Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

Chefe nuclear russo: situação na usina nuclear ucraniana de Zaporizhzhia está chegando a um 'ponto sem retorno'

Chefe nuclear russo: situação na usina nuclear ucraniana de Zaporizhzhia está chegando a um 'ponto sem retorno'

Reuters

18/05/2026

Placeholder - loading - Diretor-geral da Rosatom, Alexei Likhachev 29 de abril de 2026 Pavel Bednyakov/Pool via REUTERS
Diretor-geral da Rosatom, Alexei Likhachev 29 de abril de 2026 Pavel Bednyakov/Pool via REUTERS

MOSCOU, 18 Mai (Reuters) - A situação ​em torno da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, controlada pela Rússia, está chegando a um 'ponto sem retorno' devido ao aumento dos ataques ucranianos na área, disse o chefe da corporação nuclear estatal russa Rosatom nesta segunda-feira.

A gerência russa instalada na usina nuclear, a maior da Europa com seis reatores, disse que as forças ucranianas ⁠atacaram ⁠a instalação pelo terceiro dia ​consecutivo.

'Estamos ‌nos aproximando cada vez mais do ponto de não retorno, e toda a Europa agora precisa despender esforços para diminuir a escalada da situação ⁠em torno da Usina Nuclear de Zaporizhzhia', disse Alexei ​Likhachev, chefe da Rosatom, segundo a mídia russa.

'Isso ​é brincar com fogo e é, ‌em primeiro ​lugar, perigoso ⁠para os países da Europa Oriental.'

Likhachev disse que cerca de 2.600 toneladas métricas de combustível nuclear estavam na usina. ​A usina não gera eletricidade, mas precisa continuar funcionando para manter o combustível nuclear resfriado.

A gerência da usina, em um post no Telegram, disse que ​o último ataque de drones não causou ferimentos ou danos às instalações da usina, que continuou a operar normalmente.

O comunicado disse que os monitores permanentes da Agência Internacional de Energia Atômica, o órgão de vigilância nuclear da ONU, tinham visto os danos de um incidente no domingo, ​quando a administração da usina disse que o bombardeio ‌ucraniano atingiu uma oficina de ⁠transporte.

A usina de Zaporizhzhia foi tomada pelas forças russas nas primeiras semanas após a invasão da Ucrânia ⁠pela Rússia em fevereiro de 2022. Cada ⁠lado tem acusado regularmente ⁠o outro ⁠de ​atividades militares que podem comprometer a segurança nuclear.

(Reportagem da Reuters)

Reuters

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.