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    Deputado que atacou ministros do STF segue preso; PF encontra celulares em cela

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    Viatura da Polícia Federal no Rio de Janeiro 26/05/2020 REUTERS/Pilar Olivares

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    BRASÍLIA (Reuters) - Responsável por ataques em vídeo a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) vai continuar preso e será transferido para um batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro com melhores condições carcerárias, decidiu o juiz auxiliar da corte Airton Vieira, conforme ata da audiência de custódia do parlamentar nesta quinta-feira.

    A Polícia Federal informou que, durante a execução dos protocolos de segurança realizados em local de custódia, foram localizados, no início da tarde desta quinta, dois aparelhos celulares na sala onde se encontrava Silveira na Superintendência da PF no Rio de Janeiro.

    Um inquérito foi instaurado para apurar o caso. A defesa do parlamentar, em entrevista, não se manifestou sobre os aparelhos.

    Silveira foi preso na noite de terça-feira após ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes e permanecerá encarcerado por enquanto por prazo indeterminado, segundo decisão do magistrado.

    O deputado teve direito a uma audiência de custódia por ter sido preso em flagrante, com o objetivo de verificar eventuais ilegalidades na prisão. Um juiz auxiliar do gabinete de Moraes ouviu o parlamentar.

    Durante a audiência, conforme a ata obtida pela Reuters, Silveira fez um pedido para deixar a prisão.

    'Nessa oportunidade, aproveito para exteriorizar que, no meu entendimento, com todo o respeito à magistratura e à decisão do senhor ministro, tenho para mim que a situação reputada como flagrante, assim não poderia tê-lo sido, entendo, com todo respeito reiterado que não estávamos diante de uma situação de flagrante, cuja lavratura fora, então, irregular', disse ele.

    O juiz auxiliar, entretanto, negou o pedido e destacou que a decisão de Moraes foi posteriormente confirmada por unanimidade pelo plenário do STF. 'Deste modo, a situação da autuação em flagrante do custodiado, no momento, já foi devidamente apreciada.'

    Silveira já foi denunciado pelo episódio por crimes como coação no curso do processo e de incitação de animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo.

    A Câmara vai decidir na sexta-feira no final da tarde se mantém ou revoga a prisão dele. Há uma articulação em curso para que o caso seja avaliado com celeridade pelo Conselho de Ética da Casa.

    (Reportagem de Ricardo Brito, em Brasília, e Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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