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    IGP-10 desacelera alta a 0,51% em agosto, diz FGV

    Por Stefani Inouye

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 0,51 por cento em agosto, sobre elevação de 0,93 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quarta-feira.

    Pesquisa Reuters com analistas mostrava uma projeção de avanço de 0,57 por cento no período.

    Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral, subiu 0,64 por cento em agosto, sobre alta de 0,99 por cento no mês anterior.

    O destaque ficou para a queda de 0,43 por cento nos preços da categoria de alimentos processados, depois de ter registado avanço de 1,13 por cento no mês anterior.

    A FGV informou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30 por cento do índice geral, desacelerou a alta a 0,14 por cento, contra o aumento de 0,78 por cento em julho.

    O grupo de Alimentação se destacou ao apresentar queda de 0,37 por cento em agosto, sobre avanço de 0,51 por cento no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) também apresentou desaceleração da alta a 0,46 por cento em agosto, de 0,92 por cento anteriormente.

    O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

    Veja as variações do IGP-10 (%):

    Julho Agosto

    IGP-10 +0,93 +0,51

    IPA +0,99 +0,64

    .Estágios

    ..Bens Finais +1,13 -0,43

    ..Bens Intermediários +1,99 +1,00

    ..Matérias Primas Brutas -0,42 +1,51

    .Origem

    ..Produtos Agropecuários -0,83 +0,42

    ..Produtos Industriais +1,61 +0,72

    IPC +0,78 +0,14

    .Alimentação +0,51 -0,37

    .Habitação +1,63 +0,82

    .Vestuário -0,32 -0,47

    .Saúde e Cuidados Pessoais +0,33 +0,29

    .Educação, Leitura e Recreação +0,86 -0,12

    .Transportes +0,78 +0,09

    .Despesas Diversas +0,14 +0,09

    .Comunicação +0,40 +0,07

    INCC +0,92 +0,46

    .Materiais, Equipamentos e Serviços +1,00 +0,82

    .Mão de Obra +0,86 +0,15

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    Turquia dobra tarifas sobre alguns produtos dos EUA; lira se recupera

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia dobrou as tarifas sobre algumas importações norte-americanas, incluindo álcool, carros e tabaco, nesta quarta-feira, em retaliação aos movimentos dos Estados Unidos, mas a lira se recuperava depois que as medidas de liquidez do banco central tiveram o efeito de sustentar a moeda.

    Um decreto assinado pelo presidente Tayyip Erdogan dobrou as tarifas turcas de carros de passageiros para 120 por cento, de bebidas alcoólicas para 140 por cento e de fumo para 60 por cento. As tarifas também foram duplicadas em bens como cosméticos, arroz e carvão.

    O movimento veio em resposta aos 'ataques deliberados do governo norte-americano em nossa economia', escreveu o vice-presidente, Fuat Oktay, no Twitter. Na sexta-feira passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que autorizou tarifas mais altas sobre as importações de alumínio e aço da Turquia.

    Ancara agiu em meio ao aumento da tensão entre os dois países sobre a detenção de um pastor norte-americano e outras questões diplomáticas na Turquia, que ajudaram a levar a lira a uma queda recorde em relação ao dólar.

    A moeda perdeu mais de 40 por cento em relação ao dólar este ano, impulsionada pelas preocupações com a crescente influência de Erdogan sobre a economia e suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas, apesar da alta inflação.

    A recuperação nesta sessão, fortalecendo a lira brevemente para menos de 6,0 contra o dólar, veio depois que o banco central apertou a liquidez no mercado, aumentando efetivamente as taxas e apoiando a moeda.

    O otimismo em relação às melhores relações com a União Européia depois que um tribunal turco liberou dois soldados gregos que aguardavam julgamento e um passo da vigilância do setor bancário para limitar as transações de swap cambial também ajudava a lira.

    'Eles estão tirando liquidez de lira agora e elevando as taxas de juros', disse o diretor de estratégia de mercados emergentes da TD Securities, Cristian Maggio.

    'As taxas subiram 10 por cento... O banco central não fez isso através da mudança nas taxas de referência, mas elas estão reduzindo a liquidez, então o resultado é o mesmo', acrescentou.

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    Vetos à LDO evitam riscos fiscais e enrijecimento das despesas públicas, diz Colnago

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer sancionou nesta terça-feira a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 com 18 vetos para evitar riscos fiscais e o enrijecimento de despesas da União, eliminando do texto dispositivos que fixavam a redução de benefícios tributários e que obrigavam o próximo governo a alterar regras fiscais.

    'De uma forma geral, os vetos são pedidos por inconstitucionalidade e interesse público', afirmou o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, durante entrevista coletiva no início da noite.

    'Aquilo que trouxe um enrijecimento no Orçamento e risco mais forte para a recuperação fiscal procuramos vetar', acrescentou.

    Inicialmente Colnago disse que foi cortado da LDO um artigo que previa a correção do orçamento da educação pela inflação deste ano, pois isso 'seria uma regra que tenderia a se perpetuar', criando uma espécie de subteto ao chamado teto dos gastos.

    Posteriormente, no entanto, o Palácio do Planalto disse que o presidente Michel Temer decidiu manter este trecho da lei. 'O presidente decidiu não seguir a orientação da equipe econômica neste ponto', informou o Planalto.

    Segundo o ministro do Planejamento, não há previsão expressa no texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de reajuste salarial para servidores e criação de cargos públicos no próximo ano, por isso, será necessário que o Executivo envie um projeto ao Congresso para solicitar o aumento de 16,38 por cento pretendido pelo Judiciário. Não há, porém, decisão tomada pelo governo sobre o assunto. [nL1N1V11F7]

    O Planalto vetou um artigo aprovado pelo Congresso Nacional que previa a redução em 10 por cento dos benefícios tributários dados a empresas porque o governo desejava dar margem de manobra a quem for eleito em outubro para abordar a questão à sua maneira, disse o ministro do Planejamento.

    Isso porque quem sair vencedor das eleições presidenciais terá os dois últimos meses do ano para negociar com o governo e com o Congresso uma versão final do Orçamento de 2019.

    Um dispositivo que obrigava o próximo governo a enviar uma proposta de emenda constitucional para alterar a regra de ouro das contas públicas também foi vetado por sua inconstitucionalidade, explicou Colnago, uma vez que criaria obrigações para o próximo governo.

    Prevista na Constituição de 1988, a chamada regra de ouro das contas públicas impede o governo de se endividar para bancar os gastos correntes do governo.

    O Congresso aprovou na LDO a possibilidade de que os recursos que ultrapassassem a exigência da regra de ouro pudessem ser usados como crédito suplementar, indo para outras áreas, mas o artigo também foi vetado.

    (Por Mateus Maia; Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu)

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    China se irrita com novo ato de defesa dos EUA e diz que vai avaliar conteúdo

    Por Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China condenou nesta terça-feira medidas direcionadas a um novo ato de defesa dos Estados Unidos, dizendo que exagerou o antagonismo e que Pequim examinaria de perto os aspectos que reforçam o papel de um painel norte-americano que analisa propostas de investimento estrangeiro.

    As reclamações da China sobre o ato ocorrem no momento em que as duas maiores economias do mundo se engajam em uma luta cada vez mais dura pelo comércio, cobrando tarifas sobre produtos uma da outra.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou no dia anterior uma lei de defesa de 716 bilhões de dólares que autoriza gastos militares e inclui controles mais brandos sobre contratos do governo dos EUA com as chinesas ZTE Corp

    A Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA, na sigla em inglês), fortalece o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos, que analisa propostas para determinar se eles ameaçam a segurança nacional. Essa medida foi vista como algo que visa a China.

    O Ministério do Comércio da China disse que notou a inclusão do Comitê no ato e que 'avaliaria o conteúdo de forma abrangente', prestando muita atenção ao impacto sobre as empresas chinesas.

    'O lado norte-americano deve tratar objetivamente e justamente os investidores chineses e evitar que o Comitê de Investimentos se torne um obstáculo para a cooperação entre empresas chinesas e norte-americanas', afirmou o ministério em comunicado.

    As empresas chinesas e norte-americanas buscam uma maior cooperação em investimentos, acrescentou, pedindo que os governos dos dois países atendam às vozes de suas empresas e proporcionem um bom ambiente e expectativas estáveis.

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    Serviços no Brasil saltam 6,6% em junho, acima do esperado e melhor desempenho desde 2011

    Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 14 Ago (Reuters) - O setor de serviços do Brasil surpreendeu em junho e subiu muito mais que o esperado, revertendo por completo as perdas causadas pela greve dos caminhoneiros, mas com resultado ainda insuficiente para mostrar recuperação mais forte.

    A atividade saltou 6,6 por cento em junho quando comparada com maio, melhor desempenho mensal da série histórica iniciada em 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Em maio, o setor havia registrado contração de 5 por cento, em número revisado da queda de 3,8 por cento reportada antes.

    Sobre junho de 2017, houve alta de 0,9 por cento nos serviços. Expectativas de analistas ouvidos em pesquisa Reuters eram de que o setor teria expansão de 3,2 por cento em junho na comparação mensal, mas retração de 0,3 por cento sobre um ano antes.

    'A greve dos caminhoneiros criou um distúrbio no transporte brasileiro e desarticulou a economia brasileira', afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, as destacar o forte vaivém nas atividades.

    Segundo o IBGE, em junho o destaque ficou para o segmento de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com salto de 15,7 por cento sobre maio, quando houve retração de 10,6 por cento. Segundo Lobo, esses serviços representam cerca de um terço da pesquisa total.

    O movimento dos caminhoneiros no final de maio abalou ainda mais a confiança de consumidores e empresários no país ao prejudicar o abastecimento, afetando a atividade econômica. As expectativas de analistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano vêm recuando, agora em torno de 1,50 por cento depois de terem chegado a 3 por cento há poucos meses.

    Os demais resultados positivos em junho vieram dos ramos de serviços de Informação e comunicação (+2,5 por cento), de Outros serviços (+3,9 por cento) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (+0,4 por cento).

    Na outra ponta, os Serviços prestados às famílias recuaram 2,5 por cento e assinalaram a segunda taxa negativa seguida, acumulando perda de 3,8 por cento, segundo o IBGE.

    Apesar do desempenho forte em junho, o setor de serviços fechou o segundo trimestre com queda de 0,3 por cento sobre o período anterior, segunda taxa negativa seguida. Entre janeiro e março, quando comparado com o quarto trimestre de 2017, a queda foi de 0,5 por cento.

    'O cenário em vista não é de aumentos fortes, a tendência é devolução dessa alta acima da perda na série ajustada de julho', afirmou Lobo. 'A conjuntura não é favorável, com eleições no horizonte que são motivo de incerteza. Julho vamos ter algum tipo de devolução (perda)', explicou ele, acrescentando que o setor de serviços estava operando no nível equivalente a 2012.

    Em julho, a confiança do setor de serviços no Brasil subiu e interrompeu sequência de quatro meses seguidos de perdas, mas ainda não o suficiente para compensar a queda em junho. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas (FGV) chegou a 87,5 pontos, com alta de 0,8 ponto sobre junho, quando atingiu o menor nível em nove meses com impactos da greve dos caminhoneiros no final de maio, causando forte desabastecimento no país todo e desacelerando a economia.

    Também em julho, outros indicadores de confiança mostraram alguma recuperação ou pararam de cair, após os efeitos mais pesados da greve dos caminhoneiros terem ficado para trás. O indicador do consumidor subiu e o da indústria, permaneceu estável.

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    Economia da zona do euro cresce mais do que o esperado no 2º tri, mas indústria decepciona

    BRUXELAS (Reuters) - O crescimento da zona do euro foi melhor do que o esperado no segundo trimestre, sinal de que os efeitos negativos das tensões no comércio global podem ser vistos apenas no final do ano.

    No entanto, enquanto a economia cresceu 0,4 por cento no segundo trimestre, acima das previsões de crescimento de 0,3 por cento em pesquisa Reuters com analistas, a produção industrial do bloco de 19 países caiu 0,7 por cento em junho, por conta de fraco investimento em máquinas e equipamentos, informou o escritório europeu de estatísticas Eurostat.

    A estimativa preliminar de crescimento do Eurostat também foi superior à previsão anterior de expansão de 0,3 por cento. A agência também revisou o crescimento anual para 2,2 por cento, sobre 2,1 por cento antes.

    O resultado mensal revisado, se confirmado pelos dados finais a serem divulgados em 7 de setembro, mostraria que o bloco manteve ritmo de crescimento de 0,4 por cento nos dois primeiros trimestres do ano.

    A estimativa melhor do que o esperado poderia aumentar a confiança do Banco Central Europeu (BCE) em reduzir seu programa de compra de ativos, mas as perspectivas de crescimento permanecem incertas, por conta do desempenho da produção industrial.

    O bloco foi superado pelos Estados Unidos, que dobraram para 1 por cento o crescimento trimestral, sobre 0,5 por cento no primeiro trimestre do ano.

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    Governo está pronto para agir em caso de excesso de volatilidade nos mercados, diz fonte da Fazenda

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade, afirmou nesta segunda-feira uma fonte do Ministério da Fazenda à Reuters, em referência à situação da Turquia, que vem aumentando a aversão ao risco nos mercados globais, com impacto mais forte em mercados emergentes.

    'O Brasil está bastante pronto para agir para se garantir em caso de excesso de volatilidade', afirmou a fonte em condição de anonimato, lembrando que a disposição de atuar, 'se necessário', é a mesma de quando houve intervenção conjunta do Tesouro e do Banco Central.

    Do fim de maio ao início de julho, o Tesouro realizou uma série de leilões extraordinários de títulos soberanos para garantir o bom funcionamento dos mercados em meio à forte volatilidade com a escalada das tensões comerciais e temores de mais aperto monetário nos Estados Unidos e com a greve dos caminhoneiros no Brasil e incertezas sobre as eleições presidenciais de outubro.

    O BC, por sua vez, atuou no mercado de câmbio por meio de leilões de novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Naquele momento, o dólar estava sendo negociado com fortes valorizações, acumulando 6 por cento de ganho em maio e outros 6 por cento em abril.

    Desta vez, investidores vêm se preocupando cada vez mais com o crescente controle sobre a economia do presidente turco, Tayyip Erdogan, e a tensão diplomática entre o país e os Estados Unidos -fatores que viraram uma bola de neve, causando um pânico no mercado.

    Nesta segunda-feira, os mesmos temores seguiram dando o tom no comportamento dos mercados mundo afora. Após subir 4,23 por cento na semana passada, o dólar avançou 0,86 por cento e encerrou no maior nível em mais de um mês, a 3,8973 reais na venda, maior preço desde os 3,9344 reais de 5 de julho.

    Uma segunda fonte da Fazenda avaliou, contudo, que o país está sendo afetado de maneira menos intensa que seus pares.

    'Risco muito baixo (de contágio), mercado diferenciando bem o Brasil, que tem sofrido bem menos que México, Colômbia', avaliou a fonte, apontando o baixo déficit em conta corrente do Brasil como principal fator para tanto.

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    Lira turca se recupera após bater nova mínima recorde frente ao dólar

    ISTAMBUL (Reuters) - A lira turca se recuperava da baixa recorde de 7,24 por dólar nesta segunda-feira, depois que o banco central prometeu fornecer liquidez e reduzir as exigências de reservas para os bancos turcos, mas seu colapso continuou abalando os mercados globais.

    O banco central, que surpreendeu os mercados no mês passado ao deixar a taxa de juros inalterada apesar da inflação de dois dígitos e da queda da lira, anunciou as movimentações de liquidez e reservas depois que o ministro das Finanças, Berat Albayrak, disse que as autoridades começariam implementar um plano de ação na segunda-feira.

    A lira, que bateu a mínima recorde de 7,24 contra o dólar nas negociações asiáticas, reduzia as perdas depois dos comentários de Albayrak e do anúncio do banco central, chegando brevemente para 6,4. Às 7:15 (horário de Brasília), a divisa era negociada a 6,8790 por dólar.

    A moeda turca perdeu mais de 40 por cento em relação ao dólar neste ano, em grande parte devido às preocupações com a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Na sexta-feira, a lira despencou 18 por cento, atingindo ações dos EUA e da Europa, enquanto os investidores se assustavam com a exposição dos bancos à Turquia.

    O recente colapso da lira na noite de domingo atingiu as ações asiáticas, enfraqueceu o rand sul-africano e impulsionou a demanda nos mercados globais por moedas seguras, incluindo dólar, franco suíço e iene. As ações dos principais bancos da Europa também perderam terreno.

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    Erdogan diz aos turcos para comprarem lira enquanto Trump anuncia duplicação de tarifas

    Por Behiye Selin Taner e Lisa Lambert

    ISTAMBUL/WASHINGTON (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse aos turcos nesta sexta-feira para venderem ouro e dólares para sustentar a lira, com a moeda em queda livre em meio à disputa travada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que dobrou as tarifas sobre as importações de metais do país.

    A lira vem caindo há muito tempo diante de preocupações com a influência de Erdogan sobre a política monetária turca e o agravamento das relações com os Estados Unidos. O movimento foi intensificado nesta sexta-feira, quando a moeda chegou a recuar 18 por cento, a maior queda num único dia desde a crise financeira de 2001 na Turquia.

    Reflexos da crise se espalharam pelos mercados globais, impactando especialmente os mercados acionários europeus, com os investidores preocupados com a exposição dos bancos à Turquia. As ações dos EUA também foram abaladas.

    A lira, que perdeu mais de 40 por cento este ano, bateu um novo recorde de baixa depois que Trump anunciou que iria punir Ancara em uma ampla disputa. Ele disse que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia, que é sua aliada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), impondo tarifas de 20 por cento sobre o alumínio e 50 por cento sobre o aço.

    Trump escreveu no Twitter que a lira 'cai rapidamente contra o nosso dólar muito forte!'

    'Nossas relações com a Turquia não são boas neste momento!' disse ele em uma publicação pela manhã.

    Um importante mercado emergente, a Turquia faz fronteira com o Irã, Iraque e Síria e tem sido predominantemente pró-ocidente há décadas. Turbulências financeiras aumentam os riscos de desestabilizar ainda mais uma região já volátil.

    Sem nomear países, Erdogan disse que os partidários de um golpe militar fracassado há dois anos, que Ancara diz ter sido organizado por um clérigo muçulmano baseado nos EUA, estavam atacando a Turquia de novas maneiras desde sua reeleição há dois meses.

    Embora Erdogan tenha adotado um tom desafiador e alertado sobre a 'guerra econômica', seu Ministério de Relações Exteriores pediu diplomacia e diálogo para resolver problemas com Washington.

    'Imploramos ao presidente Trump que retorne à mesa de negociações', afirmou, por sua vez, o ministro do Comércio, Ruhsar Pekcan.

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    Eventual governo de Marina começaria com reformas Tributária e da Previdência, diz Lara Resende

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata à Presidência Marina Silva (Rede) iniciaria seu eventual governo com um programa de reformas Tributária e da Previdência, ao mesmo tempo em que romperia o chamado presidencialismo de coalizão que vigora desde 1998, disse nesta terça-feira o economista Andre Lara Resende.

    Para ele, país precisa substituir o déficit fiscal por superávit primário da mesma magnitude, de cerca de 1,5 a 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), no curtíssimo prazo.

    'A discussão hoje é preocupantemente focada em reformas que deveriam ter sido feitas no século passado', disse ele durante evento em São Paulo.

    A questão tributária exige 'simplificação' e 'racionalização' e a Previdência precisa de uma abordagem que preveja equilíbrio atuarial, afirmou o ex-diretor do Banco Central, sem detalhar as propostas específicas para as questões.

    O economista afirmou que é um 'colaborador' do programa de governo de Marina na área econômica e que apresenta apenas o seu ponto de vista, ouvido pela candidata.

    A aprovação das reformas pelo Congresso, porém, seria negociada de maneira diferente do que fizeram Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inacio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer, na visão do economista.

    'O passo número um é romper este pacto sobre o modo de fazer política', disse. 'Chegamos aqui por causa deste pacto do presidencialismo de coalizão, do loteamento das áreas não essenciais por interesses corporativos e patrimonialistas.'

    Resende criticou alianças eleitorais com grupos de interesses corporativos e patrimonialistas, que estariam capturando o Estado, mas também não deu detalhes sobre como se daria a negociação com o Congresso para aprovar reformas.

    Como exemplo de focos de captura do Estado por grupos tecnocráticos, Resende citou o Supremo Tribunal Federal (STF), o BC, o Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda.

    'O Supremo está inviabilizado... politizou-se o Supremo', afirmou.

    Resende também criticou a reação do governo Lula à crise financeira de 2008. Segundo ele, era necessário estimular a economia via corte de juros e não por meio de gastos públicos, como foi feito. À época, o candidato do MDB, Henrique Meirelles, presidia a autoridade monetária.

    (Por Iuri Dantas)

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