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Lula dirá a Trump que Brasil não quer 'nova Guerra Fria' e evita comentar decisão da Suprema Corte dos EUA

Lula dirá a Trump que Brasil não quer 'nova Guerra Fria' e evita comentar decisão da Suprema Corte dos EUA

Reuters

22/02/2026

Placeholder - loading - Presidente Luiz Inacio Lula da Silva dá entrevista à imprensa em Nova Délhi 22/02/2026. REUTERS/Adnan Abidi
Presidente Luiz Inacio Lula da Silva dá entrevista à imprensa em Nova Délhi 22/02/2026. REUTERS/Adnan Abidi

Por Saurabh Sharma

NOVA DÉLHI, 22 Fev (Reuters) - O ​presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo que dirá ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o Brasil não quer uma “nova Guerra Fria”, ao mesmo tempo em que evitou falar sobre a decisão da Suprema Corte norte-americana que derrubou as tarifas adotadas pelos EUA.

'Eu quero também dizer (a Trump) que não queremos uma nova Guerra ⁠Fria, ⁠não queremos interferência por nenhum ​país', ‌disse Lula em uma coletiva de imprensa em Nova Délhi, ao final de uma viagem de três dias à Índia.

'Queremos ter relações iguais com ⁠todos os países, queremos tratar todos em igualdade de ​condições e receber deles um tratamento também igualitário com ​os outros países', completou.

Lula, que pode ‌se encontrar ​com Trump ⁠em Washington em março, afirmou que sua agenda incluirá comércio, imigração, investimentos e parceria entre universidades.

Lula se recusou a ​comentar a decisão da Suprema Corte dos EUA na sexta-feira que derrubou muitas das tarifas de Trump sobre produtos que entram nos EUA. Trump havia anunciado imediatamente ​após a decisão da corte uma tarifa de 10%, e no sábado disse que aumentará a taxa para 15%, o nível máximo permitido por lei.

'Eu não tenho como ficar medindo a decisão da Suprema Corte americana, não tem como um presidente de outro país julgar a decisão ​da Suprema Corte. Da nossa parte, o que achamos é ‌que houve um alívio para ⁠muitos países que estavam taxados em 50%, 40%, agora parece que todo mundo vai ser 15%', disse ⁠Lula.

'Estou convencido que, na conversa, a ⁠relação entre Brasil e Estados ⁠Unidos vai voltar ⁠à ​normalidade, eles tem interesse, nós temos interesse.'

(Reportagem de Saurabh Sharma)

Reuters

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