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Novo CEO afirma que Heineken precisa melhorar, mesmo com vendas do 3º tri superando previsões

Novo CEO afirma que Heineken precisa melhorar, mesmo com vendas do 3º tri superando previsões

Reuters

28/10/2026

Placeholder - loading - Garrafas de cerveja Heineken são exibidas em uma prateleira de um supermercado em Sarajevo, Bósnia e Herzegovina, em 29 de outubro de 2024 REUTERS/Dado Ruvic
Garrafas de cerveja Heineken são exibidas em uma prateleira de um supermercado em Sarajevo, Bósnia e Herzegovina, em 29 de outubro de 2024 REUTERS/Dado Ruvic

LONDRES, 28 Out (Reuters) - A Heineken precisa ​de maior responsabilização e de uma cultura de desempenho mais sólida para alcançar um crescimento consistente, afirmou o presidente-executivo Rafael Oliveira nesta quarta-feira, em sua primeira declaração desde que assumiu o comando da cervejaria holandesa neste mês.

Oliveira sucedeu Dolf van den Brink, que renunciou inesperadamente em janeiro, poucos meses após divulgar uma estratégia renovada e novas metas para a segunda maior ⁠cervejaria ⁠do mundo, deixando um ponto ​de ‌interrogação sobre seus planos.

A fabricante das marcas Heineken, Tiger e Sol registrou um crescimento de mais de 4% tanto na receita quanto nos volumes no terceiro ⁠trimestre, superando confortavelmente as previsões dos analistas, impulsionada pela ​forte demanda na Ásia.

Mas Oliveira, que enfrenta pressão dos ​investidores para acelerar o crescimento das ‌vendas, melhorar ​a eficiência ⁠e aumentar os retornos, disse que a empresa nem sempre estava aproveitando as oportunidades de crescimento ou conquistando clientes quando deveria.

“Há ​mais a ser feito para aprimorar a execução, acelerar o ritmo e construir uma cultura de desempenho mais sólida, com maior responsabilização em toda a empresa”, disse ​ele em comunicado, acrescentando que suas primeiras impressões tinham sido positivas no geral.

Oliveira disse que apresentaria seus planos para a Heineken com mais detalhes quando a empresa divulgar os resultados do ano inteiro, em fevereiro.

Analistas esperavam um crescimento orgânico de volume de 2,9% e um crescimento da receita de 3,5%.

A ​cervejaria superou as expectativas em grande parte devido a um ‌forte desempenho na Ásia-Pacífico, onde ⁠os volumes aumentaram 17,3%, impulsionados pelo crescimento no Vietnã e na Índia.

A Heineken também afirmou que o crescimento ⁠foi impulsionado por suas principais marcas ⁠globais e prioridades estratégicas, incluindo ⁠cervejas com ⁠baixo ​teor alcoólico ou sem álcool e produtos premium.

(Reportagem de Emma Rumney)

Reuters

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