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    Deschamps usa própria versão dos “três C” para sucesso na final da Copa

    Por Thomson Reuters

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    Por Nick Mulvenney

    MOSCOU (Reuters) - O técnico da França, Didier Deschamps, instruiu seus jogadores usando sua própria versão dos três C – calma, confiança e concentração – como preparação para a final da Copa do Mundo contra a Croácia, no domingo.

    A França é favorita para vencer a Copa do Mundo ao enfrentar os croatas no estádio Luzhniki, mas Deschamps está bem ciente de que o time também era o favorito para derrotar Portugal na final da Euro 2016, na qual foi derrotado.

    Deschamps revelou ter criado uma variação do modelo industrial para sucesso – companhia, clientes e competidores – para ajudar seus jogadores a lidarem com as pressões de jogar uma partida tão importante.

    “É um grande prazer e privilégio jogar em tal partida, não há nada mais bonito para um jogador profissional de futebol do que jogar uma final da Copa do Mundo”, disse a repórteres neste sábado.

    “Nós preparamos eles da melhor maneira possível. Nós precisamos ficar calmos, nós precisamos ter confiança e nós precisamos nos concentrar – estas são as três palavras que temos focado para prepará-los para a final.”

    Deschamps disse que a França é um time muito diferente comparado ao que perdeu para Portugal em Paris há dois anos, o que inevitavelmente significa que tem algo a menos em experiência em relação à seleção croata.

    “Os 14 jogadores que integrei desde a final da Euro, eles aprenderam tudo sobre o que é jogar um grande torneio aqui na Rússia, então é claro que a experiência é menor, mas a qualidade está lá”, acrescentou.

    “A Croácia possui jogadores com grande experiência em clubes e sua seleção está junta há mais tempo, mas todos os times que nós enfrentamos aqui eram mais experientes.”

    Ainda assim, pensa Deschamps, os nove jogadores que estavam no elenco da Euro 2016 irão garantir que a seleção francesa aprenda lições a partir da experiência daquela final.

    Deschamps foi capitão da França na vitória da primeira Copa do Mundo do país, em 1998, e no domingo pode se juntar a Mário Zagallo e ao alemão Franz Beckenbauer como os únicos homens que venceram a Copa do Mundo como jogadores e como técnicos.

    Participar de uma grande final no campo e assistir da lateral são duas experiências muito diferentes, segundo o francês.

    “Quando você é um jogador, você é um ator, mas como um técnico, você está trabalhando através dos jogadores. Eu estou a serviço de meus jogadores, mas a partida pertence a eles”, disse.

    “Sendo um jogador, você gasta energia física, mas quando você é um técnico, é mais psicológico e você tem um tipo diferente de fadiga”.

    A França foi acusada de excesso de confiança na final de 2016, após ter derrotado a campeã Alemanha na semifinal, e Deschamps disse que todos na concentração francesa estão cientes de que partidas podem ser vencidas ou perdidas por fatores fora de controle.

        “Não há euforia aqui, nós estamos todos satisfeitos porque nós chegamos a este ponto e este é o maior jogo do ano”, afirmou.

    “Mas além disto, o resultado irá mostrar se nós acertamos. Cada técnico sabe que tais partidas podem ser vencidas por pequenos detalhes e às vezes pelas coisas mais irracionais”, completou.

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