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    Candidato a premiê britânico Hunt chama adversário Johnson de 'covarde' por evitar debates

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    Candidato a premiê britânico Jeremy Hunt 22/06/2019 REUTERS/Hannah McKay

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    Por Guy Faulconbridge e Kate Holton

    LONDRES (Reuters) - Jeremy Hunt, um dos candidatos na disputa para substituir a premiê britânica, Theresa May, disse nesta segunda-feira que o adversário Boris Johnson é um covarde por evitar debates diretos em público sobre a questão do Brexit.

    'No que diz respeito a debates, ele está sendo um covarde', disse Hunt. 'É covardia não aparecer em debates cara a cara.'

    Hunt, de 52 anos, afirmou que era desrespeitoso Johnson ter recusado a oportunidade de debater de forma direta com ele na emissora Sky, que cancelou o debate previsto.

    'As pessoas precisam saber o que você vai fazer e você precisa responder a essas perguntas', disse Hunt. 'Eu prometo a Boris Johnson a luta de sua vida e ele vai ter isso e vai perder.'

    Johnson, de 55 anos, é o favorito a conquistar os votos dos 160 mil integrantes do Partido Conservador que vão decidir quem será o próximo primeiro-ministro. Mercados de aposta registram que o candidato tem 79% de chances de ocupar o cargo, um índice mais baixo que os 92% da semana passada.

    Ele se apresentou como o único candidato que pode entregar o Brexit em 31 de outubro --com ou sem acordo com a UE-- enquanto luta contra as ameaças eleitorais do Partido do Brexit, de Nigel Farage, e de Jeremy Corbyn, do Partido Trabalhista.

    Na sexta-feira, a polícia foi chamada à casa de Johnson após vizinhos ouvirem uma discussão entre ele e a namorada. A polícia informou que não havia motivo para intervir.

    Johnson se negou a comentar o caso, assim como o fez um porta-voz de May.

    Hunt disse que a vida pessoal de Johnson era irrelevante, mas que os candidatos deveriam explicar suas posições sobre o Brexit -- e especificamente sobre o que um novo líder faria caso os parlamentares tentassem prejudicar um novo governo em direção a um Brexit sem acordo.

    'Se o Parlamento tirar da mesa um cenário sem acordo antes de 31 de outubro, Boris vai convocar uma eleição geral?', indagou Hunt. 'Acho que uma eleição geral seria catastrófica'.

    Escrito por Reuters

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