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Autor de facada em Bolsonaro é absolvido por ter doença mental, mas ficará internado

Placeholder - loading - Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por policiais federais ao ser transferido para prisão em Campo Grande 08/09/2018 REUTERS/Ricardo Moraes
Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por policiais federais ao ser transferido para prisão em Campo Grande 08/09/2018 REUTERS/Ricardo Moraes

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Por Eduardo Simões

SÃO PAULO (Reuters) - Adélio Bispo de Oliveira, o homem que deu uma facada no então candidato Jair Bolsonaro em setembro do ano passado, foi absolvido nesta sexta-feira por ter sido considerado portador de uma doença mental e, portanto, inimputável, ao mesmo tempo que a Justiça determinou que ele fique internado por tempo indeterminado.

'Por se tratar de réu inimputável, ao invés de uma sentença condenatória, o Código de Processo Penal impõe, nesta hipótese, a absolvição imprópria do réu e a imposição de medida de segurança de internação, a ser cumprida em manicômio judiciário ou outro estabelecimento adequado', afirma nota da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG) sobre a sentença proferida pelo juiz Bruno Savino.

'A partir deste contexto, Adélio Bispo de Oliveira foi absolvido impropriamente e, em consequência, lhe foi imposta medida de segurança por prazo indeterminado.'

A nota afirma ainda que a eventual participação de outras pessoas no atentando contra o hoje presidente, quando fazia ato de campanha em Juiz de Fora, não foi alvo da ação penal e que está sendo investigada pela Polícia Federal,

'O objeto desta ação penal cinge-se à atuação de Adélio Bispo de Oliveira no atentado pessoal praticado contra o atual presidente da República. A eventual participação de outras pessoas no atentado, como coautores ou partícipes, continua a ser investigada no âmbito do inquérito policial', afirma a nota.

Desde o atentado, Bolsonaro tem chamado atenção para o fato de Adélio ter sido filiado ao PSOL antes do ataque e sugerido a possibilidade do envolvimento de outras pessoas no crime, que o levou a passar por cirurgias de reconstrução intestinal, a última delas já no início de seu mandato, para retirada de uma bolsa de colostomia.

Nesta semana o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse que em uma reunião que Bolsonaro teve com o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o presidente pediu o aprofundamento das investigações sobre o atentado de setembro.

Escrito por Reuters

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