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Imigrantes africanos atravessam América Latina em números recordes rumo aos EUA

Placeholder - loading - Migrante de Camarões carrega bebê  ao tentar ingressar em centro de atendimento a imigrantes em Tapachula, no México 27/06/2019 REUTERS/Jose Torres
Migrante de Camarões carrega bebê ao tentar ingressar em centro de atendimento a imigrantes em Tapachula, no México 27/06/2019 REUTERS/Jose Torres

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Por Daina Beth Solomon

TAPACHULA, México (Reuters) - Marilyne Tatang, de 23 anos, partiu da República de Camarões, no oeste africano, e cruzou nove fronteiras em dois meses para chegar ao México, fugindo da violência política depois que a polícia incendiou sua casa, contou.

Em breve ela planeja fazer uma viagem de ônibus de quatro dias para o norte e depois cruzar uma décima fronteira, esta dos Estados Unidos. Ela não está sozinha. Africanos estão viajando em números recordes à América do Sul e percorrendo milhares de quilômetros de estradas e uma floresta tropical para chegar aos EUA.

Marilyne, que está grávida de oito meses, pegou uma balsa em um rio mexicano no dia 8 de junho, um dia depois de o México fazer um acordo com o presidente dos EUA, Donald Trump, para fazer mais para controlar os maiores fluxos de imigrantes seguindo em direção à fronteira norte-americana em mais de uma década.

Os imigrantes que almejam entrar pela fronteira sul são na maioria centro-americanos, mas uma quantidade crescente saída de um punhado de países africanos está se unindo a eles, o que levou Trump e o México a apelarem para que outras nações da América Latina façam sua parte para frear a onda de imigrantes.

Agora que mais africanos recebem notícias de familiares e amigos que fizeram a viagem de que atravessar a América Latina para ir aos EUA é difícil, mas não impossível, mais estão empreendendo a jornada, e por sua vez estão ajudando outros a seguirem seus passos, dizem especialistas em migração.

As ameaças de Trump de reprimir os imigrantes repercutiram em todo o globo, paradoxalmente estimulando alguns a aproveitarem o que veem como uma janela de oportunidade cada vez menor, explicou Michelle Mittelstadt, diretora de comunicações do Migration Policy Institute, centro de estudos sediado em Washington.

'Esta mensagem está sendo ouvida não somente na América Central, mas em outras partes do mundo', disse.

Dados do Ministério do Interior do México indicam que a imigração da África quebrará recordes neste ano. O número de africanos registrados pelas autoridades mexicanas triplicou nos quatro primeiros meses de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, a maioria vinda de Camarões e da República Democrática do Congo.

(Reportagem adicional de Paul Vieira)

Escrito por Reuters

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A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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As 5 capas de álbum mais icônicas da história

Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

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O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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