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    Rússia se diz preocupada com apoio dos EUA à oposição na Venezuela

    MOSCOU (Reuters) - O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse nesta quarta-feira que a Rússia está preocupada com o discurso dos Estados Unidos sobre uma possível opção militar norte-americana para a Venezuela, e acusou Washington de apoiar a oposição no país para impedir negociações com o governo.

    Lavrov afirmou, durante coletiva de imprensa anual, que a abordagem dos Estados Unidos frente à Venezuela mostra a continuidade dos esforços dos EUA para enfraquecer governos a que se opõem ao redor do mundo.

    O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem indicado apoio a um líder de oposição na Venezuela, aumentando a pressão contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que está no início de um controverso segundo mandato.

    Em 2017, Trump disse não descartar uma “opção militar” para pôr fim ao que vê como um caos econômico na Venezuela, aliada próxima da Rússia, em comentários amplamente criticados.

    Os Estados Unidos também têm criticado Moscou por mandar voos militares à Venezuela, repreensões que o Kremlin tem rejeitado.

    Nesta semana, o Congresso venezuelano, liderado pela oposição, declarou Maduro um “usurpador” do poder, enquanto os EUA estão considerando reconhecer o líder do Parlamento, Juan Guaidó, como o presidente legítimo do país, segundo duas fontes com conhecimento do assunto.

    Na quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que Washington, que já impôs sanções contra Maduro e diversos de seus aliados próximos, apoia a ação da oposição.

    “Nós parabenizamos, reconhecemos e apoiamos a coragem da Assembleia Nacional da Venezuela de declarar formalmente Maduro um ‘usurpador’ da democracia e de transferir as responsabilidades executivas à Assembleia Nacional”, escreveu Pompeo no Twitter.

    Durante o final de semana, Pompeo chamou o governo de Maduro de ilegítimo e disse que os Estados Unidos irão trabalhar com países que compartilham da mesma opinião na América Latina para restaurar a democracia na Venezuela.

    (Reportagem de Vladimir Soldatkin e Christian Lowe)

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    Trump: 'Nunca trabalhei com a Rússia'

    Por Jeff Mason e Doina Chiacu

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que nunca trabalhou com a Rússia, em sua primeira negativa direta depois de um relato da mídia de que o FBI investigou em 2017 se ele agiu contra interesses norte-americanos.

    Trump também contestou uma reportagem do Washington Post de que ele escondeu detalhes sobre seus encontros com o presidente russo, Vladimir Putin, e confiscou as anotações de seu intérprete. Democratas do Congresso levantaram a possibilidade de intimar o tradutor a depor.

    O New York Times publicou na sexta-feira que o FBI abriu a investigação depois de Trump demitir o diretor do FBI James Comey levantar preocupações de que o presidente representava uma ameaça à segurança nacional. Depois da publicação da matéria, Trump atacou o FBI e o Times, mas ele não emitiu uma negativa específica sobre trabalhar com a Rússia até esta segunda.

    'Não somente eu nunca trabalhei para a Rússia, eu também acho uma desgraça que você sequer tenha feito esta pergunta, porque é um completo e gigantesco embuste', disse Trump a jornalistas ao deixar a Casa Branca para uma viagem à Louisiana.

    As relações de Trump com a Rússia e com Putin se tornaram nebulosas desde o início de seu governo e ele tem minimizado a investigação federal sobre se sua campanha à eleição à Presidência em 2016 trabalhou com a Rússia como um embuste e uma 'caça às bruxas'.

    As reportagens geraram preocupação entre parlamentares, tanto republicanos quanto democratas.

    O presidente do Comitê Judiciário do Senado dos EUA, Lindsey Graham, um republicano, disse no domingo que planeja perguntar ao FBI sobre a reportagem, sugerindo que a agência foi longe demais.

    Comey estava à frente de uma investigação da suposta interferência russa na eleição presidencial de 2016. A Rússia negou descobertas da inteligência dos EUA de que tentou favorecer a eleição de Trump, que tem repetidamente negado qualquer conluio entre sua campanha e Moscou.

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    Rússia diz que ataques aéreos de Israel contra Síria ameaçaram 2 voos civis, segundo Ifax

    MOSCOU (Reuters) - O Ministério de Defesa da Rússia disse nesta quarta-feira que mísseis lançados por Israel contra a Síria no dia anterior ameaçaram diretamente dois voos civis, relatou a agência de notícias Interfax.

    O ministério, que não especificou quais voos foram ameaçados, acrescentou que a defesa aérea da Síria destruiu 14 dos 16 mísseis lançados por Israel contra alvos não especificados perto de Damasco na terça-feira.

    Três soldados sírios ficaram feridos no ataque, relatou a mídia estatal síria.

    O Exército israelense recusou comentar o lançamento dos mísseis e as alegações russas.

    Falando em uma cerimônia de graduação de novos pilotos na base aérea de Israel nesta quarta-feira, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se referiu diretamente aos ataques ou às críticas de Moscou.

    Porém reiterou que a intenção de Israel é impedir 'o entrincheiramento militar iraniano, que é dirigido contra nós' na Síria.

    'Nós vamos agir contra isso, vigorosa e continuamente, incluindo durante o atual período', disse Netanyahu.

    Durante a guerra de mais de sete anos na Síria, Israel tem estado altamente alarmado sobre a crescente influência do Irã, seu inimigo histórico e um importante aliado do presidente sírio, Bashar al-Assad.

    A força aérea israelense atingiu vários alvos que descreve como desdobramentos iranianos ou transferências de armas para o movimento libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, no conflito sírio.

    (Reportagem de Vladimir Soldatkin e Andrew Osborn)

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    Putin acusa EUA de elevarem risco de guerra nuclear

    Por Polina Nikolskaya e Gabrielle Tétrault-Farber

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou nesta quinta-feira os Estados Unidos de elevarem o risco de uma guerra nuclear ao ameaçarem se retirar de um tratado crucial de controle de armas e se recusarem a conversar sobre outro pacto que expira em breve.

    Os EUA ameaçaram se desfiliar do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), de 1987, que proíbe Moscou e Washington de instalarem mísseis terrestres de alcance curto e médio na Europa.

    Putin disse que a ação, se acontecer, terá consequências imprevisíveis.

    'Estamos testemunhando essencialmente o rompimento da ordem internacional de controle de armas e (o início de) uma corrida armamentista', disse o líder russo em sua coletiva de imprensa anual com centenas de repórteres.

    'É muito difícil imaginar como a situação se desenvolverá (se os EUA deixarem o INF). Se estes mísseis aparecerem na Europa o que deveríamos fazer? É claro que teremos que garantir nossa própria segurança'.

    O novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, outro pacto EUA-Rússia que limita o número de ogivas nucleares estratégicas instaladas que cada lado pode ter, vence em 2021. Putin disse estar preocupado por Washington não parecer interessada em debater seu futuro.

    'Nenhuma conversa sobre prorrogar isso já está acontecendo. Será que os americanos não estão interessados, será que não precisam deles? Ok, sobreviveremos e garantiremos nossa própria segurança, o que sabemos fazer. Mas no geral isso é muito ruim para a humanidade porque nos deixa mais próximos de um limiar perigoso'.

    O líder russo, que disse que Moscou desenvolveu armas nucleares que acredita lhe darem uma vantagem sobre outros países, alertou que a ameaça de um conflito nuclear está aumentando em resultado das medidas dos EUA.

    Putin também citou a tendência perigosa de reduzir o limiar para o uso de armas nucleares e a ideia de usar mísseis balísticos com ogivas convencionais.

    'Se, Deus nos livre, algo assim acontecesse, levaria ao fim de toda a civilização e talvez também do planeta', afirmou Putin.

    'Espero que a humanidade tenha bom senso e noção de autopreservação suficientes para não levar as coisas a tais extremos'.

    O evento anual, o 14o do tipo de Putin, é usado pelo russo para polir suas credenciais de líder e enviar recados a aliados e inimigos estrangeiros.

    (Reportagem adicional de Polina Ivanova, Tom Balmforth, Darya Korsunksaya, Masha Tsvetkova, Elena Fabrichnaya, Maria Kiselyova, Ekaterina Golubkova e Vladimir Soldatkin)

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    Kremlin rejeita novos relatórios dos EUA que apontam interferência russa em eleição

    MOSCOU (Reuters) - O Kremlin rejeitou nesta terça-feira dois novos relatórios dos Estados Unidos alegando interferência russa na eleição presidencial norte-americana de 2016, dizendo que os documentos carecem de detalhes e não explicam como o governo da Rússia esteve supostamente envolvido.

    Os relatórios de especialistas particulares divulgados na segunda-feira por senadores democratas e republicanos dos EUA alegam que a interferência eleitoral de Moscou nas redes sociais foi mais ampla do que se acreditava e incluiu tentativas de dividir os norte-americanos por raça e extremismo ideológico.

    A Internet Research Agency do governo russo, sediada em São Petersburgo, na Rússia, tentou manipular a política dos EUA, disseram os relatórios, um elaborado pelos analistas de redes sociais New Knowledge e o outro por uma equipe da Universidade Oxford que trabalhou com a empresa de análise Graphika.

    Em grande medida os dois relatórios verificaram descobertas anteriores de agências de inteligência dos EUA, mas detalharam muito mais a atividade russa, iniciada anos atrás e ainda em curso, disseram os relatórios e parlamentares destacados.

    Trolls russos, por exemplo, tentaram incentivar 'movimentos secessionistas' na Califórnia e no Texas, informou o relatório da New Knowledge.

    'Estes dados recém-divulgados demonstram o quão agressivamente a Rússia tentou dividir os americanos por raça, religião e ideologia', disse Richard Burr, republicano que preside o Comitê de Inteligência do Senado, em um comunicado.

    A agência russa trabalhou para erodir a confiança nas instituições democráticas dos EUA, e suas atividades não pararam, alertou. O comitê coletou dados das empresas de redes sociais que foram usados pelos especialistas particulares em sua análise.

    O senador Mark Warner, democrata mais graduado do comitê, disse: 'Estes relatórios demonstram até que ponto os russos exploraram as fragilidades da nossa sociedade para dividir os americanos na tentativa de minar e manipular nossa democracia.

    'Estes ataques... foram muito mais abrangentes, calculistas e disseminados do que se revelou anteriormente'.

    A Oxford/Graphika disse que os russos disseminaram 'notícias políticas distorcidas e informações falsas sensacionalistas, conspiratórias e de outras formas a eleitores de todo o espectro político'.

    O grupo afirmou que trolls russos exortaram afro-norte-americanos a boicotarem a eleição ou seguir procedimentos de votação errados e ao mesmo tempo estimularam eleitores de direita a serem mais combativos.

    O Kremlin tem negado reiteradamente qualquer interferência na política dos EUA, e descreve as alegações como parte de uma campanha anti-Rússia politicamente motivada.

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    Procurador diz que ex-assessor de Trump colaborou em inquérito sobre possível elo com a Rússia

    Por Sarah N. Lynch e Nathan Layne

    WASHINGTON/NOVA YORK (Reuters) - O procurador especial Robert Mueller disse na terça-feira que Michael Flynn, ex-conselheiro de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu uma cooperação 'substancial' ao inquérito sobre um possível conluio entre a campanha de Trump e a Rússia.

    O escritório de Mueller disse em um documento legal que Flynn colaborou com a investigação 'a respeito de elos ou coordenação entre o governo russo e indivíduos associados à campanha de Trump'.

    Flynn também forneceu 'informações em primeira mão sobre o conteúdo e o contexto de interações entre a equipe de transição e autoridades do governo russo', segundo o documento.

    Citando 19 depoimentos de Flynn aos procuradores federais, o escritório de Mueller pediu a um juiz federal para não condená-lo à prisão.

    Procuradores disseram que Flynn também ofereceu ajuda para outras investigações criminais, mas que estes detalhes foram editados para manter informações sobre casos em andamento em segredo.

    David Weinstein, um ex-procurador federal, disse que os trechos editados provavelmente apontam para acusações iminentes contra outros na órbita de Trump e provocaram dúvidas sobre os rumores de que Mueller está quase encerrando seu inquérito.

    'Deve ter relação com outras pessoas que ele acredita estarem envolvidas na conspiração ou conluio geral que ele está encarregado de investigar', disse Weinstein. 'Se ele estivesse quase terminando não haveria virtualmente nada sendo editado'.

    Flynn, que ocupou o cargo na Casa Branca só durante 24 dias, se declarou culpado em dezembro de 2017 de ter mentido ao FBI sobre seus contatos com a Rússia. Ele receberá uma pena do Tribunal do Distrito de Columbia no dia 18 de dezembro.

    Até o momento ele é a única pessoal com passagem pelo governo Trump a assumir a culpa de um crime revelado pela investigação abrangente de Mueller sobre as tentativas russas de influenciar a eleição norte-americana de 2016 e um possível conluio de assessores de Trump.

    O inquérito de Mueller, que pode ameaçar a presidência Trump, já implicou 32 indivíduos e três empresas russas. Ele deve emitir um relatório sobre suas conclusões possivelmente em algum momento do ano que vem.(Reportagem adicional de Makini Brice)

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    Maduro embarca para a Rússia para se reunir com Putin

    MOSCOU (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse, na noite de segunda-feira, estar a caminho da Rússia para se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que Putin encontrará Maduro na quarta-feira em Moscou, segundo a agência de notícias Interfax.

    Maduro começa a viagem após receber o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, em Caracas, na primeira visita oficial de um líder turco ao país. Na segunda-feira, Erdogan se comprometeu a fortalecer o comércio com a Venezuela em um gesto de solidariedade.

    No final de novembro, o chefe da petroleira russa Rosneft, Igor Sechin, foi a Caracas se reunir com Maduro para cobrar o envio de petróleo destinado a pagar empréstimos russos, disseram fontes à Reuters.

    A visita de Sechin, que não foi divulgada publicamente, é um dos sinais mais claros de tensão entre a Venezuela e a Rússia, um de seus principais credores.

    O governo russo e a Rosneft concederam ao menos 17 bilhões de dólares em empréstimos e linhas de crédito a Caracas desde 2006, segundo cálculos da Reuters.

    Maduro, acompanhado pela primeira-dama Cilia Flores, anunciou a viagem em transmissão da televisão estatal direto do aeroporto internacional, na frente do avião presidencial.

    'Temos um dia também muito intenso, muito importante com o presidente Vladimir Putin... com o presidente Vladimir Putin mantemos contato permanente e agendamos uma reunião de trabalho', disse Maduro.

    'Estou indo a Moscou para encerrar o ano de 2018 com chave de ouro, quanto às relações estratégicas que a Venezuela constrói no mundo, sobretudo buscando investimentos, buscando melhoria econômica... vou à Rússia, volto logo... e nos vemos em alguns dias', acrescentou, sem fornecer mais detalhes.

    (Reportagem de Vivian Sequera)

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    Rússia bloqueia portos da Ucrânia no Mar de Azov, diz ministro ucraniano

    KIEV (Reuters) - Dois portos da Ucrânia no Mar de Azov, Berdyansk e Mariupol, estão na prática sob bloqueio da Rússia, uma vez que embarcações estão proibidas de chegar e partir, disse o ministro da Infraestrutura ucraniano, Volodymyr Omelyan, nesta quinta-feira.

    Ao todo 35 embarcações foram impedidas de realizar operações normais, e só aquelas que rumam para portos russos no Mar de Azov têm permissão para entrar, disse ele no Facebook.

    'O objetivo é simples: ao impor um bloqueio a portos ucranianos no Mar de Azov, a Rússia espera expulsar a Ucrânia de nosso próprio território -- território que é nosso, de acordo com todas as leis internacionais relevantes', disse.

    Omelyan disse que 18 navios estão esperando para entrar no Mar de Azov, sendo quatro para Berdyansk e 14 para Mariupol. Também existe uma fila de nove navios esperando para sair do mesmo mar e outros oito aguardam perto dos ancoradouros do porto.

    Os carregamentos dos portos de Azov são em sua maioria de grãos e aço.

    No domingo, a Rússia capturou três embarcações da Marinha ucraniana e seus tripulantes perto da península da Crimeia, que anexou em 2014, devido ao que disse ter sido sua entrada ilegal em águas russas. Kiev refuta enfaticamente a afirmação russa.

    A apreensão das embarcações da Marinha levou a tensão entre Rússia e Ucrânia ao ponto mais alto desde 2015, quando rebeldes apoiados por Moscou se levantaram contra o governo de Kiev em Donbass, região do leste, desencadeando um conflito no qual mais de 10 mil pessoas foram mortas.

    (Por Pavel Polityuk)

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