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    Meditação e controle da respiração podem aliviar sintomas da ansiedade

    No entanto, alguns graus do transtorno exigem tratamento com um profissional da área da saúde.

    Por Letícia Furlan

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    O Brasil está entre os primeiros países no ranking do índice da ansiedade, segundo levantamento recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), com aproximadamente 9 por cento das pessoas apresentando o problema.

    Considerada como o mal do século, a ansiedade afeta pessoas no mundo todo, em diferentes graus. Inclusive, ela pode desencadear outros problemas, como pânico, fobias, transtornos obsessivos-compulsivos e estresse pós-traumático. E lidar com as emoções e aprender a controla-las não é simples e envolve muito mais do que apenas força de vontade.

    Mas, para tornar essa tarefa mais fácil, o site especializado em saúde e bem-estar, The Active Times, ensinou um exercício que dura apenas dois minutos (ou até menos) capaz de diminuir a angústia.

    A técnica, uma espécie de meditação, tem dois passos básicos:

    O primeiro é colocar os pés no chão e senti-los firmes no solo, e isso independe se a pessoa está sentada ou de pé.

    O segundo passo é respirar e ficar atento no ar que entra e sai dos pulmões. Durante essa etapa, vale utilizar algumas técnicas de respiração, como a 5, 7, 9 (quando a pessoa respira por cinco segundos, segura por sete e expira por nove).

    A ideia é que, com os pés sempre conectados ao chão, a pessoa foque na respiração a fim de acalmar a mente.

    Por mais que algumas dicas possam ajudar a lidar com o problema, é necessário frisar que alguns graus de ansiedade precisam de profissionais para serem tratados.

    Alguns sintomas da ansiedade

    Quando as preocupações se tornam fatores limitantes para a execução de outras tarefas.

    1. Insônia
    2. Ganho ou perda de peso muito acentuados – comer pode oferecer conforto, assim como problemas gastrointestinais podem aparecer durante as crises.
    3. Evitar situações por se sentir desconfortável, o que pode impactar negativamente na sua vida social
    4. Memória e concentração prejudicadas, com o cérebro em constante estado de alerta.
    5. Crises de pânico – crises de ansiedade em picos muito elevados
    6. Coração acelerado, podendo ocorrer tanto em crises de pânico quanto nas de ansiedade generalizada.
    7. Falta de ar
    8. Medos irracionais (fobias)
    9. Comportamentos compulsivos (TOC), quando a pessoa encontra nos movimentos repetitivos e compulsivos um escape.
    10. Tensão muscular – pressionar os dentes forte, sofrer com bruxismo, ter dores constantes no pescoço e costas.
    11. Tremores, sem motivo aparente. Geralmente acompanhados de taquicardia, sudorese e falta de ar.
    12. Vícios – costumam funcionar como um escape para as crises.
    13. Irritabilidade, descontando o estresse nos outros.

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