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    Coronavírus: Destaques da Semana (26-30/10)

    Brasil se aproxima de 160 mil mortes

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    Corona - Antena1/Divulgação

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    A Antena 1 está cobrindo diariamente cada acontecimento referente a pandemia do novo coronavírus desde o primeiro caso. Neste balanço você encontrará as principais medidas tomadas e descobertas referentes ao vírus que está assolando todo o globo. Além de acompanhar em nosso site, e pela rádio, você também pode entrar no grupo Coronavírus Brasil para se informar 24h por dia.

    Veja também: Coronavírus: Destaques da Semana (19-23/10)

    A semana abriu com o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmando nesta segunda-feira (26), em discurso na abertura da Conferência Mundial de Saúde, que interesses nacionais na vacina da COVID-19 podem impedir esforços globais e prolongar a pandemia. Grande parte dessas críticas são uma referência a constante batalha dos governos entre nações para definir como será a distribuição da proteção contra o coronavírus. No outro lado do oceano, a Europa ampliou as restrições contra a segunda onda de infectados pela pandemia, já que houve um salto no número de casos

    Na terça-feira, dia 27, o mundo recebeu a notícia que a vacina de Oxford, AstraZeneca, está induzindo respostar imunes de idosos contra o coronavírus durante os testes da fase 2. A partir das próximas semanas serão publicados mais resultados. Simultaneamente, lideres europeus estão alertando a população sobre o agravamento da pandemia ao longo dos meses, e a França se tornou epicentro da infecção dentro do continente.

    O meio da semana foi marcado pelo presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, que a empresa poderia fornecer cerca de 40 milhões de doses nos Estados Unidos este ano se os testes prosseguirem conforme o esperado, e os reguladores aprovarem uma vacina. Porém, Bourla também informou que a Pfizer não atingiu ainda os principais parâmetros para a avaliação da vacina e comprovar sua eficácia. Junto disso, a Rússia solicitou à OMS, nesta quarta-feira (28), a aprovação do uso emergencial de sua vacina, a Sputnik, contra a infecção.

    Apesar dos esforços constantes, a quinta-feira (29) infelizmente abriu com uma noticia desanimadora: Os casos de COVID-19 bateram recorde no mundo, com 516 mil novas infecções e mais de 7,7 mil mortes de terça para quarta, além da França e Alemanha declararem um novo “lockdown” para conter a segunda onda de contaminações pelo vírus. Porém, apesar das más notícias, a empresa estadunidense de biotecnologia, Regeneron, que tratou o presidente Donald Trump, obteve resultado positivos nos testes clínicos feitos com 524 pacientes. O tratamento utiliza uma combinação de anticorpos elaborados em laboratório.

    Por fim, na sexta-feira, uma série de pesquisas realizadas na Suíça e Espanha identificaram uma variação da Sars-CoV-2 no território europeu, chamada de 20A.EU1. A pesquisa indica que essa nova versão surgiu em junho, e os indícios da primeira contaminação foi na Espanha, e acabou se espalhando. Porém, como um sinal de esperança, a OMS declarou que está preparando um fundo de indenização para vacinas contra o novo coronavírus em países de baixa renda, com objetivo de criar uma resposta imediata a locais que podem sofrer com efeitos colaterais da imunização. O Brasil atualmente soma cerca de 159 mil mortes e mais de 5 milhões e 494 mil pessoas infectadas.

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