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    Bolsonaro vai ter que tomar 'algumas medidas impopulares', diz general aliado

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, vai ter que tomar 'algumas medidas impopulares' caso seja eleito para o comando do país e já há um diagnóstico na campanha de que será necessário propor reformas para o país sair da atual situação em que se encontra, disse nesta segunda-feira o general da reserva do Exército Augusto Heleno.

    'Se Bolsonaro se eleger, vamos ter que adotar algumas medidas impopulares. Qualquer um que se eleja presidente vai ter que fazer reformas', disse Heleno à Reuters.

    O general, que chegou a ser cotado para vice do candidato do PSL, atualmente tem ajudado na formulação de propostas para a campanha de Bolsonaro. Ele reuniu-se na manhã desta segunda em Brasília com o economista Paulo Guedes, cotado para ser o ministro da Fazenda do presidenciável do PSL.

    Heleno não quis revelar detalhes da conversa com Guedes, mas afirmou que está sendo feito um diagnóstico da situação econômica do país, que acaba por ter impacto em várias outras áreas, como educação e infraestrutura. Disse que o grupo, no momento, tem trabalhado na coleta de números para se chegar a uma verdadeira radiografia da situação, lançando dúvidas sobre os dados atuais.

    'O governo todo está aparelhado. Os números que saem do governo não são confiáveis. O PT aparelhou desde o faxineiro até o presidente da República', afirmou.

    SEGUNDO TURNO

    Heleno disse ser 'natural' que a candidatura de Bolsonaro receba apoio de partidos que atualmente estejam coligados com a campanha do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. Disse que não sabe se já há conversas nesse sentido, ao destacar que tem cuidado da parte de elaboração de propostas de um eventual governo.

    'Isso é natural, é histórico, na hora que se está no segundo turno, cada um cuida para ficar debaixo da árvore', disse ele, numa referência a um eventual apoio de outros partidos à chapa de Bolsonaro, atualmente composta apenas por dois partidos pequenos, o PSL, de Bolsonaro, e o PRTB, do candidato a vice e também general da reserva do Exército, Hamilton Mourão.

    Heleno disse também que foi consultado sobre a participação de Mourão no lugar de Bolsonaro em debates televisivos, mas destacou que uma decisão sobre isso depende da condição física do candidato do PSL, que se recupera após duas cirurgias de uma atentado a faca em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

    'A recuperação é lenta, apesar de ele ser muito forte', disse o general, ao destacar que não há 'nada planejado'.

    Contido, Heleno não quis falar sobre os resultados de recentes pesquisas de intenção de voto que mostram Bolsonaro ampliando a liderança isolada na corrida presidencial. Ao contrário de outros aliados de Bolsonaro, ele também preferiu não vaticinar uma eventual vitória de Bolsonaro ainda no primeiro turno.

    'Difícil prever, se você prevê e erra, vão te sacanear para o resto da vida', brincou.

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    Mourão vai acabar sendo 'protagonista' durante recuperação de Bolsonaro, diz general aliado

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O general da reserva do Exército Augusto Heleno afirmou nesta segunda-feira à Reuters que o candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro (PSL), o também general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), vai acabar sendo 'protagonista' na atual fase da corrida eleitoral até que o cabeça de chapa se recupere do esfaqueamento e volte a participar da campanha.

    'Naturalmente, o general, sendo candidato a vice, ele vai acabar sendo protagonista dessa fase da campanha até que o Bolsonaro possa participar disso aí', disse Heleno.

    'Natural que o Mourão tenha participação ativa', acrescentou Heleno, que chegou a ser cotado para vice do candidato do PSL, mas atualmente tem ajudado na formulação de propostas para a campanha de Bolsonaro.

    O candidato do PSL --líder das pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, barrado pela Lei da Ficha Limpa-- está hospitalizado desde quinta-feira para se recuperar das lesões que sofreu após ter sido esfaqueado em ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

    Não há previsão, entretanto, de alta médica para Bolsonaro, o que começou a suscitar discussões sobre quem vai representá-lo nas agendas de campanha.

    Questionado se seria o caso de o candidato a presidente ser substituído pelos filhos em eventos, Heleno disse considerar que é 'natural' alguma participação deles. Ele citou o fato de que os filhos de Bolsonaro são políticos e também foram 'emocionalmente' afetados com o atentado.

    'Não acho difícil administrar isso não (quem vai representar Bolsonaro). Os interesses serão conciliados', disse, ao considerar que seria 'muita baixeza' haver disputa sobre essa questão no momento.

    Heleno disse estar trabalhando com uma espécie de plano de intenções sobre um possível governo Bolsonaro, contendo linhas mestras sobre tópicos que poderiam ser discutidos por futuros ministros. Mas ele ressalvou que isso não vai ser imposto a ninguém. Nos próximos dias, ele deve se reunir com Mourão para discutir essas sugestão.

    'HISTÓRIA NÃO FECHA'

    O general da reserva afirmou que confia plenamente nas investigações que estão sendo feitas pela Polícia Federal sobre o atentado contra Bolsonaro. Disse haver indícios de que não teria sido uma iniciativa individual do autor ao exemplificar o fato de o autor ser representado por quatro advogados mesmo sem aparentar ter condições financeiras para custear a defesa.

    'A história não fecha. A Polícia Federal tem todos os meios para confirmar ou não essa versão', disse Heleno, para quem, no momento, considera 'especulação' a versão de que ele seria desequilibrado e agiu sozinho.

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    PRP barra indicação de general Augusto Heleno para vice na chapa de Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O general da reserva do Exército Augusto Heleno afirmou nesta quarta-feira, em entrevista à Reuters, que o Partido Republicano Progressista (PRP) barrou a indicação dele para ser o candidato a vice na chapa encabeçada pelo pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro, do PSL.

    Bolsonaro chegou a afirmar, em evento público no interior paulista na noite de terça-feira, que até esta quarta-feira iria anunciar o nome de Heleno como seu colega de chapa, segundo relato feito pelo presidente do PSL em São Paulo, o deputado federal Major Olímpio.

    No entanto, Heleno disse que na noite de terça-feira a cúpula do PRP, ao qual é filiado, se reuniu com ele em Brasília e definiu que o plano principal da legenda para a eleição de outubro é eleger deputados federais como forma de aumentar o tamanho do fundo partidário e o tempo de rádio e TV que o partido tem.

    Segundo o general, não houve qualquer mal estar pelo fato de o pré-candidato do PSL tê-lo anunciado antecipadamente e não foi colocada nenhuma restrição ao nome dele, mas, segundo a decisão da legenda, ser companheiro de chapa de Bolsonaro não iria acrescentar em nada aos objetivos do PRP.

    'O partido não tem interesse em abraçar uma candidatura a vice', disse Heleno à Reuters.

    O general afirmou que, logo após a decisão da cúpula do PRP, telefonou para Bolsonaro avisando-lhe que não seria companheiro de chapa dele. Heleno disse que não se sentia frustrado com a decisão da legenda.

    'Não tirou um minuto do meu sono. Era uma missão que poderia ou não acontecer', disse. 'Tenho a minha vida construída em cima de cargos conquistados pelos meus méritos', completou.

    Heleno é filiado ao PRP do Distrito Federal e ficou nacionalmente conhecido por ter sido o primeiro comandante da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, missão de paz que teve a liderança militar do Brasil.

    O general disse que não vai se candidatar a outro cargo eletivo em outubro, mas pretende continuar a ajudar na campanha de Bolsonaro. Questionado se assumiria um eventual ministério na gestão dele --foi cotado para a pasta da Defesa--, ele disse que não adianta pensar nisso agora. 'Tem que ganhar antes', afirmou.

    A pré-candidatura de Bolsonaro --líder nas pesquisas de intenção de voto nos cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso e deve ser barrado de concorrer pela Lei da Ficha Limpa-- não conta com nenhum partido aliado até o momento.

    Por enquanto a legenda de Bolsonaro vai dispor de apenas 8 segundos do tempo do rádio e TV em um bloco na campanha eleitoral de 12 minutos e 30 segundos. Aliados do candidato, contudo, minimizam essa ínfima presença na TV e apostam na forte presença dele nas redes sociais durante a campanha.

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    Bolsonaro deve anunciar na 4ª general da reserva como candidato a vice, diz deputado

    BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato do PSL ao Palácio do Planalto, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ), deve anunciar até a quarta-feira o general do Exército da reserva Augusto Heleno (PRP) como seu companheiro de chapa na disputa, afirmou à Reuters o presidente do PSL em São Paulo, o também deputado federal Major Olímpio.

    Segundo Olímpio, Bolsonaro afirmou nesta terça-feira, durante evento no Vale do Ribeira, no interior paulista, que 'ainda hoje ou amanhã' Heleno será anunciado como o vice.

    O pré-candidato do PSL ao Planalto tentou nos últimos dias fechar um acordo para ter o senador Magno Malta (PR-ES) como companheiro de chapa a fim de aumentar o tempo de rádio e TV a que terá direito na propaganda eleitoral.

    Sozinho, o PSL de Bolsonaro tem apenas 8 segundos durante a campanha em blocos de 12 minutos e 30 segundos. O PRP não tem deputado federal e, dessa forma, sua contribuição para o tempo de TV de Bolsonaro deve ser praticamente nula.

    Olímpio disse que Malta não aceitou ser vice de Bolsonaro --optou por buscar mais um mandato ao Senado-- e também o partido dele, o PR, quis impor condicionantes para fechar uma aliança formal com o PSL.

    Segundo Olímpio, o PR queria que, nas disputas a cargos proporcionais no Rio e em São Paulo (disputa a deputado federal, por exemplo), houvesse um acerto que privilegiasse as candidaturas dos membros do PR em detrimento dos nomes do PSL. Lideranças do PR pretendiam usar essa aliança com Bolsonaro para aumentar o tamanho da bancada no Congresso.

    Olímpio afirmou que ninguém da direção do PSL topou esse acerto. 'Se o problema for ter tempo de TV e abandonarmos os nossos, não terá valido a pena a eleição. Vamos vencer com 10 segundos, do jeito que for, mas com dignidade', disse.

    Heleno é filiado ao PRP do Distrito Federal e ficou nacionalmente conhecido por ter sido o primeiro comandante da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, missão de paz que teve a liderança militar do Brasil.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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