi de 50 bilhões de dólares. Mas a companhia teve prejuízo de 3,3 bilhões de dólares, excluindo ganhos da venda de suas unidades comerciais na Rússia e no Sudeste Asiático.

    A receita da Lyft no ano passado foi de 2,2 bilhões de dólares, com 8,1 bilhões de dólares em receita bruta de viagens. A companhia teve prejuízo de 911 milhões de dólares.

    O Uber opera em mais de 70 países.

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    Governo de SP anuncia ICMS menor para novos investimentos de montadoras

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O governo paulista vai reduzir a alíquota do ICMS para novos investimentos de montadoras de veículos, após gigantes como General Motors e Ford terem sinalizado intenção de desmobilizar fábricas no Estado de São Paulo.

    O benefício valerá para novos investimentos a partir de 1 bilhão de reais, com o desconto subindo conforme o valor do aporte, podendo chegar a até 25 por cento em relação à alíquota atual quando os montantes superarem 10 bilhões de reais. Os aportes devem incluir também o compromisso de criar pelo menos 400 postos de trabalho.

    No anúncio, o governador de São Paulo, João Doria, negou que o programa, batizado de IncentivAuto, seja uma reação aos planos de desinvestimentos das montadoras.

    'É um programa propositivo para estimular a produção, mas com vinculação a geração de emprego e melhora da produtividade', disse Doria nesta sexta-feira a jornalistas, na sede do governo do Estado.

    Em fevereiro, a Ford anunciou saída do negócio de caminhões na América do Sul e o fechamento de sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista. Em janeiro, a General Motors ameaçou não continuar a operar da mesma forma no Brasil e que estava negociando incentivos fiscais com o governo de São Paulo, onde tem fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos.

    O governo paulista negocia a venda da fábrica da Ford com para outras montadoras e, segundo Doria, uma solução positiva deve acontecer 'bem antes de novembro', referindo-se ao prazo combinado com a montadora para manutenção da produção e preservação dos cerca de 3 mil empregos da instalação.

    Doria também rejeitou que o plano de incentivo tributário seja parte de uma guerra fiscal para trazer investimentos de montadoras destinados para outros Estados. E se negou a fazer um cálculo de renúncia fiscal do programa.

    'Estamos falando da atração de novos investimentos que, sob outras condições, não aconteceriam', disse Doria, defendendo que seu governo é liberal na sua visão econômica.

    O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou que a própria Ford poderá se enquadrar no programa de incentivo.

    A Ford afirmou que não comentaria o assunto.

    Em nota, a GM afirmou que 'a iniciativa vai contribuir na busca de competitividade para a indústria automotiva'.

    O anúncio do benefício fiscal paulista acontece no momento em que o setor de veículos se recupera de uma queda histórica no país. Na semana passada, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, afirmou que o licenciamento de veículos novos no Brasil cresceu 26,6 por cento em fevereiro sobre um ano antes.

    O IncentivAuto também chega pouco mais de um mês após o governo Doria ter anunciado a redução da alíquota do ICMS sobre combustível de aviação, de 25 para 12 por cento, em voos domésticos.

    Doria adiantou que novas fases de programas de incentivos tributários serão anunciados mais adiante, embora não tenha citado quais nem quando.

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    Ford fechará fábrica no ABC este ano após sair de negócio de caminhões na América do Sul

    Por Alberto Alerigi Jr.

    SÃO PAULO, 19 Fev (Reuters) - A Ford anunciou nesta terça-feira vai sair do negócio de caminhões na América do Sul e fechar neste ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

    A fábrica, que produz também o compacto Fiesta, emprega cerca de 3 mil funcionários e o impacto da decisão será 'significativo' sobre o número de demissões da unidade, afirmou a montadora.

    A unidade, a primeira da montadora norte-americana no Brasil, foi inaugurada em 1967, e em 2001 passou também a produzir caminhões.

    A Ford afirmou que vai continuar as vendas do carro e dos caminhões da linha Cargo, F-4000 e F350 até o final dos estoques.

    'Não faz sentido manter produção em São Bernardo sem manter a produção de caminhões', afirmou a empresa.

    Procurado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não pode comentar o assunto de imediato.

    A Ford, que em caminhões compete no Brasil contra os grupos Volkswagen , Daimler e Volvo, teve vendas de 9.300 caminhões em 2018, crescimento de 19 por cento sobre o ano anterior.

    O desempenho, porém, ficou abaixo da expansão de vendas do segmento no período, de 46 por cento, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea.

    Já o Fiesta acumulou vendas de 14.505 veículos em 2018, queda de cerca de 24 por cento sobre 2017, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave.

    O anúncio da Ford ocorre após a General Motors ameaçar em janeiro não continuar a operar da mesma forma no Brasil e estava negociando incentivos tributários com o governo do Estado de São Paulo, onde mantém fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos. A montadora fechou acordo com metalúrgicos, congelando salários este ano e promovendo reajuste abaixo da inflação em 2020.

    'O Brasil era um dos maiores mercados de caminhões para Ford. Mas o anúncio não se relaciona ao momento atual da indústria de veículos do país, que projeta crescimento este ano, após um forte crescimento das vendas de caminhões no ano passado', disse o gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, Milad Kalume Neto. 'É uma decisão estratégica deles para focar em carros e comerciais leves (SUVs)', acrescentou.

    A Ford também tem uma fábrica de veículos e motores em Camaçari (BA), inaugurada em 2001, onde produz o Ka e o utilitário EcoSport, e uma unidade de produção de motores e transmissões em Taubaté (SP), que não foram atingidas pelo anúncio desta terça-feira. Em Camaçari, a empresa está negociando uma redução de 700 funcionários com sindicato local, informou a entidade.

    A montadora norte-americana havia informado em 10 de janeiro que iria demitir milhares de funcionários e fechar fábricas na Europa como parte de um plano para voltar ao lucro na região. Os fechamentos na Europa e em São Bernardo do Campo, segundo a Ford, fazem parte de um plano de reestruturação de 11 bilhões de dólares. Em comunicado, o presidente da Ford América do Sul, Lyle Waters, afirmou que a montadora segue comprometida com a região, onde não é lucrativa atualmente.

    A Ford vai registrar encargos de 460 milhões de dólares com a decisão de fechar a fábrica em São Bernardo, com a maior parte do impacto sendo registrado neste ano. Desse total, 360 milhões referem-se a compensações de funcionários, concessionários e fornecedores.

    O presidente da associação de concessionários da Ford (Abradif), Luiz Albuquerque, afirmou que a decisão da montadora 'nos dá tranquilidade, porque a Ford estava perdendo dinheiro na região nos últimos quatro ou cinco anos e o encerramento da produção de caminhões vai quase que completamente zerar o prejuízo que tiveram nos últimos anos'.

    Albuquerque comentou que se reuniu com a liderança da Ford na semana passada e recebeu garantia de novos investimentos da montadora em carros no país nos próximos três ou quatro anos.

    (Com reportagem adicional de Marcelo Rochabrun, em São Paulo, e Ben Klayman, em Detroit)

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    Ford vai fechar fábrica no ABC em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - A Ford anunciou nesta terça-feira vai sair do negócio de caminhões na América do Sul e fechar neste ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

    A fábrica, que produz também o compacto Fiesta, emprega cerca de 3 mil funcionários e o impacto da decisão será 'significativo' sobre o número de demissões da unidade, afirmou a montadora.

    A unidade, a primeira da montadora norte-americana no Brasil, foi inaugurada em 1967, e em 2001 passou também a produzir caminhões.

    A Ford afirmou que vai continuar as vendas do carro e dos caminhões F-4000 e F350 até o final dos estoques.

    'Não faz sentido manter produção em São Bernardo sem manter a produção de caminhões', afirmou a empresa.

    Procurado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não pode comentar o assunto de imediato.

    A Ford, que em caminhões compete no Brasil contra os grupos Volkswagen, Daimler e Volvo, teve vendas de 9.300 caminhões em 2018, crescimento de 19 por cento sobre o ano anterior.

    O desempenho, porém, ficou abaixo da expansão de vendas do segmento no período, de 46 por cento, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea.

    Já o Fiesta acumulou vendas de 14.505 veículos em 2018, queda de cerca de 24 por cento sobre 2017, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave.

    O anúncio da Ford ocorre após a General Motors ameaçar em janeiro não continuar a operar da mesma forma no Brasil e estava negociar incentivos tributários com o governo do Estado de São Paulo, onde mantém fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos. A montadora fechou acordo com metalúrgicos, congelando salários este ano e promovendo reajuste abaixo da inflação em 2020.

    A Ford também tem uma fábrica de veículos e motores em Camaçari (BA), onde produz o Ka e o utilitário EcoSport, e uma unidade de produção de motores e transmissões em Taubaté (SP).

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Montadoras se preparam para sobretaxas de até 25% sobre importados nos EUA

    Por David Lawder e David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - Um relatório confidencial do Departamento de Comércio, que deve ser enviado a Donald Trump no domingo, deve abrir caminho para que o presidente dos Estados Unidos ameace com tarifas alfandegárias e autopeças importadas ao designar as importações como uma ameaça à segurança nacional, afirmaram autoridades da indústria automobilística na sexta-feira.

    As recomendações do relatório podem aproximar a indústria automobilística global de seu pior pesadelo - tarifas de até 25 por cento sobre milhões de carros e peças importados que muitos temem custariam milhares de dólares ao valor de veículos e talvez causar centenas de milhares de empregos nos EUA.

    O conteúdo do relatório deverá permanecer não público enquanto Trump considera as recomendações, deixando a indústria e os principais exportadores de automóveis do Japão, da União Europeia e da Coréia do Sul no escuro sobre suas conseqüências.

    Autoridades da indústria automobilística disseram esperar que o relatório recomende ao menos algumas tarifas para que o governo possa usar as conclusões da investigação como alavanca de negociação durante negociações neste ano com o Japão e a UE.

    O relatório vem após investigação iniciada pelo Departamento de Comércio em maio de 2018 a pedido de Trump. O objetivo é determinar os efeitos das importações na segurança nacional.

    A versão final será enviada à Casa Branca no domingo para cumprir prazo estatutário, disse uma fonte do governo à Reuters.

    As montadoras e fornecedores de peças estão antecipando que suas opções de recomendação incluirão tarifas de até 20 a 25 por cento em carros e peças, ou tarifas mais restritas direcionadas a componentes e tecnologias ligados a carros novos, veículos autônomos, conectados à Internet e compartilhados.

    'Ninguém com quem conversei na indústria acha que o relatório não recomendará tarifas', tendo em vista as prioridades comerciais definidas pelo governo Trump, disse um funcionário do setor automotivo sob condição de anonimato. 'E não há muita chance de que Trump decida não impô-los.'

    Um relatório do respeitado Centro para Pesquisa Automotiva em, publicado na sexta-feira, mostrou que no pior cenário, uma tarifa de 25 por cento custaria 367 mil empregos nos EUA nas indústrias automobilísticas e afins.

    Os preços dos veículos leves nos Estados Unidos aumentariam em 2.750 dólares, em média, incluindo veículos construídos nos EUA - reduzindo as vendas anuais dos EUA em 1,3 milhão de unidades e forçando muitos consumidores ao mercado de carros usados, disse o relatório.

    (Reportagem de David Lawder e David Shepardson)

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    Produção de veículos no Brasil cai 10% em janeiro sobre um ano antes

    SÃO PAULO (Reuters) - A produção brasileira de veículos em janeiro caiu 10 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 196,8 mil unidades, pressionada em parte por recuo de vendas externas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela associação de montadoras, Anfavea.

    Na comparação com dezembro, porém, a produção subiu 10,9 por cento.

    A Anfavea informou ainda que as vendas de veículos novos - carros, comerciais leves, caminhões e ônibus - cresceram 10,2 por cento na comparação anual em janeiro, mas recuaram 14,8 por cento ante dezembro, para 199,8 mil unidades.

    O setor apurou exportações de 710 milhões de dólares em janeiro, incluindo máquinas agrícolas e rodoviárias, uma queda anual de 29 por cento. Em unidades, as exportações de veículos montados de janeiro recuaram 46 por cento ante janeiro de 2018, para 25.034. No ano passado, as exportações do mês tinham sido recordes para janeiro, somando 47 mil unidades.

    A Anfavea estima para este ano crescimento de 11,4 por cento nas vendas de veículos, para 2,86 milhões de unidades. A produção deve avançar 9 por cento, para 3,14 milhões de veículos. Mas as vendas externas devem mostrar recuo de 6,2 por cento, para 590 mil unidades, atingidas por fraqueza do mercado Argentino, principal destino das exportações do setor.

    A indústria terminou o mês passado com estoque de 245,6 mil veículos em pátios de montadoras e concessionárias, segundo a Anfavea, ante 255,1 mil em dezembro e 228,7 mil em janeiro de 2018.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Trump está “inclinado” a impor novas tarifas sobre veículos, diz senador

    Por David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve seguir em frente com a imposição de novas tarifas sobre veículos importados, uma medida que pode levar a União Europeia a firmar um novo acordo comercial, disse o presidente da Comissão Financeira do Senado dos EUA, Charles Grassley, na quarta-feira.

    “Eu acho que o presidente está inclinado a fazê-lo”, disse o senador republicano a repórteres. “Eu acho que a Europa (está) muito, muito preocupada com essas tarifas... pode ser o instrumento que leve a Europa a negociar”.

    O Departamento de Comércio dos EUA deve emitir até o meio de fevereiro sua recomendação sobre se Trump deve impor tarifas de até 25 por cento sobre peças automobilísticas e carros importados por motivos de segurança nacional. Uma porta-voz do departamento se recusou a comentar.

    Grassley, que tem frequentemente participado de conversas com Trump e com o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, sobre questões de comércio, disse não gostar de novas tarifas, mas que “elas são um fato da vida quando Trump está na Casa Branca”.

    Ele disse que as tarifas podem ter sido uma “ferramenta efetiva” para levar a China, Canadá e México à mesa de negociações comerciais.

    Senador pelo Estado de Iowa, Grassley também quer que a União Europeia concorde em incluir questões agrícolas nas negociações comerciais, embora a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström, tenha dito na semana passada que o bloco de 28 países não pode negociar a agricultura.

    A Casa Branca tem se comprometido a não impor as tarifas contra a União Europeia ou o Japão enquanto estiver alcançando progresso construtivo em conversas comerciais bilaterais.

    Trump tem pedido que a União Europeia reduza sua tarifa de 10 por cento sobre veículos importados. A tarifa dos Estados Unidos é de 2,5 por cento sobre carros de passageiros e de 25 por cento sobre caminhões.

    Trump tem repetidamente ameaçado impor novas tarifas automobilísticas.

    A perspectiva de tarifas de 25 por cento abalou a indústria automobilística, com produtoras norte-americanas e estrangeiras fazendo campanha contra a medida.

    Montadoras alemãs se encontraram com Trump em dezembro para pedir que o presidente norte-americano não imponha as tarifas.

    Montadoras alegam que tarifas de 25 por cento elevariam o preço cumulativo de veículos norte-americanos em 83 bilhões de dólares por ano e custariam centenas de milhares de empregos. As companhias afirmam que não há nenhuma evidência de que importações de automóveis representem um risco para a segurança nacional.

    (Reportagem de David Shepardson)

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    Volkswagen e Ford vão anunciar aliança automotiva

    Por Ben Klayman e Jan Schwartz

    DETROIT, Estados Unidos (Reuters) - Volkswagen e Ford Motor devem revelar uma aliança nesta terça-feira que combina forças em veículos comerciais e provavelmente vai ser ampliada na área de desenvolvimento conjunto de veículos elétricos e tecnologia de direção autônoma, em estratégia para ajudar as empresas a economizarem bilhões de dólares.

    Ford e Volkswagen vão anunciar a parceria durante o salão do automóvel de Detroit, disse o presidente-executivo do grupo alemão, Herbert Diess, a jornalistas na segunda-feira. As montadoras nos últimos meses vinham discutindo cooperação em vans e outros veículos comerciais e tinham afirmado que qualquer aliança ampliada não envolveria uma fusão ou participações acionárias.

    Os termos do acordo devem incluir combinação de recursos em direção autônoma e investimento da Volkswagen nesta área da Ford. Enquanto isso, a Ford deverá licenciar a plataforma de veículos elétricos da Volkswagen, conhecida como MEB, disseram fontes.

    Diess confirmou no salão que a aliança vai permitir à Volkswagen acessar a plataforma de picape média Ranger da Ford.

    A aliança com a Volkswagen é uma grande aposta para o presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, desde que assumiu o comando da montadora em maio de 2017 no lugar de Mark Fields, com mandato para acelerar o processo decisório da empresa e cortar custos. Alguns analistas e investidores têm se mostrado frustrados com o preço da ação da Ford e sentem falta de detalhes sobre o plano de 11 bilhões de dólares de Hackett para a reestruturação da montadora norte-americana.

    Na semana passada, a Ford anunciou que vai cortar milhares de empregos, descontinuar veículos que não geram retorno e fechar fábricas como parte de esforços para recuperar a lucratividade das operações do grupo na Europa.

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