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    Biden busca unidade com premiê japonês contra assertividade da China

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    Presidente dos EUA, Joe Biden, e premiê japonês, Yoshihide Suga, em entrevista coletiva na Casa Branca 16/04/2021 REUTERS/Tom Brenner

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    Por Trevor Hunnicutt e David Brunnstrom e Matt Spetalnick

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, buscou nesta sexta-feira apresentar uma frente unida com o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, para combater uma China cada vez mais assertiva, na primeira cúpula de Biden na Casa Branca desde que assumiu o cargo.

    Biden recebeu Suga para negociações que ofereceram ao presidente democrata, que tomou posse em janeiro, uma chance de trabalhar mais em sua promessa de revitalizar as alianças dos EUA que se desgastaram sob seu antecessor, o republicano Donald Trump.

    A China foi o tema principal da agenda, destacando o papel central do Japão nos esforços dos EUA para enfrentar Pequim. Os dois líderes abordaram uma série de questões geopolíticas, incluindo Taiwan. Segundo Suga, eles reafirmaram 'a importância da paz e da estabilidade no Estreito de Taiwan', uma alfinetada na crescente pressão militar da China sobre a ilha autogovernada e reivindicada pelos chineses.

    'Hoje, o primeiro-ministro Suga e eu afirmamos nosso firme apoio à aliança EUA-Japão e à nossa segurança compartilhada', disse Biden em uma entrevista coletiva conjunta na Casa Branca, chamando as conversas de 'produtivas'.

    'Comprometemo-nos a trabalhar juntos para enfrentar os desafios da China e questões como o Mar da China Oriental, o Mar do Sul da China, bem como a Coreia do Norte, para garantir um futuro de um Indo-Pacífico livre e aberto', acrescentou.

    Outras preocupações urgentes nas conversas incluíram a pressão militar crescente da China sobre Taiwan, seu controle cada vez maior sobre Hong Kong e sua repressão aos uigures muçulmanos em Xinjiang.

    Suga disse que ele e Biden concordaram com a necessidade de discussões francas com a China no contexto das atividades de Pequim na região Indo-Pacífica e reafirmou a importância da aliança EUA-Japão.

    A cúpula aconteceu poucos dias depois que a China enviou 25 aeronaves, incluindo caças e bombardeiros com capacidade nuclear, para perto de Taiwan, que Pequim considera uma província rebelde.

    “Evito citar detalhes, pois se tratam de intercâmbios diplomáticos, mas já existe um consenso sobre a importância da paz e da estabilidade do Estreito de Taiwan entre o Japão e os Estados Unidos, o que foi reafirmado nesta ocasião”, disse Suga.

    Em outro golpe na China, Biden disse que os EUA e o Japão vão investir juntos em áreas como 5G, inteligência artificial, computação quântica, genômica e cadeias de suprimentos de semicondutores.

    Escrito por Reuters

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