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Consumidores da zona do euro reduzem algumas expectativas de inflação, mostra pesquisa do BCE

Consumidores da zona do euro reduzem algumas expectativas de inflação, mostra pesquisa do BCE

Reuters

27/02/2026

Placeholder - loading - Sede do Banco Central Europeu em Frankfurt, Alemanha 30/12/2025. REUTERS/Heiko Becker/File Photo
Sede do Banco Central Europeu em Frankfurt, Alemanha 30/12/2025. REUTERS/Heiko Becker/File Photo

FRANKFURT, 27 Fev (Reuters) - Os consumidores da ​zona do euro reduziram algumas de suas expectativas de inflação no mês passado, mesmo com o aumento das apostas no crescimento da renda, mostrou a pesquisa mensal de expectativas dos consumidores do Banco Central Europeu (BCE) divulgada nesta sexta-feira.

A inflação na zona do euro permaneceu em torno da meta de 2% do BCE durante a maior parte de ⁠2025, ⁠mas caiu abaixo dela no ​mês ‌passado e provavelmente permanecerá em níveis relativamente baixos durante todo este ano, uma vez que os custos da energia recuaram e as importações, particularmente da ⁠China, continuam baratas.

Os consumidores consultados pelo BCE em janeiro ​previam uma inflação de 2,6% para o ano à ​frente, abaixo dos 2,8% previstos ‌em dezembro, enquanto ​as ⁠expectativas de aumento dos preços para os próximos cinco anos foram reduzidas de 2,4% para 2,3%.

Para os próximos três anos, ​as expectativas permaneceram em 2,6%, segundo a pesquisa realizada com 19.000 adultos em 11 países da zona do euro.

Com a inflação amplamente controlada, o BCE nem ​sequer debate uma mudança de política monetária há meses e, quando muito, algumas autoridades temem que a inflação seja muito baixa nos próximos anos, em vez de muito alta.

A pesquisa mostrou que as expectativas de crescimento da renda aumentaram ligeiramente, de 1,1% para 1,2%, e as expectativas de ​expansão econômica permaneceram inalteradas, sugerindo que os consumidores acreditam na ‌resiliência contínua do bloco ⁠monetário.

O crescimento econômico geral tem sido melhor nos últimos trimestres do que muitos esperavam, já que as empresas ⁠parecem estar se ajustando bem à ⁠volatilidade provocada pela natureza ⁠rapidamente mutável do ⁠regime ​tarifário do governo Trump nos Estados Unidos.

(Reportagem de Balazs Koranyi)

Reuters

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