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Kremlin condena 'assassinato' de líderes iranianos por EUA e Israel após morte de Ali Larijani

Kremlin condena 'assassinato' de líderes iranianos por EUA e Israel após morte de Ali Larijani

Reuters

18/03/2026

Placeholder - loading - Ali Larijani em Beirute  15/11/2024  REUTERS/Thaier Al-Sudani
Ali Larijani em Beirute 15/11/2024 REUTERS/Thaier Al-Sudani

MOSCOU, 18 Mar (Reuters) - O Kremlin ​condenou nesta quarta-feira o que chamou de 'assassinato' de líderes iranianos em ataques aéreos dos EUA e de Israel, um dia depois que a agência de notícias semi-oficial iraniana Fars confirmou que Ali Larijani, conselheiro sênior do falecido líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, havia sido morto em Teerã.

'Condenamos inequivocamente quaisquer ações ⁠que ⁠visem a prejudicar a saúde ​ou ‌mesmo assassinar ou eliminar membros da liderança do Irã soberano e independente, bem como de outros países. Condenamos tais ações', disse o porta-voz ⁠do Kremlin, Dmitry Peskov, aos repórteres quando perguntado ​sobre a reação da Rússia à morte de ​Larijani.

A Rússia, que construiu e ‌ajuda a administrar ​a ⁠única usina nuclear do Irã, criticou fortemente os ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã, ​um parceiro próximo, e pediu um cessar-fogo imediato e negociações.

O Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto, relatou na terça-feira que a ​Rússia tem expandido seu compartilhamento de inteligência e cooperação militar com Teerã, fornecendo imagens de satélite e tecnologia aprimorada de drones para ajudar o Irã a atingir as forças dos EUA na região.

Questionado sobre a reportagem, Peskov sugeriu que se trata de uma notícia ​falsa: 'Como você sabe, atualmente há muitas reportagens diferentes circulando ‌sobre essa guerra. A ⁠grande maioria não passa de desinformação, portanto não consideramos necessário comentar sobre cada uma delas.'

'No entanto, ⁠representantes oficiais dos Estados Unidos ⁠fizeram declarações sobre esse ⁠assunto, dizendo que ⁠não ​têm informações sobre o assunto', acrescentou.

(Reportagem de Dmitry Antonov)

Reuters

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