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    Mau uso de equipamentos contra o Covid-19 causa escassez

    OMS alerta interrupção no fornecimento global de equipamentos de proteção individual

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    Escassez nos equipamentos usados contra o Covid-19. Crédito da imagem: iStock

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    O mau uso de equipamentos de proteção contra o novo coronavírus foi alertado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O que acontece é que a entidade já havia orientado que apenas as pessoas que estivessem infectadas pelo vírus usassem máscaras cirúrgicas.

    No entanto, o aviso foi ignorado e o uso da proteção se tornou comum. Isso fez com que os materiais se tornassem escassos em grande parte do mundo. De acordo com a OMS, este fator afeta a capacidade dos países em combaterem o Covid-19, além de colocar os próprios trabalhadores de saúde em risco.

    Em nota, a entidade afirmou estar preocupada com o fato de “a capacidade de resposta das nações estar sendo comprometida pela grave e crescente interrupção no fornecimento global de equipamentos de proteção individual - causada pelo aumento da demanda, acumulação e uso indevido”.

    Após o alerta, o governo da França anunciou a apreensão dos estoques de máscaras de proteção contra o Covid-19, na última terça-feira (03). O país afirmou que a proteção facial será distribuída aos profissionais da área de saúde e às pessoas que, realmente, estão doentes.

    Leia também: Falta de máscaras assombra chegada do coronavírus no Brasil

    Segundo a OMS, médicos, enfermeiros e outros trabalhadores de saúde estão mal equipados para cuidar de pacientes com Covid-19. Principalmente porque o acesso está limitado não só às máscaras, como também: luvas, respiradores, óculos de proteção, escudos, camisolas e aventais.

    Até o momento, a Organização Mundial da Saúde já enviou cerca de meio milhão de equipamentos de proteção individual a 27 países. A entidade, ainda, estima que serão necessárias 89 milhões de máscaras médicas, 76 milhões de luvas e 1,6 milhão de óculos de proteção, por mês.

    Nesta quarta-feira (04), a Alemanha proibiu a exportação de equipamentos de proteção médica, evitando, assim, a falta de luvas, máscaras e trajes médicos.

    Já a República Tcheca baniu a venda de um certo tipo de máscaras médicas para qualquer pessoa exceto serviços de saúde e assistência social, órgãos de saúde pública, serviços de resgate de emergência e outros órgãos da administração pública.

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