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    Pink Floyd: Hoje é aniversário de The Dark Side of the Moon

    Disco é considerado um dos maiores lançamentos na indústria fonográfica mundial

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    Pink Floyd – Direita para esquerda: Nick Mason, David Gilmour, Richard Wright e Roger Waters usando um cobertor rosa – Photoshoot/Divulgação

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    Hoje, dia 1 de março, o lendário disco da banda Pink Floyd, “The Dark Side of the Moon”, completa 48 anos de lançamento. A produção é considerada até hoje um marco na história da música, além de reinventar a sonoridade da banda após a saída de Syd Barrett. Com os singles “Money” e “Us and Them”, o álbum atingiu o estrelato no lançamento, e conquistou o topo da Billboard 200, nos Estados Unidos.

    “The Dark Side of the Moon” teve o conceito criado após o lançamento do álbum “Meddle” e a turnê de shows para promoção do mesmo. As ideias e referências iniciais do conjunto foram baseadas no desgaste psicológico do ex-integrante Syd Barrett, que serviu como grande inspiração para a obra. David Gilmour, guitarrista e vocalista do Pink Floyd, já havia dito em entrevista que as letras deveriam ser mais “claras e específicas” – objetividade essa que chega a ser óbvia durante o disco.

    O projeto sempre foi chamado pelo nome final, contudo, após os membros descobrirem que já havia um disco da banda Medicine Head com o mesmo nome, a produção passou a ser chamada de “Eclipse”. Porém, após descobrirem que o álbum do Medicine Head foi um fracasso, voltaram com a ideia inicial. Curiosamente, o segundo nome é o título da faixa que encerra a obra. O material composto foi ensaiado no Teatro Rainbow e depois gravado no Abbey Road Studios, em Londres. Inclusive, o engenheiro de som responsável foi Alan Parsons.

    Os singles “Us and Them” e “Money” foram as primeiras faixas gravadas para o álbum, em sessões que iniciaram no dia 1 de junho de 1972. Para a produção de “Money”, o compositor Roger Waters utilizou dinheiro de verdade para os efeitos sonoros da canção. O material sofreu diversas interrupções para ser finalizado, principalmente por culpa de Waters, que abandonava o estúdio para assistir partidas de futebol do time Arsenal, além de assistir séries de televisão. Com as últimas músicas já entregues, o disco terminou a produção em janeiro de 1973.

    A revista Rolling Stone alocou o disco, em 2003, no segundo lugar na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Já na Billboard 200, o álbum ficou na lista dos mais vendidos por 777 semanas – 1973 a 1988. Após esse período, retornou para o ranking e permaneceu por mais de 900 semanas, o que foi considerado um marco na tabela da revista. Toda a produção teve as letras escritas por Roger Waters, enquanto a equipe de composição contou com David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright, Dick Parry, Lesley Duncan, Doris Troy, Barry St. John, Liza Strike e Clare Torry.

    O Mágico de OZ

    Há uma forte teoria que aponta a ligação entre o disco com o filme The Wizard of Oz (O Mágico de Oz, 1939). Apesar dos membros do Pink Floyd desmentirem em diversas entrevistas e documentários, quando a produção é reproduzida em simultâneo com o longa, algumas correspondências fantásticas ocorrem. Os fãs chamam essa “versão alternativa” de “Dark side of the Rainbow” (“Lado escuro do arco-íris”, em tradução livre).

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