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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais que o esperado em meio à estabilidade do mercado de trabalho

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais que o esperado em meio à estabilidade do mercado de trabalho

Reuters

19/02/2026

Placeholder - loading - Anúncio de vaga de trabalho em Encinitas, EUA 01/08/2025.   REUTERS/Mike Blake
Anúncio de vaga de trabalho em Encinitas, EUA 01/08/2025. REUTERS/Mike Blake

WASHINGTON, 19 Fev (Reuters) - O número de ​norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu mais do que o esperado na semana passada, em consonância com a estabilização do mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 23.000 na semana encerrada em 14 de fevereiro, para 206.000 em dado ajustado sazonalmente, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters previam 225.000 pedidos para a última ⁠semana. ⁠A queda da semana passada ​marcou ‌um declínio significativo nos pedidos, uma vez que eles saltaram para 232.000 no final de janeiro.

A ata da reunião de política monetária do Federal Reserve de 27 ⁠e 28 de janeiro, publicada na quarta-feira, mostrou que “a ​grande maioria dos participantes considerou que as condições do mercado ​de trabalho vinham mostrando alguns ‌sinais de estabilização”. ​Ainda assim, ⁠permaneceram as preocupações com os riscos de desaceleração do mercado de trabalho.

A ata também mostrou que algumas autoridades “apontaram para a possibilidade ​de que uma queda adicional na demanda por mão de obra possa elevar drasticamente a taxa de desemprego em um ambiente de baixa contratação ou que a concentração de ​ganhos de empregos em alguns setores menos sensíveis ao ciclo econômico possa sinalizar uma maior vulnerabilidade no mercado de trabalho como um todo”.

Os dados sobre os pedidos de auxílio-desemprego cobriram a semana durante a qual o governo pesquisou os empregadores para o relatório de emprego de fevereiro. O crescimento do emprego ​acelerou em janeiro, embora quase todos os ganhos tenham vindo do ‌setor de saúde e ⁠assistência social.

Autoridades e economistas afirmam que as políticas de imigração estão restringindo o crescimento do emprego. A incerteza persistente ⁠em relação às tarifas de importação continuou ⁠a prejudicar as contratações, enquanto ⁠a inteligência ⁠artificial ​também adiciona outra camada de cautela, disseram economistas.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

Reuters

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