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Atividade industrial da zona do euro contrai em janeiro mas produção se recupera, segundo PMI

Atividade industrial da zona do euro contrai em janeiro mas produção se recupera, segundo PMI

Reuters

02/02/2026

Placeholder - loading - Fábrica da ThyssenKrupp em Duisburg, Alemanha 19/11/2019. REUTERS/Leon Kuegeler
Fábrica da ThyssenKrupp em Duisburg, Alemanha 19/11/2019. REUTERS/Leon Kuegeler

BENGALURU, 2 Fev (Reuters) - A atividade industrial ⁠da zona do euro permaneceu em território de contração em janeiro pelo terceiro mês consecutivo, em meio à persistente fraqueza nas novas encomendas e apesar do retorno do crescimento da produção, segundo uma pesquisa.

O Índice de Gerentes de Compras (PMI) do HCOB para a zona do euro, compilado pela S&P Global, subiu para 49,5 em janeiro, ante a mínima ​de nove meses de 48,8 ⁠em ⁠dezembro, ligeiramente acima da preliminar de 49,4.

Valores acima de 50,0 indicam crescimento na atividade, enquanto aqueles abaixo desse nível apontam para uma contração.

“É possível observar algum progresso no setor manufatureiro, mas ele está ‌ocorrendo em um ritmo muito lento”, afirmou Cyrus de ​la Rubia, economista-chefe do Hamburg Commercial ‌Bank.

O índice ​de produção ​industrial voltou a subir acima do limiar de 50, passando de 48,9 em dezembro para 50,5 em janeiro, indicando ​um crescimento modesto da produção.

No entanto, as novas encomendas caíram pelo terceiro mês consecutivo. O declínio nos novos trabalhos foi menos severo do que em dezembro, mas ainda assim prejudicou o índice geral.

Os cortes de pessoal nas fábricas continuaram pelo 32º mês consecutivo, embora o ritmo de redução tenha sido o mais lento desde setembro.

Os custos dos insumos aumentaram à taxa mais rápida em três anos, principalmente devido aos preços mais elevados da energia.

Apesar ⁠das crescentes pressões de custos, os fabricantes não conseguiram repassá-las ‌aos clientes, com os preços ⁠de produção permanecendo praticamente inalterados desde dezembro.

Ainda assim, a confiança dos fabricantes em relação aos próximos 12 ‍meses melhorou para o seu nível mais alto desde fevereiro de 2022, sugerindo ​otimismo ‌de que as condições acabarão por melhorar.

(Reportagem de Indradip Ghosh)

Reuters

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