alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE russia

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Moscou diz aos EUA que restrições a bancos russos seriam ato de 'guerra econômica'

    Moscou diz aos EUA que restrições a bancos russos seriam ato de 'guerra econômica'

    Por Andrew Osborn e Andrey Ostroukh

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia alertou os Estados Unidos nesta sexta-feira que encararia qualquer medida norte-americana para restringir as atividades de bancos russos como uma 'declaração de guerra econômica' e que retaliaria, já que as novas sanções afetaram o rublo e parlamentares dos EUA ameaçaram impor mais.

    O alerta do primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, reflete os temores russos de um impacto de novas restrições sobre a economia e os ativos do país, incluindo o rublo, que perdeu quase 6 por cento de seu valor nesta semana devido ao nervosismo causado pelas sanções.Falando durante uma viagem ao extremo leste da Rússia, Medvedev disse: 'Posso dizer uma coisa: se surgir uma proibição a operações de bancos ou ao uso que fazem desta ou daquela moeda, seria possível chamá-la claramente de uma declaração de guerra econômica'.

    'E seria necessário, seria preciso reagir a esta guerra economicamente, politicamente ou, se preciso, por outros meios. E nossos amigos norte-americanos precisam entender isso'.

    Economistas acreditam que a economia russa crescerá 1,8 por cento neste ano. Mas se as novas sanções propostas pelo Congresso e pelo Departamento de Estado dos EUA forem adotadas integralmente, o que continua incerto, alguns economistas temem que o crescimento seja quase zero.

    O presidente russo, Vladimir Putin, falou sobre o que o Kremlin qualificou como 'possíveis novas medidas inamistosas de Washington' com seu Conselho de Segurança nesta sexta-feira.

    A estratégia moscovita de tentar melhorar os desgastados laços EUA-Rússia por meio de uma aproximação com o presidente Donald Trump está fracassando -- parlamentares pediram uma nova leva de sanções na semana passada por temerem que Trump seja muito suave com a Rússia.

    Isso, por sua vez, pressionou Trump a mostrar que é duro com Moscou antes das eleições de meio de mandato. Na quarta-feira o Departamento de Estado anunciou novas sanções ligadas ao envenenamento de um ex-espião duplo russo no Reino Unido em março.

    Nesta sexta-feira a Casa Branca criticou duramente o incidente do envenenamento, que um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional de Trump classificou como 'uma demonstração irresponsável de desprezo pela norma universalmente respeitada contra armas químicas'.As novas sanções fizeram o rublo sofrer sua pior queda em dois anos e desencadearam uma liquidação ainda maior de ativos devido aos temores de que Moscou esteja presa em uma espiral de punições ocidentais sem fim.O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, se queixou das punições recentes em um telefonema ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira.

    (Reportagem adicional de Tom Balmforth, em Moscou, e Patricia Zengerle, em Washington)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Rússia diz que novas sanções dos EUA são ilegais e avalia retaliação

    Rússia diz que novas sanções dos EUA são ilegais e avalia retaliação

    Por Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia condenou uma nova rodada de sanções dos Estados Unidos como ilegais nesta quinta-feira depois que a notícia das medidas fez o rublo sofrer sua pior queda em dois anos e desencadeou uma liquidação ainda maior de ativos devido aos temores de que Moscou esteja presa em uma espiral de punições ocidentais sem fim.

    Moscou vem tentando, com sucesso relativo, melhorar os laços desgastados entre os EUA e a Rússia desde que Donald Trump conquistou a Casa Branca em 2016, e a elite política russa não perdeu tempo em classificar uma cúpula do mês passado entre Trump e Vladimir Putin como uma vitória.

    Mas o triunfalismo inicial logo azedou, já que a irritação diante do que alguns parlamentares dos EUA viram como uma postura excessivamente deferente de Trump e sua incapacidade de questionar Putin a respeito da suposta interferência de Moscou na política norte-americana se transformou em um novo clamor por sanções.

    Depois de apostar alto na melhoria das relações com Washington através de Trump, Moscou percebe agora que Trump sofre uma pressão cada vez maior de parlamentares para mostrar que é duro com a Rússia antes das eleições de meio de mandato.

    Em sua investida mais recente, o Departamento de Estado dos EUA informou na quarta-feira que adotará novas sanções até o final do mês depois de concluir que Moscou usou um agente nervoso contra um ex-espião duplo russo, Sergei Skripal, e sua filha, Yulia, no Reino Unido, o que Moscou nega.

    O Kremlin disse que as sanções são ilegais e inamistosas e que a medida norte-americana se choca com o 'clima construtivo' do encontro de Trump e Putin em Helsinque.

    Moscou começará a trabalhar sobre medidas retaliatórias 'no mesmo espírito' de qualquer restrição que vier a ser imposta pelos EUA, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

    As novas sanções virão em duas levas. A primeira, que visa as exportações norte-americanas de bens sensíveis relacionados à segurança nacional, chega com grandes isenções, e muitos dos itens que cobre já foram proibidos por restrições anteriores.

    Mas a segunda leva, ativada depois de 90 dias se Moscou não der 'garantias confiáveis' de que não usará mais armas químicas e permitirá inspeções da Organização das Nações Unidas (ONU) ou de outros grupos de observadores internacionais em suas instalações, é potencialmente mais séria.

    De acordo com a lei, a segunda leva pode incluir um rebaixamento das relações diplomáticas, a suspensão da autorização da companhia aérea russa Aeroflot para voar aos EUA e o corte de quase todas as exportações e importações.

    O Kremlin disse que as novas sanções são 'ilegais e não correspondem à lei internacional'.

    'Tais decisões do lado americano são absolutamente inamistosas e dificilmente podem ser associadas de alguma forma ao clima construtivo --não simples, mas construtivo-- que se viu no último encontro entre os dois presidentes', disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

    (Reportagem adicional de Dmitry Zhdannikov, Tom Balmforth, Denis Pinchuk, Andrey Ostroukh)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA dizem que sanções à Rússia focam produtos ligados a segurança

    EUA dizem que sanções à Rússia focam produtos ligados a segurança

    LONDRES(Reuters) - As sanções dos Estados Unidos sobre a Rússia terão como alvo as exportações de produtos relacionados à segurança nacional, incluindo setores especializados como o de petróleo e tecnologia de gás, além de alguns eletrônicos e sensores, disse uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA nesta quinta-feira.

    'Na prática, isso significa que estamos impondo uma 'presunção de negativa' às licenças de exportação de produtos de tecnologia sensíveis à segurança nacional de origem norte-americana a qualquer empresa estatal ou fundada na Rússia', disse a autoridade em teleconferência a repórteres.

    'As categorias cobertas poderiam incluir bens como eletrônicos, computadores, sensores e lasers, telecomunicações, equipamentos especializados de produção de petróleo e gás e tecnologias de informação e segurança, só para citar alguns.'

    O Departamento informou no dia anterior que iria impor novas sanções até o final do mês, depois de determinar que Moscou usou uma substância contra um ex-agente duplo russo Sergei Skripal e sua filha Yulia no Reino Unido, algo que Moscou nega.

    O rublo russo e as ações da maior companhia aérea russa, a Aeroflot, caíam para mínimas de dois anos nesta sessão, ampliando as perdas após o anúncio das sanções.

    Em resposta, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que Moscou estava começando a trabalhar em medidas de retaliação aos Estados Unidos.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Paul Manafort, ex-assessor de Trump, é primeiro a ir a julgamento por inquérito sobre Rússia

    Paul Manafort, ex-assessor de Trump, é primeiro a ir a julgamento por inquérito sobre Rússia

    Por Nathan Layne e Karen Freifeld

    (Reuters) - Paul Manafort se tornará na terça-feira o primeiro ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ir a julgamento, acusado de fraude bancária e tributária por investigadores federais que analisam a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

    Apesar do foco em crimes financeiros, o julgamento pode render manchetes politicamente negativas sobre um homem que gerenciou a campanha de Trump durante três meses e compareceu a um encontro de junho de 2016 com russos que ofereceram informações prejudiciais sobre sua então rival democrata, Hillary Clinton. Essa reunião é um dos principais ângulos do inquérito de 14 meses do procurador especial Robert Mueller.

    'Meu palpite é que veremos um frenesi à lá O.J. no tribunal', disse Michael Caputo, ex-assessor de Trump e sócio de longa data de Manafort, referindo-se ao julgamento de O.J. Simpson por assassinato em 1995. 'Realmente espero que o presidente continue a observar e fazer comentários públicos sobre este caso'.

    Ele disse que Trump pode ajudar o público a entender o que está em jogo no inquérito de Mueller, que ele e Trump qualificaram como uma 'caça às bruxas' concebida para acabar com seu governo.

    Os procuradores devem argumentar que os gastos exorbitantes de Manafort com ternos, casas e artigos de luxo não condizem com a renda apresentada em suas declarações de impostos e que ele enganou credores ao emprestar dezenas de milhões de dólares usando imóveis em Nova York como garantia.

    Joshua Dressler, professor de Direito da Universidade Estadual do Ohio, disse que as provas contra Manafort, de 69 anos, parecem robustas, mas que ele terá um juiz favorável, T.S. Ellis, de 78 anos, que é conhecido por ser duro com procuradores, e que o clima político carregado aumenta as chances de um júri dividido.

    Manafort, que se declarou inocente, enfrenta 18 acusações. As nove referentes a fraude bancária e conspiração já implicam em penas máximas de 30 anos cada, e em abril o juiz Ellis observou que Manafort corre o risco de passar o resto da vida na prisão.

    Alguns especialistas legais opinaram que Manafort pode estar apostando em um eventual perdão de Trump, que classificou seu ex-gerente de campanha como um 'cara legal' que foi tratado injustamente.

    O julgamento de Manafort coincide com uma especulação crescente de que Michael Cohen, ex-advogado pessoal de Trump, pode se voltar contra o presidente e cooperar com investigadores federais.

    (Reportagem adicional de Sarah N. Lynch, em Washington)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Putin diz que convidou Trump a Moscou e está disposto a visitar Washington

    Putin diz que convidou Trump a Moscou e está disposto a visitar Washington

    JOHANESBURGO (Reuters) - O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira que convidou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Moscou, e que ambos os líderes estão prontos para realizar novas reuniões, mas que as condições precisam ser as corretas para que uma nova cúpula aconteça.

    Putin e Trump se reuniram em Helsinque na semana passada, e o presidente norte-americano enfrentou uma avalanche de críticas em seu país pela forma como tratou o encontro.

    Falando a repórteres durante cúpula do grupo Brics na África do Sul, Putin disse que telefonemas entre Moscou e Washington são insuficientes, e que ambos os lados precisam se encontrar para discutir questões como o programa nuclear do Irã, conflitos no Oriente Médio e tratados de controle de armas.

    'Com relação às nossas reuniões, eu entendo muito bem o que o presidente Trump disse. Ele tem o desejo de ter mais reuniões, realizar novas reuniões. Estou pronto para isso. Precisamos que as condições apropriadas existam, sejam criadas, inclusive em nossos países', disse Putin em uma coletiva de imprensa.

    'Estamos prontos para essas reuniões. Estamos prontos para convidar o presidente Trump a Moscou. A propósito, ele já tem esse convite', acrescentou.

    'Estou pronto para ir a Washington. Repito mais uma vez, se as condições certas para o trabalho forem criadas.'

    Putin disse que, enquanto isso, é possível que ele e Trump se encontrem à margem da cúpulas do Grupo dos 20, ou durante outros eventos internacionais.

    Em referência à reação dentro dos Estados Unidos após o desempenho de Trump na cúpula de Helsinque, Putin disse: 'Apesar das dificuldades, neste caso particular as dificuldades ligadas à situação política interna nos Estados Unidos, a vida continua e nossos contatos continuam.'

    (Reportagem de Denis Pinchuk e Alex Winning)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Sem apresentar provas, Trump diz que Rússia apoiará democratas em eleição parlamentar

    Sem apresentar provas, Trump diz que Rússia apoiará democratas em eleição parlamentar

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que acredita que a Rússia trabalhará duro para fazer as eleições parlamentares de novembro penderem para os democratas, e não seus colegas republicanos, mas não apresentou provas para apoiar sua colocação.

    Agências de inteligência dos EUA concluíram que a Rússia interferiu na eleição de 2016 com uma campanha de propaganda e invasões cibernéticas para desacreditar a adversária democrata de Trump, Hillary Clinton, e ajudar a candidatura de Trump, e que agora Moscou está visando as eleições do Congresso no dia 6 de novembro.

    'Estou muito receoso de que a Rússia trabalhará muito duro para causar impacto na próxima eleição. Com base no fato de que nenhum presidente foi mais duro com a Rússia do que eu, eles se esforçarão muito pelos democratas. Eles certamente não querem Trump!', tuitou o líder republicano.

    O próprio presidente russo, Vladimir Putin, admitiu que queria que Trump vencesse a corrida presidencial de 2016 em uma coletiva de imprensa com Trump após a cúpula de 16 de julho em Helsinque, mas negou ter se intrometido na eleição.

    A atuação de Trump na cúpula provocou reações ferozes nos EUA porque ele evitou culpar o líder russo pela interferência eleitoral. Críticos acusaram Trump de se alinhar à Rússia à custa de seu próprio país com tal omissão.

    Os democratas querem obter o controle da Câmara dos Deputados e do Senado nas eleições de novembro. A conquista de uma ou de ambas as casas pode permitir aos democratas frustrar ou adiar grande parte da agenda política de Trump e ser mais agressivos na supervisão congressional e na investigação de sua gestão.

    (Por Doina Chiacu e Susan Heavey)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Rússia está pronta para discutir visita de Putin a Washington, diz Ifax

    Rússia está pronta para discutir visita de Putin a Washington, diz Ifax

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia está pronta para discutir a proposta de uma nova reunião entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira o embaixador da Rússia nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, segundo a agência de notícias Interfax.

    A Casa Branca disse na quinta-feira que Trump havia convidado Putin a visitar Washington, em uma resposta ousada a uma série de críticas nos Estados Unidos sobre a cúpula dos dois líderes realizada em Helsinque nesta semana.

    Em sua primeira cúpula bilateral, Trump chocou o mundo na segunda-feira ao não confrontar Putin pela suposta interferência de Moscou na eleição norte-americana de 2016.

    O que foi discutido durante a reunião particular entre Trump e Putin, acompanhados somente por seus tradutores, permanece desconhecido.

    Antonov disse que Putin fez propostas concretas a Trump para solucionar o conflito no leste da Ucrânia, mas não entrou em detalhes sobre seu conteúdo, reportou a Interfax nesta sexta-feira.

    O embaixador russo disse, ainda segundo a agência, que seria bom organizar uma reunião entre o ministro de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, acrescentando que um grupo de parlamentares norte-americanos também está planejando visitar a Rússia.

    (Reportagem de Andrey Ostroukh)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141)) REUTERS MCP ES

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Putin diz que forças dos EUA tentam minar sucesso de cúpula com Trump

    Putin diz que forças dos EUA tentam minar sucesso de cúpula com Trump

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quinta-feira forças dos Estados Unidos de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com o presidente norte-americano, Donald Trump, e disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso.

    Putin e Trump se reuniram pela primeira vez em Helsinque na segunda-feira, um evento que desencadeou uma tempestade de críticas nos EUA por Trump ter se recusado a culpar o líder russo por interferir na eleição norte-americana de 2016, comentários dos quais tentou se retratar depois.

    Putin, que conversava com diplomatas russos de todo o mundo reunidos em Moscou, disse nesta quinta-feira que a cúpula foi um sucesso no geral, mas se queixou do que descreveu como esforços 'poderosos' para sabotá-la nos EUA.

    'Vemos que há forças nos Estados Unidos que estão preparadas para sacrificar casualmente as relações Rússia-EUA, a sacrificá-la por suas ambições no decorrer de uma batalha política interna nos Estados Unidos', disse Putin.

    O líder russo disse que estas forças parecem dispostas a sacrificar empregos de norte-americanos e prejudicar a economia de seu país enquanto se entregam à sua batalha política.

    Ele disse que teria sido ingenuidade esperar que a cúpula pudesse resolver, em um espaço de poucas horas, problemas que cresceram ao longo dos anos, mas que houve um pontapé inicial.

    'O caminho para mudanças positivas começou mesmo assim', disse Putin. 'É importante que uma reunião tenha finalmente acontecido e nos permitido conversar diretamente'.

    Putin alertou, porém, para os perigos de Moscou e Washington não conseguirem continuar a reparar os laços, dizendo que o novo tratado de redução de armas estratégicas Start vencerá em um ano e meio a menos que se comece a trabalhar em uma prorrogação.

    (Reportagem de Olesya Astakhova)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. /
    3. noticias
    4. /
    5. tags
    6. /
    7. russia
    8. /

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.