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Pai diz que menina hondurenha na capa da revista Time não foi separada da mãe

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Por Gustavo Palencia

TEGUCIGALPA (Reuters) - A menina hondurenha que aparece vestida com um casaco rosa e chorando diante do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na capa da próxima edição da revista Time não foi separada de sua mãe na fronteira dos EUA, segundo um homem que diz ser o pai da criança.

A impactante foto original, tirada no local de uma detenção na fronteira por John Moore, fotógrafo da Getty Images, se tornou uma das imagens emblemáticas de uma onda de reportagens sobre a política de separação de famílias do governo Trump.

Dezenas de jornais e revistas de todo o mundo publicaram a foto, aprofundando a revolta que levou Trump a recuar na quarta-feira e dizer que as famílias não serão mais separadas.

Minha filha se tornou um símbolo da... separação de crianças na fronteira dos EUA. Ela pode até ter tocado o coração do presidente Trump , disse Denis Valera à Reuters em uma entrevista por telefone.

Valera disse que a menina e sua mãe, Sandra Sanchez, foram detidas juntas na divisa de McAllen, cidade do Estado do Texas onde Sandra pediu asilo, e que elas não foram separadas depois de serem detidas perto da fronteira.

A vice-ministra das Relações Exteriores de Honduras, Nelly Jerez, confirmou o relato dos eventos feito por Valera.

Ele disse ter ficado surpreso e aflito na primeira vez em que viu a foto de sua filha chorando na televisão. Ver o que estava acontecendo com ela naquele momento parte o coração de qualquer um .

A foto foi usada em uma ação de arrecadação de fundos pelo Facebook que conseguiu mais de 17 milhões de dólares de donativos de quase meio milhão de pessoas para o Centro para Educação e Serviços Legais de Refugiados e Imigrantes (Raices), uma entidade sem fins lucrativos do Texas que oferece assistência legal a refugiados e imigrantes.

A política imigratória de tolerância zero da gestão Trump levou à separação de 2.342 crianças de seus pais na fronteira EUA-México entre 5 de maio e 9 de junho.

Vídeos de crianças separadas sentadas em jaulas, uma gravação de áudio de crianças chorando e a foto de Moore provocaram indignação mundial com as diretrizes de Trump.

Escrito por Thomson Reuters

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A companhia aérea Air Europa retomará suas atividades na capital baiana a partir do dia 21 de dezembro. Os voos têm previsão de decolagem sempre às quartas e sextas-feiras, embarcando os passageiros no moderno Boeing 787 Dreamliner, considerado um dos mais eficientes equipamentos à disposição no mercado.

A Vinci, operadora do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães, comemora a volta da parceria com a companhia espanhola, após o hiato ocasionado pela pandemia do Covid-19. “Madri é uma das cidades mais emblemáticas da Europa e a retomada do voo tornará mais fácil para nossos passageiros voar para o continente. Estamos muito animados com a volta do voo da Air Europa, que atenderá a uma demanda crescente do turismo receptivo à cidade de Salvador, tanto para passageiros quanto para cargas”, disse David Thompson, diretor comercial do Aeroporto de Salvador.

Modernidade

O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

[music-item artistSlug=supertramp musicSlug=goodbye-stranger]

O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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