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    Para Maia, governo já deveria ter fechado fronteiras e imposto mais restrições à circulação de pessoas

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    22/05/2019 REUTERS/Adriano Machado

    Publicada em  

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou nesta terça-feira o fechamento de fronteiras e uma maior restrição à circulação de pessoas para o combate da epidemia do coronavírus no país.

    'Eu acho que o governo já deveria ter fechado fronteiras, restringido voos internacionais e restringindo circulação de pessoas em Estados onde a projeção é maior, como Rio e São Paulo', disse Maia em entrevista coletiva no Congresso.

    Para o deputado, o governo 'já deveria ter criado um plano de contigência em Rio e São Paulo, para que a circulação ficasse restrita àqueles que têm de fazer abastecimento'.

    Rebatendo argumento do presidente Jair Bolsonaro, de que medidas restritivas que vêm sendo adotadas por governadores de Estado causarão um 'baque' na economia, Maia disse que isso é inevitável e não dá para imaginar que evitar essas medidas vá garantir crescimento econômico.

    'A economia será afetada de qualquer jeito. Você achar que manter a circulação vai garantir algum crescimento, do meu ponto de vista isso é errado', disse Maia.

    (Repotagem de Gabriel Ponte)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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