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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm leve alta em meio a estabilização do mercado de trabalho

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm leve alta em meio a estabilização do mercado de trabalho

Reuters

26/02/2026

Placeholder - loading - Anúncio de vaga de trabalho em Medford, EUA 12/08/2025.   REUTERS/Brian Snyder
Anúncio de vaga de trabalho em Medford, EUA 12/08/2025. REUTERS/Brian Snyder

WASHINGTON, 26 Fev (Reuters) - O número de ​norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego teve leve aumento na semana passada e a taxa de desemprego parece ter se mantido estável em fevereiro, num contexto de estabilidade do mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 4.000, para 212.000 em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 21 de fevereiro, informou o Departamento ⁠do ⁠Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados ​pela ‌Reuters previam 215.000 pedidos para a última semana.

Os pedidos da semana passada incluíram o feriado do Dia dos Presidentes, o que pode ter afetado ⁠os dados. No entanto, o nível dos pedidos sugere ​que o mercado de trabalho continuou a se estabilizar ​após atingir uma fase de desaceleração ‌no ano ​passado em ⁠meio à incerteza decorrente das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump.

Na sexta-feira passada, a Suprema Corte dos EUA derrubou ​as tarifas, que Trump aplicou com base em uma lei destinada a ser usada em emergências nacionais. Trump rapidamente impôs uma taxa global de 10% por 150 ​dias para substituir algumas das tarifas de emergência, antes de aumentá-la para 15% no fim de semana.

Economistas afirmaram que as últimas medidas criaram incerteza no curto prazo, mas previram um impacto econômico mínimo.

A incerteza persistente em relação às tarifas de importação, agora invalidadas, foi citada como motivo ​da hesitação geral das empresas em aumentar as contratações. A ‌rápida adoção da inteligência artificial ⁠também está adicionando outra camada de cautela, afirmaram economistas.

A taxa de desemprego caiu de 4,4% em dezembro ⁠para 4,3% em janeiro. Embora o ⁠mercado de trabalho esteja ⁠se recuperando, os ⁠consumidores ​continuam nervosos com suas perspectivas de emprego.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

Reuters

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