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Navios-tanque saem do Golfo pelo Estreito de Ormuz com início das negociações entre EUA e Irã

Navios-tanque saem do Golfo pelo Estreito de Ormuz com início das negociações entre EUA e Irã

Reuters

11/04/2026

Placeholder - loading - Ilustração mostra mapa do Estreito de Ormuz, também conhecido como Madiq Hurmuz, e barris de petróleo impressos em 3D 26 de março de 2026 REUTERS/Dado Ruvic
Ilustração mostra mapa do Estreito de Ormuz, também conhecido como Madiq Hurmuz, e barris de petróleo impressos em 3D 26 de março de 2026 REUTERS/Dado Ruvic

Por Florence Tan

CINGAPURA, 11 ​Abr (Reuters) - Três superpetroleiros passaram pelo Estreito de Ormuz neste sábado, mostraram dados de navegação, marcando o que parecem ser as primeiras embarcações a sair do Golfo desde o acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã e com o início das negociações de paz no Paquistão.

A decisão de Teerã de ⁠bloquear ⁠o estreito, um ponto de ​estrangulamento ‌para cerca de 20% das remessas globais de petróleo e gás natural liquefeito, interrompeu o fornecimento global de energia e fez com que ⁠os preços do petróleo disparassem desde o início ​da guerra com o Irã, no final de ​fevereiro.

O petroleiro de grande porte ‌Serifos, de bandeira ​liberiana, ⁠e os de bandeira chinesa Cospearl Lake e He Rong Hai, entraram e saíram neste sábado da chamada 'ancoragem ​de teste da Passagem de Ormuz', que contorna a ilha iraniana de Larak, mostraram dados da LSEG.

Cada navio tem capacidade de transportar 2 milhões ​de barris de petróleo.

O Serifos, que transporta petróleo bruto da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos carregado no início de março, deve chegar ao porto de Malaca, na Malásia, em 21 de abril, segundo dados da LSEG e da empresa de análise Kpler.

O ​Cospearl Lake está carregado com petróleo iraquiano e o ‌He Rong Hai está ⁠transportando petróleo saudita, segundo os mesmos dados.

Ambos são fretados pela Unipec, braço comercial da gigante chinesa ⁠de energia Sinopec , mostraram os ⁠dados.

A Sinopec não respondeu ⁠imediatamente a um ⁠pedido ​de comentário fora do horário comercial.

(Reportagem de Florence Tan)

Reuters

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