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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA ficam estáveis; demissões caem 55% em fevereiro

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA ficam estáveis; demissões caem 55% em fevereiro

Reuters

05/03/2026

Placeholder - loading - Anúncio de vaga de trabalho em Cambridge, EUA 08/07/2022.   REUTERS/Brian Snyder
Anúncio de vaga de trabalho em Cambridge, EUA 08/07/2022. REUTERS/Brian Snyder

WASHINGTON, 5 Mar (Reuters) - O número ​de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego permaneceu inalterado na semana passada, enquanto as demissões caíram, em consonância com condições de estabilidade do mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego ficaram estáveis em 213.000, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 28 de fevereiro, informou o Departamento do Trabalho ⁠nesta ⁠quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters ​previam ‌215.000 pedidos para a última semana.

O mercado de trabalho está se recuperando após tropeçar no ano passado em meio ao que os ⁠economistas chamaram de incerteza decorrente das tarifas impostas pelo ​presidente Donald Trump, que ele aplicou sob uma ​lei destinada a ser usada ‌em emergências ​nacionais.

Desde então, ⁠as tarifas de importação foram derrubadas pela Suprema Corte dos Estados Unidos. Trump respondeu à decisão impondo uma ​tarifa global de 10% e, posteriormente, anunciou que ela aumentará para 15%.

Os economistas estão otimistas de que o mercado de trabalho recuperará o ​ímpeto este ano, à medida que os cortes de impostos estimulam a demanda.

Um relatório separado divulgado nesta quinta-feira pela empresa global de recolocação Challenger, Gray & Christmas mostrou que os empregadores sediados nos EUA anunciaram 48.307 cortes de pessoal em fevereiro, uma queda de 55% ​em relação a janeiro e de 72% ante o ‌ano anterior. Os planos ⁠de contratação aumentaram 140% em relação a janeiro, mas caíram 63% em comparação com fevereiro do ⁠ano passado.

A contratação moderada significa que ⁠algumas pessoas que ⁠perderam seus empregos ⁠estão ​passando por longos períodos de desemprego.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

Reuters

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