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    Turco Erdogan vê entrega de S-400 russos no início de julho, diz emissora NTV

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente turco Tayyip Erdogan afirmou esperar que os sistemas de defesa de mísseis russos S-400 comecem a chegar na Turquia na primeira metade de julho, segundo reportagem da emissora NTV neste domingo, algo que deve estimular tensões com o aliado da Otan, Washington.

    Os S-400 não são compatíveis com o sistema da Otan e têm sido fonte crescente de discordância entre a Turquia e os Estados Unidos nos últimos meses.

    “Nós discutimos o tema do S-400 com a Rússia. De fato o assunto S-400 está resolvido”, disse Erdogan, em seu avião voltando de uma visita à Tajikistan, onde participou de uma reunião e se encontrou com o presidente russo Vladimir Putin, segundo a reportagem.

    “Eu acho que eles começarão a chegar na primeira metade de julho”, acrescentou ele, dando uma estimativa mais específica do que as que deu no passado.

    O Secretário de Defesa dos EUA em exercício, Patrick Shanahan, sublinhou este mês que a Turquia seria retirada do programa dos caça F-35 a não ser que Ancara mude o curso de seus planos de comprar os sistemas de mísseis.

    Erdogan afirmou que discutiria a questão com o presidente norte-americano Donald Trump quando se encontrarem na reunião do G-20, este mês.

    “Quando alguém mais abaixo diz coisas diferentes, então nós imediatamente entramos em contato com o Sr. Trump e tentamos resolver as questões com diplomacia pelo telefone. As questões não levam muito tempo lá”, disse ele.

    (Por Daren Butler)

    15

    3 D

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    Putin diz que relacionamento entre Rússia e EUA está piorando

    Por Andrew Osborn e Maria Tsvetkova

    MOSCOU (Reuters) - O presidente russo, Vladimir Putin, disse que as relações entre Rússia e Estados Unidos têm piorado, apontando em uma entrevista publicada nesta quinta-feira que o atual governo norte-americano impôs dezenas de sanções a Moscou.

    Putin fez a declaração antes de uma cúpula do G20 no Japão no final deste mês, na qual pode se encontrar com o presidente norte-americano, Donald Trump.

    Os laços entre EUA e Rússia permanecem hostis por impasses sobre diversas questões, desde a Síria até a Ucrânia, bem como as alegações de interferência russa na política dos EUA, que Moscou nega.

    'Elas (nossas relações) estão colina abaixo, elas estão ficando piores e piores', disse Putin à emissora Mir, de acordo com uma transcrição do Kremlin.

    'A atual administração aprovou, na minha opinião, dezenas de decisões sobre sanções contra a Rússia nos últimos anos.'

    O líder russo comparou o relacionamento complicado com os EUA ao que chamou de laços em florescimento com a China, uma aproximação estratégica que alarmou alguns políticos norte-americanos.

    Trump disse aos repórteres na quarta-feira que se encontraria com Putin no G20, mas o Kremlin havia informado um dia antes que a ideia para a reunião estava 'pairando no ar' e que ainda não havia discussões sobre assuntos específicos.

    Trump disse na quarta-feira que esperava que os Estados Unidos tivessem 'um ótimo relacionamento com a Rússia', mas prometeu enviar 1.000 tropas dos EUA para a Polônia, uma medida solicitada por Varsóvia para dissuadir um potencial ataque da Rússia.

    Em outro movimento que deve irritar Moscou, Trump disse na quarta-feira que está considerando sanções contra o projeto russo do gasoduto Nord Stream 2 de transporte de gás natural e alertou a Alemanha contra a dependência de energia provida pela Rússia.

    Putin, que se manifestou a favor da China no que diz respeito à guerra comercial com os Estados Unidos, disse na mesma entrevista que esperava por laços mais tranquilos com Washington, apesar do curso atual do relacionamento.

    '... Realmente esperamos que o senso comum prevaleça no final', afirmou Putin.

    'Isso com todos os nossos parceiros, incluindo os parceiros americanos... Podemos chegar a algumas decisões no marco do próximo G20 que será construtivo e criará as condições estáveis necessárias para a cooperação econômica'.

    (Reportagem adicional de Polina Devitt)

    25

    6 D

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    Polícia da Rússia detém ao menos 400 pessoas em protesto a favor de jornalista em Moscou

    Por Anton Zverev

    MOSCOU (Reuters) - A polícia russa deteve ao menos 400 pessoas nesta quarta-feira, incluindo o político de oposição Alexei Navalny, em um protesto em Moscou que pedia punição para os policiais envolvidos em uma suposta incriminação de um jornalista.

    A polícia retirou abruptamente acusações relacionadas a drogas feitas na terça-feira contra o jornalista Ivan Golunov, em um raro recuo das autoridades diante da indignação dos apoiadores do repórter, que alegaram que ele foi incriminado devido às suas reportagens.

    Golunov, jornalista de 36 anos conhecido por expor a corrupção entre autoridades municipais de Moscou, foi detido pela polícia na quinta-feira e acusado de traficar drogas, uma alegação que negou com veemência.

    Mas a maneira enfática como os apoiadores de Golunov disseram que ele foi incriminado e detido desencadeou uma demonstração de união midiática incomum e uma reação atipicamente rápida de autoridades receosas de agitações sociais, em um momento no qual o presidente Vladimir Putin já enfrenta inquietações devido à queda do padrão de vida da população.

    As autoridades esperavam que libertar Golunov e assegurar punições para aqueles que supostamente incriminaram o jornalista acalmaria os apoiadores do jornalistas, mas seus colegas decidiram prosseguir com um protesto convocado para esta quarta-feira, feriado nacional na Rússia.

    As autoridades alertaram de antemão que a manifestação seria ilegal e poderia colocar a segurança pública em risco.

    De acordo com as leis do país, a data e o horário de protestos que envolvam mais de uma pessoa precisam ser acordados previamente com autoridades. Os organizadores do evento desta quarta-feira propuseram que Moscou negociasse esses termos com eles durante uma transmissão ao vivo, o que foi recusado pelas autoridades.

    Testemunhas da Reuters disseram que mais de 1 mil pessoas se deslocaram até a região central de Moscou, entoando gritos como 'A Rússia será livre', 'Rússia sem Putin' e 'Abaixo o czar' à medida que a polícia alertava que não infringissem a lei e bloqueava algumas ruas.

    Alguns dos manifestantes usavam camisetas brancas dizendo 'Eu sou/Nós somos Ivan Golunov', a mesma manchete de primeira página veiculada pelos três principais jornais diários da Rússia na segunda-feira.

    Importantes jornalistas e ativistas russos estavam entre muitos dos manifestantes e detidos.

    Uma testemunha da Reuters viu ao menos três policiais levarem o político de oposição Alexei Navalny a um caminhão.

    21

    1 S

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    Kremlin nega tuíte de Trump sobre suposta retirada da Venezuela

    Por Andrew Osborn e Tom Balmforth

    MOSCOU (Reuters) - O Kremlin disse nesta terça-feira que não sabe de onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tirou a ideia de que a Rússia retirou a maioria de seus especialistas militares da Venezuela, e disse que eles continuam a trabalhar no país sul-americano aliado.

    Trump tuitou na segunda-feira que a Rússia disse aos EUA que retirou 'a maioria de seu pessoal' da Venezuela, onde o governo russo mantém laços militares e econômicos estreitos com o presidente socialista Nicolás Maduro.

    O comentário causou espanto porque, se for verdade, marcaria um revés considerável para Maduro, que os EUA estão determinados a afastar e que o Kremlin vem defendendo com firmeza.

    Mas o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres que Moscou não manteve contato com Trump sobre o tema, e que Trump aparentemente obteve a informação de reportagens de jornais, o que autoridades russas já negaram, ou de outro local.

    'Julgando pela aparência, é uma referência circunstancial a fontes de informação de jornais, porque não houve mensagem oficial sobre isso do lado russo e não poderia haver uma', disse Peskov a respeito do comentário de Trump.

    'Realmente há especialistas (russos) fazendo manutenção de equipamentos que foram entregues anteriormente, e esse processo corre de acordo com o plano'.

    O tuíte de Trump veio na esteira de um artigo publicado pelo Wall Street Journal no domingo segundo o qual a prestadora de serviço de defesa estatal russa Rostec reduziu seu pessoal na Venezuela a somente algumas dezenas, citando uma pessoa próxima do Ministério da Defesa russo.

    A Rostec disse que a reportagem exagerou o número de funcionários que tem na Venezuela 'dúzias de vezes', que o número de funcionários permanente não muda há anos e que o corpo técnico faz rodízio no país para oferecer manutenção e consertos em equipamentos militares.

    A empresa ainda disse que recentemente especialistas técnicos terminaram de fazer manutenção em uma série de aeronaves e que continua comprometida a aprofundar sua cooperação com o Ministério da Defesa venezuelano e a honrar seus compromissos com Caracas.

    Peskov disse nesta terça-feira que o Kremlin não sabe o que Trump quis dizer quando afirmou que a Rússia retirou parte do pessoal militar da Venezuela e que não faz ideia a que informação estava reagindo.

    (Reportagem adicional de Maxim Rodionov)

    20

    2 S

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    Putin acompanha parada militar na Praça Vermelha em momento de queda de aprovação

    Por Christian Lowe e Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acompanhou a passagem de lançadores de mísseis nucleares intercontinentais pela Praça Vermelha nesta quinta-feira, dia em que o país fez sua exibição anual de poderio militar para lembrar a vitória da União Soviética sobre os nazistas na Segunda Guerra Mundial.

    Enfrentando uma queda de aprovação no momento em que o país atravessa o sexto ano consecutivo de queda na renda, Putin observou milhares de soldados marcharem e colunas de tanques desfilarem pela famosa praça, em um espetáculo que evocou a Guerra Fria.

    Putin, cujo mandato termina em 2024, supervisionou a parada em uma tribuna repleta de veteranos de guerra soviéticos, alguns dos quais usavam fileiras de medalhas e seguravam rosas vermelhas.

    'Fizemos e faremos todo o necessário para garantir o alto nível de prontidão de nossas Forças Armadas', disse Putin. 'Conclamamos todos os países a reconhecerem nossa responsabilidade comum de criar um sistema de segurança que seja eficiente e igual para todos'.

    Os laços russos com o Ocidente se deterioraram depois da anexação pela Rússia da região ucraniana da Crimeia em 2014, e Moscou continuou a desafiar os Estados Unidos com seu apoio firme ao presidente sírio, Bashar al-Assad, e ao líder da Venezuela, Nicolás Maduro.

    Líderes mundiais compareceram ao desfile no passado, e neste ano chamou atenção a ausência de figuras internacionais, algo que o Kremlin minimizou. Nursultan Nazarbayev, que renunciou à presidência cazaque em março depois de três décadas no poder, foi o único convidado estrangeiro notável.

    O Kremlin disse não ter convidado chefes de Estado estrangeiros, mas o aniversário de 75 anos de 2020 será um grande marco celebrado com mais pompa.

    Apoiadas pela mídia estatal, as autoridades aproveitam o evento anual para insuflar o sentimento patriótico em casa, algo que pode ajudar a elevar o índice de aprovação de Putin -- que, embora ainda estivesse em 66 por cento em abril, um número alto, está inferior aos quase 90 por cento de cinco anos atrás.

    (Reportagem adicional de Gabrielle Tétrault-Farber)

    11

    1 M

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    Rússia diz que não suspenderá aviões Sukhoi apesar de acidente com 41 mortos

    Por Gleb Stolyarov e Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia não vê razão para suspender a aeronave de fabricação nacional Sukhoi Superjet 100, apesar de uma delas ter sofrido um incêndio durante um pouso de emergência que resultou em 41 mortes, disse o ministro dos Transportes nesta segunda-feira.

    O pouso forçado de domingo foi o segundo contratempo do avião, o primeiro jato de passageiros novo desenvolvido na Rússia desde a queda da União Soviética e alardeado por Moscou como prova de que é capaz de produzir suas próprias aeronaves de uso civil de alta qualidade.

    Investigadores começaram a tentar descobrir por que o avião da Aeroflot, que voava de Moscou a Murmansk, cidade do norte russo, foi forçado a fazer um pouso de emergência e por que esse pouso deu tão errado.

    Várias versões estão sendo analisadas, inclusive falha técnica, erro humano e condições climáticas ruins.

    Indagado por repórteres em uma coletiva de imprensa se os aviões Sukhoi deveriam ser suspensos à espera do desfecho da investigação, o ministro dos Transportes russo, Yevgeny Ditrikh, respondeu: 'Não há motivo para isso'.

    Imagens de televisão mostraram o avião pegando fogo na pista do aeroporto de Sheremtyevo, em Moscou, ao fazer um pouso de emergência no domingo.

    O avião transportava 73 passageiros e cinco tripulantes.

    Ditrikh disse que os corpos de 41 pessoas mortas no acidente foram recuperados. Trinta e três passageiros e quatro tripulantes sobreviveram, afirmou. Seis dos sobreviventes estão em estado grave e recebendo tratamento.

    O avião, construído no extremo leste da Rússia em agosto de 2017, havia passado por uma manutenção em abril.

    Há muito tempo a Aeroflot superou seu histórico de segurança pós-soviético problemático, e hoje tem uma das frotas mais modernas do mundo em rotas internacionais, nas quais conta principalmente com aeronaves da Boeing e da Airbus.

    Mas a Aeroflot também tem ao menos 50 Superjets que usa em rotas nacionais e internacionais.

    O Superjet, que entrou em serviço em 2011, apresentou problemas esporádicos de segurança e confiabilidade, inclusive uma suspensão de voos causada pela descoberta de um defeito na cauda de um avião em dezembro de 2016.

    (Reportagem adicional de Polina Devitt)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

    29

    1 M

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    Rejeitado pelos EUA, líder da Coreia do Norte conversa com Putin

    Por Maria Vasilyeva e Vladimir Soldatkin

    VLADIVOSTOK, Rússia, April 25 (Reuters) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, nesta quinta-feira, para uma cúpula concebida para mostrar que os Estados Unidos não são a única potência com influência suficiente para negociar com o Estado comunista recluso a respeito de seu programa nuclear.

    Os dois líderes tiveram um dia de reuniões em uma ilha no litoral de Vladivostok, cidade russa do Pacífico, dois meses depois de uma cúpula de Kim com o presidente dos EUA, Donald Trump, terminar em desentendimento, o que diminuiu as esperanças de um avanço no impasse nuclear de décadas.

    A primeira sessão, que consistiu de conversas pessoais com a presença de poucos assessores, durou o dobro dos 50 minutos programados.

    'Conversamos, é claro, sobre a situação na península coreana, trocamos opiniões sobre como e o que podemos fazer para haver boas perspectivas para uma melhoria na situação', disse Putin durante um intervalo nas conversas.

    Kim, que chegou a Vladivostok um dia antes em seu trem blindado, disse que a situação na península coreana 'é uma questão na qual o mundo está muito interessado'.

    Sentado diante de Putin e do restante da delegação russa, ele disse que foi à Rússia para se encontrar com Putin pessoalmente e para trocar opiniões sobre o impasse nuclear.

    Ele disse querer 'debater questões de estabilidade estratégica e administração conjunta da situação no futuro, e desenvolver nossas relações tradicionais para atender as exigências de um novo século'.

    Uma segunda sessão de conversas com delegações maiores terminou sem comunicados de nenhum lado.

    Depois os dois líderes compareceram a um jantar de gala, no qual brindaram um ao outro e assistiram números de música e de dança tradicionais apresentados por artistas russos.

    Como as conversas entre a Coreia do Norte e os EUA travaram, a cúpula de Vladivostok dá a Pyongyang a oportunidade de buscar apoio de um novo parceiro, a Rússia, e um possível alívio das sanções que prejudicam sua economia.

    Para o Kremlin, a reunião é uma chance de mostrar que o país é um protagonista diplomático global, apesar dos esforços de Washington e de outros países ocidentais para isolá-lo.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin e Joyce Lee, em Seul, e Maria Kiselyova e Maxim Rodionov, em Moscou)

    29

    1 M

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    Líder norte-coreano chega à Rússia para reunião com Putin

    Por Maria Vasilyeva

    VLADIVOSTOK, Rússia (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, chegou à cidade russa de Vladivostok, nesta quarta-feira, para uma cúpula em que possivelmente deve buscar o apoio do presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao passo que as conversas com os Estados Unidos sobre questões nucleares estão estagnadas.

    O trem blindado que levava Kim -- em sua primeira visita oficial à Rússia-- chegou à estação do cais em Vladivostok, no litoral do Pacífico, poucas horas depois de cruzar a fronteira entre a Coreia do Norte e a Rússia.

    Após um pequeno atraso enquanto a porta do vagão de Kim era alinhada a um tapete vermelho estendido na plataforma, a porta se abriu para que um Kim sorridente saísse.

    Mais cedo, em uma parada na fronteira, Kim disse à TV estatal russa que esperava por conversas úteis e bem-sucedidas com Putin.

    'Espero que possamos discutir questões concretas sobre negociações de paz na península coreana e nossas relações bilaterais', disse ele por meio de um intérprete.

    Kim vai se reunir com Putin na quinta-feira para conversas em um campus universitário em uma ilha perto de Vladivostok. Essa será a primeira reunião entre eles, e o impasse sobre o programa nuclear de Pyongyang será um dos principais tópicos da agenda, segundo um assessor de política externa do Kremlin.

    O encontro ocorre dois meses após uma cúpula no Vietnã entre Kim e o presidente norte-americano, Donald Trump, ser encerrada sem sucesso, o que deixou o líder norte-coreano à procura de apoio internacional e suavização de sanções.

    Para Putin, o encontro é uma oportunidade de mostrar que a Rússia se mantém uma potência global apesar de estar sob sanções impostas por sua intervenção na Ucrânia e alegações de envolvimento na eleição dos Estados Unidos.

    No entanto, analistas previram que é improvável que Kim saia da cúpula com qualquer promessa substancial de aliviar sanções. O encontro deve se concentrar mais em uma demonstração de aproximação.

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