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    China diz que equipe da OMS voará de Cingapura para Wuhan em 14 de janeiro

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    Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Zhao Lijian durante entrevista coletiva em Pequim 10/09/2020 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

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    PEQUIM (Reuters) - Uma equipe de especialistas internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) que está investigando a origem do novo coronavírus chegará à cidade chinesa de Wuhan vindo de Cingapura na quinta-feira, disse uma autoridade chinesa.

    O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que sua organização espera trabalhar com a China na missão de identificar a origem do vírus e como ele entrou na população humana.

    Ele havia dito anteriormente que estava 'muito desapontado' quando os especialistas tiveram a entrada negada no início do mês, forçando dois membros da equipe a voltar atrás. A China disse que houve um 'mal-entendido'.

    'De acordo com o plano atual, eles voarão de Cingapura a Wuhan em 14 de janeiro', disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Zhao Lijian em uma entrevista coletiva regular em Pequim na terça-feira.

    Ele não respondeu a uma pergunta sobre se a equipe teria que entrar em quarentena ao chegar e não deu mais detalhes sobre o itinerário da missão.

    O coronavírus foi detectado pela primeira vez na cidade central de Wuhan no final de 2019 e desde então se espalhou pelo mundo, infectando mais de 90.500.000 pessoas e matando quase 2 milhões.

    Muito permanece desconhecido sobre suas origens e a China tem sido sensível à suspeita de um acobertamento que teria atrasado sua resposta inicial e permitido a propagação do vírus.

    (Reportagem de Gabriel Crossley)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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