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    Biden se encontrará com trabalhadores e empresários afetados pela pandemia de coronavírus

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    Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, durante anúncio de sua equipe econômica em Wilmington, Delaware 01/12/2020 REUTERS/Leah Millis

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    Por Andy Sullivan e Brad Heath

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, se encontrará nesta quarta-feira com trabalhadores e proprietários de negócios norte-americanos afetados pela Covid-19 agora que se prepara para confrontar uma pandemia que impõe um fardo humano e econômico pesado quando tomar posse no mês que vem.

    O democrata tem feito um apelo para que o Congresso resolva um impasse de meses em relação ao auxílio contra o coronavírus, e prometeu agir rapidamente para proporcionar mais recursos para combater uma crise de saúde que já matou mais de 268 mil pessoas nos EUA.

    Biden já selecionou muitos de seus conselheiros de segurança nacional e economia de alto escalão, mas não está claro quantos serão aprovados pelo Senado profundamente dividido, cujo controle será determinado por duas eleições em segundo turno em janeiro.

    Uma possível luz se acendeu quando autoridades graduadas de saúde disseram que planejam começar a vacinar os cidadãos contra a doença já em meados de dezembro. Profissionais de saúde e pacientes internados de longo prazo devem ser os primeiros da fila.

    Biden deve realizar uma conversa com distanciamento social com trabalhadores e proprietários de pequenos negócios que sofrem com o transtorno econômico causado pela pandemia. Ele e a vice-presidente eleita, Kamala Harris, também receberão informes de segurança nacional de autoridades do governo dos EUA.

    Estes informes são um sinal tácito do governo do presidente de saída, Donald Trump, de que Biden e Harris tomarão posse em 20 de janeiro, embora o próprio Trump tenha se recusado a reconhecer a derrota, rompendo com uma tradição do país.

    Os advogados de Trump continuam a apresentar ações legais na tentativa de reverter os resultados da eleição de 3 de novembro, que Biden venceu por mais de 6,8 milhões de votos.

    A ofensiva legal envolve dezenas de ações civis, todas elas por ora fracassadas, mas as alegações infundadas de Trump sobre uma fraude generalizada ganharam fôlego entre apoiadores, e autoridades eleitorais de vários Estados disseram ter sido alvo de assédio e ameaças.

    Autoridades estaduais e federais disseram diversas vezes que não há indícios de uma fraude generalizada.

    Uma autoridade eleitoral graduada da Geórgia implorou a Trump que diga a seus seguidores que perdeu de forma justa para evitar a violência.

    Escrito por Reuters

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