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    Concessionária da CCR faz acordo de leniência de R$750 milhões

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    SÃO PAULO (Reuters) - A força-tarefa que coordenada a operação Lava Jato no Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) firmou acordo de leniência com a Rodonorte, concessionária de rodovias do grupo CCR, em que a empresa se compromete a pagar 750 milhões de reais até 2021.

    O acordo, segundo o MPF/PR, envolve 'diversos atos de corrupção e lavagem de dinheiro relacionados a contrato de concessão firmado entre o Estado do Paraná, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), o Ministério dos Transportes e a concessionária'.

    'Dentre outros fatos, a Rodonorte reconheceu o pagamento de propinas para a obtenção de modificações contratuais benéficas à concessionária desde o ano 2000', afirmou o MPF/PR.

    A CCR afirmou em comunicado ao mercado que, do total do acordo, 350 milhões envolvem redução de 30 por cento no valor de pedágio de todas as praças de cobrança da concessionária por pelo menos 12 meses. Outros 365 milhões de reais são relativos a obras a serem realizadas pela empresa. A multa em si é de 35 milhões de reais.

    As ações da CCR recuavam 2,7 por cento às 16h05, entre as maiores baixas do Ibovespa, que recuava 0,4 por cento. No pior momento, os papéis caíram 4,8 por cento.

    A Polícia Federal cumpriu em setembro passado 19 mandados de prisão em um aprofundamento das investigações sobre esquema de corrupção em concessões de rodovias federais no Paraná envolvendo seis concessionárias, incluindo Econorte, Ecovia e Ecocataratas, do grupo Ecorodovias, cujas ações tinham queda de 2,9 por cento.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

    Escrito por Thomson Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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