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Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    Celebre o dia do rádio com a Antena 1

    Saiba mais sobre esse veículo que segue crescendo no Brasil e no mundo

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    Parabéns aos rádios e aos profissionais e ouvintes que fazem parte desse universo mágico. Crédito: iStock

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    25 de setembro é comemorado o dia do rádio e da radiodifusão no país. Então, é uma ocasião bem especial para os profissionais que atuam nos veículos radiofônicos, para os ouvintes apaixonados pelo meio... Enfim, para curtir juntos, a Antena 1 separou informações sobre a história, a evolução dessa mídia tão importante e presente na vida de milhões de indivíduos. Confira!

    História do rádio

    Mas, afinal porque exatamente está data foi escolhida para celebrar a atuação e relevância do rádio e da radiodifusão no Brasil? Pois, na ocasião seria o aniversário de Roquete Pinto, considerado o “Pai do Rádio Brasileiro”. Foi ele que em 1923, inaugurou oficialmente a primeira emissora radiofônica do país.

    Vale ressaltar que a primeira transmissão oficial de rádio em terras nacionais aconteceu ainda antes, em 7 de setembro de 1922, quando o presidente da época, Epitácio Pessoa, realizou um discurso.

    Há 97 anos essa plataforma segue a sua trajetória, como uma verdadeira companheira, sempre tão próxima do ouvinte, trazendo as principais tendências musicais, informações atualizadas de modo rápido e certeiro.

    Em 1898, a invenção do ‘’telégrafo sem fio’’ feita pelo italiano Guglielmo Marconi proporcionou o desenvolvimento do rádio de hoje.  Porém, é válido mencionar um outro grande nome da história, e desta vez um brasileiro: Landell de Moura, que em 1894, já havia desenvolvido um dispositivo bem similar ao do europeu, que transmitiu sinais na capital paulista, da Avenida Paulista até a zona norte. Porém, como isso não foi patenteado na época e somente em 1900 é que o cientista e padre brasileiro fez a demonstração pública do seu aparelho, acabou perdendo o título.



    História da FM no Brasil

    Já o FM, ‘frequência modulada’, por sua vez, foi descoberto em 1933, por Edwin Howard Armstrong, um engenheiro eletricista dos Estados Unidos. Anos depois em 1939, a primeira FM estava em operação em Nova Jersey.

    No Brasil, a primeira emissora do tipo surgiu em 1955, fundada por Anna Khoury.

    A década de 80 foi bem importante para o segmento que dominou o mercado radiofônico.

    Antena 1

    Nesse contexto, antes mesmo do fenômeno da globalização chegar ao continente sul-americano, a Antena 1 foi criada há mais de 40 anos, oferecendo aos brasileiros, desde o princípio, música de qualidade, aproximando o público dos grandes sucessos mundiais e das informações do noticiário internacional.

    A número 1 em música foi a primeira FM comercial a inovar e construir uma nova linguagem, focando em uma programação própria, exclusiva e diferenciada. Já que as demais, na época, somente, migravam a programação da AM para suprir a demanda da FM.

    A rádio online mais ouvida do Brasil sempre trilhou um caminho de inovação, principalmente, em se tratando de tecnologia.

    A Antena 1 foi a precusora, também, na operação de modo automática via satélite, com a mesma programação irradiada real time, por 24 horas.

    Fachada atual da rádio.

    Evolução e importância do rádio

    O aparelho de rádio é um dos meios mais fáceis, ágeis quando o intuito é obter informações ou ter acesso ao entretenimento. Com certeza, continua sendo o mais popular e abrangente no mundo.

     Para acompanhar os avanços tecnológicos, principalmente com o advento da internet, muitas emissoras lançaram os sites, as rádios webs e mais recentemente os aplicativos. Esse foi o caso da Antena 1, e da Antenna 1, filial da Itália, que de forma pioneira, investiu bastante no segmento.

    Desde dos anos 90 a Antena 1, mas precisamente a partir de 1996, já possui um site. E antes disso, tinha um sistema bbs no qual era possível interagir com os locutores.

    O conteúdo das rádios webs é emitido de modo diferente da tradicional, através do streaming, tecnologia de transmissão de dados via internet, em vez de usarem a propagação por meio de ondas eletromagnéticas. Dessa forma, é possível, ouvi-la de qualquer local do mundo, basta ter acesso à rede.

    Mulher usa rádio pelo celular.

     

    Estudos atestam a credibilidade, lucratividade e a presença massiva do rádio no mundo

    Aliás, o meio continua sendo muito atrativo e está em franca evolução. Segundo pesquisa realizada pela XP Investimentos e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), citada no mês passado pela Antena 1, ele é o mais confiável quanto à disseminação de informações.

    Outro estudo da consultoria Delloite indica que é uma fatia do mundo da comunicação bastante rentável e, aliás, a audiência do rádio deve ultrapassar a da tevê.

    Além disso, continua presente na vida de muitas pessoas. De acordo com dados do estudo divulgado pelo portal norte-americano Inside Radio, veiculado no Brasil pela Associação de  Emissoras Radiodifusoras do Paraná, o rádio AM/FM alcança 85% dos consumidores semanalmente e 69% diariamente, nos Estados Unidos. O que mostra uma tendência que deve ser seguida por outros mercados, como o Brasil.

     

    Segundo pesquisa Ipsos, divulgada no Brasil pela Associação de  Emissoras Radiodifusoras do Paraná, o rádio vem reafirmando a sua força. Inclusive, a geração Millennial está consumindo cada vez mais esse tipo de conteúdo. Outra informação mencionada pela pesquisa é a expansão dos podcats, recurso que já vem sendo trabalhado pela Antena 1. De acordo com o material, quem escuta esse estilo de áudio, também, é ouvinte de rádio, ou seja, está tudo atrelado: 82% daqueles que ouvem podcasts, também, escutam rádio toda semana.

    Inclusive, de acordo com pesquisa da Deloitte Global, o alcance do rádio continua a todo vapor. A previsão é que quase 3 bilhões de pessoas no mundo todo ouvirão rádio em 2019. 




    Em termos de anunciantes e publicidades, por exemplo, o rádio se sai melhor do que o impresso que passa por uma crise e índices estão em decréscimo. Isso não atinge em cheio o veículo que, pautado nos dados da Deloitte, deve atrair cerca de 6% dos gastos com publicidade global em 2019. 

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