Capa do Álbum: Antena 1
A Rádio Online mais ouvida do Brasil
Antena 1

“IN THE POCKET” DE JAMES TAYLOR COMPLETA 5 DÉCADAS

LANÇADO EM 1976, ÁLBUM REUNIU GRANDES PARCERIAS, APRESENTOU “SHOWER THE PEOPLE” E ENCERROU A FASE DO CANTOR NA WARNER BROS.

João Carlos

03/08/2026

Placeholder - loading - Crédito da imagem: Divulgação/James Taylor
Crédito da imagem: Divulgação/James Taylor

Há 50 anos, James Taylor lançava um álbum que registrava o cantor em um momento especial da carreira. Cercado por amigos, familiares e alguns dos músicos mais respeitados daquela geração, In the Pocket chegou ao mercado em junho de 1976 e se tornou o último trabalho de músicas inéditas do artista pela Warner Bros. Records.

Créditos da imagem: Reprodução/Amazon UK

O disco apareceu quando Taylor já havia se consolidado como uma das principais vozes da geração de cantores e compositores dos anos 1970. Seu repertório intimista, conduzido pelo violão e por letras pessoais, ajudou a definir uma vertente mais suave do folk rock e do soft rock norte-americano.

Em In the Pocket, porém, o músico não estava sozinho. O álbum reuniu uma verdadeira comunidade de colaboradores, revelando o prestígio que James Taylor desfrutava naquele período.

Um álbum cercado por grandes nomes

Créditos da imagem: Reprodução/Redes Sociais/James Taylor

A abertura ficou a cargo de “Shower the People”, a música mais conhecida do projeto. A gravação contou com os vocais de apoio de Carly Simon, então esposa do cantor, e alcançou o 22º lugar da Billboard Hot 100 nos Estados Unidos.

Com uma mensagem sobre demonstrar afeto antes que seja tarde, a canção se tornou uma das mais queridas do repertório de Taylor.

O restante do álbum também apresentou encontros importantes. Art Garfunkel participou de “A Junkie’s Lament” e “Captain Jim’s Drunken Dream”, enquanto Stevie Wonder tocou gaita e dividiu a composição de “Don’t Be Sad ’Cause Your Sun Is Down”.

As participações ajudam a explicar por que In the Pocket representa tão bem aquele momento da carreira. Taylor não era apenas um cantor popular: ele havia se tornado um artista respeitado e valorizado por músicos que também estavam entre os nomes mais importantes da década.

O encerramento de uma fase

In the Pocket também fechou um ciclo iniciado em 1970, quando James Taylor começou sua trajetória na Warner Bros. Durante seis álbuns, ele construiu o repertório que definiu sua identidade.

Créditos da imagem: Divulgação/James Taylor

Poucos meses depois de In the Pocket, esse período seria resumido em James Taylor’s Greatest Hits. A coletânea incluiu “Shower the People” e, ao longo das décadas, ultrapassou 11 milhões de cópias certificadas nos Estados Unidos, tornando-se o álbum mais vendido da carreira do cantor.

Créditos da imagem: Divulgação/James Taylor

Em seguida, Taylor iniciou uma nova fase na Columbia Records, que seria apresentada ao público com JT, em 1977. O álbum seguinte trouxe “Your Smiling Face” e “Handy Man”, confirmando que a mudança de gravadora não havia reduzido sua força comercial.

Uma porta de entrada para James Taylor

Cinco décadas depois, In the Pocket permanece como um retrato de James Taylor em 1976: um artista no fim de uma etapa, mas ainda cercado por grandes parceiros, canções marcantes e enorme prestígio na indústria musical.

Para quem está começando a conhecer sua obra, o álbum também funciona como parte de uma sequência essencial. In the Pocket mostra o presente daquele momento, Greatest Hits revisita os primeiros clássicos e JT apresenta o caminho que o cantor seguiria logo depois.

In the Pocket conserva a atmosfera de uma época em que James Taylor já havia transformado sua voz tranquila e seu violão em algumas das marcas mais reconhecidas da música norte-americana.

Compartilhar matéria

Mais lidas da semana

 

Carregando, aguarde...

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.