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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem em meio a número baixo de demissões

Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem em meio a número baixo de demissões

Reuters

18/06/2026

Placeholder - loading - Cartaz anuncia vaga de trabalho em Nova York  29 de abril de 2022.  REUTERS/Shannon Stapleton
Cartaz anuncia vaga de trabalho em Nova York 29 de abril de 2022. REUTERS/Shannon Stapleton

WASHINGTON, 18 Jun (Reuters) - O número ​de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego diminuiu na semana passada uma vez que as demissões permaneceram em níveis baixos, sustentando o mercado de trabalho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 4.000, para 226.000 em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 13 de junho, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados ⁠pela ⁠Reuters previam 225.000 pedidos para ​a ‌última semana.

Embora os pedidos tenham ficado nas últimas semanas na faixa superior do intervalo de 190.000 a 230.000 registrado neste ano, o mercado de ⁠trabalho recuperou o ímpeto, registrando três meses consecutivos de ​forte criação de empregos, após oscilações em 2025. O ​número baixo de demissões manteve ‌a taxa de ​desemprego ⁠em 4,3% por três meses consecutivos.

Os pedidos tendem a aumentar no início do verão, já que alguns Estados permitem ​que funcionários não docentes solicitem o auxílio-desemprego durante as longas férias escolares. Os fatores sazonais — o modelo usado pelo governo para eliminar as flutuações sazonais dos ​dados — nem sempre captam essas variações.

O Federal Reserve manteve na quarta-feira sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, mas as projeções trimestrais atualizadas mostraram que as autoridades esperam aumentar os custos dos empréstimos ainda este ano, em meio a crescentes preocupações com ​a inflação.

O chair do Fed, Kevin Warsh, disse a repórteres ‌que os membros do ⁠Fed “consideraram que o mercado de trabalho estava estável” e que “havia algumas pessoas no comitê que achavam que a ⁠tendência era ainda melhor do ⁠que isso”.

Warsh acrescentou: “Eu diria que ⁠os dados ⁠sobre ​o emprego vêm evoluindo na direção certa”.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

Reuters

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