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    Governo jamais pensou em intervenção militar, diz Heleno

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    Ministro do GSI, Augusto Heleno, no Palácio da Alvorada 12/05/2020 REUTERS/Adriano Machado

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    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, disse nesta quarta-feira que o governo jamais pensou em intervenção militar e que sua nota da semana passada, em que falou de 'consequências imprevisíveis' caso o Supremo Tribunal Federal (STF) decidisse apreender o celular do presidente Jair Bolsonaro, foi neutra, e não uma ameaça.

    'Uma nota completamente neutra colocando o problema em si sem citar nomes, sem quem vai verificar, quem vai tomar decisão, só coloquei o problema, não falei em Forças Armadas, não falei em intervenção', garantiu. 'Teve gente que disse que aquilo ali era um preâmbulo de uma intervenção militar. Isso agora virou moda, é uma coisa absurda. Ninguém está pensando sobre isso, ninguém conversa sobre isso, ninguém pensa sobre isso.'

    Heleno parou na portaria do Palácio da Alvorada para, segundo ele, verificar a situação de segurança no local, depois que alguns veículos de imprensa retiraram seus profissionais do lugar com o crescimento nível de ataques e tentativas de intimidação por parte de apoiadores do presidente.

    Na breve conversa com os jornalistas, afirmou que apenas a imprensa fala em intervenção militar e está 'contaminada' com isso.

    'Intervenção militar não resolve nada. E ninguém está pensando nisso. Ninguém está pensando nisso. Não houve esse pensamento, nem parte do presidente nem da parte de nenhum dos ministros. Isso só tem na cabeça da imprensa', garantiu.

    Em sua nota na semana passada, Heleno afirmou que a possibilidade de se apreender o celular do presidente, levantada por partidos de oposição em pedido ao Supremo e, por praxe, encaminhada pelo ministro Celso de Mello à Procuradoria-Geral da República para análise, era 'uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os Poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional'.

    Escrito por Reuters

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