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Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, enquanto visão positiva vai a 33%, diz Ipsos-Ipec

Avaliação negativa do governo Lula se mantém em 40%, enquanto visão positiva vai a 33%, diz Ipsos-Ipec

Reuters

10/03/2026

Placeholder - loading - Presidente Luiz Inácio Lula da Silva  22/02/2026 REUTERS/Adnan Abidi
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva 22/02/2026 REUTERS/Adnan Abidi

10 Mar (Reuters) - A avaliação negativa do governo ​do presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu estável em março, com 40% dos brasileiros o considerando 'ruim ou péssimo', enquanto a visão positiva sobre o governo -- aqueles que o avaliam como 'ótimo ou bom' -- oscilou 3 pontos percentuais para cima em relação a dezembro, indo a 33%, mostrou pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira.

Aqueles que avaliam a gestão como regular chegaram a 24% em março, ante 29% em dezembro.

'A pesquisa de março revela uma ⁠leve ⁠melhora na avaliação positiva, que passa ​de ‌30% para 33%. No entanto, a percepção negativa continua sendo majoritária e o saldo da avaliação fica em 7 pontos negativos, indicando que o governo ainda não conseguiu reverter o quadro ⁠para um saldo positivo', diz Márcia Cavallari, head da Ipsos-Ipec, segundo ​o site G1.

Quando o quesito é a maneira de governar de ​Lula, a desaprovação oscila para 51% -- eram ‌52% em dezembro. ​A ⁠aprovação do trabalho do presidente chega a 43% em março, um ponto percentual acima dos 42% de dezembro.

Os melhores índices de avaliação de governo e ​aprovação da maneira com que Lula administra o país foram registrados entre as pessoas com idade acima de 60 anos, os mais pobres, os moradores da Região Nordeste e aqueles com escolaridade até o ​Ensino Fundamental.

Os entrevistados também foram questionados sobre o grau de confiança no presidente: 40% disseram confiar em Lula e 56% responderam não confiar. As duas parcelas repetem patamares verificados em dezembro pela sondagem.

A percepção sobre a situação econômica também foi abordada pelo levantamento. Para 42%, a situação econômica está pior, número acima do registrado em dezembro, quando essa fatia ​do eleitorado era de 38%.

Para outros 27%, a situação da economia melhorou, ante ‌30% em dezembro. Há ainda ⁠os que consideram que o contexto econômico está igual -- 28% agora em março, ante 30% em dezembro.

Realizada entre os dias 5 e 9 ⁠de março, a pesquisa entrevistou 2 mil ⁠pessoas em 131 cidades do ⁠Brasil. A margem ⁠de ​erro é de 2 pontos para mais ou menos.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

Reuters

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