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Boeing tem queda nas entregas em agosto

Boeing tem queda nas entregas em agosto

Reuters

08/09/2026

Placeholder - loading - Aviões Boeing 787 Dreamliners na fase final de produção na fábrica da companhia em North Charleston, Carolina do Sul, EUA 17 de janeiro de 2019 REUTERS/Eric Johnson/Foto de arquivo
Aviões Boeing 787 Dreamliners na fase final de produção na fábrica da companhia em North Charleston, Carolina do Sul, EUA 17 de janeiro de 2019 REUTERS/Eric Johnson/Foto de arquivo

Por Dan Catchpole

SEATTLE, Estados Unidos, ​8 Set (Reuters) - A Boeing informou nesta terça-feira que entregou 51 jatos em agosto, uma leve queda em relação ao mês anterior e abaixo das 57 aeronaves entregues no mesmo período do ano passado, à medida que diminuiu o número de 787 Dreamliner repassados aos clientes.

A fabricante norte-americana entregou apenas quatro aeronaves 787, ante nove em ⁠agosto ⁠do ano anterior. Um porta-voz ​afirmou ‌que a redução nas entregas não foi causada por problemas de produção, cadeia de suprimentos ou certificação. Com isso, as entregas acumuladas do popular ⁠jato de fuselagem larga chegaram a 54 unidades ​entre janeiro e agosto de 2026.

A empresa continua esperando ​entregar entre 90 e 100 ‌aeronaves 787 até ​o ⁠final do ano, disse o porta-voz.

O aumento da produção desse jato bimotor de corredor duplo, altamente rentável, é considerado ​fundamental para a recuperação financeira da Boeing.

A rival europeia Airbus entregou 57 aeronaves e registrou 67 pedidos em agosto.

As entregas de agosto da Boeing incluíram 41 ​aviões 737 MAX, seu modelo mais vendido. Desses, nove foram entregues à Southwest Airlines, oito à United Airlines e cinco à empresa de leasing AerCap.

Até agosto, a Boeing entregou 418 aeronaves, o maior volume desde 2018, quando havia entregado 481 jatos nos primeiros oito meses do ​ano.

A Boeing registrou 15 novos pedidos em agosto, sendo ‌dois aviões 737 MAX e ⁠13 aeronaves 787. Todos os pedidos foram feitos por clientes não identificados. Não houve cancelamentos no mês.

Nos ⁠primeiros oito meses de 2026, a ⁠Boeing acumulou 453 pedidos ⁠líquidos, já ⁠descontados ​os cancelamentos registrados no período.

(Reportagem de Dan Catchpole em Seattle)

Reuters

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