Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

Após forte ataque a Kiev, Rússia diz que continuará aumentando pressão sobre Ucrânia

Após forte ataque a Kiev, Rússia diz que continuará aumentando pressão sobre Ucrânia

Reuters

02/07/2026

Placeholder - loading - Homem carrega seus pertences para fora de prédio residecial danificado durante noite de ataques com mísseis e drones russos em Kiev, Ucrânia 2 de julho de 2026 REUTERS/Thomas Peter
Homem carrega seus pertences para fora de prédio residecial danificado durante noite de ataques com mísseis e drones russos em Kiev, Ucrânia 2 de julho de 2026 REUTERS/Thomas Peter

MOSCOU, 2 Jul (Reuters) - A Rússia afirmou ​nesta quinta-feira que continuará aumentando a pressão sobre a Ucrânia, após um ataque em grande escala ocorrido durante a madrugada em Kiev, que matou pelo menos 17 pessoas e feriu dezenas.

A Ucrânia afirmou que a Rússia lançou 74 mísseis e 496 drones no ataque, que destruiu vários edifícios residenciais. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o ataque teve como alvo exclusivamente “alvos militares ou quase ⁠militares”.

Peskov ⁠disse que o presidente da ​Rússia, Vladimir ‌Putin, foi informado por seu comandante militar chefe, Valery Gerasimov, sobre os resultados do que chamou de “ataque retaliatório em grande escala” contra Kiev e outros locais.

No quinto ano ⁠da guerra, a Rússia intensificou seus ataques com mísseis e ​drones, especialmente contra Kiev, enquanto a Ucrânia intensificou seus próprios ​ataques com drones contra o setor ‌energético russo, causando ​danos graves ⁠que levaram à escassez generalizada de combustível.

Questionado sobre uma declaração da chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, de que a ​UE proporia ainda mais sanções para aumentar a pressão sobre a Rússia, Peskov respondeu: “A Rússia continuará a intensificar a pressão sobre o regime de Kiev a fim de alcançar os objetivos ​que estabeleceu”.

Peskov disse que está ocorrendo uma discussão na Rússia sobre como proteger sua segurança em resposta ao que Moscou considera medidas da UE para “militarizar” o continente e aumentar as tensões.

Alguns linha-dura russos, indignados com os ataques de drones da Ucrânia e com o que consideram uma promessa não cumprida dos Estados Unidos de intermediar ​o fim da guerra em termos favoráveis, têm instado Putin, nas ‌últimas semanas, a abandonar a ⁠diplomacia e intensificar o conflito.

“Vocês sabem que há defensores, inclusive acadêmicos, de medidas muito drásticas, assim como há defensores de abordagens ⁠mais moderadas”, disse Peskov.

“Mas uma coisa é ⁠certa: a proteção segura da ⁠Federação Russa ⁠e ​de seus interesses nacionais será garantida, aconteça o que acontecer.”

(Reportagem da Reuters)

Reuters

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.