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    Governo de SP veta presença de torcida em jogos de futebol no Estado

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    Corinthians e Palmeiras se enfrentam em agosto do ano passado em São Paulo com estádio cheio de torcedores 04/08/2019 REUTERS/Amanda Perobelli

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    SÃO PAULO (Reuters) - O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira que a presença de público em partidas de futebol no Estado segue proibida em meio à pandemia de Covid-19, um dia depois de a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciar que obteve autorização do Ministério da Saúde para presença de torcida e semanas antes do jogo da seleção brasileira em São Paulo pelas eliminatórias para a Copa do Mundo.

    De acordo com o coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, o médico José Medina, a decisão do grupo que assessora o governador João Doria (PSDB) foi técnica e se deveu ao alto risco de aglomerações em partidas com a presença de torcedores.

    'O comitê concluiu que o cenário atual da pandemia no Estado de São Paulo não permite a retomada de público em eventos associados a grandes aglomerações, como nas partidas de futebol de qualquer categoria', afirmou Medina em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, ao lado de Doria.

    'Essa é uma decisão técnica. São Paulo permanece em quarentena, recomendando insistentemente o rigor no isolamento, distanciamento social e uso de máscaras.'

    Na terça, a CBF anunciou que discutirá a volta dos torcedores aos estádios após obter aval do Ministério da Saúde para um retorno com capacidade de 30% nos estádios no próximo mês. [nL2N2GJ2I8]

    A decisão do governo paulista também vem semanas antes da partida entre Brasil e Bolívia, pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, marcada para a Neo Química Arena, localizada na zona leste da capital paulista.

    Estado brasileiro mais afetado pela Covid-19, São Paulo tinha até terça-feira 945.422 casos registrados e 34.266 mortes.

    (Reportagem de Eduardo Simões)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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